Presidente da República Federativa do Brasil Fernando Henrique Cardoso Ministro da Educação e do Desporto Paulo Renato Souza CISE C - PERIOOICO BIBLIOGRAFIA ÕC;------- BRASILEIRA DE EDUCAÇÃO MEC. SECRETARIA DE AVALIAÇÃO E INFORMAÇÃO EDUCACIONAL INSTITUTO NACIONAL DE ESTUDOS E PESQUISAS EDUCACIONAIS SUMÁRIO Apresentação............................................................................................ 3 Periódicos analisados.............................................................................. 5 Siglas e abreviaturas................................................................................ 13 Referências e resumos............................................................................ 15 índice de autores...................................................................................... 273 índice de assuntos.................................................................................... 297 Macrodescritores..................................................................................... 355 ISSN 0067-6632 Ribliog- bras. Educ. Brasília v,36n, 1/2 jan./dèz. 1991 1 Secretaria de Avaliação c Informação Educacional (SEDIAE) Maria Helena Guimarães Castro Instituto Nacional dc Estudos c Pesquisas Educacionais (INEP) Og Roberto Dória Coordenação dc Informação Documental cm Educação (CIBEC) Maria Magnólia Barros Lins Lima Coordenação-Geral de Divulgação dc Informações Educacionais Christina Helena Micheli Velho Coordenação de Produção Editorial (COPED) Jair Santana Moraes Coordenação dc Promoção c Difusão (CPD) Sueli Macedo Silveira Elaboração dc resumos ALM - Alessandra Lessa Matos ERB - Elisabeth Ramos Barros GLM - Gaetano Lo Monaco LNMC - Lcila Nice de Melo Cordeiro MRSM - Maria do Rosário Salazar Montoril MBL - Marta Bclãnia Luzetc MRNP - Míriam Rocio Neves Pereira MSG - Miriam Silva Gomes NNS - Nilcélio Nunes da Silva ODS - Oswaldo Dutra dc Siqueira PTRM - Paz Thcrezinha Ribeiro de Medeiros RAO - Rosa dos Anjos Oliveira VIL - Vânia Incz de Lima Organização Maria Angela Torres Costa e Silva Maria de Lourdcs B. Cavalcanti Lins e Silva Serviços editoriais Ana Angélica Paiva Figueiredo Elizabete Caixeta Maria Lúcia F Damasceno Revisão Doracy Rodrigues Farias Francisca dc Sá Benevides Gislene Caixeta (in meinoriam) José Adelino Guimarães Tânia Maria Castro Endereço do CIBEC Esplanada dos Ministérios - Bloco L - Térreo 70047-900 - Brasília - DF Tel. (061) 214-8574 Endereço do INEP SGAS. Quadra 607. Lote 50 70200-670 - Brasília - DF Tel. (061) 244-2612 Email Postmasterfr/nnep gov.br PUBLICADA EM FEVEREIRO DE 1997 Bibliografia Brasileira dc Educação / Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacio­ nais. v.l, n.l, (mar.1954)- . Rio de Janeiro : Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais. 1954. Semestral. índice cumulativo de autores 1953/63; 1964/68; 1968/73 A partir do v.23, passa a ser editada cm Brasília 1. Bibliografia Educação brasileira I Instituto Nacional dc Estudos e Pesquisas Educa­ cionais ISSN 0067-6632 CDU 016:37(81) APRESENTAÇÃO Tradicionalmente estruturada segundo a Classificação Deci­ mal Universal (CDU) e as normas de referências bibliográficas da As­ sociação Brasileira de Normas Técnicas (NBR-6023), a BBE agora tem seu arranjo baseado na estrutura do Thesaurus Brasileiro de Edu­ cação (BRASED) Quanto às referências bibliográficas, cabe esclare­ cer que foram adotadas na sua elaboração as regras do Código de Catalogação Anglo-Americano (AACR-2), com modificação de algu­ mas entradas de autoria, para melhor atender às necessidades particu­ lares da Coordenação de Informação Documental em Educação, ante­ riormente denominado Centro de Informações Bibliográficas do MEC (CIBEC) Os resumos indicativos foram elaborados por analistas do CIBEC, que respondem, individualmente, pela fidedignidade das in­ formações neles contidas. Ao final de alguns resumos estão indicados os números de classificação CDU e de Cutter. O índice de Assuntos é composto por descritores registrados no BRASED. O índice de Autores está ordenado em: autor pessoal, autor institucional e eventos. O Editor 3 PERIÓDICOS ANALISADOS ALFA v.35, 1991 ALFA: revista de lingüística Fundação para o Desenvolvimento da UNESP. Faculdade de Filosofia e Ciências de Marília End.: Av. Rio Branco, 1210 Campos Elíseos 01206-904 — São Paulo-SP ARQ. BRAS. PS1C. v.43, n. 1/2, jan./jun. 1991 n.3/4, jul. /dez. 1991 ARQUIVOS BRASILEIROS DE PSICOLOGIA UFRJ. Instituto de Psicologia End.: Rua Santos Rodrigues, 201-A Estácio 20250-430 — Rio de Janeiro-RJ B. CENT. LET E CL HUM. n.21, jul./dez. 1991 BOLETIM DO CENTRO DE LETRAS E CIÊNCIAS HUMANAS Universidade Estadual de Londrina End.: Campus Universitário C.P. 6001 86051-970 — Londrina-PR CAD. EDUC. ESP n.3, 1991 CADERNOS DE EDUCAÇÃO ESPECIAL UFSM. Centro de Educação End.: Campus Universitário 97119-900 — Santa Maria-RS CAD. EST. LING. n.21, jul./dez.1991 CADERNOS DE ESTUDOS LINGUÍSTICOS UNICAMP. Setor de Publicações End.: C.P. 6045 13081-970 — Campinas-SP CAD. PESQ. n.76, fev. 1991 n.77, maio 1991 n.78, ago.1991 n.79, nov. 1991 CADERNOS DE PESQUISA Fundação Carlos Chagas. Departamento de Pesquisas Educacionais End.: Av. Prof. Francisco Morato, 1565 05513-900 — São Paulo-SP 5 CARTA MENS. v.37, n.440, nov. 1991 CARTA MENSAL Confederação Nacional do Comércio. Conselho Técnico End.: Av. General Justo, 307 — 7o andar 20021-130 — Rio de Janeiro-RJ Cl. ELET. n. 11, jan./jun. 1991 CIÊNCIAS E LETRAS Faculdade Porto-Alcgrcnse de Educação, Ciências c Letras End.: Av. Manuel Elias, 2001 Morro Santana 90240-261 — Porto Alcgre-RS CONSCIÊNCIA v.5, n. 1, jan./jun. 1991 n.2, jul./dez. 1991 CONSCIÊNCIA Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras/ Faculdades Reunidas de Administração, Ciências Contábeis c Ciências Econômicas de Palmas End.: a/c Biblioteca Universitária C.P. 16 84670-000 — Palmas-PR CONT. E EDUC. v.6, n.21, jan./mar. 1991 n.22, abr./jun. 1991 n.23, jul./set. 1991 n.24, out./dez. 1991 CONTEXTO E EDUCAÇÃO Universidade de IJUÍ End.: UNILIVROS Rua do Comércio, 1364 98700-000 — Ijuí-RS DIDÁTICA v.26/27, 1990/1991 DIDÁTICA Universidade Estadual Paulista — UNESP End.: Av. Vicente Ferreira, 1278 C.P. 420 17525-900 —Marília-SP DOIS PONTOS v.2, n.ll, set./out. 1991 DOIS PONTOS Sistema Pitágoras de Ensino End.: Rua Madalena Sofia, 25 Cidade Jardim 30038-650 — Belo Horizonte-MG 6 EDUC. BRAS. v. 13, n.26, jan./jun. 1991 EDUCAÇÃO BRASILEIRA Conselho de Reitores das Universidades Brasileiras End.: SEP/Norte — Quadra 516 — lote 9 70770-535 — Brasília-DF EDUC. E COM PR. v.3, n. 1/2, jan./dez. 1991 EDUCAÇÃO E COMPROMISSO Universidade Federal do Piauí. Centro de Ciências da Educação — CCE End.: Campus Universitário Ininga 64050 — Teresina-PI EDUC. EFIL. v.5/6, n. 10/11, jan./jun. 1991 EDUCAÇÃO E FILOSOFIA Universidade Federal de Uberlândia. Depar­ tamento de Filosofia End.: Av. João Naves D’Avila, s/n — Bloco U Campus Santa Mônica 38400-902 — Uberlândia-MG EDUC. E REAL. v. 16, n. 1, jan./jun. 1991 n.2, jul./dez. 1991 EDUCAÇÃO E REALIDADE Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Faculdade de Educação End.: Av. Paulo Gama, s/n — Prédio 12201, 9o andar 90046-900 — Porto Alegre-RS EDUC E SOC v.12, n.38, abr.1991 n.39, ago. 1991 EDUCAÇÃO E SOCIEDADE Centro de Estudos Educação e Sociedade — CEDES End.: C.P. 736 13001 — Campinas-SP EDUC EM D EB. v. 14, n.21/22, jan./dez. 1991 EDUCAÇÃO EM DEBATE Universidade Federal de Ceará. Faculdade de Educação End.: Rua Valdery Uchôa, 1 Benfica 60020-000 — Fortaleza-CE 7 EDUC. EM R. n.14, dez. 1991 EDUCAÇÃO EM REVISTA Universidade Federal de Minas Gerais. Faculdade de Educação End.: Av. Antonio Carlos, 6627 Panipulha 31270-901 — Belo Horizonte-MG EDUCAÇÃO v. 14, n.2O, jan./jun. 1991 n.21, jul./dez. 1991 EDUCAÇÃO Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul. Faculdade de Educação End.: EDIPUCRS Av. Ipiranga, 6681 — Prédio 33 C.P. 1429 90001-970 — Porto Alcgre-RS EM ABERTO v. 10, n.49, jan./mar. 1991 n.52, out./dez. 1991 EM ABERTO INEP. Coordcnação-Geral de Divulgação de Informações Educacionais End.: SGAS, Quadra 607, Lote 50 702000-670 - Brasilia-DF ESP. ESC. v. l,n.1, jul. /set. 1991 ESPAÇOS DA ESCOLA UNIJUÍ Editora End.: Rua do Comercio, 1364 C.P 675 98700-000 — Ijui-RS EST. EM AVAL. EDUC. n.4, jul./dez. 1991 ESTUDOS EM A VAL1AÇÃO EDUCACIONAL Fundação Carlos Chagas End.: Núcleo de Testes e Medidas Av. Prof. Francisco Morato, 1565 05513 — São Paulo-SP EST. LEOPOLD. v.27, n. 121, jan./fev. 1991 n.123, jun./ago. 1991 n.124, set./out,1991 n.125, nov./dez. 1991 ESTUDOS LEOPOLDENSES Universidade do Vale do Rio dos Sinos End.: Egídio F. Schmitz (Redator-Chefc) Av. Unisinos, 950 C.P. 275 93022-000 — São Lcopoldo-RS 8 HISTÓRIA v.10, 1991 HISTÓRIA Universidade Estadual Paulista. Faculdade de Ciências e Letras End.: C.P. 335 19800-000 —Assis-SP INTER-AÇÃO v. 14/15, n.1/2, dez. 1990/jan. 1991 INTER-AÇÃO Universidade Federal de Goiás. Faculdade de Educação End.: Rua Delenda Rezende de Melo, s/n — sala 250 Setor Universitário C.P. 131 74605-050 — Goiânia-GO INTERCÂMBIO v.4, n. 11/12, maio/dez. 1991 INTERCÂMBIO SESC End.: Rua Voluntários da Pátria, 169 -11° andar Botafogo 22270-000 — Rio de Jnaeiro-RJ LEOPOLDIANUM v.17, n.49, abr. 1991 LEOPOLDIANUM Sociedade Visconde de São Leopoldo End.: Rua Euclides da Cunha, 241 11065-101 — Santos-SP LET. DE HOJE v.84, n. 1, jun.1991 v.26, n.4, dez. 1991 LETRAS DE HOJE Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul End.: Av. Ipiranga, 6681 - Prédio 33 C.P. 1429 90619-900 — Porto Alegre-RS LOGOS v.3, n.l, 1.sem.1991 n.2, 2.sem. 1991 LOGOS Universidade Luterana do Brasil End: Rua Miguel Tostes, 101 92420-280 — Canoas-RS 9 NOVA ESC. v.6, n.50, ago. 1991 NOVA ESCOLA Fundação Victor Civita End.: R. Haddock Lobo, 403-D Cerqueira César CP. 14110 01414-903 — São Paulo-SP PESO. EPLANEJ. ECON. v.21, n.3, dez. 1991 PESQUISA E PLANEJAMENTO ECONÔMICO IPEA End.: Av Presidente Antônio Carlos, 51 - 14° andar 20020-010 — Rio de Janeiro-RJ PRO-POSIÇÕES n.4, mar. 1991 n.5, ago. 1991 v.2, n.3, dez. 1991 PRO-POSIÇÕES Universidade Estadual de Campinas Faculdade de Educação End.: C.P. 6120 13083-970 — Campinas-SP R. BRAS. EST. PEDAG. n.12, n.170, jan./abr. 1991 n. 171, maio/ago. 1991 n.172, set./dez. 1991 REVISTA BRASILEIRA DE ESTUDOS PEDAGÓGICOS INEP. Gerencia do Sistema Editorial End.: SGAS, Quadra 607, Lote 50 70200-670 Brasília-DF R. CENTRO Cl. SOC. EHUM. v.6, n. 1, dez. 1991 REVISTA DO CENTRO DE CIÊNCIAS SOCIAIS E HUMANAS Universidade Federal de Santa Maria End.: Rua Floriano Peixoto, 1184 - 2o andar 97015-372 — Santa Maria-RS R. EDUC. AEC v.20, n.79, abr./jun.l991 n.80, jul./set. 1991 REVISTA DE EDUCAÇÃO AEC Associação de Educação Católica do Brasil End.: SBN — Quadra 01 — Bloco H — loja 40 70040-000 — Brasília-DF 10 R. FAC. DIR. USP v.86, 1991 REVISTA DA FACULDADE DE DIREITO DA USP End.: Largo São Francisco, 95 - 2o andar 01005-010 —São Paulo-SP R. FAC. EDUC. USP v. 17, n. 1/2, jan./dez. 1991 REVISTA DE FACULDADE DE EDUCAÇÃO DA USP End.: Cidade Universitária C.P. 30303 05508 — São Paulo-SP R HCPA v. 11, n.2, ago. 1991 REVISTA HCPA Hospital das Clínicas de Porto Alegre End.: HCPA — Grupo de Pesquisa e Pós-Graduação 2o andar — sala 2227 90000 — Porto Alegre-RS R. UNIV. AMAZONAS v. 1, n. 1, jan./jun. 1991 REVISTA DA UNIVERSIDADE DO AMAZONAS End.: Av. General Rodrigo Otávio Jordão Ramos, 3000 Campus Universitário Aleixo 69077-000 — Manaus-AM SEMINA v. 12, n.3, set. 1991 SEMINA : Ciências Sociais/Humanas Universidade Estadual de Londrina. Coor- denadoria de Pesquisa e Pós-Graduação. Setor de Publicações Científicas e Tecnológicas End.: Campus Universitário C.P. 6001 86051-970 — Londrina-PR SOC. ENAT. v.3, n.5/6, dez.1991 SOCIEDADE E NATUREZA Universidade Federal de Uberlândia End.: Av. Universitária, 155 Campus Santa Mônica - Bloco A 384000-902 - Uberlândia-MG 11 TEMAS EM EDUC. v. 1, n. 1, jan./jun. 1991 TEMAS EM EDUCA ÇÃO Universidade Federal da Paraíba. Centro dc Educação End.: Campus I Cidade Universitária João Pessoa-PB TEO-COMUN. v.21, n.91, mar. 1991 TEO-COMUNICA ÇÃO Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul End.: Av. Ipiranga, 6681 - Prédio 33 90001-970 — Porto Alcgrc-RS TÓP. EDUC. v.9, n. 1/2, 1991 TÓPICOS ED UCA CIONA IS Universidade Federal dc Pernambuco Centro dc Educação End Biblioteca Setorial Rua Acadêmico Hélio Ramos, s/n Cidade Universitária 50741 — Recife-PE TRAB. LING. APL. n. 18, jul. /dez. 1991 TRABALHOS EM LINGUÍSTICA APLICADA Instituto de Estudos da Linguagem End.: C.P. 6045 13081 — Campinas-SP VER1TAS v.36, n. 141, mar.1991 n.143, set. 1991 n. 144, dez. 1991 VER1TAS Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul End.: EDIPUCRS Av. Ipiranga, 6681 - Prédio 33 C.P. 1429 90119-900 — Porto Alegre-RS V1DYA v.10, n. 15, jan./jun. 1991 V1DYA Faculdade Imaculada Conceição End.: Av. Andradas, 1614 97010 — Santa Maria-RS 12 SIGLAS E ABREVIATURAS abr. — abril APEDEMA — Assembléia Permanente de Entidades em Defesa do Meio Ambiente BA — Bahia CAPES — Coordenação de Aperfeiçoamento do Pessoal de Nível Superior (MEC) CBA — Ciclo Básico de Alfabetização CBPE — Centro Brasileiro de Pesquisas Educacionais CCQ — Círculos de Controle de Qualidade CE — Ceará CEBs — Comunidades Eclcsiais de Base CIBEC — Centro de Informações Bibliográficas do MEC CIEP(s) — Ccntro(s) Integrado(s) de Educação Pública Coord — Coordenador(a) Coords. — coordcnadores(as) C.P. — Caixa Postal CRPE — Centro Regional de Pesquisas Educacionais DAU — Departamento de Administração da Universidade DER — Departamento de Educação Rural dez. — dezembro DF — Distrito Federal cd. — edição EFA — Educação Física Adaptada ES — Espírito Santo FACED — Faculdade de Educação fev. — fevereiro FUNAI — Fundação Nacional do índio FUNDESP — Fundação de Desenvolvimento, Educação e Pesquisa GRE1 — Grupo de Realismo Educacional Integrado INEP — Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais ISL — Instituto Superior de Línguas jan. —janeiro jun. —junho jul. —julho LDB — Lei de Diretrizes e Bases mar. — março MEC — Ministério da Educação e do Desporto MG — Minas Gerais 13 MP — Movimento Pedagógico . . MPAS — Ministério da Previdência e Assistência Social n. — número nov. — novembro . . NUDECRJ Núcleo de Desenvolvimento e Criatividade OEA — Organização dos Estados Americanos ONGs — Organizações Não-Govemamcntais Org. — orgnizador(a) out. — outubro p. — página PE — Pernambuco PICD — Programa Institucional de Capacitação Docente PNAD — Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios PNUMA — Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente PR — Paraná Pricsp — Programa de Iniciação Esportiva PROFIC — Programa de Formação Integral da Criança PT— Partido dos Trabalhadores PUC — Pontifícia Universidade Católica PUCCAMP — Pontifícia Universidade Católica de Campinas PUCRS — Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul RJ — Rio de Janeiro (estado) RS — Rio Grande do Sul SC — Santa Catanna sem. — semestre set. — setembro SODEMAP — Sociedade para Defesa do Meio Ambiente de Piracicaba SP — São Paulo TSIN — Tcnsão-satisfação-invcstimento-nivel de utilidade da aprendizagem UCG — Universidade Católica de Goiás UFC — Universidade Federal do Ceará UFJF — Universidade Federal de Juiz de Fora UFRGS — Universidade Federal do Rio Grande do Sul ULBRA — Universidade Luterana do Brasil UNE — União Nacional dos Estudantes UNESCO — Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura UNICAMP — Universidade Estadual de Campinas USP — Universidade de São Paulo UTN — Universidade Tecnológica Nacional v. — volume 14 REFERÊNCIAS E RESUMOS 01.01 — PESQUISA EDUCACIO­ NAL — GENERALIDADES Alves, Alda Judith. O planejamento de pesquisas qualitativas cm edu­ cação. CAD. PESQ , São Paulo (SP), n.77 (maio 1991) p.53-61. RES: Dificuldade dos alunos de pós-graduação de planejar suas pesqui­ sas c elaborar o projeto, quando op­ tam por trabalhar com uma meto­ dologia qualitativa. Tais dificuldades, cm grande parte decorrentes da própria natureza desse tipo de abordagem, ali­ adas à escassez de literatura específica sobre o assunto, muitas vezes resultam cm estudos pouco consistentes. Procu­ ra-se caracterizar a pesquisa qualitati­ va, indicando pontos de concordância e de divergência entre as diversas ver­ tentes que a compõem, e fazer indi­ cações precisas para elaboração do projeto, analisando e exemplificando seus aspectos essenciais, bem como as alternativas que se oferecem ao pesquisador em cada um deles. (Do original-CIBEC) 1 Costa, Marisa C. Vorraber. A cami­ nho de uma pesquisa-ação críti­ ca. EDUC. E REAL., Porto Ale­ gre (RS), v. 16, n.2 (jul./dez. 1991) p.47-52. RES: A pesquisa-ação crítica em educação teve como influenciador o pioneiro Paulo Freire. Sua obras “Educação como prática de liberda­ de” e “Psicologia do oprimido” inau- guram o caráter político-eman- cipatório com que a pesquisa-ação em educação passa a ser utilizada em vários países. Incorporada a projetos de desenvolvimento de professores em serviço e de formação de professo­ res, tem sido uma estratégia para os campos do currículo e da pedagogia. (VIL-CIBEC) 2 Fávero, Maria de Lourdes de Albuquerque. Pesquisa e docu­ mentação em educação brasileira: o espaço do PROEDES. EDUC. EM R., Belo Horizonte (MG), n. 14 (dez. 1991) p.73-77. RES: Os desafios e dificuldades que acompanham a implantação de um trabalho de pesquisa e documen­ tação na universidade na área de edu­ cação são delineados a partir de ava­ liação parcial. Investiga como foi ins­ tituída a FNFi e seus desmembramen­ tos até a sua extinção. O PROEDES contribui para a formação de pesqui­ sadores e criação de acervo básico de fontes primárias relacionadas à edu­ cação brasileira. Partindo de subpro- jctos foi possível concluir a pesquisa da FNFi, permitindo melhor compre­ ensão da história das instituições edu­ cacionais e científicas do País. (VIL-CIBEC) 3 15 Franco, Maria Laura P. Barbosa. Estudo de caso, no falso conflito entre: pesquisa qualitativa c pes­ quisa quantitativa. INTER-AÇÃO, Goiânia (GO), v. 14/15, n. 1/2 (dez. 1990/jan. 1991) p. 1-6. RES: Os estudos de caso são con­ cebidos como pesquisas realizadas junto a pequenos grupos, onde se enfatiza a análise qualitativa dos da­ dos. O que há de questionável nas concepções quantitativas são seus pressupostos teóricos e limitações decorrentes: artificialidade criada pelo experimentalismo, fragmentação da realidade engendrada nas pesqui­ sas correlacionais c na formulação de hipóteses tipo causa-cfcito. etc. O radicalismo qualitativo c igualmente perigoso à medida que coloca em pla­ no secundário a indispensável siste- matização a ser respeitada na reali­ zação de pesquisas. (PTRM-CIBEC) 4 Freitas, Elizabeth Cassimiro de. Pes­ quisa em educação no Brasil: te­ mas. teorias c bases institucionais. TEMAS EM EDUC., João Pes- soa(PB), v. 1, n.l (jan./jun 1991) p.47-77. RES: No momento do embrião e nascimento da pesquisa educacional já se percebe sua natureza psico- pedagógica, evoluindo de sua vertente tradicional para a moderna cscola- novista, incluindo o INEP como ór­ gão de apoio institucional. No segun­ do estágio, as temáticas privilegiadas são de natureza sociológica, respal­ dadas pela teoria da modernização, consolidando-se sua base institu­ cional através da criação do CBPE e dos CRPE no INEP. Com o passar dos anos as temáticas seguem as ten­ dências oficial e critico-reprodutivista cuja base institucional c transferida para a universidade, instalando o novo núcleo oficial da pesquisa. A pesquisa em educação numa prática social não deve fugir ás determina­ ções macroestruturais c históricas da sociedade cm que se insere, cabendo à universidade desenvolver pesquisas que formulem e implementem políti­ cas educacionais relevantes. (VIL-CIBEC) 5 Macedo. Vera Lucia Viana de O faz- de-conta de Jcan Piaget na litera­ tura de Monteiro Lobato. Rjo de Janeiro: UFRJ, 1991.88f. Disser­ tação (mestrado em Educação). RES: O pensamento animista, artificialista e finalista da criança, características da ontologia pia- getiana, foi investigado e apontado em algumas obras de Lobato. Encon­ traram-se pontos comuns entre os dois autores: ora na ciência prática de Piaget (beleza de construções lite­ rárias cm que pese sua intenção sis­ temática), ora na literatura de Lobato, vciculadora de situações didaticas e 16 problemas da realidade social c polí­ tica. Os escritores (cientista c litera­ to) se identificam no que concerne à percepção como se dá o pensamento infantil. Piaget explica as caracterís­ ticas desse pensamento, e Lobato as aplica aos personagens de suas obras. Chegou-se ao entendimento de que os pensadores focalizados, se lidos, con­ tribuirão para a produção de uma li­ teratura infantil capaz de conquistar os minileitores, por ser calcada nas suas características c reais necessi­ dades intelectuais. (PTRM-CIBEC) LOC: CIBECT 37.012.85 M141f 6 Monteiro, Regina Clare. A pesquisa qualitativa como opção meto­ dológica. PRO-POSIÇÕES, Campinas (SP), n.5 (ago. 1991) p. 27-35. RES: No Brasil e no exterior, pre­ valecem ainda as pesquisas guiadas pelas técnicas ditas convencionais, usadas de acordo com um padrão positivista de observação. Na educa­ ção, as abordagens qualitativas pas­ saram a ser mais exploradas, possu­ indo maior probabilidade de gerar conhecimentos intelectuais e úteis para a melhoria do ensino. O requi­ sito fundamental de qualquer inves­ tigação, que pretenda estar em con­ sonância com a perspectiva dos pro­ fessores sobre o ensino, é o de consi­ derar o comportamento humano, ou seja, as pessoas precisam ser vistas tanto como criadoras quanto produto das situações sociais em que vivem. (VIL-CIBEC) 7 Santos Filho, José Camilo; Balzan, Newton César; Sanches Gamboa, Silvio Ancízar. Rumos da pesqui­ sa educacional — o caso da UNICAMP. PRO-POSIÇÕES, Campinas (SP), n.5 (ago. 1991) p. 15-22. RES: Verifica as atuais tendênci­ as dominantes ou incipientes na área da pesquisa educacional da Faculda­ de de Educação da UNICAMP e compara-as com a situação vigente durante os seis primeiros anos de fun­ cionamento dos cursos de pós-gradu­ ação da faculdade. Indica que, com­ parativamente à situação vigente até 1980, houve uma mudança de priori­ dades nas linhas de pesquisa e uma tendência para uma abordagem interdisciplinar, para uma perspecti­ va multiparadigmática, para a arti­ culação da abordagem nos níveis macro c micro dos problemas educaci­ onais e para o desenvolvimento e con­ solidação das Ciências da Educação. (Do original-CIBEC) 8 Stefani, Adria; Nunes, EUen Regina Mayhé. Investigando a eficiência da metodologia experimental-ati- va em contraposição à meto- 17 dologia tradicional-expositiva. EDUCAÇÃO. Porto Alegre (RS), v. 14, n 21 (jul./dcz. 1991) p.59-78 RES: Na pesquisa educacional para a obtenção de dados sobre a re­ lação entre metodologia c desempe­ nho dos alunos do curso de Licencia­ tura Plena em Ciências c Matemáti­ ca da PUCRS. constatou que a utili­ zação de diferentes metodologias (expositiva e experimental) aumentou o número de aprovações e a evasão diminuiu. Conclui que é possível melhorar o ensino de Ciências, utili­ zando uma metodologia que permita ao aluno participar de forma ativa na construção do conhecimento cientí­ fico. (VIL-CIBEC) 9 Trivinos, Augusto Silva. A pesquisa cm educação matemática: critério de verdade do conhecimento e classe social. EDUCAÇÃO, Por­ to Alegre (RS), v. 14, n.21 (jul./ dez.1991) p.9-15. RES: O pesquisador com forma­ ção profissional cm Matemática re­ cebeu uma formação científica pró­ pria da ciência formal, e como edu­ cador, começou a trabalhar com con­ teúdos das ciências sociais, encon­ trando dificuldades epistcmológicas c axiológicas para estabelecer crité­ rios de verdade. Toda pesquisa reali­ zada no âmbito do processo educativo deve ser orientada pela historicidade dos processos educacionais e sociais. Correntes de pensamentos tentam determinar a objetividade do conhe­ cimento das ciências sociais. (VIL-CIBEC) 10 01.02 — PESQUISA EDUCACI­ ONAL — INFORMAÇÃO E DOCUMENTAÇÃO Alfabetização: resumos analíticos em educação. Brasília, INEP: Santi­ ago. REDUC. 1991. 374p. RES: Bibliografia analítica sobre alfabetização do acervo do Sistema de Informações Bibliográficas cm Educação, composto dos seguintes órgãos: Centro de Informações Bibli­ ográficas do Ministério da Educação e do Desporto. Fundação Carlos Cha­ gas, Fundação Joaquim Nabuco. Fa­ culdade de Educação da Universida­ de Federal do Rio Grande do Sul, Fundação Desenvolvimento da Edu­ cação e Faculdade de Educação da Universidade Federal do Rio de Ja­ neiro. (ERB-CIBEC) LOC: CIBEC 372.415 A385a 11 Associação dos Pesquisadores e Es­ tudantes Brasileiros em Cata- lunha-Espanha Manual de orien­ tação para pesquisadores e estu­ dantes brasileiros na Catalunha. Rio de Janeiro: APEC, 1991.36p. 18 RES: Elaborado pela Associação dos Pesquisadores e Estudantes Bra­ sileiros cm Catalunha-Espanha, o manual tem por objetivo facilitar a instalação e adaptação dc brasileiros que vão estudar na Catalunha, apre­ sentando informações como: hospe­ dagem, providencias legais, procedi­ mentos junto à universidade, trans­ porte, etc. (ERB-CIBEC) LOC: CIBEC 37.012.85 A849m 12 Biccas. Maurilanc dc Souza (Org). Uma experiência educativa em creche comunitária: relatos de uma prática II. Belo Horizonte: AMEPPE, 1991.48p. (Sériesub­ sídios. caderno, 3) RES: Relatórios de atividades ela­ borados por educadoras de uma das creches comunitárias da região me­ tropolitana dc Belo Horizonte, que recebem assessoria político-pcdagó- gica da Associação Movimento de Educação Popular Integral Paulo Englert. O registro desses textos tem por objetivo socializar uma experi­ ência c contribuir com outros grupos dc educadores populares. (ERB-CIBEC) LOC: CIBEC 373.22 B583e 13 Bizzo, Nélio Marco Vinccnzo. Ensi­ no de Ciências e história da ciên­ cia: contribuições de uma viagem à Grã Bretanha. In: Catani, Denice Barbara (Org.) A pesqui­ sa em Educação e o intercâmbio cultural. São Paulo: USP, 1991. p.86-90. RES: Relata as atividades de pes­ quisa na Universidade de Liverpool (Inglaterra) cujo projeto visa: estu­ dar o trânsito das teorias darwinistas para a esfera educacional e pesquisar as concepções de estudantes secun­ dários brasileiros após passarem pelo estudo desse tópico, na escola regular. (NNS-CIBEC) 14 Bucno, Bclmira A. Barros Oliveira. Vida escolar: atores, práticas, pro­ cessos. In: Catani, Denice Bar­ bara (Org.) A pesquisa em Edu­ cação e o intercâmbio cultural. São Paulo: USP, 1991. p.9-16. RES: Viagem de intercâmbio reali­ zada nos Estados Unidos e México com o objetivo de colher subsídios teóricos e metodológicos junto a instituições com experiências em abordagens qua­ litativas e etnográficas para subsidiar o subprojeto Vida Escolar: atores, práticas, processos, proposto como parte do Programa dc Pesquisa so­ bre Cultura Escolar Brasileira. (NNS-CIBEC) 15 Campos, Maria M. Malta. Vida es­ colar: atores, práticas, processos. In: Catani, Denice Barbara (Org.) 19 A pesquisa cm Educação e o in­ tercâmbio cultural. São Paulo: USP, 1991. p.45-55. RES: Viagem de intercâmbio ao Instituto de Educação da Universida­ de de Londres com o objetivo de co­ letar informações para subsidiar o subprojeto “Vida Escolar: Atores, Práticas, Processos” do programa de pesquisa sobre a cultura brasileira, financiado pelo B1D-USP. (NNS-CIBEC) 16 Carvalho, Anna Maria Pessoa de. O ensino de Ciências e o papel da didática especial. In Catani, Denice Barbara (Org.) A pesquisa em Educação c o intercâmbio cultu­ ral. São Paulo: USP. 1991. p.5-8. RES. Relata viagem realizada com a finalidade de contactar dois grupos que desenvolvem trabalhos na área de ensino de ciências em Barce­ lona e Sevilha (Espanha). (NNS-CIBEC) 17 Carvalho, Marta Maria Chagas de. Saber teórico — Saber escolar: perspectiva de pesquisa no cam­ po da história cutural. In: Catani, Denicc Barbara (Org.) A pesqui­ sa em Educação c o intercâmbio cultural. São Paulo: USP, 1991. p.37-44. RES: Relata as atividades desen­ volvidas durante estágio em Paris, tendo como objetivo coletar informa­ ções sobre as linhas de pesquisas de­ senvolvidas a fim de subsidiar o pro­ jeto de intercâmbio BID/USP — Pes­ quisa Institucional articulada ao pro­ jeto “A Cultura Escolar Brasileira”. (NNS-CIBEC) 18 Catani, Dcnice Barbara. A imprensa pedagógica e a constituição do campo educacional no Brasil. In: Catani, Dcnice Barbara (Org.) A pesquisa em Educação e o inter­ câmbio cultural. São Paulo: USP, 1991 p.21-23. RES Relata as atividades desen­ volvidas no Centre de Sociologie de 1 Education et de la Culture pertence a Ecole des Hautes Études en Sciences Sociales, Paris/França, a convite da professora Monique de Saint-Martin, diretora do centro. (NNS-CIBEC) 19 Dictzch, Mar}' Júlia M. Os proces­ sos de intcrlocução na construção da língua escrita. In: Catani, Denice Barbara (Org.) A pesqui­ sa em Educação e o intercâmbio cultural. São Paulo: USP, 1991. p.69-78. RES: Relato de visita a Università degli Studi di Roma (Itália), a Universitat de Barcelona (Espanha), Paris. Berlim com a finalidade de colher dados sobre os processos de 20 construção do conhecimento, mais cspecificamente da língua escrita. (NNS-CIBEC) 20 Fundo das Nações Unidas para a In­ fância. Situação Mundial da In­ fância - 1991. Brasília: UNICEF, 1991. 121p. RES: Traçado de metas a serem atingidas até o ano 2000, visando modificar e melhorar a situação da infância no mundo, nas áreas de saúde, habitação, saneamento bá­ sico, educação. O plano de Educa­ ção para Todos ate o ano 2000 tem como metas principais: educação básica para todos; redução de 50% no analfabetismo adulto; fim das desigualdades entre homens e mu­ lheres. (MRNP-CIBEC) LOC: CIBEC 37.012.85 F981s 21 Kishimoto, Tizuko Morchida. Proje­ to LABRIMP: a educação pelo jogo na França e Bélgica. In: Catani, Denicc Barbara (Org.) A pesquisa em Educação e o inter­ câmbio cultural. São Paulo: USP, 1991. p.96-106. RES: Partindo do Projeto Labo­ ratório de Brinquedo e Materiais Pe­ dagógicos (LABRIMP), relata ativi­ dades desenvolvidas por creches, ludotccas, associações, museus e la­ boratórios de pesquisa da França e Bélgica na área da educação através do jogo. (NNS-CIBEC) 22 Mokrejs, Elisabete. Psicanálise e Educacão: sistematização das idéias e uma proposta de ação pe­ dagógica. In: Catani, Denice Bar­ bara (Org.) A pesquisa em Edu­ cação e o intercâmbio cultural. São Paulo: USP, 1991. p.27-30. RES: Relata as atividades desen­ volvidas em estágio realizado na França. Esse estágio atendeu aos ob­ jetivos da Pesquisa “Psicanálise e Educação” — sistematização das idéias e a proposta de ação pedagó­ gica, no que se refere à aquisição de material bibliográfico, visita a insti­ tuições educativas e estágio no La­ boratório de Psicologia Genética da Universidade de Lyon II. (NNS-CIBEC) 23 Oliveira, Marta Kohl de. Cultura, lin­ guagem e cognição. In: Catani, Denice Barbara (Org.) A pesqui­ sa em Educação e o intercâmbio cultural. São Paulo: USP, 1991. p.65-68. RES: Estágio realizado no Labo- ratory of Comparative Human Cognition(LCHC), da Universidade da Califórnia em San Diego (EUA) com o objetivo de dar continuidade aos trabalhos de pesquisas: Proces­ 21 sos Cognitivos em Situações da Vida Diária: um Estudo Etnográfico sobre Migrantes Urbanos e Impacto de Domínio da Leitura e da Escrita no Desenvolvimento Individual e da So­ ciedade. (NNS-CIBEC) 24 Penin, Sonia Terezinha de Sousa. Processos de construção de conhe­ cimento do professor sobre o en­ sino: articulações entre o saber sistematizado e a vivência. In: Catani, Denice Barbara (Org.) A pesquisa em Educação c o inter­ câmbio cultural. São Paulo: USP. 1991. p.91-95. RES: Relato de viagem a Paris e Barcelona cuja finalidade foi a troca de informações sobre o aprofun­ damento e o desenvolvimento de uma pedagogia interativa para as primei­ ras aprendizagens de língua escrita e do cálculo. Este tema compõe um dos subprojetos da pesquisa Aprofun­ damento e Desenvolvimento de uma Pedagogia Interativa desenvolvida pelo Centro de Pesquisa sobre Edu­ cação Especializada e Adaptação Escolar (CRESAS) de Paris. (NNS-CIBEC) 25 Rocco, Maria Thereza Fraga. Lin­ guagem, cultura e cognição. In: Catani, Denice Barbara (Org.) A pesquisa em Educação e o inter­ câmbio cultural. São Paulo: USP, 1991. p.52-55. RES: Descreve as atividades de­ senvolvidas, através do estágio de pesquisa realizado em Paris, com o objetivo de coletar informações para subsidiar o projeto de pesquisa “Cul­ tura Escolar Brasileira”. (NNS-CIBEC) 26 Souza, Denise Trento Rebello de. Vida escolar: atores, práticas, pro­ cessos. In: Catani. Denice Bar­ bara (Org.) A pesquisa em Edu­ cação c o intercâmbio cultural. São Paulo: USP. 1991. p.24-26. RES: Relato de viagem realizada no México, com a finalidade de de­ senvolver estágio no Departamento de Invcstigacioncs Educativas (D1E) do Instituto Politécnico Nacional. Tem como propósito conhecer os trabalhos de pesquisas deste instituto para sub­ sidiar o programa de pesquisa sobre a Cultura Escolar Brasileira (SP), através do subprojeto Vida Escolar: Atores, Práticas. Processos. (NNS-CIBEC) 27 Souza, Maria Cecília Cortez Chris- tiano de. Perspectivas históricas no estudo da socialização. In: Catani, Denice Barbara (Org.) A pesquisa cm Educação e o inter­ câmbio cultural. São Paulo: USP, 1991. p.31-36. 22 RES: Estágio na École des Hautes Etudes en Sciences Sociales, no Institut National de Réchcrchcs Pcdagogiques e na Universidade de Paris VII, França, com o objetivo de coletar informações bibliográficas para subsidiar o projeto “Perspecti­ va Histórica no Estudo da Socializa­ ção"’, integrado ao programa BID/USP. (NNS-C1BEC) 28 Sposito, Marilia Pontes. A formação de professores na Espanha e na França. In: Catani, Denice Bar­ bara (Org.) A pesquisa em Edu­ cação e o intercâmbio cultural. São Paulo: USP, 1991. p.56-64. RES: Estágio realizado na Es­ panha— Universidade Complutense de Madrid — c na França — Institu­ to Universitário de Formação de Mestres de Grenoble e Instituto Na­ cional de Pesquisa Pedagógica de Paris — com o objetivo de levantar informações sobre as iniciativas e o quadro atual de orientações sobre a formação de professores. (NNS-CIBEC) 29 Valle Filho, Moacyr Ribeiro do. O registro videográfico e o ensino de Ciências Naturais: viagem de es­ tudo. In: Catani, Denice Barbara (Org.) A pesquisa em Educação e o intercâmbio cultural. São Pau­ lo: USP, 1991. p.79-85. RES: Relato de atividades desen­ volvidas no Reino Unido, Áustria e Espanha com o objetivo de colher informações sobre o desenvolvimen­ to e implicações do uso do vídeo na pesquisa e no treinamento de profes­ sores no ensino de Ciências. (NNS-CIBEC) 30 01.03 — PESQUISA EDUCACI­ ONAL — INFORMAÇÕES ESTATÍSTICAS Barreto, Angela Maria Rabelo Ferreira. A geografia do profes­ sor leigo: situação atual e perspec­ tivas. Brasília: IPEA, 1991. I5f. (Texto para discussão, n.223). RES: Análise comparativa da dis­ tribuição dos professores leigos do ensino de 19 grau no período de 1977 a 1987. Utiliza como recortes as re­ giões, unidades da federação, locali­ zação (urbana c rural) e dependência administrativa da escola. Explora as diferenciações no perfil de formação e de remuneração desse profissional entre as unidades federativas, traçan­ do a geografia do professor leigo e seu desenvolvimento nos últimos anos. Os dados mostram que as mo­ dificações desse período refletem na distribuição percentual do total de docentes com este nível de formação nas várias regiões e zonas. Se, em 1977, 27,4% dos professores que possuem apenas o primeiro grau es­ 23 tavam na zona urbana, em 1987 nela se encontram apenas 16% deles. De 1977 a 1987 houve redução das es­ colas de classe única, exceto nos es­ tados da Região Norte, Alagoas, Bahia e Mato Grosso. (LNMC-CIBEC) LOC: CIBEC 371.124.93 B273g 31 Brasil. Ministério da Educação. Co­ ordenação de Informações para o Planejamento. Sinopse estatística da educação especial: 1988. Brasília: MEC/CIP, 1991. 2v. RES: Pesquisa estatística concer­ nente à educação especial, referente ao ano de 1988, realizada através de dois instrumentos de coleta EE-1 e EE-2. O primeiro para registrar a presença do ensino especial no con­ texto do ensino regular e o segundo, no âmbito das instituições especia­ lizadas. (ALM-CIBEC) LOC: CIBEC 31:376 B823s 32 Brasil. Ministério da Educação. Co­ ordenação de Informações para o Planejamento. Sinopse estatística de classes de alfabetização e edu­ cação prc-escolar: 1988. Brasília: MEC/CIP, 1991. 85p. RES: Síntese dos principais da­ dos do ensino em classes de alfabeti­ zação e educação pré-escolar referen­ tes a estabelecimentos, pessoal docen­ te, alunado e dados gerais obtidos atra­ vés do censo educacional de 1988. (ALM-CIBEC) LOC: CIBEC 31:372 B823s 33 Brasil. Ministério da Educação. Co­ ordenação de Informações para o Planejamento. Sinopse estatística do ensino supletivo: cursos: cen­ so educacional: 1988. Brasília: MEC/CIP, 1991. 85p. RES: Síntese dos principais da­ dos do ensino supletivo referentes a estabelecimentos, pessoal docente, alunado e dados gerais obtidos no censo educacional de 1988. (ALM-CIBEC) LOC: CIBEC 31:374 B823s 34 Brasil. Ministério da Educação. Co­ ordenação de Informações para o Planejamento. Sinopse estatística: ensino regular Io grau - 1988. Brasília: MEC/CIP, 1991. 123p. RES: Síntese dos principais da­ dos referentes ao ensino regular de Io grau, reportando-se a estabeleci­ mentos, pessoal docente, alunado e dados gerais obtidos através do cen­ so educacional de 1988. (MRNP-CIBEC) LOC: CIBEC 31:373.3 B823s 35 Brasil. Ministério da Educação. Co­ ordenação de Informações para o 24 planejamento. Sinopse estatística do ensino superior: graduação - censo educacional 1990. Brasília: MEC/CIP, 1991. 126p. RES: Síntese dos aspectos mais significativos sobre o ensino superi­ or (graduação) referentes ao ano de 1990, compreendendo informações sobre alunado, pessoal docente, da­ dos gerais sobre os cursos e o vesti­ bular apresentados em tabelas e grá­ ficos, segundo a natureza e dependên­ cia administrativa das instituições, segundo as regiões e unidades da Fe­ deração. (Do original-CIBEC) LOC: CIBEC 31:378 B823s 36 Brasil. Ministério da Educação. Co­ ordenação de Informações para o Planejamento. Sinopse estatística ensino regular de 2o grau. Brasília: MEC/CIP, 1991. 169p. RES: Dados estatísticos do ensi­ no de 2o grau referentes a estabeleci­ mentos, pessoal docente, alunado e dados gerais obtidos através do cen­ so educacional de 1988. (ALM-C1BEC) LOC: CIBEC 31:373.5 B823s 37 Brasil. Ministério da Educação. Co­ ordenação de Informações para o Planejamento. Sinopse estatística do ensino supletivo: exames. Brasília: MEC/CIP, 1991.45p. RES: Estatísticas relativas ao ensino supletivo de Io e 2o graus (exames), de 1989, com o objetivo de fornecer subsídios ao planeja­ mento educacional e tomada de de­ cisões no âmbito do Ministério da Educação, e aos pesquisadores do setor. (ALM-CIBEC) LOC: CIBEC 31:374 B823s 38 Mello, Florentino de Siqueira (Coord ). Tratamento estatístico do processo de seleção e classifi­ cação de candidatos às matrícu­ las nas 5a e 6a séries do ensino do 1° grau e Ia série do 2° grau. Rio de Janeiro: Colégio Pedro II, 1991.261f.il. RES: Análise dos dados e resul­ tados do tratamento estatístico, por meio da Estatística Descritiva, apli­ cado em diferentes provas — Mate­ mática, Português e Conhecimentos Gerais — realizadas no concurso de Seleção de Candidatos ao Colégio Pedro II, em 1991. Os métodos utili­ zados possibilitam obter estatísticas de amostragem dos sistemas munici­ pal e particular por áreas geoeduca- cionais, uma vez que os candidatos se distribuíam pelas diversas unida­ des escolares localizadas em bairros do Rio de Janeiro. (Do original-CIBEC) LOC: CIBEC 31:371.27 M527t 39 25 1991.261f.il 01.04 — PESQUISA EDUCACI­ ONAL — VARIÁVEIS EDU­ CACIONAIS Amorim, Maria Luisa. Tendências pedagógicas cm educação. EDUC. EM DEB., Fortaleza (CE), v.14, n.21/22 (jan./dez. 1991) p.95-106. RES: A necessidade de compre­ ender as influências que sedimentam a sociedade brasileira — capitalista, burguesa, de classe — numa visão de mundo que se adequa a essa soci­ edade, gera o encontro de estudantes de Pedagogia em Cratcús (CE), para refletir sobre as tendências pedagó­ gicas da educação. Identifica-as pelo momento revolucionário da pedago­ gia burguesa: o tradicional, de cunho conteudístico e finalista; o revisio­ nista ou escolanovista, autoritário e manipulador; e por uma nova vertente com enfoque dialético, com possibi­ lidades libertadoras e democráticas. A perspectiva de hoje é de uma peda­ gogia histórico-critica pautada na vi­ são de Gramsci. (LNMC-CIBEC) 40 Castro, Cláudio de Moura. A escola e as novas tendências. DOIS PONTOS, Belo Horizonte (MG), v.2, n.ll (set./out. 1991) p.32-33. RES: Recomenda a valorização das matérias fundamentais e a apli­ cação de testes nas escolas. A mis­ são da escola é exercitar o conheci­ mento, o raciocínio, a partir de situa­ ções concretas. A qualidade da edu­ cação passa pela cobrança dos envol­ vidos no sistema educacional. O im­ portante é dar nota à escola e cali­ brar as instituições de ensino. (VIL-CIBEC) 41 Ferrari, Alceu Ravanello. Analfabe­ tismo no Rio Grande do Sul: sua produção e distribuição. EDUC. E REAL., Porto Alegre (RS), v.16, n.l (jan./jun. 1991) p.3-30. RES: Focaliza o analfabetismo e o papel desempenhado pela escola na sua produção. O analfabetismo é de­ terminado estnituralmcnte, c no caso do Rio Grande do Sul, há ainda o determinante estrutural econômico, social e político. A escola desempe­ nha papel mediador, através da ex­ clusão da escola e na escola. Para solucionar o problema do analfabe­ tismo, é necessário penetrar no âm­ bito da instituição escolar, para ana­ lisar e transformar a lógica que rege o funcionamento da escola pública fundamental. (VIL-CIBEC) 42 Mafra, Leila de Alvarenga; Rego, Carlos Afonso. Escola média no Brasil. In: Ensino médio como educação básica. São Paulo, Brasília: Cortez: SENEB, 1991. p.97-117. 26 RES: A qualidade de ensino sob a percepção do professor e do aluno do 2o grau. Os professores atribuem as transformações ocorridas nos se­ guintes aspectos: 1) queda acentua­ da na habilidade de expressão oral e escrita dos alunos; 2) dificuldade crescente na capacidade de raciocí­ nio e no exercício da capacidade crí­ tica dos alunos; 3) a ambigüidade na avaliação da qualidade do conteúdo transmitido cm suas disciplinas. Os professores tendem a minimizar a sua participação no processo e a entendê- la como um problema, que diz res­ peito ao aluno c à família e também por não terem uma boa escola e me­ lhores salários. Os alunos vêem a qualidade de ensino assim: a) do pro­ fessor que gostariam de ter pelo que tem; b) das condições físicas e materi­ ais da escola; c) a má administração e organização escolar; d) o excesso de controle e a não democratização da vida escolar; e) a desqualificação do ensi­ no e da escola e a conquista de novo ambiente e práticas escolares. (LNMC-CIBEC) 43 Montcncgro, João Lopes de. Modelos de fluxo escolar: indicadores de efi­ ciência e produtividade do proces­ so de ensino. Brasília: IPEA, 1991. 18f. (Texto para discussão, n.242). RES: Tendo como fundamento o modelo de fluxo escolar da UNESCO, a metodologia proposta consegue es­ timar as taxas de evasão e repetência do sistema educacional, de maneira independente da informação de eva­ são e repetência proveniente de esta­ belecimento de ensino. A inserção de algumas variáveis chamadas “Equa­ ções Dinâmicas do Sistema” permite estimar simultaneamente as taxas de promoção, repetência e evasão de to­ das as séries, revelando a capacida­ de deste modelo desenvolvido para o cálculo de indicadores de eficiência e produtividade do processo de ensino. Estes indicadores, obtidos a partir do modelo de fluxo de alunos, podem ser melhor utilizados nos processos de to­ mada de decisão e planejamento do ensino, sendo necessária uma segun­ da fase de desenvolvimento deste modelo, incluindo dados demográ­ ficos e de custo-aluno. (LNMC-CIBEC) LOC: CIBEC 37.014:31 M772m 44 Niskier, Arnaldo. Qualidade do ensi­ no. Rio de Janeiro: Consultor, 1991.214p. RES: Reúne crônicas enfocando desde a pré-escola até as universida­ des, atinge pontos incomuns da pro­ blemática educacional onde situações do dia-a-dia escolar são analisadas e dissecadas com intensidade. Os pro­ blemas educacionais se dividem em aspectos quantitativos e qualitativos e a crise dos meninos de rua, a falta de escolas, a formação de professo­ 27 res comprometem o futuro desta ge­ ração. Defende prioridade absoluta para a educação, verbas, prestígio po­ lítico, menos corporativismo, moder­ nização dos instrumentos indispensá­ veis à ampla reforma educacional. (MRSM-CIBEC) LOC: CIBEC 37.001.7 N722q 45 Paiva, Rodrigo Antônio de. Ensino superior: qualidade x quantidade. VERITAS, Porto Alegre (RS), v.36„n,141 (mar. 1991) p. 103-105 RES: O Brasil vem formando um excesso de profissionais de nível su­ perior que, desqualificados, exercem funções de nível técnico. Existe ex­ cesso de mão-de-obra, desvalorização da profissão e conseqüentes salários baixos. Linhas de trabalho definidas devem ser criadas para beneficiar a população. Os recursos investidos no ensino superior devem ser canaliza­ dos para a educação de base. (VIL-CIBEC) 46 Ribeiro, Sérgio Costa. A pedagogia da repetência. EST. AVAL. EM EDUC., São Paulo (SP), n.4 (jul./ dez. 1991) p.73-85. RES: O modelo PROFLUXO per­ mitiu levantamento de dados, através de entrevistas, contendo as seguintes informações: se ffeqüenta escola ou não; série freqüentada e concluída. Os dados indicam que a probabilidade de um aluno novo na l9 série ser apro­ vado é quase o dobro daquele que é repetente. A evasão na 49 série se deve à falta de escola para a série seguin­ te, e os repetentes de vários anos aca­ bam abandonando a escola. Uma pro­ posta possível para acabar a evasão escolar seria a montagem de um sis­ tema permanente de avaliação cog­ nitiva dos alunos. (VIL-CIBEC) 47 Vianna, Heraldo Marelim. Evasão, repetência e rendimento escolar: a realidade do sistema educacio­ nal brasileiro. EST. AVAL. EM EDUC., São Paulo (SP), n.4 (jul./ dez. 1991) p.87-92. RES: A problemática socioeco- nômica, as deficiências no processo de alfabetização e a falta de pré-re­ quisitos dos alunos c professores con­ tribuem para gerar um quadro críti­ co da escola de 12 grau que não apre­ senta uma estrutura organizacional adequada. As razões que levam à evasão e à repetência refletem a má qualidade econômica e política da sociedade. O rendimento escolar reve­ la problemas de alfabetização, interpre­ tação de texto, ortografia e gramática. Na redação, as crianças apresentam problemas na expressão escrita. Em Matemática o desempenho é fraco, considerando os conceitos básicos. (VIL-CIBEC) 48 28 Coronel, Dclfina. Bibliografia co­ mentada sobre escola c comuni­ dade cm Bolívia y Latino- americana (1960-1991). La Paz: CEBIAE, 1991. 103p. RES: Bibliografia comentada so­ bre escola e comunidade na Bolívia e America Latina, com a finalidade de esclarecer conceitos, atividades e pro­ cessos que surgem a partir da inte­ ração escola - comunidade, c apon­ tar dificuldades que impossibilitam essa dinâmica. (ODS/CIBEC) LOC: CIBEC 016:37.017.7 C813b 49 01.05 — PESQUISA EDUCA­ CIONAL — EDUCAÇÃO COMPARADA Goergen, Pedro L. Educação compa­ rada: uma disciplina atual ou obso­ leta? PRO-POSIÇÕES, Campinas (SP), v.2, n.3 (dez.1991) p.5-20. RES: Uma das principais causas da situação desalentadora em que se encontra a educação comparada no Brasil é a falta de pesquisas na área. A pesquisa, relegada a segundo pla­ no, conduziu a uma desqualificação das disciplinas, passando a ser con­ siderada atividade obsoleta e vista com desinteresse por docentes e alu­ nos da área de educação. Para que a educação comparada se viabilize como disciplina útil e produtiva é necessário orientar a pesquisa prio­ ritariamente para a realidade latino- americana. (VIL-C1BEC) 50 Sanches Gamboa, Silvio Ancízar. As tendências educacionais na Amé­ rica Latina e as propostas de periodização: algumas sugestões metodológicas. PRO-POSIÇÕES, Campinas (SP), v.2, n.3 (dez. 1991) p.31-37. RES: Aplicando o princípio lógi- co-histórico para o estudo da educa­ ção comparada, destaca-se a catego­ ria da periodização que permite o seu desenvolvimento à medida que iden­ tifica as características específicas, de caráter teórico, de uma época ou período. As periodizações permitem identificar, numa mesma região, pro­ blemáticas educativas comuns que podem ser compreendidas dentro de uma história e que demandam solu­ ções solidárias. A partir da categoria da periodização é possível constatar o quanto em comum tem a história das sociedades e a da educação na região, e quanto são necessários os estudos comparados. (VIL-CIBEC) 51 Silva, Eugênia da Luz. A formação de professores em Cabo Verde: subsídios para a sua compreensão. Niterói: UFF, 1991.201f. Disser­ tação (mestrado em Educação). 29 RES: O estudo comparado cons­ tatou que, nos documentos do Brasil, a formação do professor está relaci­ onada à infra-estrutura socioeco- nômica e a Didática passou de tccnicista para uma crítica profunda da realidade e da escola. Nos docu­ mentos de Cabo Verde a formação do professor está ligada aos objetivos institucionais, sem que se defina cla- ramentc a concepção de educação, que tipo de professor se deseja e qual a sua função na sociedade. A Didáti­ ca, com o nome dc Estratégias e Mé­ todos de Ensino continua tccnicista. (RAO-C1BEC) LOC: CIBEC T 37.013.74 S586f 52 01.06 — PESQUISA EDUCACI­ ONAL — INOVAÇÃO EDU­ CACIONAL Esteves, Vera Vergara. O processo inovador no cotidiano da escola: limites e possibilidades. Rio de Janeiro: UFRJ, 1991. 207f. Tese (doutorado em Educação). RES: A comunidade escolar que vem recebendo o aluno das classes menos favorecidas é a escola públi­ ca. Conhecer esta realidade, através do estudo do cotidiano da organiza­ ção escolar, e os efeitos do uso do computador, nesse universo, pode gerar conhecimento na área da admi­ nistração escolar para subsidiar de­ cisões sobre inovação tecnológica em escolas públicas. (Do original-CIBEC) LOC: CIBEC T 371.694 E79p 53 02.01 — POLÍTICA E EDUCA­ ÇÃO — POLÍTICA Alvarenga, Dulce Rodrigues. A ação político-pedagógica do SEPEjun- to aos professores, na busca de uma escola pública de qualidade e que atenda aos interesses da classe trabalhadora Niterói, RJ UFF, 1991. 258f. Dissertação (mestrado cm Educação) RES: Procura mostrar a realida­ de das organizações dc professores públicos no país c a possível influên­ cia das organizações sindicais junto aos professores. Apresenta experiên­ cia como professora e militante do Sindicato Estadual dos Professores da Educação— Rio de Janeiro. Abor­ da a realidade sindical brasileira até os anos 60 e identifica a consolida­ ção c o maior nível dc mobilização, a partir da redemocratização do final da década de 70 c inicio dos anos 80. (NNS-C1BEC) LOC: CIBEC T 371.16 A473a 54 Comissão Coordenadora Regional dc Pesquisa na Amazônia. Plano dc Ciência e Tecnologia para a Ama­ zônia. Belcm: Ed. Universitária UFPA, 1991. 84p. 30 RES: Plano apresentado pela Co­ missão Coordenadora Regional de Pesquisas na Amazônia (CORPAM). Descreve as diretrizes de um progra­ ma científico c tecnológico, as estra­ tégias de sua operacionalização, a proposta de implantação do Projeto Norte de Pós-Graduação e a propos­ ta do Programa de Pesquisa em Áre­ as Prioritárias. (NNS-CIBEC) LOC: CIBEC 37.014 C733p 55 02.1— POLÍTICA DE EDUCA­ ÇÃO — POLÍTICA Lópcz Ospina, Gustavo. Os estudos de pós-graduação e o futuro da América Latina c do Caribe. Ca­ racas (VE): UNESCO, 1991 24p. RES: Reunião internacional que mostra os estudos de pós-graduação em meio a desafios que pôem em questão, tanto os resultados alcança­ dos em passado recente como as ori­ entações que se impõem baseadas na infra-estrutura e meios disponíveis. Esta situação se apresenta num con­ texto no qual se trabalha a partir de diferentes frentes: na construção dos elementos mais pertinentes do que possa ser um novo modelo de desen­ volvimento para a região e a inspira­ ção de política e programas nacionais em harmonia com o mesmo. LOC: CIBEC 327 L864e 56 Santos, Micênio. 13 de maio, 20 de novembro: uma descrição da construção de símbolos raciais e nacionais. Rio de Janeiro: UFF, 1991. 218f. Dissertação (mes­ trado em Educação) RES: Descrição das comemora­ ções da Abolição da Escravatura em cada ano do seu primeiro centenário, a partir de textos produzidos por di­ ferentes grupos e instituições sociais e, principalmente, de notícias pu­ blicadas no Jomal do Brasil, funda­ do em 1891. O 13 de maio, dia da Abolição, é uma data presente no imaginário popular; é um marco his­ tórico e uma festa popular, de inicio sem o apoio do Estado; não é feriado nacional, mas é lembrada por todos. O 20 de novembro, Dia Nacional da Consciência Negra, é data construída, apenas conhecida por um grupo res­ trito de pessoas “cultas” e pela elite negra que luta contra a discrimina­ ção racial tendo o Estado como seu principal aliado. (RAO-CIBEC) LOC: CIBEC T 321:37 S237t 57 Souza, Georgina Gomes e. Cidadão brasileiro: a paixão e o dever (o papel da educação na conquista da cidadania). Rio de Janeiro: UFRJ, 1991. 269f. Dissertação (mestrado em Educação) RES: Tendo como referencial, o mapeamento das Constituições Fede­ 31 rais de 1967, 1969 e 1988, procura desnudar a distância entre o discurso oficial e legalista frente à negação da cidadania nesse período, o que pos­ sibilitou o advento da violação não só dos direitos políticos como tam­ bém dos demais direitos humanos fundamentais. A partir do Decreto- Lei n° 869/69, faz a análise dos con­ teúdos dos livros didáticos de Edu­ cação Moral e Cívica, e Organiza­ ção Social e Política Brasileira, para definir qual o papel da educação no processo de conquista da cidadania, tendo como categorias de análise os componentes do projeto de Pedro Demo, de Educação para a Cidada­ nia. Nesse período a educação atra­ vés das disciplinas EMC/OSPB foi agente da “nova ordem"’ e, nessa me­ dida, contrária à formação da cons­ ciência de cidadania e ao processo de sua conquista. (PTRM-C1BEC) LOC: CIBECT 37.014 S719c 58 02.02 — POLÍTICA E EDUCA­ ÇÃO — POLÍTICA DA EDU­ CAÇÃO Gagliardi, Erasmo. O pensamento pedagógico brasileiro vigente e a prática desenvolvida no cotidiano de nossas escolas: o caso do Dis­ trito Federal no período de 1985/ 1990. Brasília: UnB, 1991 I20f. RES: Estudo de caso, com abor­ dagem qualitativa, utilizando a téc­ nica de entrevistas não diretas e a metodologia da “triangulação de da­ dos”, para identificar o vácuo exis­ tente entre o que é produzido no am­ biente acadêmico e a prática desen­ volvida nas escolas da rede pública do Distrito Federal no período de 1985/1990, após a implantação da Pedagogia Crítico Social dos Conteú­ dos. Apresenta, para melhoria da qualidade dos serviços oferecidos aos usuários do ensino público do Distri­ to Federal, uma proposta de modifi­ cação na estrutura organizacional da Secretaria de Educação e Fundação Educacional do Distrito Federal. (MSG-CIBEC) LOC: C1BEC 37.014 G135p 59 Intelectuais, cultura c autoritarismo no Brasil pós-64. CONT. E EDUC., Ijui (RS), v.6, n.24 (out./ dez. 1991) p.74-82 RES: A ação governamental em relação às oposições visou aos movi­ mentos populares através de medidas repressivas sobre a esfera da produ­ ção cultural e cientifica. O discurso de sustentação do regime autoritário era voltado para a eficiência e mo­ dernização consolidada pelo apoio militar. Sua atitude consistia em cor­ tar as ligações entre os movimentos culturais c as massas, marcado pela edição do AI-5. O marxismo atuou como um fator de identificação co­ 32 mum. 0 período compreendido entre o Golpe Militar de 1964 e o processo de abertura política demonstrou a importância da esfera cultural en­ quanto espaço de embates políticos nas sociedades capitalistas. (VIL-CIBEC) 60 Proposta de política e cstrátegias para adequação da Educação Tecno­ lógica às exigências do processo de modernização da economia, em consonância com a política indus­ trial e de comércio exterior. Brasília: MEC/MEFP/SCT-PR, 1991.29p. RJES: Proposta de uma nova or­ ganização para o ensino tecnológico no Brasil com a criação de uma ver­ tente própria, a partir do segundo grau, reformulação dos Centros de Educação Tecnológica, configuração de uma nova profissão de nível supe­ rior ainda sem uma denominação es­ pecífica, para substituir o atual tecnólogo e indicação de novos ca­ minhos para a pós-graduação nessa área profissional. (MRNP-CIBEC) LOC: CIBEC 37.014:007 P965p 61 A política educacional diante da rea­ lidade brasileira. DOIS PON­ TOS, Belo Horizonte (MG), v.2, n. 11 (set./out. 1991) p.20-22 RES: O painel Política Educacio­ nal da Realidade Brasileira aconteceu durante o I Congresso Pitágoras de Educação e reuniu os envolvidos com a educação para discutir a necessidade de se colocar a nova Constituição em prática, estabelecendo que “a educa­ ção é direito de todos, dever do Estado e da família”. Incentiva a luta contra a burocracia, o anacronismo e a des­ centralização política e administrati­ va. Coloca como desafio para o país conciliar democracia e modernidade. (VIL-CIBEC) 62 Ensino médio como educação bási­ ca. São Paulo, Brasília: Cortez, SENEB, 1991. 210p. (Cadernos SENEB, 4) LOC: CIBEC 37.014 E56s 63 Aguiar, Márcia Angela. Supervisão escolar e política educacional. São Paulo: Cortez, 1991. 108p. (Bi­ blioteca da Educação. Série 1 - Escola, v. 14) RES: Enfoque histórico-cultural da trajetória dos serviços de supervi­ são educacional, destacando o papel que esta atividade desempenhou, du­ rante o regime militar, no Estado de Pernambuco. Explicita como uma função de caráter pedagógico adqui­ re uma feição de controle da execu­ ção do planejamento governamental, retirando da atuação do supervisor escolar a dimensão educativa, transfor­ mando-o em agente da intervenção 33 centralizadora na área da educação. (ERB-CIBEC) LOC: CIBEC 37.078 A282s 64 Alvarenga, Márcia Soares de. A intcr-relação entre educação po­ pular c organização comunitária como um fator de contribuição à construção da cidadania: um es­ tudo de caso. Rio de Janeiro; UFRJ, 1991. 120f. Dissertação (mestrado cm Educação) RES: O Projeto Baixada foi im­ plantado em 1986, na Baixada Fluminense, pela Fundação Educar c co-gcstionado por entidades que compõem a sociedade civil: associa­ ções de moradores com o objetivo da construção de um projeto de cidada­ nia. Realizaram-se entrevistas com 35 alunos, quatro agentes educativos c sete dirigentes de uma associação de moradores. Os resultados evidenciaram as representações sociais construídas pelos alunos entrevistados sobre os seus direitos. Para esses, a condição de ci­ dadão está vinculada ao elemento eco­ nômico. A associação de moradores pesquisada apresenta-se como uma das bases para as transformações democrá­ ticas na sociedade, a participação do povo na vida política, pela conquista e ampliação dos direitos c o apro­ fundamento da democracia. (Do original-CIBEC) LOC: CIBEC T 37.014.2 A473i 65 Alverga, Naidc Ribeiro de; Mon- tenegro. Ivoncidc Dutra; Morais, Maria das Graças. Sobre a rela­ ção entre o desenvolvimento c a escola pública: uma reflexão. CONT E EDUC., Ijuí (RS), v.6, n.21 (jan./mar. 1991) p 35-42 RES Um país que pretende ser desenvolvido e não apenas moderno deve defender a escola pública, de­ mocrática, gratuita c de boa qualida­ de. A universalização da escola tem como objetivo proporcionar condi­ ções de dominar instrumentos e in­ formações básicas para o exercício da cidadania. A democratização da escola assenta-se em três pilares bá­ sicos: o acesso, a qualidade e a per­ manência. (VIL-CIBEC) 66 Araújo, Aloísio Barbosa de. O go­ verno brasileiro, o BIRD c o BID: cooperação c confronto. Brasília: 1PEA. 1991. 122p. (IPEA, n. 13 1) RES. História das relações do governo brasileiro com os organismos multilaterais de crédito. Analisa o desempenho destes organismos inter­ nacionais nos anos 80 frente à crise financeira dos países em desenvolvi­ mento. ressaltando as “condicio- nalidades” no entendimento do Bra­ sil com estas instituições. Avalia a natureza desses relacionamentos, através dos dois pedidos de emprés­ timo com resultados divergentes. 34 Aponta os atritos entre o governo brasileiro e o BIRD e as origens dos fluxos negativos de recursos, sobre a questão do custo dos empréstimos c das possíveis modificações da postu­ ra brasileira. (LNMC-CIBEC) LOC: CIBEC 37.014.543 A663g 67 Barbosa, Elisa de Oliveira. O ciclo básico de alfabetização em Minas Gerais: o risco da fogueira. Belo Horizonte: UFMG, 1991. 358f. Dissertação (mestrado em Educa­ ção) RES: Interpreta a proposta de al­ fabetização do projeto educacional do Estado de Minas Gerais para o quadriênio 1984-1987 como sendo a força motriz da renovação do siste­ ma estadual de ensino, compreenden­ do a sua descentralização e a demo­ cratização das relações entre os ór­ gãos de decisão e os de execução do processo educativo. Ao desvelar o contexto político-educacional minei­ ro daquele momento, explicita o de­ safio que representou para todos os agentes do sistema educacional a sua execução, por representar uma nova forma de organização do trabalho escolar, sustentada na mudança de mentalidade dos profissionais do en­ sino e na ação colegiada. Analisa os fatores complicadores na imple­ mentação dessa proposta. (Do original-CIBEC) LOC: CIBEC T 37.014(815.4) B238c 68 Bernardes, Anna. LDB: proposta apresentada pelo Conselho Fede­ rai de Educação. In: Brasil. Se­ cretaria Nacional de Educação Básica Politecnia no ensino mé­ dio. São Paulo, Brasília: Cortez: SENEB, 1991. p.34-43 RES: O segundo grau encontra na LDB a oportunidade para se reabili­ tar dos problemas relacionados com os recursos destinados à sua expan­ são e ao seu aperfeiçoamento. A dis­ cussão gira em tomo da relação edu- cação-trabalho, questionando sobre quando e como a escola prepara para o trabalho. O sistema educacional e a cultura brasileira associam traba­ lho à atividade profissional mas em nível superior. O Conselho Federal de Educação entende que o segundo grau deve preparar o cidadão para o tra­ balho, envolvendo o estudo das rela­ ções pessoais, institucionais e legais. (VIL-CIBEC) 69 Brasil. Secretaria Nacional de Edu­ cação Tecnológica. Informática educativa: Plano de Ação Integra­ da 1991-1993: Io PLANINFE. Brasília: MEC/SENETE/PRO- NINFE, 1991. 53p. RES: O Plano de Ação Integrada 1991-1993 inicia a etapa de consoli­ 35 dação da informática educativa bra­ sileira. Nele se define o itinerário a ser cumprido rumo ao objetivo quan­ titativo e qualitativo de construir uma relação cada vez mais efetiva e fértil entre educação e informática. (MRSM-C1BEC) LOC: CIBEC 371.694 B823i 70 Brasil. Secretaria Nacional de Edu­ cação Básica. Programa Nacional de Alfabetização e Cidadania: marcos de referência. Brasília: MEC/SENEB, 1991. 44p. RES: Apresentação dos princípi­ os norteadores das políticas e estra­ tégias do Programa, dos aspectos es­ senciais e da metodologia para a sua formulação, bem como sua duração, metas e financiamento. (ERB-CIBEC) LOC: CIBEC 37.014 B823p 71 Brasileiro, Helena Márcia Rabello. Professor leigo e políticas educa­ cionais. Recife: UFPE, 1991. 276f. Dissertação (mestrado em Educação). RES: A análise das políticas edu­ cacionais para a formação de profes­ sores leigos das séries iniciais do Io grau — como o Projeto Logos II cm Pernambuco — toma evidente que essas políticas objetivam fundamen­ talmente preservar as estruturas hegemônicas de poder. Na execução prática dessas políticas, prevalece o clicntelismo na seleção dos professo­ res e a redução dos salários do pro- fessorado, aviltando o ensino e as próprias relações de trabalho. (GLM-CIBEC) LOC: CIBEC T 371 13 B823p 72 Brito, Vera Lúcia Ferreira Alves de. Propostas para a LDB: a questão da escola pública/privada. Belo Ho­ rizonte: UFMG, 1991 277f. Dis­ sertação (mestrado cm Educação). RES: Analisa as propostas para a Lei de Diretrizes e Bases da Edu­ cação Nacional elaboradas no perío­ do de 1988-1990 por entidades naci­ onais diferenciadas. Ao recolocar a questão, identifica as transformações do conceito de público/privado c as conotações assumidas na sociedade capitalista, além de discutir as con­ cepções de educação pública presen­ tes nos debates realizados em 1930- 1934 e em 1945-1961 e seu signifi­ cado nos debates contemporâneos. Por se tratar de um trabalho de aná­ lise de ideologias, apresenta na con­ clusão as dificuldades na construção do objeto da pesquisa para identifi­ car as diferentes estratégias utiliza­ das pelos grupos para implementar seus projetos diferenciados de edu­ cação c de sociedade brasileira. (Do original-CIBEC) LOC: CIBEC T 37.014 B862p 73 36 Britto, Luiz Navarro de. Educação: reflexões que transcendem tempos c espaços. São Paulo: T.A. Quei­ roz, 1991. 107p. (Coletânea Navarro de Britto, v. 1) RES: Coletânea de textos que re­ fletem a constante preocupação de Luiz Navarro de Britto cm inserir o fenômeno educativo no amplo con­ junto das ações sociais c políticas em que este se manifesta. (ERB-CIBEC) LOC: CIBEC 37.014 B862e 74 Britto, Luiz Navarro de. Educação no Brasil c na America Latina: questões relevantes c polêmicas. São Paulo: T.A. Queiroz, 1991. 156p. (Coletânea Navarro de Britto, v.2) RES: Artigos, entrevistas c con­ ferências produzidos ao longo da car­ reira de Luiz Navarro de Britto. A primeira parte aborda questões per­ tinentes ao ensino superior, sua ex­ pansão e privatização. A segunda, registra suas reflexões acerca da edu­ cação na América Latina, engloban­ do questões como: políticas educaci­ onais, pesquisa educacional, uso de satélites, expansão da indústria pe­ dagógica e a educação na Constitui­ ção das Américas. (ERB-CIBEC) LOC: CIBEC 37.014(7/8=6) B862e 75 Campos, Maria M. Malta. As lutas sociais e a educação. CAD. PESQ., São Paulo (SP), n.79 (nov. 1991) p.56-64 RES: O exame da bibliografia re­ cente acerca dos movimentos sociais urbanos por educação, no país, per­ mite apontar alguns aspectos comuns a estas mobilizações, que contestam a visão corrente que desqualifica a demanda popular, mostrando como as questões, sobre as quais se manifesta o descontentamento da população, incidem também sobre a qualidade das escolas que chegam até os bair­ ros pobres. A extrema rigidez e a cen­ tralização do sistema escolar consti­ tuem obstáculos poderosos do ama­ durecimento dos grupos que lutam por uma educação melhor para todos. (Do original-CIBEC) 76 Camurça, Zélia Sá V. Educação in­ dígena brasileira. EDUC. EM DEB., Fortaleza (CE), v. 14, n.21/ 22 (jan./dez. 1991) p.161-166 RES: Analisa as políticas da edu­ cação indígena visando aquilitar à conjuntura atual a importância do estudo nesta fase da educação no Brasil. Enfoca a alfabetização versus escrita; a educação bicultural versus a lingüística; educação indígena versus educação para o indígena; a competência multicultural; e os em­ preendimentos organizacionais a ser­ viço do indigena. Os desacertos na 37 educação e da alfabetização indíge­ na brasileira só poderão ser solucio­ nados quando esta for abordada como um problema de competência multi­ cultural. (LNMC-CIBEC) 77 Cardozo Gómez, Margarita Maria. El movimiento pedagógico en la historia dei maestro colombiano. PRO-POSIÇÕES, Campinas (SP), v.2, n.3 (dez. 1991) p. 105-119. RES: Apresenta um acompanha­ mento, em linhas gerais, da história do professor na Colômbia, seguindo três grandes influências: a européia até o final da década de 50, a norte- americana até a década de 70 e a neoliberal de caráter internacio- nalizante, que começou nos anos 80. O importante Movimento Pedagógico (MP) colombiano, consolidado a par­ tir de 1984 com o lançamento da revis­ ta Educación y Cultura, tem como ob­ jetivos a reivindicação pela profis­ sionalização, o reconhecimento do pro­ fessor e a qualidade da educação. (Do original- CIBEC) 78 Cerqueira, Carlos Alberto Pedreira. Plano Integral de Educação e Cul­ tura: uma experiência avançada de planejamento educacional na Bahia. Rio de Janeiro: UFRJ, 1991. 204f. Tese (doutorado em Educação) RES: O Plano Integral de Educa­ ção e Cultura da Bahia (1968-1970) baseia-se no princípio de que a edu­ cação é direito de todos e requisito para obtenção de níveis mais eleva­ dos de desenvolvimento socioeco- nômico. Tem como medidas estraté­ gicas o atendimento a uma maior população escolarizável, com cresci­ mento da rede escolar e investimento em recursos humanos e materiais, em todos os níveis de ensino, além de apoio à cultura. Porém, a predomi­ nância da racionalidade técnica não levou em conta as pressões proveni­ entes do contexto político local, o que inviabilizou até certo ponto o suces­ so do planejamento educacional baiano. (MBL-CIBEC) LOC. CIBEC T 37.014.542(814.2) C416p 79 Couriel, llze Helena Chiabai. Pré-es- cola: tempo de aprender e de ser cidadão. Vitória: UFES, 1991. 223f. Dissertação (mestrado em' Educação) RES: Abordagem qualitativa so­ bre o que é pré-cscola c qual o signi­ ficado do seu papel social. O traba­ lho utiliza os princípios, a forma e a linguagem da representação teatral, teatro social, cm duas classes do pré- escolar da Escola Professora Regina Maria da Silva, da rede estadual de ensino de primeiro grau no bairro 38 Inhanguetá, Vitória. Na posição his- tórico-crítica. algumas contradições do cotidiano escolar que compõem mudanças didático- pedagógicas são: concepção de criança, relação adul- to-criança, significado social da pre- escola, planejamento do professor a partir da criança real, cidadania in­ fantil c desenvolvimento do espírito crítico. (LNMC-C1BEC) LOC: CIBEC T 37.014 C858p 80 Cunha, Fátima. O projeto CIEP de 1987 a 1990: o desafio da conti­ nuidade. In: Cadcrmatori. Lígia (Org ). O desafio da escola bási­ ca' qualidade eeqüidadc. Brasília: IPEA, 1991. p.21-46 RES: Em 1987, os CIEPs repre­ sentavam 3% da rede e o alunado 3,3% Havia 67 prédios construídos dos 500 anunciados e, desses, 65 ne­ cessitavam de manutenção, que é cara por causa do padrão arquitetônico, com instalações hidráulica e elétrica subterrâneas e pela sua localização à beira de estradas e cm terrenos alagadiços. Estavam bem aparelha­ dos com vídeo-cassete, triturador de alimentos, 18 tipos de caçarolas, ser­ viço de refeição em inox, enquanto cm muitas da 2.205 escolas da rede estadual de ensino faltava o equipa­ mento escolar considerado básico, como mesas e cadeiras para profes­ sores e alunos. A carência de pessoal docente e técnico foi resolvida pelo recrutamento dos melhores professo­ res, merendeiras, serventes e inspe­ tores de alunos das redes estadual e municipal. O pessoal de apoio, recru­ tado nas comunidades, não tinha car­ teira de trabalho assinada, passando a chamar-se “recibados”. As verbas para a rede paralela de CIEPs eram todas especiais. Oficialmente, in­ titulava-se Programa Especial de Educação, vinculado à Fundação de Amparo à Pesquisa do Rio de Janei­ ro (FAPERJ), e seus administrado­ res eram o vice-govemador do esta­ do, o secretário de estado de educa­ ção e cultura e o secretário munici­ pal de educação do Rio de Janeiro. (RAO-CIBEC) 81 Cunha, Marcus Vinícius da. A edu­ cação no período Kubitschek: os centros de pesquisas do FNEP. R. BRAS. EST. PEDAG., Brasília (DF), v.72, n. 171 (maio/ago. 1991) p.175-195 RES: Procura descrever as ativi­ dades e o ideário do Centro Brasilei­ ro de Pesquisas Educacionais e do Centro Regional de Pesquisas Edu­ cacionais dc São Paulo — órgãos do Instituto Nacional de Estudos Peda­ gógicos (INEP) — durante o período 1956-1961. O objetivo é estabelecer algumas relações entre a atuação dos referidos órgãos e as principais ca­ racterísticas da administração Jusce- 39 lino Kubitschek, particularmente quanto à ideologia dcsenvolvi- mentista adotada no período. (Do original-CIBEC) 82 Cury, Carlos Roberto Jamil. A edu­ cação na primeira constituição mineira republicana. EDUC. EM R., Belo Horizonte (MG), n.14 (dez. 1991) p.5-11 RES: Em muitos pontos, a Cons­ tituição Mineira se expressa no ter­ reno do liberalismo, apontando o “Estado Mínimo’’. O liberalismo en­ contra nesta Constituição, a educa­ ção como uma área onde seria lícita a intervenção prudente do Estado. Cria escolas, através dos poderes es­ tadual e municipal, e legisla neste ter­ reno. A ruptura com os padrões libe­ rais clássicos está na lei da instrução pública da qual deveria constar a obrigatoriedade do ensino elementar associado à gratuidade nas escolas públicas. Interfere, ainda, fiscali­ zando a higiene, a estatística e a moral. A inclusão do campo da moral mostra a existência de uma ética profissional sob controles ofi­ ciais, para além da liberdade de ensinar. (VIL-CIBEC) 83 Daibem, Ana Maria Lombardi. A municipalização do ensino de pri­ meiro grau: contradições políticas e administrativas. Piracicaba: UNIMEP, 1991. 128f. Disserta­ ção (mestrado em Educação). RES: Inicialmente, aborda o en­ sino de Iograu, relacionando-o à con­ trovertida tese da municipalização; a seguir, resgata a história da adminis­ tração da educação brasileira através do processo legislativo, enfocando a questão centralização x descen- tralização'à luz do contexto social, político e econômico. Conclui, posi- cionando-se favoravelmente à muni­ cipalização deste grau de ensino, condicionando esta opção à definição prévia de uma política nacional de cducacão cujas diretrizes reconheçam as diversidades regionais da realida­ de educacional brasileira e assegurem a conquista da sua eqüidade. (Do original-CIBEC) LOC: CIBEC T 373.3(1-2) D132m 84 Dantas, Leda Alves. Capacitação de educadores e política educacional: um questionamento de pressupos­ tos. TÓP. EDUC., Recife (PE), v.9, n. 1/2 (1991) p.36-42 RES: A qualificação do educador deve contribuir para o desenvolvi­ mento de sua autonomia. A política educacional, ao concentrar as deci­ sões a serem tomadas pelos educa­ dores numa determinada gestão, tem como conseqüências: a tentativa de hegemonizar a prática desse conjun­ to; a tendência a deixá-lo à mercê de 40 mudanças partidárias; a reprodução das relações sociais capitalistas pela permanência de divisão entre os que planejam c os que executam. A argu­ mentação procura evidenciar como tais conseqüências contribuem para desqualificar o educador e que outras mediações são necessárias para re­ verter esse quadro. (PTRM-CIBEC) 85 Dantas, Lêda Alves. Capacitação de educadores numa proposta de go­ verno popular. Recife: UFPE, 1991. 194f. Dissertação (mes­ trado em Educação) RES: Investiga as relações entre a política educacional para qualifi­ cação de educadores e sua im­ plementação na escola pública, no contexto de um governo supostamen­ te popular. A análise do programa de qualificação dos educadores do ensi­ no fundamental, durante a gestão de Miguel Arracs e dos depoimentos das entrevistadas leva a concluir que as mudanças para se concretizarem em escola pública dependem não apenas das políticas educacionais, da me­ todologia da implantação e das con­ dições de trabalho, mas especial­ mente do convencimento dos edu­ cadores, que ocorre de forma lenta e gradual. (GLM-CIBEC) LOC: CIBECT 371.13 D192c 86 Dascal, Marcelo. Diversidad cultu­ ral y práctica educacional. EDUC. E FIL., Uberlândia (MG), v.5/6, n. 10/11 (jan./dez. 1991) p. 169- 188 RES: Hoje em dia, é impossível separar a ética da política como tam­ bém a educação de sua dimensão éti- co-política e da questão da diversi­ dade de formas de vida. Várias per­ guntas são feitas quando refletimos sobre a educação. Somos favoráveis a um pluralismo de conhecimentos, de instituições, de valores e de for­ mas culturais, ou só verbalmente ade­ rimos a essas idéias? Somos favorá­ veis à centralização e ao controle do sistema educacional ou aceitamos o princípio da autodeterminação cultu­ ral e institucional em todos os níveis? O verdadeiro debate se dá quando existe um conteúdo preciso em rela­ ção a um problema concreto como o da diversidade cultural, conteúdo este que se manifesta na eleição de práti­ cas educacionais concretas. Um ver­ dadeiro pluralismo educacional é a única atitude compatível com o sig­ nificado profundo da diversidade cul­ tural. (PTRM- CIBEC) 87 Demange, Nilson Joseph. Moder­ nidade e educação na América Latina. PRO-POSIÇÕES, Cam­ pinas (SP), v.2, n.3 (dez. 1991) p.21-30 41 RES. Situa a educação na Amé­ rica Latina em face de alguns pres­ supostos do conceito de modernidade. Isto é feito com o objetivo de resga­ tar as condições históricas e estrutu­ rais específicas com que os países latino-americanos seguem esses pres­ supostos. O conceito de racio- nahdadc-cm-rclação-a-fins. proposto por Webcr. bem como sua visão ins­ trumental c ideológica, conforme a análise crítica dc Marcuse, também desenvolvida por Habcrmas, é exa­ minado. Procura situar a espe­ cificidade da inserção educacional da America Latina no processo dc mo­ dernização urbano-industnal, capita­ lista, cm face da defasagem histórica criada pelas condições peculiares da colonização portuguesa e espanhola O processo dc emancipação e inte­ gração nacional e exigências da for­ mação do mercado são analisados em seu impacto sobre o desenvolvimen­ to do sistema educacional Procura, finalmente, indicar o desafio da modernidade para a educação no con­ texto das relações internacionais hegemônicas da atualidade, dc forma que não contribua para reproduzir a marginalização com que a América Latina tem sido situada ainda no Ter­ ceiro Mundo. (Do original-CIBEC) 88 Elísio, Octávio. Projeto de Lei n° 1.258/88. In: Brasil. Secretaria Nacional dc Educação Básica. Politecnia no ensino médio. São Paulo, Brasília: Cortez: SENEB, 1991. p.29-33 RES: Dentre os pontos polêmicos do Projeto dc Lei de Diretrizes e Ba­ ses, inclui a definição dc um compro­ misso politécnico para solucionar o conflito com o chamado segundo grau profissionalizante e também a ques­ tão do retorno da escola normal Ou­ tro problema é a presença do ensino de línguas no currículo mínimo, de­ vendo a LDB definir o núcleo básico dos currículos nas escolas dc primei­ ro c segundo graus A questão da educação dc jovens e adultos, es­ tabelecida a partir da Constituição, tem que enfrentar o difcrenciaincnto da educação dada ao aluno que tra­ balha, para garantir o compromisso de qualidade (VIL-CIBEC) 89 Elísio. Octávio. A lei dc diretrizes c bases e o ensino médio In: ensino médio como educação básica. São Paulo, Brasília: Cortez: SENEB, 1991. p 174-210 RES: Lei vista como instrumento de mudanças, que trata da univer­ salização da educação básica, ou seja, oferta de ensino gratuito fundamental c médio. Aponta as perspectivas de expansão do ensino dc 2o grau, que amplia o dever do Estado para com a educação, questiona quais são os dc- 42 safios que sc colocam daqui para fren­ te. Urge repensar o ensino médio e o profissionalizante assim como as polí­ ticas que os nortearam ate o presente momento c que justificam o des- compromisso com a melhoria do ensi­ no c a democratização da educação. (LNMC-CIBEC) 90 Faúndez, Antonio. Organização e educação popular na África e na América Latina. EDUC. E REAL., Porto Alegre (RS), v. 16, n. 1 (jan/ jun. 1991) p.59-64 RES As necessidades essenciais sobre as quais sc baseia um processo de educação e de desenvolvimento são ao mesmo tempo semelhantes e dife­ rentes. de acordo com cada realidade histórica. A organização da educação proposta pelos sistemas educativos do Estado não corresponde aos objeti­ vos essenciais, que implicam cria­ tividade c democracia, requeridos por um processo de educação popular. O princípio básico na formação dos animadores culturais supõe uma re­ flexão constante sobre as práticas pedagógicas dos mesmos. Essa nova pedagogia implica a pedagogia do erro, da crítica e da avaliação per­ manente. (VIL-CIBEC) 91 Ferreira, Márcia Ondina Vieira. Po­ lítica educacional para o ensino superior: o “Pacote Portella”. Pelotas: UFPEL. 1991. 71 f. RES: Exame das concepções do ensino superior na política traçada pela gestão de Eduardo Portella na Pasta da Educação e como se con­ substanciaram (ou não) no chamado “Pacote Portella”. Alguns pontos ori­ entam o exame: a questão da divisão do poder — autonomia c democracia na universidade; controle, gestão e distribuição de verbas para o ensino superior. Apesar de sustentado no pressuposto da “pedagogia da quali­ dade”, o conjunto de proposições não foi satisfatório nem ao movimento docente nem aos setores da área eco­ nômica do governo. (MRNP-CIBEC) LOC: CIBEC Rp 378.014 F383p 92 Fraga, Manuel Dias da. Política uni­ versitária: por uma política espe­ cífica para as universidades fede­ rais brasileiras — análise da de­ manda institucional. Rio de Janei­ ro: UFRJ, 1991. 319f. Tese (dou­ torado em Educação) RES: Utilizando o método da Re­ construção Histórico-Hermenêutico- Dialética e com base na Teoria Críti­ ca e na Teoria do Agir Comunicativo da Escola de Frankfurt, analisa a tra­ jetória das universidades federais bra­ sileiras e suas macrovariáveis (pes­ soal, recursos financeiros e metas da pós-graduação, da Ciência e da 43 Tecnologia) no período de 1968-1988, e levanta a hipótese de uma “Socieda­ de Paralela" ou um “Mundo dos Quan­ ta Sociais" nos países de Terceiro Mundo. Conclui que se faz necessário definir uma política capaz de implan­ tar eficazmente a autonomia das uni­ versidades, instituindo o 4" grau; c tor­ nar prioridade da política educacio­ nal acabar com o analfabetismo, res­ gatar a cidadania da “Sociedade Pa­ ralela", e corrigir o fosso-defasagem cientifico c tecnológico que separa o Brasil dos países mais desenvolvidos. (Do original-CIBEC) LOC: CIBECT 378.014 F81 Ip 93 Freire, Paulo. A educação na cidade. São Paulo: Cortez, 1991 144p RES: Coletânea de entrevistas que registram a experiência política e administrativa de Paulo Freire como secretário municipal de educação da cidade de São Paulo (1989-1991). Os textos mencionam o modelo politico- pcdagógico, inspirado na noção de escola pública popular, seus objeti­ vos e os instrumentos para imple­ mentá-lo, como: reparo c restauração de edifícios e bancos escolares, ges­ tão democrática da escola, reforma curricular e a criação do Movimento de Alfabetização de Jovens c Adul­ tos de São Paulo. (ERB-CIBEC) LOC: CIBEC 37.014 F866e 94 Frigotto, Gaudcncio. O contexto só- cio-político brasileiro c a educa­ ção nas décadas de 70/90. CONT E EDUC., Ijuí (RS), v.6, n.24 (out./dez. 1991) p 43-57 RES: A crise nos campos econô­ mico, político-social c educacional nas décadas de 70 e 80 se deve à "con­ tinuidade" de um movimento conser­ vador. germinado na sociedade civil e custodiado pela força militar A década de 70 condensa três “momen­ tos" de impacto sobre a sociedade a segurança nacional, o milagre econô­ mico c o autoritarismo. Na educação. a Lei de Reforma Universitária c a Lei 5.692/71. do primeiro e segundo graus, completa o ciclo destinado a ajustá-la à ruptura política. A déca­ da de 80 é marcada pela crise econô­ mica cm plena efervescência, instau­ rando. em termos educacionais, o conflito entre a sociedade civil c o Estado O início dos anos 90 indica a necessidade de luta pelo salto quali­ tativo apontado por Jorge Hage. apro­ vado pela Comissão de Educação da Câmara dos Deputados. E fundamen­ tal reativar as organizações que viabilizam uma negociação aberta no processo constituinte e na formula­ ção do projeto de LDB (V1L-CIBEC) 95 Frigotto, Gaudêncio (Coord); Fran­ co, Maria A. Ciavatta (Coord.); Magalhães, Ana Lúcia F. (Coord ). 44 Acompanhamento, documentação c análise dos programas de melhoria c expansão do ensino técnico (1984- 1990). Niterói: UFF, 1991. 194f. RES. Entrevistas c questionários foram aplicados a instituições parti­ cipantes do Programa de Melhoria do Ensino Técnico Industrial — EDUTEC, envolvendo 12 escolas téc­ nicas federais, três centros federais de educação tecnológica c duas es­ colas técnicas estaduais; c do Progra­ ma de Expansão do Ensino Técnico Industrial — PROTEC, envolvendo cinco unidades de ensino descentra­ lizadas cm funcionamento e nove em execução O caráter autocrático da proposta é evidente porque, imposta pelo Poder Executivo, sua origem está numa simples exposição de motivos que serviu para tomar dinheiro em­ prestado através do IV Acordo MEC/ BIRD A melhoria programada e efe­ tivada limitou-se às condições mate­ riais dos prédios. A expansão di­ vulgada de 200 novas escolas técni­ cas transformou-se numa programa­ ção de 118 em 1987 e apenas cinco haviam sido concluídas em 1989. Do ponto de vista técnico-científico, o programa adotou a ultrapassada pers­ pectiva taylorista de organização do trabalho. O descompasso entre pro­ gramação e execução resultou em desperdício de recursos. (RAO-C1BEC) LOC: CIBEC Rp 373.62 F912a 96 Fukui, Lia. Estudo de caso de segu­ rança nas escolas públicas esta­ duais de São Paulo. CAD. PESQ., São Paulo (SP), n.79 (nov. 1991) p.68-76 RES: As escolas que delinearam o estudo estão superlotadas, funcio­ nam cm regime de mais de três tur­ nos, atendem um grande número de bairros da periferia e contam com a instabilidade de professores e funci­ onários administrativos. Numa polí­ tica educacional que tem por base a participação, cabe ao Estado o papel de regulador dos conflitos. A demo­ cratização acarretou uma perda de qualidade c de credibilidade da insti­ tuição escolar. O processo de exclu­ são social do sistema escolar contri­ bui para o aumento da desiguldade social e para o descrédito da escola e do exercício da cidadania. (VIL-CIBEC) 97 Gitai, Delza Leite Goes; Lima, Emília Freitas de. Programa de inte­ gração entre as universidades do Nordeste. In: Reunião Plenária Setorial Nordeste [sobre] Inte­ gração das Universidades do Nor­ deste para o Desenvolvimento Regional (1990: Teresina) Anais... Brasília: CRUB, 1991 p. 13-19 RES: A efetivação da proposta oportuniza às universidades o resga­ te do seu compromisso social com ações em nível regional nos seguin­ 45 tes estágios de integração: rea­ firmação política das instituições e reavaliação das ações pregressas, definição de ações e instrumentos de integração; elaboração de um plano- programa de integração regional c implantação/implementação de pro- jctos-piloto. (LNMC-CIBEC) 98 Gomes, Cândido Alberto. Ensino médio: em busca de uma concep­ ção politécnica. In: Brasil. Secre­ taria Nacional de Educação Bási­ ca. Politecnia no ensino medio. São Paulo, Brasília: Cortcz: SENEB, 1991. p.73-80 RES: O papel da escola é prepa­ rar o indivíduo para exercer profis­ sões, mas o que ela oferece é a “treinabilidade”, colocando a educa­ ção como ditadora de conhecimentos c habilidades para o trabalho. A “de­ mocratização do ensino” é marcada pela dualidade da escola para “nos­ sos filhos” e a escola para “os filhos dos outros”. A secundarização do ensino técnico na reforma de 1971 levou à regionalização do ensino profissionalizante. A politecnia pode­ rá levar a bons resultados, cm termos de democratização do ensino e de for­ mação do homem integral, se causar mudanças no sistema de estra- tifícação social. (VIL-CIBEC) 99 Gomes, Carmcnísia Jacobina Aires. A política do livro didático na Nova República: entre o discurso e a realidade. Brasília: UnB, 1991. 2v. Dissertação (mestrado em Educação) RES: Estuda a evolução das polí­ ticas do livro didático a partir da dé­ cada de 30, contextualizando-as no período da transição democrática, especialmente no governo da Nova República, através da análise da implementação do Programa Nacio­ nal do Livro Didático, nos anos de 1986, 1987 e 1988. O exame da exe­ cução das propostas contidas no Pro­ grama é realizado através de dados e depoimentos de instituições e atores nele envolvidos, revelando as dificul­ dades enfrentadas para o alcance dos seus objetivos c apontando alternati­ vas para o seu aperfeiçoamento. (ERB-CIBEC) LOC: CIBECT 371.671.1 G633p 100 Goulart, íris Barbosa. Qualidade da educação. DOIS PONTOS, Belo Horizonte (MG), v.2, n. 11 (set./ out. 1991) p. 14-15 RES: O grande desafio do gover­ no é oferecer uma educação de quali­ dade para que se reverta o quadro sócio-econômico-político e marque a passagem de uma sociedade tradici­ onal para uma sociedade moderna e industrializada. A colocação do construtivismo como projeto pe­ 46 dagógico, envolvendo educadores e cducandos, é meta para que se al­ cance a qualidade da educação. O modismo construtivista que assola a escola deve ser avaliado; reflete um desejo de construir uma escola nova c dinâmica, mas na maioria das vezes passa longe da teoria construtivista. (VIL-CIBEC) 101 Guciros, Thcrezinha; Bernardes, Anna; Romão. José Eustáquio. Gestão de experiências inovado­ ras em educação: metas qualitati­ vas c investimento em qualidade nas instâncias federal, estadual e municipal. In: Cadermatori, Lígia (Org.) O desafio da escola bási­ ca: qualidade ccqiiidade. Brasília: IPEA, 1991. p. 195-239 RES: Na década de 70, o Minis­ tério da Educação implantou como inovações os programas: De Zero a Seis, para a educação pré-escolar; Pró-Artc, para a educação artística; Vencer, para a promoção das crian­ ças de sete a 14 anos; e, para a desformalização escolar para as de­ mandas que não têm possibilidade de frcqüência nos horários e na forma convencional. Nenhum deles teve continuidade. No Pará, o governo estadual optou pela expansão e melhoria da rede física, desenvolven­ do um projeto arquitetônico ade­ quado às condições climáticas e executado com materiais compatí­ veis. As experiências do município dc Juiz de Fora mostraram a neces­ sidade de conciliar as demandas do nível macro do sistema (as exigên­ cias legais c o planejamento ofici­ al) com o trabalho concreto com a comunidade. (RAO-CIBEC) 102 Guimarães, Paulo. LDB: proposta apresentada pelo MEC. In: Bra­ sil. Secretaria Nacional de Edu­ cação Básica. Politecnia no ensi­ no médio. São Paulo, Brasília: Cortez: SENEB, 1991. p. 19-28 RES: No projeto do MEC, a edu­ cação está inserida como eixo das mediações da consolidação do esta­ do democrático de direito, da sobe­ rania nacional, da cidadania, da dig­ nidade da pessoa humana e do pluralismo político. A gestão demo­ crática do sistema nacional de edu­ cação garante aos órgãos colegiados e conselhos escolares a tomada de decisões ligadas às atividades relaci­ onadas com a qualidade do ensino. O ensino médio deve ser centrado no trabalho como princípio educativo, com os seguintes objetivos: consoli­ dação e aprofundamento dos conhe­ cimentos e a compreensão das rela­ ções sociais decorrentes do processo produtivo. (VIL-CIBEC) 103 47 Gusso, Divonzir Arthur. Aspectos sócio-políticos do desenvolvimen­ to educacional: implicações para a administração dos sistemas educativos. In: Workshop Gestão do Setor Educacional (1990: Belo Horizonte) Anais... Brasília: MEC/SAG, 1991 p.63-94 RES: Interpretação do proces­ samento das políticas públicas fede­ rais de educação, em conjunto com o processo político global brasileiro, no período compreendido entre a déca­ da de 60 e a Nova República (1985). Apresenta conclusões sobre a expe­ riência vivida e ensaia recomendações para novas políticas e práticas edu­ cacionais. (VIL - CIBEC) 104 Hage, Jorge. A batalha da LDB da educação só será ganha com pressão. EDUC. E SOC., Cam­ pinas, v.12, n.39 (ago 1991) p.325-327 RES: As dificuldades enfrentadas pelo projeto da LDB incluem: o de­ sencanto da sociedade com a transi­ ção democrática; a ausência dos interlocutores originais; a desin­ formação dos novos parlamentares e o descaso dos partidos democráticos e progressistas. Apenas a negociação aberta poderá salvar o projeto demo­ crático da lei. (VIL-CIBEC) 105 Iturrieta Leal, Alejandra; Castro, Guillenno Williamson. El projecto educacional dei regimen militar chi­ leno. PRO-POSIÇÕES, Campinas (SP), v.2, n.3 (dez. 1991) p.87-104 RES: A educação chilena, sob o regime militar imposto em setembro de 1973, descreve e analisa os fun­ damentos ideológicos do novo proje­ to nacional, o modelo educacional autoritário, as políticas educacionais e suas consequências na educação nacional. O processo de imple­ mentação do modelo educacional au­ toritário foi imposto através de um conjunto de medidas autoritárias do governo militar que enfrentou a re­ sistência dos setores democráticos da sociedade civil e dos educadores. (Do original-CIBEC) 106 Kramer, Soma. A democratização do ensino se concretiza na prática es­ colar? R. EDUC. AEC, Brasília (DF), v.20, n.80 (jul./set. 1991) p.38-50 RES: O processo de escolarização vem se efetuando de forma discri­ minatória, preconceituosa e autoritá­ ria. O autoritarismo existente justifi­ ca a reprodução das relações sociais vigentes e impõe os valores da cultu­ ra dominante e se explica pela expec­ tativa que os professores têm do fra­ casso escolar das crianças de baixa renda. O êxito no desempenho esco­ lar é atribuído ao mérito individual. 48 A “teoria das aptidões” e a “teoria da privação cultural” tentam soluci­ onar o problema do fracasso. O as­ pecto da linguagem c pertinente à democratização do ensino, à medida que os parâmetros da avaliação es­ colar são estabelecidos a partir dela. (VIL-CIBEC) 107 Krawczyk, Nora. Educación y sociedad en Argentina. PRO-PO- SIÇÕES, Campinas (SP), v.2, n.3 (dez. 1991) p.38-54 RES: A política educativa que sucedeu a independência tinha como propósitos a educação do povo para a consolidação da independência, a liberdade coletiva c a sua integração. A consolidação da escola pública, obrigatória, comum c gratuita, leva a observar a intenção política c ideo­ lógica a respeito do papel da escola e do otimismo sobre a capacidade de se alcançar tal objetivo. A realidade educativa argentina sintetizou-se a partir do segundo Congresso Peda­ gógico Nacional, realizado em 1984. Lançado pelo poder executivo que convoca a sociedade, em sua concili­ ação de cidadão, para discutir a res­ peito de suas necessidades e interes­ ses para a elaboração de uma nova lei educacional. O congresso dinami­ zou os setores sociais, deu espaço à organizações e fortaleceu a Igreja. (VIL-CIBEC) 108 Lapa, Constância Nely Swenson. A relação trabalho/educação: a prá­ tica pedagógica do professor de 2° grau. Recife: UFPE, 1991. 104f. anexos Dissertação (mes­ trado em Educação) RES: Estudo de caso realizado com os professores de duas escolas do Recife, visando identificar a rela­ ção trabalho/educação na prática pe­ dagógica do professor de 2o grau. As expressões e as atitudes sobre as ca­ tegorias trabalho/trabalhador, educa- ção/escola e trabalho/escola foram estudadas com base no referencial teórico-crítico-dialético, que vem sen­ do já assimilado pelo discurso edu­ cacional brasileiro e colocado como princípio educativo. Constata que esse referencial não atingiu a prática pedagógica profissional do professor, levando a sugerir que essa relação trabalho/educação seja inserida nas políticas educacionais e nos currícu­ los para a formação de professores. (GLM-CIBEC) LOC: CIBECT 371.13 L299r 109 Lima, Aldo José Rodrigues de. Polí­ ticas educacionais e ensino médio da literatura brasileira. Recife: UFPE, 1991. 116f. Dissertação (mestrado em Educação) RES: Analisando o contexto his­ tórico brasileiro c as orientações po- lítico-educacionais das leis de Dire­ trizes e Bases da Educação Nacio­ 49 nal, constata que no ensino da litera­ tura no 2o grau predomina o estudo da estrutura do texto literário — a forma — sobre o conteúdo, tomando a literatura alienada de sua gênese histórico-social. Essa conclusão leva a rever as relações entre sociedade, educação e literatura. (GLM-CIBEC) LOC: CIBEC T 869.0(81) L732p 110 Limoeiro, Rosana. Concepções socioculturais de uma comunida­ de favelada sobre o meio ambien­ te. Rio de Janeiro: UFRJ. 1991. 83f. Dissertação (mestrado em Educação) RES: Uma entrevista estruturada com 402 moradores, realizada no Morro da Mangueira (Zona Norte do Rio de Janeiro), buscou responder às seguintes questões: 1) Qual o lugar que o lixo ocupa na hierarquia de problemas da comunidade favelada? 2) Qual a percepção da comunidade favelada da relação lixo-saúde? 3) Quais as conseqüências mais graves causadas pelo lixo não coletado, na opinião da comunidade favelada? 4) O serviço de coleta oferecido pela COMLURB está atendendo às neces­ sidades da comunidade favelada? Os resultados indicam que: o lixo não é um problema relevante para a maio­ ria da comunidade, existe a crença na relação lixo-saúde, porém um desco­ nhecimento da maior parte dos mo­ radores sobre as formas de contami­ nação e transmissão de doenças. Para os entrevistados, as conseqüências mais graves pelo lixo não coletado são o aumento da quantidade de in­ setos e ratos e o desabamento de en­ costas. Em síntese, espera-se que este estudo tenha chamado a atenção para o problema da coleta de lixo em fa­ velas e a necessidade de um trabalho educacional. (PTRM-CIBEC) LOC: CIBEC T 574:37 L732c 111 Lôbo, Yolanda Lima. A construção e definição de políticas de pós-gra­ duação cm educação no Brasil: a contribuição de Anísio Teixeira e de Newton Sucupira Rio de Ja­ neiro: PUC-RJ. 1991.214f. Tese (doutorado em Educação) RES: Reconstrução da matriz so­ cial, política e econômica que via­ bilizou a criação dos cursos de pós- graduação no Brasil e, em particu­ lar, a pós-graduação em educação, como exigência do processo de de­ senvolvimento econômico a partir dos anos 50. Nesse sentido, destaca o papel dos educadores Anísio Teixeira e Newton Sucupira na construção e definição das políticas para esse grau de ensino. A construção do primeiro dá-se no contexto do nacional- desenvolvimentismo, quando ele de­ fine uma política de reconstrução educacional. Já o professor Newton 50 Sucupira define uma política de re­ novação pedagógica, de acordo com o modelo autoritário-burocrático. (VIL-CIBEC) LOC: CIBEC T 37.014 L799c 112 Machado, Lucília de Souza. Poli- tccnia no ensino de segundo grau. In: Brasil. Secretaria Nacional de Educação Básica. Politccnia no ensino médio. São Paulo, Brasília: Cortez: SENEB, 1991. p.51-64 RES: As diferentes noções dadas pela Lei n° 5.692/71 e Pareceres 45 e 76 do MEC deram ao ensino pro­ fissionalizante opções variadas sem levar à profissionalização. Para que a LDB tenha uma política definida cm nível de segundo grau, deve-se implantar o ensino politécnico, cujo currículo pressupõe a articulação dos conteúdos sob três dimensões: os ob­ jetos do trabalho humano, os instru­ mentos c as relações da organização social e do trabalho. (VIL-CIBEC) 113 Marques, Iara Maria de Almeida; Bento, Olga de Jesus. Micro- plancjamcnto Educacional Urba­ no. Brasília: Secretaria Nacional de Educação Básica, 1991. 148p. RES: Detalha o microplane- jamento, segundo estágio do Progra­ ma Monhangara, que tem como pro­ posta o fortalecimento e a melhoria do gerenciamento da educação, con­ tida nos objetivos do Programa de Educacão Básica nas Regiões Norte e Centro-Oeste. No primeiro estágio do macroplanejamento, são previstas identificações dos municípios e as áreas beneficiadas com o programa, estimativa global das necessidades educacionais, definição preliminar de prioridades, objetividades e metas da programação plurianual, estimativa dos investimentos por componentes e municípios e estabelecimento e ação da UF para atingir os objetivos do programa. O estágio Micropla- nejamento corresponde à especi­ ficação e detalhamento das necessi­ dades globais, ajustamento de algu­ mas definições estabelecidas no macro. O microplanejamento detalha: a metodologia à delimitação das áre­ as de abrangência, metas padrões de atendimentos, projeções das demandas e caracterização da situação atual e dimensionamento físico e financeiro. (NNS-CIBEC) LOC: CIBEC 37.014.12 M357m 114 Marques, Mário Osório. A mun- dialização da educação. CONT. E EDUC., Ijuí (RS), v.6, n.24 (out./ dez. 1991) p.22-33 RES: Os tópicos gerais a serem abordados na nova visão da educa­ ção básica, segundo os organismos internacionais, envolvem: um novo enfoque; amplo alcance da educação 51 básica; a mobilização de novos re­ cursos; o estabelecimento de novas alianças; e melhor compreensão do meio c do contexto socioeconômico da educação. Os recursos podem advir do apoio governamental, dos organismos não-governamentais c dos organismos financiadores. Para a satisfação das necessidades básicas de aprendizagem deverá ser feito di­ agnóstico que defina o nível adequa­ do a seu contexto. Estratégias para o decênio de 1990 são propostas, com indicação das medidas prioritárias. (VIL-CIBEC) 115 Massera Garayalde. Ema Júlia Origcn, desarrollo y crisis de la educación liberal democrática uruguaia: breve esbozo histórico PRO-POSIÇÕES, Campinas (SP), v.2, n.3 (dez.1991) p.55-86 RES: A educação uruguaia teve quase 100 anos de hegemonia do pro­ jeto democrático-libcral (1877-1968), entrando em crise com a elaboração do projeto popular c do projeto con­ servador. A educação liberal teve como propósito central o desenvol­ vimento da educação pública de ca­ ráter humanístico c laico para toda a população. A escola foi um lugar pri­ vilegiado para a doutrinação das con­ cepções e práticas liberais de igual­ dade, democracia, ascensão social por mérito e neutralidade técnica, cumprindo, assim, um papel fiinda- cional do Estado nacional e da socie­ dade burguesa. O regime democráti­ co liberal uruguaio entraria em crise na metade da década de 50, com o fortalecimento do movimento operá­ rio e popular, configurando-se, cm graus diversos, uma alternativa po­ pular c conservadora (VIL-CIBEC) 116 Mendes, Aquilas Nogueira. Atuação do Estado na municipalização da educação nos pequenos e médios municípios: subsídios do seminário de Mococa São Paulo: Fundação Prefeito Faria Lima/CEPAM, 1991 20p. (Cadernos CEPAM. 5) RES: Fragmentos das falas dos participantes do seminário realizado em Mococa (SP) em 1990, com o objetivo de avaliar o processo de municipalização da educação nos pequenos e médios municípios do Estado de São Paulo. (ALM-CIBEC) LOC: C1BEC 373.3 M538a 117 Moraes, Raquel de Almeida. Educa­ ção e informática no Brasil: 1937 a 1989: o processo dccisório da política no setor. Campinas: UN1CAMP, 1991. 142f. Disser­ tação (mestrado cm Educação) RES: Sistematiza c analisa o pro­ cesso de elaboração da Política Na­ cional de Informática na Educação 52 Brasileira. Destaca seus autores e interesses, a partir da hipótese de que o setor Informática e Educação so­ freu uma ação intervencionista-naci- onalista devido ao caráter estratégi­ co que essas tecnologias adquiriram com o desenvolvimento capitalista no Brasil. Finaliza com algumas consi­ derações do processo legal em anda­ mento, apontando algumas indica­ ções para o rumo dessa política. (ERB-CIBEC) LOC: CIBEC T 37.014 M827e 118 Morales Aldana, Leonel. Problemas educativos de Guatemala. PRO­ POSIÇÕES, Campinas (SP), v.2, n.3 (dez. 1991) p.121-132 RES: O texto recorre à história da educação da Guatemala, a partir da Colônia até nossos dias, da perspec­ tiva do seu desenvolvimento, nos di­ versos contextos políticos nacionais e centro-americanos. Define como o principal problema educacional e um dos principais problemas nacionais os altos índices de analfabetismo, em especial nas populações rurais, pre­ dominantemente indígenas. Explica este problema a partir das caracte­ rísticas dadas ao processo de cons­ trução do país pelas diferentes for­ ças sociais, constituídas como elites políticas dominantes, em diversos momentos, que não consideram o fato de ser a Guatemala uma sociedade na qual convivem povos e culturas diferentes (ladinos e várias etnias di­ ferentes, a maioria de origem maia e quitché), com línguas e culturas diversificadas. Daí resulta que uma educação homogeneizadora, urbana, de má qualidade e seletiva socialmen­ te, desconhece a heterogeneidade dos constituintes culturais do país e im­ pede a alfabetização do povo, em es­ pecial do campesinato, nos marcos da cultura popular e indígena. (Do original-CIBEC) 119 Nascimento, Beatrice Laura Car- nielli. A reforma universitária de 1968: origem, processo e resulta­ dos de uma política para o ensino superior. Rio de Janeiro: UFRJ, 1991. 20 If. Tese (doutorado em Educação) RES: A reforma universitária de 1968 aparece no bojo da formulação do projeto nacional-desenvolvi- mentista dos anos 50, que advogava um desenvolvimento autônomo e auto-sustentado, onde a problemáti­ ca da ciência e tecnologia passou a integrar a agenda das políticas públi­ cas. Abolição da cátedra e sua subs­ tituição pelo departamento, flexibili­ dade do ensino, integração da pesqui­ sa nas atividades, foram algumas das conquistas alcançadas na reforma universitária, mas os resultados mo­ destos obtidos deveu-se ao desenvol­ vimento econômico acelerado, que induz a busca de know-how externo 53 em detrimento da tecnologia desen­ volvida intemamente e a falta de gestores para viabilização da política. (ALM-CIBEC) LOC: CIBEC T 378.014.3 N244r 120 Neves, Lucia Maria Wanderley. A hora e a vez da escola pública. Rio de Janeiro: UFRJ, 1991. 346f. Tese (doutorado em Educação) RES: Estudo de caráter político- social, objetivando propor, com ele­ mentos técnico-políticos, a elabora­ ção de uma proposta educacional dos trabalhadores que possa vir a tomar- se hegemônica na sociedade brasilei­ ra deste final de século. Na primeira parte, explica as determinações das políticas sociais e, portanto, das po­ líticas educacionais do Estado capi­ talista no mundo contemporâneo. Na segunda, aponta os determinantes da política educacional ao longo do pro­ cesso de modernização capitalista no Brasil; e na última parte realiza uma análise das atuais propostas educa­ cionais que vêm interferindo na for­ mulação das políticas educacionais do Estado brasileiro, bem como o embate entre as várias propostas para a educação em dois eventos políticos do final dos anos 80: a Constituição de 1988 e a eleição direta para a pre­ sidência da república, em 1989. (Do original-CIBEC) LOC: CIBEC T 37.014 N511h 121 Oliveira, Carlos Alberto Pereira. CIEP: modelos subjacentes de uma esco­ la que está fazendo a escola. Rio de Janeiro: UFRJ, 1991.348f. Disser­ tação (mestrado em Educação) RES: Os modelos pedagógico e administrativo-pedagógico dos CIEPs foram investigados no período de Io de setembro de 1984 a 31 de março de 1989. Adotou-se o método quali­ tativo, constituíram-se três grupos de entrevistados c aplicaram-se roteiros de entrevistas semi-abertos específi­ cos, que evidenciaram o pensamento educacional de Antonio Gramsci e de Anísio Teixeira, e as experiências administrativas de expansão de escolarização desenvolvidas na pre­ feitura de Porto Alegre e no governo do Rio de Grande do Sul por Leonel Brizola Este estudo comprovou a conveniência de se continuar a expe­ riência dos CIEPs com as seguintes medidas: definir os elementos da es­ cola única; redefinir o papel de trei­ namento; avançar no processo de autonomização das escolas; adotar instrumentos que possibilitem a per­ manência dos alunos de 5a a 8a série nos CIEPs; estabelecer os espaços básicos; manter a implantação para­ lela dos CIEPs e avaliar as implica­ ções da eleição de diretores para am­ pliação da participação e demo­ cratização da escola. (Do original-CIBEC) LOC: CIBEC T 37.014.2 048c 122 54 Oliveira, Maria das Graças Corrêa de. Novas relações Estado/muni- cípios no campo da educação: a experiência do governo Arraes. CAD. PESQ., São Paulo (SP), n.77 (maio 1991) p.5-17 RES: No debate nacional sobre a municipalização do ensino básico, identifica-se uma inflexão, nas aná­ lises recentes, no sentido de se adota­ rem padrões democráticos de articu­ lação interinstitucional visando à efe­ tiva universalização do ensino fun­ damental. Tomando por referência a política educacional do governo Miguel Arraes em Pernambuco (1987-1990), delineia-se o conjunto de procedimentos empregados para a articulação entre o Estado e os Mu­ nicípios. (Do original-CIBEC) 123 Oliveira. Regina Tereza Cestari de. Aspectos do desenvolvimento ci­ entífico e tecnológico no Brasil pós-64: algumas implicações na educação. Campinas: UNICAMP, 1991. 105f. Dissertação (mes­ trado em Educação) RES: Analisa a política educaci­ onal adotada pelos governos milita­ res, no período de 1964-1984, e en­ gendrada pela ideologia tecnocrática, na qual o Estado se fundamenta. Evi­ dencia que a tecnologia assume o papel de ideologia e se constitui como elemento importante para a consoli­ dação do capitalismo monopolista do Brasil, influindo nas relações sociais, de modo geral, e na educação em par­ ticular, no contexto da dependência tecnológica. Finaliza, colocando para reflexão alguns aspectos que demons­ tram o que acontece antagonicamen- te a esse processo. (Do original-CIBEC) LOC: CIBEC T 37.014 048a 124 Paiva, Vanilda. Educação e bem-es­ tar social. EDUC. E SOC., Cam­ pinas (SP), v. 12, n.39 (ago. 1991) p. 161-200 RES: O moderno estado de bem- estar social, com políticas sociais glo­ bais e conscientemente articuladas, estabelece-se com contornos nítidos na Europa Ocidental do pós-guerra. Em sua base estão não apenas as lu­ tas do passado e as contradições do capitalismo moderno, mas também experiências sociais e solidariedade construídas durante a guerra entre cidadãos. O campo educacional as­ socia-se às políticas sociais para o reordenamento dentro das classes. A conexão e a interação entre o estado de bem-estar e o mercado geram a “economia mista”, combinando liber­ dade de mercado com eqüidade so­ cial. Promove, ainda, a desradi- calização e a desideologização dos partidos, dissolvendo o sentido de identidade coletiva e desativando os quadros partidários de base. A edu­ 55 cação integra a pauta dos direitos sociais, contribuindo para o desen­ volvimento econômico, social e po­ lítico. (VIL-CIBEC) 125 Pinto, Mario da Silva. Alfabetização no Brasil. CARTA MENS., Rio de Janeiro (RJ), v.37, n.440 (nov. 1991) p.52-59 RES: Alfabetização simplificada é a proposta, na busca de unir a am­ plificação da mera alfabetização ao patriotismo e à solidariedade da po­ pulação brasileira. A Confederação Nacional do Comércio cabe lançar a campanha cívica cm prol de que os letrados deem gratuitamente 10 ho­ ras semanais como alfabetizadores. Fundamentada nas experiências de vida desse educador, a cartilha Tomáz Carvalho é citada como um dos pos­ síveis métodos de aplicação. (LNMC-CIBEC) 126 Plank, David N. Os interesses públi­ co e privado na educação brasi­ leira: males crônicos, soluções longínquas. R. BRAS EST. PEDAG., Brasília (DF), v.72, n.170 (jan./abr. 1991) p.31-44 RES: O contínuo “fracasso” das políticas educacionais tem sido enca­ rado como problema de imple­ mentação ou de falta de vontade po­ lítica, mas pode ser visto também como resultado de sucesso no alcan­ ce de outros objetivos. Nesta última perspectiva, os dirigentes do sistema educacional buscam seus verdadeiros objetivos ao subverter os interesses públicos da educação em favor de interesses privados, através do clientelismo e outras práticas, inclu­ indo o desvio de recursos públicos para as escolas privadas e a regula­ mentação das mensalidades, prejudi­ cando grupos sociais mais numero­ sos e mais carentes. (VIL-CIBEC) 127 Poel, Cornelis Joannes van der; Poel. Maria Salete van der. Alfabetiza­ ção no Brasil: domesticação ou libertação. TEMAS EM EDUC., João Pessoa, v. 1, n.l (jan./jun. 1991) p.35-44 RES: Chama atenção para a rela­ ção direta entre o analfabetismo e a situação de miséria em que se encon­ tra o grande contingente de não alfa­ betizados no Brasil. A alfabetização resultante da política oficial, que ig­ nora este fato, não passa de um ins­ trumento de domesticação. Necessá­ rio se faz uma alfabetização ligada aos movimentos populares, de tal maneira que aprender a ler e a escre­ ver faça parte do seu movimento ge­ ra) de luta pela emancipação e liber­ tação. (VIL-CIBEC) 128 56 Poletto, Neila Madalena Andreatta; Motyczka, Neide Marise An­ dreatta. Jóia, a educação e o meio rural. ESP. ESC., Ijuí (RS), v. 1, n.l (jul./set. 1991) p.41-44 RES: A escola-pólo é um espaço que proporciona ao aluno de primei­ ro grau o desenvolvimento de ativi­ dades simples e necessárias ao coti­ diano de uma propriedade rural. A criança tem a oportunidade de agir so­ bre o ambiente, objetos e interagir com estes e com outras pessoas, fatores in­ dispensáveis para o desenvolvimento e para a construção do conhecimento. (VIL-CIBEC) 129 Quine, Brenda. Educación y nuevo contexto regional. CONT. E EDUC., Ijuí (RS), v.6, n.24 (out./ dez. 1991) p.34-42 RES: Dentre as tendências do de­ senvolvimento regional destaca: a modernização aliada à democracia; os processos de descentralização re­ gional, territorial e local; os movi­ mentos populares e os partidos polí­ ticos. A aplicação de uma política de reestruturação com crescimento eco­ nômico e social dará prioridade aos setores de maiores necessidades. A educação popular se incumbirá de desenvolver movimentos nacionais com um projeto democrático de jus­ tiça e igualdade. (VIL-CIBEC) 130 Ramos, Lilian M. P. de Carvalho. Escolas Rurais Consolidadas: a experiência paranaense. CAD. PESQ., São Paulo (SP), n.77 (maio 1991) p. 19-23 RES: As chamadas Escolas Ru­ rais Consolidadas reúnem várias es­ colas isoladas e multisseriadas numa maior, central, com ônibus para os alunos. Foram implantadas, de 1977 a 1986, em quinze por cento dos municípios do Estado, com resulta­ dos ambíguos: ampliação da esco- larização para oito anos, melhoria da formação dos professores, menor absenteísmo de alunos. Mas os cus­ tos operacionais e a rotatividade dos professores são elevados e os índices de reprovação mantiveram-se inal­ terados. Isso se deve ao fato de esses programas terem alcance limitado e tendem a ser desvirtuados em face de fatores extra-escolares como a pobre­ za, a migração rural, o clientelismo político e a ausência de diretrizes sociopolíticas estáveis. (VIL-CIBEC) 131 Richardson, Roberto Jarry. O ensino de 2° grau no nordeste. In: ensino médio como educação básica. São Paulo, Brasília: Cortez: SENEB, 1991. p.155-173 RES: Mostra a premência da cor­ reção das distorções existentes na política educacional brasileira em ní­ vel de 2o grau. Focaliza a região Nor­ 57 deste onde poucos são os recursos alocados. Lá, o 2o grau vive im­ prensado entre a importância dada ao Io grau e o poder de barganha do en­ sino superior. Fato que se evidencia nos baixos índices de atendimento e altas taxas de repetência e evasão escolar; realidade cm nítida contra­ dição com um sistema escolar que se considera aberto e democrático. (LNMC-CIBEC) 132 Rio de Janeiro. Secretaria de Estado de Educação. Refazendo a (pré) escola: conquistando um saber. Rio de Janeiro: Bloch, 1991.92p. RES: Proposta curricular para a pré-escola elaborada pelo Departa­ mento Geral de Ensino da Secretaria de Estado da Educação do Rio de Janeiro, com a preocupação de for­ necer subsídios que possam auxiliar os professores em sua tarefa de edu­ car. Apresenta uma seleção de ativi­ dades que devem ser trabalhadas de forma lúdica, crítica, criativa e par­ ticipante, de modo a garantir um tra­ balho pedagógico de qualidade. (ERB-CIBEC) LOC: 372(815.3) R585r 133 Salm, Cláudio Leopoldo. Relatório analítico sobre o sistema educa­ cional brasileiro. Brasília: MEC, 1991. 57f. (Estudos de planeja­ mento) RES: Mostra a preocupação com as relações entre a educação e a mo­ dernização tecnológica, formulando proposições de política educacional no marco das prioridades governamentais. (ALM-CIBEC) LOC: CIBEC 37.014.3 S171r 134 Sandano, Wilson. A democracia au­ sente: a municipalização do ensi­ no em Sorocaba. Piracicaba: UNIMEP, 1991. 264f. Disserta­ ção (mestrado em Educação) RES: A partir do levantamento da situação educacional de cada muni­ cípio, suas carências, necessidades e disponibilidades financeiras, elabora uma política educacional para a municipalização do ensino que não vem sendo adotada no Brasil. No município de Sorocaba, os governos municipal e estadual têm gasto signi­ ficativas quantias no ensino de Io grau, sem resolver os seus problemas, pois têm ações isoladas. (MRNP-C1BEC) LOC: CIBEC T 373.3(1-2) S213d 135 Sanfelice, José Luis. A politecnia no ensino médio. In: Brasil. Secreta­ ria Nacional de Educação Bási­ ca. Politecnia no ensino médio. São Paulo, Brasília: Cortez: SENEB, 1991. p.65-72 RES: O texto constitucional apre­ senta princípios suficientemente uni­ 58 versais c ao mesmo tempo genéricos, porém o fato de estarem na Consti­ tuição não garante a sua execução, Se cumprido o que consta nos arti­ gos 205, 208 c 214 toda a educação se transformaria. O Projeto de Lei n° 1.258/88 visa esclarecer esses precei­ tos constitucionais no que tange à politecnia. (RAO-CIBEC) 136 Saraiva, João Filocre. Qualidade em educação. DOIS PONTOS, Belo Horizonte (MG), v.2, n. 11 (set./ out.1991) p. 16-17 RES: A proposta pedagógica não pode prescindir de um compromisso com a qualidade. A escola que pre­ tenda se orientar pelo construtivismo deve adotar a idéia de qualidade. A questão da qualidade na escola é indissociável daquela relativa à trans­ missão de conhecimentos. São equi­ vocadas as aplicações pedagógicas construtivistas que reduzem o conteú­ do escolar à aprendizagem das no­ ções operatórias. (VIL-CIBEC) 137 Sassaki, Romeu Kazumi. 1992: últi­ mo ano da década da pessoa defici­ ente. INTEGRAÇÃO, São Paulo (SP), v.4, n.13 (jun. 1991)p.I0-13 RES: A mesma resolução que ofi­ cializou a Década da Pessoa Defici­ ente, também instituiu o Programa Mundial de Ação Referente à Pessoa Deficiente. Sob o aspecto político, a Década abriu espaço para o enga­ jamento ao portador de deficiências na luta pelos seus direitos. Sob o as­ pecto social, registrou a sua presen­ ça cada vez mais natural em todos os ambientes humanos: escolas, clubes, cinemas, locais de trabalho. Sob o aspecto econômico, surgiram novas tecnologias que permitiram o apare­ cimento de melhores oportunidades de trabalho para o portador de defi­ ciências utilizar sua competência pro- fissional. (RAO-CIBEC) 138 Silva, Ledja Austrilino. As univer­ sidades do Nordeste e o progra­ ma de alfabetização e cidadania. In: Reunião Plenária Setorial Nor­ deste [sobre] Integração das Uni­ versidades do Nordeste para o Desenvolvimento Regional (1990: Teresina) Anais... Brasília: CRUB, 1991. p.20-23 RES: Ao atribuir à universidade do Nordeste o papel fundamental na formação do professor alfabetizador, propõe que a questão da educação básica passe a ocupar maior desta­ que no seu plano de ação. A re­ definição de seu planejamento inter­ no garantirá que as atividades de en­ sino, pesquisa e extensão sejam de­ terminadas por sua integração ao pro­ grama de alfabetização e cidadania, 59 fator tido como fundamental ao seu êxito. (LNMC-CIBEC) 139 Soares. Edla de Araújo Lira. Educa­ ção pública: quebra-de-braço per­ manente. TÓP. EDUC., Recife (PE), v.9, n.1/2 (1991) p.17-22 RES: A participação da popula­ ção no processo de formulação e tramitação de leis permite assegurar mecanismos e instrumentos indispen­ sáveis para efetivar o direito de to­ dos à educação pública de qualida­ de. Para tanto, reconhece a precarie­ dade do quadro educacional brasilei­ ro: insere a luta da população pela universalização da escola pública e de qualidade, na perspectiva de uma sociedade pautada nos princípios da justiça social, e avalia propostas edu­ cacionais explicitadas nos períodos que antecedem às eleições e à pro­ mulgação de leis gerais no país. (Do original-CIBEC) 140 Souza, João Francisco de. Movimen­ to popular: espaço de educação para uma hegemonia e produção de conhecimento. CONT. E EDUC., Ijuí (RS), v.6, n.21 (jan./ mar. 1991) p.9-25 RES: Os movimentos sociais emergem de experiências educativas que respondem a mudanças sociais. As relações entre trabalhadores e movimentos sociais envolvem o cru­ zamento de três elementos: a identi­ dade do grupo, a maneira de articu­ lar os objetivos c as experiências vi­ vidas. As democracias latino-ameri­ canas estão debilitadas para enfren­ tar o terrorismo, a subversão comu­ nista e o tráfico de drogas devido à dívida externa c à inflação A solu­ ção está no estabelecimento de regi­ mes que funcionem constitucional e democraticamente e na democratiza­ ção da educação popular, formando a unidade política da classe popular. (VIL-CIBEC) 141 Trein, Eunice Schillmg; Nunes. Lizetc Castro Pereira. As políti­ cas educacionais do governo Collor: uma análise crítica. CONT. E EDUC.. Ijuí (RS), v.6. n 24 (out./dez. 1991) p.58-73 RES: O direito à educação cons- titui-sc cm instrumento básico para a construção da cidadania, possibilitan­ do o exercício dos demais direitos civis, sociais c políticos. A socieda­ de civil está longe de conquistar seus direitos, necessitando de sua partici­ pação efetiva. A educação popular é capaz de auxiliar na mudança da cor­ relação de forças entre o Estado e a sociedade civil organizada. Nas po­ líticas educacionais, a alfabetização fica restrita ao ato de ler e escrever, não considerando o preparo para a cidadania. A perspectiva de desenvol­ 60 vimento deverá passar por um objeto gestado pela soeiedadc brasileira con­ siderando-se a bagagem histórico- político-sócio-cultural elaborada ao longo de nossa formação enquanto nação. (VIL-CIBEC) 142 Universidade Federal do Rio Grande do Sul. A universidade e o ensino de Io e 2o graus: ações 1991. Por­ to Alegre: Comissão Mista UFRGS/SE-RS, 1991 217p. RES: Descrição das ações desen­ volvidas pelos professores da Univer­ sidade Federal do Rio Grande do Sul, voltadas para integração do ensino superior com o ensino básico e fun­ damental. Distribuídas cm 4 áreas de conhecimento — Ciências Exatas e Tecnologia, Ciências Biológicas, Fi­ losofia e Ciências do Homem, Letras e Artes —, estas atividades visam auxiliar as escolas de Io e 2° graus na elaboração de seu projeto edu­ cativo, e abastecer as licenciaturas oferecidas pela universidade de da­ dos extraídos da realidade que lhes permitam formar professores de acor­ do com as necessidades da escola pública. (ERB-CIBEC) LOC: CIBEC 378.4:373.3/.5 U54u 143 Velloso, Jacques. Caminho do ensi­ no médio obrigatório e gratuito. In: Ensino médio como educação básica. São Paulo, Brasília: Cortez: SENEB, 1991. p.7-70 RES: Simulações de matrículas para anos vindouros, apoiadas em considerações de ordem política, mostram: 1) atual quadro do ensino médio no país; 2) novos estilos de políticas para uma futura extensão da obrigatoriedade ao 2o grau e das si­ mulações de matrículas que delas decorreríam; 3) recursos financeiros associados à expansão da oferta e melhoria dos padrões de ensino e de desempenho do alunado; 4) questões relativas ao financiamento e às pers­ pectivas futuras da referida extensão e quantificação das verbas que pode­ ríam ser destinadas a esse nível de ensino. (LNMC-CIBEC) 144 02.03 — POLÍTICA E EDUCA­ ÇÃO — DIREITO EDUCA­ CIONAL Coelho, Aparecida Maria de Jesus. Uma proposta de escola comuni­ tária: perspectivas histórica e cri- tico-pedagógica. Rio de Janeiro: UFRJ, 1991. 160f. Dissertação (mestrado em Educação) RES: Avaliação do “Projeto Es­ cola Comunitária-Pré-Modelo” im­ plantado numa escola estadual de Recife. Considerava o ensino volta­ do principalmente para aspectos 61 formativos da aprendizagem, vincu- lando-se ao processo socioeconômico da comunidade. Nesse sentido, pre­ via uma prática crítica e participativa; para isso foram propostas modifica­ ções no funcionamento escolar quan­ to à estrutura, ao ensino e às rela­ ções escola-comunidadc que busca­ ram: a) garantir uma certa autono­ mia nas decisões escolares; b) possi­ bilitar a percepção crítica da realida­ de para agir sobre ela; c) promover a integração da comunidade às ativi­ dades escolares e vice-versa. Conclui que a experiência (1984-1988) não se caracterizou como um projeto de Educação Comunitária. Desenvolveu algumas formas de participação no âmbito da unidade escolar, que resul­ taram em mudança de postura de pro­ fessores e alunos para um sentido mais crítico da realidade. Ocorreram alterações positivas na atividade pe­ dagógica, uma vez que se observou que os resultados de promoção me­ lhoraram c os de evasão diminuiram. (Do original-CIBEC) LOC: C1BEC T 37.017.7 C672p 145 Haguette, André. A sociedade, o Es­ tado e o sistema nacional de edu­ cação no projeto de LDB 1. EDUC. EM DEB.. Fortaleza (CE), v.14, n.21/22 (jan./dez. 1991) p.21-29. RES: A relação Estado-Socicda- de é apresentada tendo em vista o seu aperfeiçoamento e a eliminação do clientelismo, do corporativismo e da privatização da coisa pública. A pro­ posta mais ousada da LDB situa-se na criação do Conselho Nacional de Educação em substituição ao priva- tizante e inorgânico Conselho Fede­ ral de Educação. A universalização de uma educação de qualidade fica tributada a uma reforma mais ampla do Estado não restrita ao setor edu­ cacional: envolve a organização do Estado, a restauração dos partidos políticos e a modificação da cultura política. (LNMC-CIBEC) 146 La Taille, Yves de; Flor, Cristiane Marx; Fevorini, Luciana Bitten- cour. A obrigatoriedade do ensi­ no segundo alunos de 7 a 14 anos: dever hipotético e dever moral. CAD. PESQ , São Paulo (SP), n 78 (ago. 1991) p.27-39 RES: Analisa as interpretações que 100 alunos de 7 a 14 anos, de uma escola particular e uma estadu­ al (SP), atribuem à obrigatoriedade do ensino escolar (o dever-estudar). A partir da diferença do caráter da obrigatoriedade entre as pedagogias tradicionais e renovadas, define duas possibilidades de compreensão do dever-estudar: como dever hipotéti­ co c dever moral. Através de entre­ vistas clínicas com as crianças, em torno dc um dilema relativo ao tema, 62 os resultados indicam uma quase una­ nimidade a favor do dever hipotético e uma opção dominante, entre os alu­ nos da escola pública, pela sanção expiatória. Esses resultados levam a discussão das questões da hete­ ronomia e autonomia intelectuais e das implicações do individualismo para a questão educacional. (Do original-CIBEC) 147 Ribas, João Baptista Cintra. O defi­ ciente e sua imagem. INTE­ GRAÇÃO. São Paulo (SP), v.4, n.13 (jun. 1991) p.4-8 RES: Síntese do Io Congresso Brasileiro de Comunicação e Estig­ ma. que discutiu a responsabilidade dos meios de comunicação frente ao portador de deficiências. As palestras e os debates com representantes dos diversos meios de comunicação tra­ taram dos preconceitos associados à imagem do deficiente e como abordá- los nos textos adaptados para peça teatral, novela, filme e propaganda. (RAO-CIBEC) 148 Ricken. Ignácio. Critérios e parâ­ metros exigidos no processo de criação de universidades: análise comparativa. LOGOS, Canoas (RS), v.3, n.l (l.sem. 1991) p.46-54 RES: O plano de avaliação insti­ tucional não pode prescindir da aná­ lise das intenções ou dos objetos dos dirigentes e mantenedores, consubs­ tanciados no projeto pedagógico da futura universidade, que apresenta grande congruência com suas potencialidades e sua ação acadê­ mica, presente e futura, e com a so­ ciedade. E preciso que a universi­ dade, à qual foi conferida a auto­ nomia, tenha consciência de que essa autonomia lhe está sendo con­ ferida para que possa preencher suas funções sociais específicas, que a le­ gitimam como instituição a serviço da sociedade. (Do original-CIBEC) 149 Vasconcellos, Eduardo Alcantara de. Escola da zona rural, o transpor­ te de escolares. São Paulo: FDE, 1991. 52p. RES: A distribuição física das escolas causa graves problemas às crianças rurais que, para freqüentar as escolas, precisam caminhar muito ou se deslocar até a cidade, depen­ dendo da utilização de transporte. Como esse transporte não existe ou é muito precário e as famílias não têm condições de arcar com um transporte pago, as crianças desistem de conti­ nuar os estudos, ficando privadas da educação a que têm direito. (ALM-CIBEC) LOC: CIBEC 37.018.523 V331e 150 63 03.01 — ADMINISTRAÇÃO DA EDUCAÇÃO — GENE­ RALIDADES Borges, Luciano Amorim. Sistema de gestão do setor público: documen- to-sintesc. In: Workshop Gestão do Setor Educacional (1990: Belo Horizonte) Anais... Brasilia: MEC/SAG, 1991. p. 15-44 RES: Documcnto-sintcsc que pro­ cura retratar as idéias, propostas e conclusões desenvolvidas no workshop sobre Gestão Educacional Tem por escopo constatação c análises que. inseridas em um processo de mudan­ ça, visam caracterizar o sistema de gestão c administração como elemen­ to dinamizador ou limitador do de­ senvolvimento do setor educacional 151 Gondra, José Gonçalves. Quem traz o pé-dc-moleque?: a participação dos pais na gestão da escola pú­ blica. Rio de Janeiro: UFRJ, 1991. 113f. Dissertação (mestrado cm Educação) RES: Analisa quatro iniciativas desenvolvidas pela Secretaria Muni­ cipal de Educação na década dc 80 que promoveram a participação dos segmentos da comunidade na gestão da escola. Os pais participaram pou­ co das atividades propostas pela es­ cola, cm especial das reuniões gerais e de turma. Eles atribuem a baixa participação às limitações dc ordem pessoal, à incapacidade c à incompe­ tência para lidarem com a questão educacional como também à ausên­ cia de uma política dc participação. ao corporativismo dos professores e à descontinuidadc das iniciativas pro­ postas pela Secretaria Municipal dc Educação. A presença desses fatores tem despertado no conjunto da esco­ la um descrédito cm relação à maior participação dos pais no cotidiano escolar, o que. a rigor, pode signifi­ car um retrocesso no seu processo de democratização (PTRM-CIBEC) LOC: C1BEC T 373.3 1 G636q 152 Marques. Juracy Cuncgatto Implan­ tação de planos, programas c pro­ jetos educacionais: quinze pontos críticos para minimizar obstácu­ los In: Workshop Gestão do Se­ tor Educacional (1990: Belo Ho­ rizonte) Anais.. Brasilia MEC/ SAG, 1991. p.143-174 RES. Apresenta e discute quinze pontos críticos para minimizar obs­ táculos à implantação de planos, pro­ gramas e projetos educacionais, de­ fende a recuperação do ensino supe­ rior como variável estratégica no pro­ cesso dc transformação social e eco­ nômica do país. Argumenta cm fa­ vor das modernas teorias administra­ tivas que supõem uma ação sinérgica, onde os grupos dc trabalho têm cons­ ciência dc sua missão, os clientes têm 64 prioridade, as decisões são tomadas de forma participativa e todos têm oportunidade de crescimento pessoal. (RAO-CIBEC) 153 Moreira, Roberto. O impacto do novo texto constitucional na educação: perspectivas na administração pública da educação brasileira: democratização? descentrali­ zação? In: Workshop Gestão do Setor Educacional (1990: Belo Horizonte) Anais... Brasília: MEC/SAG, 1991 p. 95-121 RES. Aborda questões relativas à alocação de recursos, à democratiza­ ção e à descentralização, consideran­ do que a Constituição Federal de 1988, por si só, não é elemento de superação das dificuldades por que passa a sociedade brasileira, nota- damente quanto ao bem-estar e à edu­ cação. Analisa o descompasso entre distribuição de recursos econômicos e os problemas da educação brasi­ leira, questionando a descentra­ lização como padrão capaz de au­ mentar a eficiência no emprego de recursos escassos com que conta o Poder Público. (RAO-CIBEC) 154 Paro, Vitor Henrique. Participação popular na gestão da escola pú­ blica. São Paulo: FCC/DPF, 1991. 2v. RES: As condições de vida da população (cansaço, luta pela sobre­ vivência, falta de local para as reuni­ ões) são determinantes da baixa par­ ticipação nas atividades da escola e, por outro lado, a sua administração não demonstra interesse em marcar reuniões compatíveis com a disponi­ bilidade dos pais. Os professores acham que o desinteresse pelos pro­ blemas da escola é uma questão cul­ tural, porém, a população preocupa- se com a merenda, com a falta de pro­ fessores, com a segurança, porque esses são os elementos de que dis­ põem para aferir a qualidade dos ser­ viços oferecidos. A adoção de medi­ das que facilitem a participação de­ pende de pressões que se fizerem num contexto mais amplo pela conquista de tempo, para cuidar de seus direi­ tos de cidadania. (RAO-CIBEC) LOC: CIBEC Rp 37.057 P267 155 Porto, Walter Costa. O impacto do novo texto constitucional na edu­ cação: perspectivas na administra­ ção pública da educação brasilei­ ra: democratização? Descen­ tralização? In: Workshop Gestão do Setor Educacional (1990: Belo Horizonte) Anais... Brasília: MEC/SAG, 1991. p.123-139. RES: Aborda o processo de ela­ boração dos textos constitucionais no país, e descreve a evolução dos direi­ 65 tos individuais, econômicos e sociais, inserindo neles o tema educação. Analisa a tramitação da Lei de Dire­ trizes e Bases da Educação Nacional no Congresso, o impacto das inova­ ções que ela propõe, o papel do Con­ selho Federal de Educação e a refor­ ma universitária, sempre sob a ótica do processo histórico. Avalia, por fim, a questão da descentralização e o aspecto contraditório das aplicações de medidas provisórias e decreto-lei (RAO-CIBEC) 156 Silva, Jorge Ferreira da. Situação e estratégias de modernização téc- nico-gerencial da administração da educação. In: Workshop Ges­ tão do Setor Educacional (1990: Belo Horizonte) Anais... Brasília: MEC/SAG, 1991. p.211-240. RES: Especifica pressupostos que devem embasar uma estratégia de modernização técnico-gerencial do sistema de educação, sobretudo de seus elementos dinâmicos. Examina, sucessivamente, a organização, a ges­ tão, a informática e os recursos hu­ manos, especialmente a capacitação, como elementos estratégicos. 157 Wittmann. Lauro Carlos. Planeja­ mento substantivo como referên­ cia para a organização adminis­ trativa: formas de organização ad­ ministrativa: soluções administra­ tivas e gerenciais. In: Workshop Gestão do Setor Educacional (1990: Belo Horizonte) Anais... Brasília: MEC/SAG, 1991. p. 175-209. RES: Enfatiza a importância do caráter histórico c a contribuição efe­ tiva do planejamento, da organização e das soluções administrativas e gerenciais na produção concreta da prática social da educação. Sustenta a necessidade de ser repensada a base teórica c a técnica do processo de pla­ nejamento e da administração educa­ cionais c, para isso, aborda os dois movimentos fundamentais da práxis histórica dessas atividades: o seu movimento teórico c o movimento do objeto, subestimados no processo tccnocrático e clicntclístico com que a educação brasileira tem sido tratada. 158 Workshop Gestão do Setor Educaci­ onal (1990: Belo Horizonte). Anais. Brasília: MEC/SAG, 1991.240p. RES: Integra dos documentos pre­ parados pelos educadores encarrega­ dos de desenvolver cada um dos te­ mas do encontro promovido pela Se­ cretaria de Administração Geral do Ministério da Educação. LOC: C1BEC 371.11 W919a 159 Xavier, Antônio Carlos da R. Ges­ tão da qualidade total nas esco- 66 Ias: um novo modelo gerencial para a educação. Brasília: Ipea, 1991. 15p. (Texto para discussão, 234) RES: Define o que deve ser en­ tendido por qualidade em educação. Qualquer esforço para a melhoria da qualidade do ensino deve voltar-se para a modernização da gestão da educação. Sustenta que sem essa con­ dição prévia, serão poucos c não per­ manentes os ganhos que poderão ser obtidos ao longo de ações isoladas. (ODS/CIBEC) LOC: CIBEC 37.001.7 X3q 160 03.02 — ADMINISTRAÇÃO DA EDUCAÇÃO — SISTE­ MAS DE ENSINO Arantes, Cláudio Oliveira. Mapea­ mento educacional urbano. Bra­ sília: MEC/SENEB, 1991. 108p. R.ES: O mapeamento escolar ob­ jetiva o estudo do atendimento edu­ cacional em áreas socialmente caren­ tes, prevê um tratamento integrado de todos os componentes educacionais, prédios, recursos humanos, material de ensino-aprendizagem, assistência ao estudante, através do dimen- sionamento quantitativo das necessi­ dades e pela análise da qualidade do atendimento. (ALM-CIBEC) LOC: CIBEC 371.6 A662m 161 Britto, Luiz Navarro de. Educação na Bahia: proposta, realização e re­ flexões. São Paulo: T.A. Queiroz, 1991. 142p. (Coletânea Navarro de Britto, v. 1). RES: Textos selecionados sobre a educação baiana, especialmente os que contêm medidas educacionais inovadoras adotadas pela Secretaria de Educação e Cultura do Estado da Bahia, entre 1967 e 1969: a criação dos Centros Integrados de Educação; a elaboração e aplicação da Lei Or­ gânica do Ensino, da Lei da Refor­ ma da Administração da Secretaria e a Lei que cria o primeiro Estatuto do Magistério Público da Bahia. (ERB-CIBEC). LOC: CIBEC 37.014.542(814.2) B862e 162 França, Célio Francisco. Educação no Brasil: desafios para a admi­ nistração pública. In: Workshop Gestão do Setor Educacional (1990: Belo Horizonte) Anais... Brasília: MEC/SAG, 1991. p. 47-62 RES: Analisa a administração pú­ blica no Brasil e seus reflexos no sis­ tema educacional. Correlaciona a construção do Estado Social com a administração da educação, sob as­ pectos conceituai, político, econômi­ co e gerencial, e aponta a discrepan- te ênfase que se dá aos aspectos macro-sociais e econômicos da edu­ cação. em detrimento de uma avalia­ 67 ção mais objetiva dos limites c das possibilidades de se efetivar as trans­ formações sociais desejadas. 163 Lorenzoni, Lucinda Maria. Importân­ cia c significado da inspeção edu­ cacional na administração supe­ rior do sistema de ensino. EDU­ CAÇÃO. Porto Alegre (RS), v. 14. n.20 (jan./jun. 1991) p.133-145. R.ES: Um sistema de educação é uma organização e deve ter estrutura e vida próprias. A administração en­ frenta fatores restritivos, moderado­ res e impulsionadores que explicam as tendências referentes a sua orga­ nização, orientação e funcionamen­ to. O comportamento do sistema de educação depende sempre da obser­ vância das diretrizes de ação de sua política, emanadas da adminstração superior. A inspeção educacional é encarregada de realizar o controle e a avaliação de suas ações. A avalia­ ção acompanha as tendências e se orienta a partir dos pressupostos da filosofia e política educacionais do sistema de educação. (VIL-CIBEC) 164 Ludwig, Antonio Carlos Will. A for­ mação do oficial brasileiro e o currículo oculto. PRO-POSI- ÇÕES, Campinas (SP), n.5 (ago. 1991) p.47-60. RJES: Os currículos responsáveis pela formação dos futuros oficiais agregam um conjunto significativo de matérias. Embora cada uma delas apresente determinados objetivos a atingir, é possível constatar sc eles foram atingidos ou não. O fato c que pouco se sabe a respeito dos resulta­ dos não-intencionais que são atingi­ dos, sem que tenham sido propostos. Explicita, no caso da Matemática, os resultados encobertos decorrentes da concretização de seu ensino bem como as relações de tais resultados com uma situação de combate. (VIL-CIBEC) 165 Paula, Maria de Fatima Costa de. O poder disciplinar da escola sobre o corpo. Niterói: UFF, 1991.360f Dissertação (mestrado cm Edu­ cação). RES: A escola exerce um contro­ le autoritário sobre todos os aspec­ tos do aluno: seu espaço, seu tempo, seu intelecto, seu espírito, sua sexu­ alidade. A própria organização curricular rígida e disciplinar, os con­ teúdos escolares, em geral alheios e distanciados dos interesses dos alu­ nos, contribuem mais para a forma­ ção dc indivíduos submissos e alie­ nados do que para formar indivíduos críticos e questionadores. Cita como referencial teórico Michel Foucault. Como alternativa, propõe a democra­ tização das relações de poder no sis­ tema educacional. 68 (NNS-CIBEC) LOC: CIBEC T 371 P324p 166 Pedroso, Leda Aparecida. Democra­ cia, política e administração edu­ cacional: a proposta Montoro (1978-1984). Campinas: UNI- CAMP, 1991. 432f. Dissertação (mestrado em Educação). RES: Pesquisa sobre as relações entre a política e a administração edu­ cacional no Brasil, e em especial, no Estado de São Paulo durante o go­ verno de Franco Montoro. A partir de entrevistas, da utilização de fon­ tes primárias inéditas e de referenciais políticos, sociológicos, filosóficos e históricos mostra os obstáculos — políticos-partidários e burocráticos — e suas razões na tentativa de implementação do plano original que, no caso da Educação, não se conso­ lidou como prática administrativa. (ERB-CIBEC) LOC: CIBEC T 371 P372d 167 Pimcntel, Marília Araújo Lima. Re­ lações entre Estado e Universida­ de no Brasil (1960-1978): o dis- curso-ação do Conselho Federal de Educação no projeto da auto­ nomia universitária. Rio de Janei­ ro: UFRJ, 1991. 188f. Tese (dou­ torado em Educação). RES: As relações entre o Estado e a universidade estiveram sempre calcadas nas características do pa- trimonialismo, onde os aparelhos do Estado funcionam como mediadores da orientação política. O discurso-ação do Conselho Federal de Educação se iden­ tifica com essas práticas interven- cionistas e reguladoras que caracteri­ zam o processo de modernização do Estado. Embora o Conselho se encon­ trasse inscrito na dialética da contradi­ ção, enquanto servia à tutela e imposi­ ção do Estado autoritário, conseguiu avançar em direção à autonomia dese­ jada pela comunidade universitária. (ALM-CIBEC) LOC: CIBEC T 35.07:378.1 P644r 168 Saliba, Gilceu Marques. O ensino a distância na Marinha: um estudo avaliativo. Rio de Janeiro: PUC- RJ, 1991. 208f. Dissertação (mestrado em Educação). RES: Estudo do ensino por cor­ respondência (EPC) da Marinha do Brasil (MB) como subsídio ao aper­ feiçoamento da prática atual e even­ tual expansão no Sistema de Ensino Naval, por análise documental, cole­ ta de dados, observação, entrevistas, questionários. Resgata o histórico do EPC iniciado em cursos preparatóri­ os de oficiais e continua em cursos de nível médio para sargentos e de nível superior para oficiais. Alterna­ tiva com resultados satisfatórios, con­ ta com a opinião favorável dos infor­ mantes para sua expansão. 69 (MRPN-C1BEC) LOC: CIBEC T 37.018.43 S166e 169 Souza, Neyde Lúcia de Freitas. A sistemática de avaliação do ensi­ no do Ministério da Aeronáutica: uma avaliação intrínseca. Rio de Janeiro: UFRJ, 1991. 162f. Dis­ sertação (mestrado em Educação). RES: Os documentos Avaliação do Ensino e Elaboração do Plano de Avaliação dos cursos de estágios mi­ litares do Ministério da Aeronáutica são avaliados em cinco campos: 1) do discente; 2) dos meios de avalia­ ção; 3) da instrução; 4) do docente e 5) do currículo. A avaliação, carac­ terizada como de natureza intrínseca e realizada por avaliador interno, en­ globou: a) identificação, pelo refe­ rencial teórico, das recomendações técnicas nos cinco campos mencio­ nados; b) comparação do conteúdo dos documentos com o identificado pelo referencial; e c) apresentação de conclusões e de recomendações ao aprimoramento dos documentos. Es­ tes se apresentam em desacordo com a literatura especializada, tais como a junção das modalidades formativa e somativa na avaliação do docente; a síntese cm uma única nota dos re­ sultados do aluno nos domínios da aprendizagem cognitiva, afetiva e psicomotora, e lacunas quanto a pro­ cedimentos e instrumentos de ava­ liação mais recentes, como os testes com referência a critério. Recomen­ da a revisão dos dois documentos e sua validação. (PTRM-C1BEC) LOC: CIBEC T 355.23 S719s 170 Vale, José Rosa Abreu. O ensino médio e a experiência do estado do Ceará. In: Ensino médio como educação básica. São Paulo, Brasília: Cortez: SENEB, 1991. p.180-184. RES: A população do Estado do Ceará vê educação como alavanca de ascensão social, resultado de uma realidade sócio-econômica A Secre­ taria de Educação, cm função desse quadro, apresenta a seguinte propos­ ta: 1) universalização do ensino; da alfabetização à 4a série do Io grau; 2) expansão do ensino, da 5a à 8a sé­ rie do 1° grau, 3) criação e/ou manu­ tenção de pelo menos uma escola es­ tadual de 1° e 2° graus de boa quali­ dade na sede de cada município; 4) iniciação c formação profissionais. A proposta está embasada na partilha de responsabilidades financeiras, gerenciais e pedagógicas das três es­ feras do poder público; no estimulo e participação efetiva da família e da comunidade, visando contribuir pro­ dutiva, cultural e democraticamente para o desenvolvimento do municí­ pio, do Estado e da Nação. (LNMC-C1BEC) 171 70 03.03 — ADMINISTRAÇÃO DA EDUCAÇÃO — INSTI­ TUIÇÕES DE ENSINO Bocchat. Mareia Almeida. As rela­ ções de trabalho no cotidiano da escola: das relações alienadas às relações educativas. Niterói: UFF, 1991. 234f. Dissertação (mes­ trado cm Educação). RES: Estudo que se desenvolve a partir da análise do trabalho c das relações de produção e de como am­ bos interferem no trabalho educativo. Constata que c preciso reverter que é premente a reflexão dos docentes e o estabelecimento de relações edu­ cativas de trabalho. Destaca a impor­ tância de relações de trabalho efeti­ vamente educativas, considerando-as a mola mestra da transformação das escolas públicas num espaço demo­ crático. (MRNP-CIBEC) LOC: CIBECT371.il B669r 172 Brasil Ministério da Educação. Di­ retrizes gerais e recomendações para a formulação de projetos pedagógicos dos CIACs. Brasília: MEC, 1991.23p. RES: Visando oferecer orientação geral e sugestões para que estados, municípios, universidades e outras entidades credenciadas aprovem pro­ postas pedagógicas inovadoras, o documento é composto de duas par­ tes. A primeira procura esclarecer o significado dos CIACs na perspecti­ va global da educação fundamental. A segunda alinha algumas diretrizes gerais c recomendações específicas para a elaboração de propostas pe­ dagógicas desses centros e para a sua implantação. (ERB-CIBEC) LOC: CIBEC371.il B823d 173 Brasil. Ministério da Educação. Co­ ordenação de Informações para o Planejamento. Ensino superior - graduação: cadastro de institui­ ções e cursos: 1991. Brasília: MEC/CIP, 1991.267p. RES: Informações cadastrais de todas as instituições de Ensino Supe­ rior do País no ano de 1992, com a relação dos cursos de graduação exis­ tentes. (ALM-CIBEC) LOC: CIBEC 31:378.046.2 B823e 174 Brasil. Secretaria Nacional de Edu­ cação Superior. Divisão de Pro­ gramação e Articulação. Boletim de dados físicos e orçamentários. Instituições Federais de Ensino Superior - 1990. Brasília: MEC/ SNES, 1991.98p. RES: Dados sobre as Instituições Federais de Ensino Superior, relati­ vos ao ano de 1990, referentes à gra­ duação e pós-graduação, à pesquisa 71 CIBECT371.il CIBEC371.il e aos recursos humanos e orçamen­ tários destinados a suas atividades. (ALM-CIBEC) LOC: CIBEC 31:378.162 B823b 175 Brasil. Secretaria Nacional de Edu­ cação Tecnológica. Divisão de Planejamento. Informações rela­ tivas às Escolas Técnicas Fede­ rais. Brasília: MEC/SENET, 1991.35p. RES: Informações das escolas téc­ nicas federais brasileiras sobre cur­ sos regulares e cursos complementa­ res segundo o número de vagas ofe­ recidas em 1991 e o de concluintes em 1990. (MRNP-C1BEC) LOC: CIBEC 373.3:63 B823i 176 Brito, Manoel Francisco. Universida­ de americana forma aluno brasi­ leiro surdo-mudo... INTEGRA­ ÇÃO, São Paulo (SP), v.4, n.13 (jun. 1991) p.14-16 RES: Reportagem publicada no Jornal do Brasil de 25 de maio de 1991.0 Gallaudet Collcge é uma ins­ tituição de ensino superior para estu­ dantes surdos e mudos, localizada em Washington, nos Estados Unidos, onde o primeiro sul-americano a se formar foi o brasileiro Renato Sindicic. Sobretudo para o portador de deficiência auditiva, a educação é fundamental para a sua integração social, formação profissional e inser­ ção no mercado de trabalho. (RAO-CIBEC) 177 Carbonari Nctto, Antonio; Braga, Ronald; Tramontin, Raulino. As novas universidades: estudo pre­ liminar... LOGOS, Canoas (RS), v.3, n. 1 (1 sem. 1991) p. 19-46 RES: Apresenta dados prelimina­ res de uma pesquisa realizada com 25 novas universidades criadas na década de 80, com o intuito de indi­ caras tendências formais c informais. O estudo tem o valor de tomar mais presente a relevância destas univer­ sidades, a maioria particulares, e o espaço que passaram a ocupar no sis­ tema de ensino superior brasileiro. (VIL-CIBEC) 178 Dourado, Luiz Fcrnande. Adminis­ tração escolar na área pública: perspectiva de democratização da gestão. INTER-AÇÀO, Goiânia (GO), v. 14/15, n. 1/2 (dez 1990/ jan. 1991) p.3 1-54. RES: Analisa a democratização das escolas municipais de Goiânia, através da discussão das modalida­ des de gestão na década de 80, quais sejam: a livre indicação de diretores pelos poderes do Estado, a indicação de diretores por lista tríplice e con­ curso, e o processo de eleição direta para a escolha de diretores das esco- 72 Ias da rede, sendo dada ênfase a esta última. Questiona se a seleção para diretores por si só propicia uma pos­ tura democrática do diretor. (PTRM-C1BEC) 179 Ferretti, Celso João; Vianna, Cláu­ dia Pereira; Souza, DeniseTrento Rcbello de. Escola pública em tempo integral: o PROFIC na rede estadual de São Paulo. CAD. PESQ , São Paulo (SP), n.76 (fev. 1991) p.5-17. RES: Síntese de um extenso rela­ tório, este artigo é um estudo sobre a implantação do PROFIC - Programa de Formação Integral da Criança na rede estadual de ensino em São Pau­ lo. Além de um mapeamento amplo das escolas que implantaram o Pro­ grama, de 1986 ate o primeiro semes­ tre de 1988, realizou-se também um estudo cm profundidade em duas des­ sas escolas. Os resultados indicam que: o PROFIC assumiu caracterís­ ticas centralistas, tanto na sua for­ mulação quanto na implantação; o índice de adesão das escolas da rede foi baixo e o processo de implanta­ ção foi precário, criando vários pro­ blemas para as escolas que o adota­ ram. A apropriação do projeto, pelas duas escolas estudadas em profundi­ dade, foi fortemente influenciada pela história de cada uma delas, caracte­ rizando-se por atitudes simultâneas de aceitação/rejeição de maneira que, embora formalmente presente, o PROFIC não se integrou às escolas. (Do original-CIBEC) 180 Francisco, Geatani; Schwartzman, Jacques. Indicadores de produti­ vidade nas universidades federais. São Paulo: NUPES, 1991. 15f. RES: Qualifica as relações de efi­ ciência c produtividade mais ampla­ mente utilizadas na construção dos seguintes indicadores: aluno/docente, aluno/técnico administrativo e custo por aluno, refletindo sobre suas limi­ tações c alcances. Há comparação de dois grupos de IFES. O primeiro con­ gregando instituições complexas, com pós-graduação, hospital, pesqui­ sa e o outro, universidades que se dedicam basicamente ao ensino de graduação. A discrepância encontra­ da entre os indicadores dos dois gru­ pos sinaliza a impropriedade de se tratar o conjunto das IFES como um universo homogêneo. (ALM-CIBEC) LOC: CIBEC 378.162 F818i 181 Goldenberg, Maurício. Ensino de se­ gundo grau: estabelecimentos de ensino. Brasília: INEP, 1991.27f. (Séries temporais) RES: O advento da Lei 5.692/71, que toma o ensino de 1- grau termi­ nal e profissionalizante, gera como conseqüência um aumento conside­ 73 rável da demanda a este ensino. Sen­ do o estabelecimento de ensino uma variável importante na formação de mão-de-obra qualificada, o estudo mostra, por unidades da Federação, o total destes estabelecimentos por dependência administrativa, no perí­ odo de 1973 a 1978. (LNMC-CIBEC) LOC: CIBEC 31:373.5 G618e 182 Leite, Denise Balarine C.; Morosini, Marilia Costa; Martini, Rosa Maria F. Ensino superior e LDB: a passagem do formal para o real EDUC. BRAS., Brasília (DF), v.13, n.26 (jan./jun. 1991) p.203- 219. RES: Analisa aspectos históricos, político-legais e do cotidiano da uni­ versidade brasileira. A partir daí, le­ vanta idéias visando contribuir para a futura Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, especialmente no que diz respeito ao ensino superior. (Do original-CIBEC) 183 Leonardos, Ana Cristina. O CIEP como inovação educacional. CONT. E EDUC., Ijuí (RS), v.6, n.22 (abr./jun.l991) p.46-64. RES: Na teoria, os ClEPs obje­ tivaram uma mudança para melhor, ao passo que durante o processo de implementação, os interesses não co­ incidiram com os desejos locais, além de não considerarem a proposta do programa educacional. Para que haja mudanças são necessários: o uso de novos materiais/tecnologia; a aplica­ ção de novas abordagens de ensino; e a alteração de crenças. Partindo de uma pesquisa realizada cm 1988 em que compara o programa educacio­ nal de um CIEP autêntico ao de uma escola convencional percebe-se: os pais e a comunidade em geral não conhecem a proposta educacional do CIEP e se mostram insatisfeitos com o programa e com os professores da escola. A filosofia progressista dos CIEPs é vista como um indicador de eficácia. (VIL-CIBEC) 184 Morei, Cristina Maria Toledo Massadar Creche: de lugar de abandono a espaço educativo. Rio dc Janeiro: FGV, 1991. 17 If. ane­ xo. Dissertação (mestrado em Educação) RES: Com a modernização da sociedade brasileira, a creche assu­ me, além da função de cuidar das cri­ anças, um caráter educativo, onde a criança passa a ser compreendida em função das características dc sua fai­ xa etária, previlegiando a individua­ lidade c a liberdade dc expressão nos moldes escolanovista. Analisando a prática dc algumas creches, detecta que a sua proposta pedagógica favo­ rece a socialização e o desenvolvi­ 74 mento infantil, mas ainda está basea­ da numa cultura de poder, impedin­ do que ela se tome um espaço de con­ testação construído socialmente e ati­ vamente envolvido na produção de experiências. (MBL-CIBEC) LOC: CIBEC T 373.22 M839c 185 Nicácio, TamiraGalli Pereira. Perfis e estruturas das instituições filan­ trópicas Piracicaba: UNIMEP, 1991 192f. Dissertação (mes­ trado cm Educação) RES: Nas instituições filantrópicas receber aprendizado c fornecer forma­ ção não são posições dicotômicas; a formação fornecida c efetuada através de abrigo, alimentação c o recebimen­ to do aprendizado através da obedi­ ência a normas, horários. Estas nor­ mas se encaixam perfeitamente nes­ tas instituições que não só reprodu­ zem a ideologia como a perpetuam. (ALM-CIBEC) LOC: CIBEC T 371.11 N582p 186 Oliveira, Milton Ramón Pires de. Colégio Agrícola: múltiplos inte­ resses. Niterói (RJ): UFF, 1991. 11 Of. Dissertação (mestrado em Educação). RES: A criação, em 1955, do Colégio Agrícola Antonio Sarlo, em Campos (RJ), subordinado à Secre­ taria de Agricultura, Indústria e Co­ mércio do Estado do Rio de Janeiro, foi conseqüência das ações do estado diante das condições sociais de pro­ dução agrícola na região canavieira norte-fluminense. Docentes que atu­ avam em instituições diversas (IAA, IBC, CAERJ, etc.) agregavam esfor­ ços de outros setores, como convêni­ os com órgãos governamentais ou conseguiam benefícios, como as ins­ talações de tratamento de água. Na década de 70, as modificações quan­ to ao ensino profissional resultaram na perda da sua especificidade e cau­ saram alterações curriculares que, aliadas à perda do poder de decisão interna do Colégio, modificaram as formas de utilização dos recursos e a perspectiva de formação dos alunos. (RAO-CIBEC) LOC: CIBEC T 373.3:63 048c 187 Sarmento, Diva Chaves. A universi­ dade brasileira. EDUC. BRAS., Brasília (DF), v. 13, n.26, (jan./ jun. 1991) p.53-70 RES: Partindo de sucintas obser­ vações sobre as origens da universi­ dade, mostra que dela, como existe hoje, exige-se centro de ensino e pes­ quisa em todos os ramos do saber, cabendo-lhe, além disso, a tarefa de levar à comunidade os resultados a que chegar, o que não tem consegui­ do realizar. Considera que, embora as universidades sejam instituições de caráter universal, obviamente elas se 75 diferenciam, tendo cm vista peculia­ ridades do contexto histórico-social em que cada uma se insere. A partir dai, centra a discussão na análise da instituição da universidade no con­ texto histórico-social nacional, pro­ curando a definição de um modelo que responda às necessidades da so­ ciedade brasileira. (Do original-CIBEC) 188 Souza, Magda Vianna de. As insti­ tuições de ensino superior no Rio Grande do Sul. EDUCAÇÀO, Porto Alegre (RS), v. 14, n.20 (jan./jun. 1991) p.53-61 RES: Em relação ao número dc opções oferecidas no ensino superior do Rio Grande do Sul, houve diver­ sificação dc cursos, resultando num aumento absoluto de 123 novas op­ ções entre 1983 e 1988. Este cresci­ mento ocorreu nas áreas de Ciências Humanas, Letras c Artes. Com pou­ cas opções oferecidas nos últimos anos, as áreas de Ciências Agrárias, Ciências Biológicas e de Saúde so­ freram decréscimo cm porccntuais dos cursos oferecidos. O número de universidades cresceu, como também a preocupação das atuais instituições de ensino superior em agregar-se, formando três novas universidades, criadas a partir de instituições isola­ das já existentes. (VIL-CIBEC) 189 Stelmachowicz, M. J. O desafio de ser uma universidade cristã lute­ rana cm um mundo secular. LOGOS, Canoas (RS), v.3, n.2 (2. sem. 1991) p.85-94 RES: Procura determinar quais as diferenças, se existem, entre uma uni­ versidade que se autodenomina cris­ tã luterana e universidades não-rcli- giosas, isto é, governamentais ou in­ dependentes. Considera quatro tipos possíveis dc relação entre uma uni­ versidade cristã luterana e a socieda­ de cm geral, ai incluindo especialmcn- te universidades não-confessionais: a postura isolacionista. a oposicionis­ ta. a de acomodação-assimilação. e a de cooperação. (Do original-CIBEC) 190 Villcla, Mana Fernanda Ferraz. A pedagogia Freinet e a escola pú­ blica: uma nova abordagem para um velho problema. PRO-POSI- ÇÕES. Campinas (SP), n.4 (mar 1991) p.52-59 RES: Para Freinet a realidade educacional não pode ser dissociada da sociedade cm que está inserida, favorecendo compreensão da realida­ de c prática cooperativa e democráti­ ca. A escola deve preparar a criança pela vida e para a vida, dentro de uma participação ativa e dinâmica. Os pontos defendidos pela pedagogia freinetiana são: a educação pelo tra­ balho, a educação comunitária e a 76 prática pedagógica centrada no pro­ fessor, que contribuem para a dimi­ nuição da taxa de evasão/expulsão escolar. Aponta as possibilidades de utilizar essa pedagogia no contexto das escolas públicas brasileiras. (VIL-CIBEC) 191 04.01 — ADMINISTRAÇÃO DAS INSTITUIÇÕES DE ENSINO — ENSINO DE PRIMEIRO E SEGUNDO GRAUS Corrêa, Rosa Lydia Teixeira. Admi­ nistração participativa: realidade ou mito?: um estudo de caso. Campinas: UNICAMP, 1991. 162f. Dissertação (mestrado em Educação) RES: Pesquisa realizada em duas escolas públicas de Campinas. Ana­ lisa a Administração Escolar em face das perspectivas democratizantes. Através de entrevistas com diretoras, alunos, professores, funcionários, pais envolvidos na escola, verifica as relações das diretoras com a Associ­ ação de Pais e Mestres e Conselho Escolar. Algumas questões realizadas neste estudo colocam a Administra­ ção Escolar mais próxima de uma performance autoritária do que democratizante. Ainda que alguns depoimentos das diretoras acenem para o empreendimento de ações de­ mocráticas, outros perspassam a ne­ gação de que tal procedimento esteja sendo incentivado. (PTRM-CIBEC) LOC: CIBEC T 373.31.51(816.12) C824a 192 Prais, Maria de Lourdes Melo. O sentido político e pedagógico da administração colegiada. In: Veiga, lima Passos Alencastro. Escola fundamental: currículo e ensino. Campinas: Papirus, 1991. p. 3 9-74 RES: Na luta pela democratiza­ ção da escola, a administração colegiada é uma prática de natureza contraditória. Por um lado, cria con­ dições para a existência de uma es­ cola comprometida com a classe tra­ balhadora, por ser o resultado de um movimento social situado na década 1975-1985. Por outro lado, os depo­ imentos dos professores de primeiro e segundo graus da rede estadual, pertencentes à 25a Delegacia Regio­ nal de Ensino revelam que essa for­ ma de administração não corresponde à realidade vivenciada nas escolas, apesar de oficialmente instituída no estado de Minas Gerais. (RAO-CIBEC) 193 04.02 — ADMINISTRAÇÃO DAS INSTITUIÇÕES DE ENSINO — ENSINO SUPE­ RIOR 77 Almeida, Maria Zeneide dc Carneiro Magalhães de. A extensão univer­ sitária: uma terceira função. Campinas: UNICAMP, 1991. 205f. Dissertação (mestrado em Educação) RES: Estudo histórico da implan­ tação e estruturação do campus avan­ çado da Universidade Federal de Goiás na cidade de Catalão (GO). Para explicitar a problemática, recor­ re às análises dos elementos da his­ tória da educação brasileira articula­ dos às questões do clientelismo polí­ tico local e regional, que permeiam o estabelecimento desta instituição e a criação dos seus cursos (Licenciatu­ ra e Pedagogia). (Do onginal-CIBEC) LOC: CIBECT 378.1 A447e 194 Avila, Jorge de. Marketing nas uni­ versidades brasileiras: uma apli­ cação do método '‘Delphi”. R. CENT. Cl. SOC. E HUM., Santa Maria (RS), v.6, n.l (dez. 1991) p.119-134. RES: O artigo tem por fim alertar as universidades brasileiras para os efeitos decorrentes do esforço conju­ gado do marketing quando adequa­ damente integrado, e para os benefí­ cios que podem resultar desta nova abordagem. As informações, para consubstanciar tal proposição, foram buscadas através dc duas pesquisas, uma de caráter exploratório e outra de caráter prospectivo (método Delphi), cujo objetivo foi prever que papel o marketing pode desempenhar no futuro como um dos instrumentos de gestão das universidades brasilei­ ras. A aplicação do método Delphi propiciou uma gama de informações, tendo sido obtidas diversas respostas às indagações do estudo. Como os resultados, em sua maioria, constitu­ em previsões, devem eles submeter- se ao teste do futuro. Não obstante, foram incluídas no final do estudo algumas recomendações, julgadas pertinentes, extraídas do conjunto de informações obtidas. (Do onginal-CIBEC) 195 Barreto, José Anchicta Esmeraldo et al A avaliação departamental: dificuldades c perspectivas. EST. AVAL. EM EDUC., São Paulo (SP), n.4 (jul /dez. 1991) p.93-118. RES: A auto-avaliação depar­ tamental só se justifica à medida que estiver colocada e aceita como um instrumento dc reflexão sobre as ações desenvolvidas por um grupo de pessoas que objetive facilitar e fun­ damentar as mudanças de comporta­ mento institucional necessárias. Para a implantação dc um programa dc avaliação deve-se seguir as seguin­ tes etapas: 1) convencer os professo­ res do departamento da necessidade do mesmo; 2) o chefe do departamen­ to com dois professores iniciam a 78 montagem do programa, e deve-se começar a responder às seguintes perguntas: o que, como c quando ava­ liar; 3) montado o programa, o de­ partamento deverá se reunir para a análise c discussão dos resultados obtidos; 4) o grupo coordenador de­ verá preparar todos os instrumentos de coleta de dados, definir um cronograma de aplicação, análise dos resultados e redação do relatório fi­ nal; 5) por último deve ser feita a dis­ cussão deste. A avaliação só faz sen­ tido quando transformada numa ação contínua do departamento, isto é, den­ tro de uma perspectiva de desenvol­ vimento organizacional. (PTRM-CIBEC) 196 Buarque, Cristovam A universidade nos anos noventa: perspectivas e compromissos. In: Seminário In­ ternacional sobre Administração Universitária: Estrutura e Funci­ onamento da Universidade na Década de 90 (2: 1991: Natal) Anais... Natal: UFRN, 1991. p. 137-155 RES: Entre a criação do pensa­ mento novo e a cartorização do sa­ ber paralisado, a universidade viveu do trabalho realizado e da negação do saber dogmático, transformando- se cm agente da modernização. A cri­ se mostra a necessidade de uma reorientação do conhecimento, for­ çando a universidade a ser um ins­ trumento de transição. A universida­ de sem fronteira envolve: formação abrangente, integrada e permanente, espaço aberto, estrutura livre, admi­ nistração espontânea e em constante mutação. (VIL-CIBEC) 197 Camilloni, Alicia. Alternativas para o regime acadêmico. In: Seminá­ rio Internacional sobre Adminis­ tração Universitária: Estrutura e Funcionamento da Universidade na Década de 90 (2: 1991: Natal) Anais... Natal: UFRN, 1991. p.40-54 RES: A universidade deve pene­ trar cm sua realidade concreta para determinar políticas que administra­ rão os conflitos, recursos e necessi­ dades da sociedade. Para responder às perguntas da teoria da educação a universidade tem de definir seu regi­ me acadêmico baseada nos currícu­ los dos diversos cursos que oferece. A heterogeneidade dos currículos das universidades reflete o contexto so­ cial no qual elas se inserem. O currí­ culo aberto, adotado em algumas universidades, caracteriza-se pela responsabilidade em formar seus alu­ nos através da orientação e tutoria. O sistema de crédito é criticado pelo fato de o conhecimento ser exposto em fragmentos, destruindo sua uni­ versalidade. Os elaboradores de cur­ rículos devem adotar decisões em ní­ 79 veis curriculares considerando o de­ senvolvimento de estratégias de ensi­ no. Para desenvolver a missão que a sociedade confere à universidade, esta deve criar condições para que o estu­ dante obtenha a formação desejada. (VIL-C1BEC) 198 Chaves, Perípedes Franklin Maia. Modernização da estrutura e fun­ cionamento da universidade. In: Seminário Internacional sobre Administração Universitária: Es­ trutura e Funcionamento da Uni­ versidade na Década de 90 (2: 1991: Natal) Anais... Natal: UFRN, 1991. p.117-123 RES: Abordagem fenomenológica de como agem e interagem as estru­ turas de poder na universidade A hipertrofia do poder da Reitoria vi­ saria desmontar as crescentes tenta­ tivas de democratizar a universida­ de; despolitizar a academia c neutra­ lizar as aspirações do alunado. A polarização do poder nas mãos do reitor foi introprojetada como se o poder fosse propriedade assegurada dos dirigentes atuais. Salienta que o reitor tem tal poder porque os estatu­ tos. os regimentos c a legislação sub­ sidiária assim dispõem. No que concerne à departamentalização, per­ cebe-se que esse poder ganha relevân­ cia pela mobilização de diversos seg­ mentos institucionais, reforçando a prática de atribuir as funções de che­ fia a quem as merece por critérios acadêmicos. A concentração do po­ der na universidade manifesta-se nas relações com os demais escalões ad­ ministrativos e acadêmicos. A des­ centralização implica árduo trabalho de formação de quadros qualificados. (VIL-CIBEC) 199 Coelho. Eduardo José Pereira. Mo­ dernização da estrutura e funcio­ namento da universidade. In: Se­ minário Internacional sobre Ad­ ministração Universitária: Estru­ tura e Funcionamento da Univer­ sidade na Década de 90 (2: 1991: Natal) Anais... Natal: UFRN, 1991. p.95-104 RES: Pressionadas pelo regime de arbítrio, as universidades foram das poucas instituições que conseguiram garantir o espaço interno. A fluidez do inimigo comum levou ao sur­ gimento de diferenças dentro da uni­ versidade dificultando o poder decisório. A falta de um projeto para a universidade promove a falta de integração, desestruturando o poder interno e desviando o seu papel prin­ cipal. O problema é a falta de uma política educacional que articule e integre os diversos níveis de ensino. E preciso criar, dentro da depar­ tamentalização, uma idéia de projeto para que as formas de serviços pres­ tados não venham a ser assisten- cialistas. mas que produzam conhe­ 80 cimentos capazes de oferecer alter­ nativas de políticas públicas. As ques­ tões da avaliação, da democratização e da modernização administrativa só serão efetivadas a partir da criação de políticas educacionais que visem à integração interna e à agilidade de decisões. (V1L-CIBEC) 200 Conselho de Reitores das Universi­ dades Brasileiras. Sistema de in­ formações sobre as universidades brasileiras. Brasília: CRUB, 1991. 583p. RES: Relatório do Sistema de In­ formações sobre as Instituições de Ensino Superior elaborado pelo Con­ selho de Reitores das Universidades Brasileiras (CRUB), constando os se­ guintes dados: número de professores em exercício e afastados, número de alunos graduados por curso, número de pesquisas concluídas e publicadas, montante de financiamento obtidos através de órgãos nacionais e inter­ nacionais, número de vagas preenchi­ das ou não no concurso vestibular, e informações referentes ao corpo téc- nico-administrativo das instituições. (ODS-CIBEC) LOC: CIBEC 378.4 C755s 201 Diaz Alva, Blanca Beatriz. De uma administração tecnicista a uma administração humana. Cam­ pinas: UNICAMP, 1991. 178f. Dissertação (mestrado em Edu­ cação) RES: Considera a burocracia uma das características mais marcantes desta sociedade, e mostra sua influ­ ência sobre a administração e a or­ ganização do ensino. Analisa, sob uma perspectiva antropológica e humanista, uma administração do ensino superior, onde o aspecto hu­ mano não é pensado na sua verda­ deira dimensão. Utiliza, como recur­ sos metodológicos, a observação, a consulta bibliográfica e a reflexão pessoal, considerando, entre outros, o passado racionalista e a Revolução Industrial como fundamento históri­ co do nascimento da organização empresarial. Conclui com uma pro­ posta utópica da administração do ensino universitário. (Do original-CIBEC) LOC: CIBEC T 378.1 D472d 202 Figueiroa, Carlos Palia. Experiênci­ as de regimes acadêmicos. In: Se­ minário Internacional sobre Ad­ ministração Universitária: Estru­ tura e Funcionamento da Univer­ sidade na Década de 90 (2: 1991: Natal) Anais... Natal: UFRN, 1991. p.59-67 RES: Experiências de regimes acadêmicos no México referentes a sistemas de crédito anual ou semes­ tral, à departamentalização e à flexi­ 81 bilidade que os alunos podem encon­ trar no sistema de crédito, aos pro­ blemas existentes na administração acadêmica, no que se refere a profes­ sores e a um conjunto de medidas para atuar entre professores c estru­ tura acadêmica. São expostos, ain­ da, os regimes acadêmicos da UFSC, da UFG, eUFRN. (VIL-CIBEC) 203 Gervais, Michel. Modernização da estrutura e funcionamento da uni­ versidade. In: Seminário Interna­ cional sobre Administração Uni­ versitária: Estrutura e Funciona­ mento da Universidade na Dé­ cada de 90 (2: 1991: Natal) Anais... Natal: UFRN, 1991. p.105-115 RES: A Universidade de Lavai, fundada em 1608, foi o berço da ci­ vilização francesa na América do Norte. Em 1852 obteve um alvará autorizando o estabelecimento de uma universidade. Dirigida por Conselhos de Administração durante quase um século, foi em 1971 concedido novo alvará rompendo as ligações com o seminário do Quebec e que previa eleição do reitor a cada cinco anos, por um Colégio Eleitoral composto de professores, professores adminis­ tradores e estudantes. A transforma­ ção, em 1971, da estrutura de gover­ no do sistema de uma única câmera ao sistema de duas câmeras (Conse­ lho de Administração e um Senado Acadêmico) teve como objetivos: sal­ vaguardar a Instituição e proteger sua autonomia; tomar mais produtiva a relação univcrsidade-sociedadc; maximizar a gestão universitária; cri­ ar um fórum propício aos debates universitários e reforçar o apoio po­ lítico c financeiro da universidade. Esta transformação tramita cm for­ ma dc projeto de lei na Assembléia Nacional do Quebec. (VIL-CIBEC) 204 Kunsh. Margarida Maria Krohling. Universidade e comunicação na edificação da sociedade. São Paulo: USP, 1991. 113f. Tese (doutorado em Ciências da Co­ municação) RES: Com base em referencial te­ órico. focaliza a universidade enquan­ to organização social complexa, sua produção e a difusão desta por meio de um sistema de comunicação. A partir dos dados levantados, através dc um questionário dirigido a 84 uni­ versidades brasileiras, analisa como se processa a comunicação em seu meio e como sc realiza a divulgação da produção científica, esboçando um modelo dc sistema planejado dc co­ municação para a estrutura orgânica universitária. (VIL-CIBEC) LOC: CIBEC T 378 4 K96u 205 82 Lècuyer, Jacques. Repercussão do regime acadêmico nas funções básicas do ensino, pesquisa e ex­ tensão. In: Seminário Internacio­ nal sobre Administração Univer­ sitária: Estrutura e Funcionamen­ to da Universidade na Década de 90 (2: 1991: Natal) Anais... Na­ tal: UFRN, 1991. p.71-81. RES: As transformações realiza­ das no sistema educativo levaram as universidades do Quebec (Canadá) a revisar os programas universitários, adaptando-os à nova conjuntura. Os programas foram divididos em quin­ ze horas, correspondentes a um cré­ dito. No regime acadêmico baseado na unidade de crédito, a promoção se faz por matéria, devendo o aluno, para obter seu diploma, efetuar ati­ vidades previstas no programa de formação. Isto requer objetivos e ati­ vidades definidos para que o proces­ so de formação seja coerente, ga­ rantindo a qualidade da formação. A característica modular facilitou o aces­ so aos estudos superiores respondendo às necessidades dos diversos clientes. O regime acadêmico modular toma mais complexas a gestão e a organiza­ ção das atividades acadêmicas exigin­ do uma negociação entre os adminis­ tradores, os funcionários e alunos. (VIL-CIBEC) 206 Leitão, Sérgio Proença. A decisão na academia. Rio de Janeiro: UFRJ, 1991. 427p. Tese (doutorado em Educação) RES: Investiga a natureza do pro­ cesso dccisório no interior da organi­ zação universitária, considerando a decisão na academia um fenômeno complexo, que necessita de uma abor­ dagem que o apreenda em sua totali­ dade. Nessa perspectiva, reúne como um só referencial teórico os cinco mo­ delos mais conhecidos — burocrático, racional, político, consensual e anár­ quico — para explicar esse processo, desenvolvendo um método qualitativo que combina o analítico com o sintéti­ co para chegar à visão total desse fe­ nômeno, e abrindo caminho para um tratamento mais abrangente da decisão. (Do original-CIBEC) LOC: CIBECT 378.1 L533d 207 Lima, Emília Freitas de. Projeto pe­ dagógico global da UFAL-PPG/ UFAL. In: Reunião Plenária Setorial Nordeste [sobre] Inte­ gração das Universidades do Nor­ deste para o Desenvolvimento Regional (1990: Teresina) Anais... Brasília: CRUB, 1991. p.40-43 RES: A atuação do PPG é o cur­ rículo, entendido de forma global com as seguintes etapas: marco referencial com a visão de sociedade-universida- de, atuação da área de estudo no país e na região; marco conceituai e mar­ co estrutural. É um projeto que, atra­ vés de um processo participativo e con­ 83 tinuo de ação-reflexão-ação, objetiva a melhoria da qualidade do ensino de graduação da UFAL. O PPG foi im­ plantado na área de Saúde com cinco cursos: Medicina, Enfermagem, Nutri­ ção. Odontologia c Educação Física. (LNMC-CIBEC) 208 Lonergan, Tcrrence. Impacto da co­ operação internacional nos pro­ gramas de desenvolvimento uni­ versitário. In: Seminário Interna­ cional sobre Administração Uni­ versitária: Estrutura e Funciona­ mento da Universidade na Déca­ da de 90 (2: 1991: Natal) Anais.. Natal: UFRN, 1991. p.27-31 RES: A cooperação internacional deve tentar influenciar o desenvolvi­ mento universitário baseando-se na concepção de que a universidade tem seu papel e suas responsabilidades em face da sociedade civil, observada a qualidade de sua pesquisa e de seu ensino. O meio ambiente é tema re­ cente desta cooperação, onde o ma­ nejo sustentável dos recursos será baseado em modelos de produção com a participação das comunidades envolvidas, proporcionando lucros compatíveis como o padrão de vida moderno. A cooperação internacio­ nal deve-se inserir dentro de conceito político, econômico e social e concre­ tizar-se em programas eficazes. (VIL-CIBEC) 209 Romeo, Raymundo Martins. Moder­ nização da cstruhira e funcionamen­ to da universidade. In: Seminário Internacional sobre Administração Universitária: Estrutura e Funcio­ namento da Universidade na Déca­ da de 90 (2: 1991: Natal) Anais. Natal: UFRN, 1991. p. 125-129 RES: A universidade pública bra­ sileira não tem nenhuma capacidade de autogerir ou autogcrcnciar, pois o Estado não lhe deu liberdade para fúncionar e capacidade de decisão. No que se refere à administração c à gerência administrativa c financeira, o governo federal fiscaliza inclusive o pagamento do pessoal. O processo decisóno nas universidades deve ser debatido dentro da própria universi­ dade. A dependência do poder cen­ tral, reitoria, coloca-a em posição secundária, atrelada ainda ao CFE. A questão da democratização fica prejudicada no que diz respeito ao processo decisório, caindo nas mãos do reitor. A relação Estado x Univer­ sidade deve sofrer mudanças para que a mesma possa estabelecer sua estru­ tura e ideal universitário. (VIL-CIBEC) 210 Silva, José Carlos Almeida da. Cen­ tro de pós-graduação c de pesqui­ sa em educação no Nordeste. In: Reunião Plenária Setorial Nordes­ te [sobre] Integração das Univer­ sidades do Nordeste para o Dc- 84 senvolvimento Regional (1990: Teresina) Anais... Brasília: CRUB, 1991. p.29-32 RES: A reunião da Setorial Nor­ deste do CRUB compareceram cin­ co universidades federais, quatro es­ taduais c duas católicas, sendo adotadas as seguintes deliberações: aprovar a implantação do mestrado de pesquisa em educação para as uni­ versidades do Nordeste com sede na PUC de Salvador, em convênio com a Universidade de Quebec, em Mon­ treal (UQAM); viabilizar a criação de um curso dc doutorado na mesma linha de pesquisa; criar um comitê de coordenação constituído pelos repre­ sentantes da Setorial Nordeste do CRUB, da reitoria da UFAL, da uni­ versidade dc Quebec, da reitoria da UFES, da UNEB, da UESB e FESPI; criar um grupo dc trabalho para pla­ nejar e executar as deliberações do comitê do âmbito legal, pedagógico e administrativo-financeiro; iniciar o curso de mestrado em agosto de 1991. (LNMC-C1BEC) 211 Silva, Marilena Correia da. Moder­ nização da estrutura e funciona­ mento da universidade. In: Semi­ nário Internacional sobre Admi­ nistração Universitária: Estrutu­ ra e Funcionamento da Universi­ dade na Década de 90 (2: 1991: Natal) Anais... Natal: UFRN, 1991. p.130-135 RES: O processo decisório nas universidades é complexo, pois ela comporta, ao mesmo tempo, espe­ cificidade técnica, pluralidade políti­ ca e a natureza pública. A comuni­ dade acadêmica, as entidades sindi­ cais e a relação com o Estado são os vários elementos envolvidos no pro­ cesso decisório na universidade. O processo de autonomização univer­ sitária não pode ser controlado pela sua natureza universal. As articula­ ções institucionais resultam da reor­ ganização da sociedade civil e da ne­ cessidade interna do sistema de ensi­ no superior. As mediações para a so­ brevivência da universidade passam pela manifestação do Estado, pela comunidade acadêmica e pelas orga­ nizações universitárias. (VIL-CIBEC) 212 Universidade Federal da Paraíba. Planejamento geral do mestrado — 1990-1992. Paraíba: UFPB, 1991. 98f. RES: Apresentação da estrutura geral do curso de Mestrado em Edu­ cação para o período 1990-1992, voltado para a educação popular, contemplando a educação básica e a educação de adultos, destacando a política geral do curso, sua estrutura operativa, comissões permanentes; o plano de ação das comissões; o pla­ no orçamentário e o catálogo do cor­ po docente. 85 preferem o supletivo, reforçando o fato de que é a busca do creden- cialismo o que mais importa. As es­ colas são monótonas, cansativas c pobres; mesmo o convívio social é prejudicado pelas péssimas condições físicas do prédio e dos equipamen­ tos. Os jovens preferem matricular- se no centro da cidade próximo aos locais de trabalho. (RAO-CIBEC) LOC: CIBEC Rp 37.018.42 S3I8e 216 Sousa, Janice T. Ponte de (Coord). O aluno da UEM: uma análise psicológica de suas características para a construção de um projeto pedagógico. Maringá: FUEM, 1991. 2v. RES: Dos 6.882 estudantes ma­ triculados no segundo semestre de 1989, responderam ao questionário 4.412. As respostas dadas à questão aberta geraram 3.602 manifestações classificadas em seis temas: percep­ ção sobre a universidade, qualidade do ensino/curso, qualificação e inte­ resse dos docentes, movimentos uni­ versitários. infra-estrutura física e organizativa, outras opiniões. Os es­ tudantes reconhecem a importância e preocupam-se com o futuro da uni­ versidade; percebem o descaso dos órgãos governamentais e que a auto­ nomia não elimina a administração competente. A sua rebeldia é insufi­ ciente para interferir nas condições estruturais, por isso o movimento es­ tudantil conta com a participação res­ trita em alguns cursos. Os estudan­ tes e suas famílias cursaram a escola pública de 22 grau e têm uma expec­ tativa de mobilidade social no senti­ do de compensação/superação da baixa escolaridade dos pais. (RAO-CIBEC) LOC: CIBEC Rp 378.18(816.22) S725a 217 Zibas, Dagmar M. L. (Coord ). O perfil sócio-cultural de alunos tra­ balhadores do ensino noturno de 2° grau através da análise de seu cotidiano. [São Paulo): FCC, 1991. llf. RES: Estudo de caso numa esco­ la estadual de ensino de l9 e 29 graus, em Diadema (SP), onde os alunos tra­ balham de 8 a 9 horas por dia, desde os 14 anos, sendo 38,2% na indús­ tria e 40,6% no setor de serviços. As atividades da escola se subordinam ao objetivo de manter a ordem a qual­ quer custo, o que provoca reações de diversos níveis. Os dados recolhidos justificam a retomada do “Projeto Noturno” quando essa escola desen­ volveu um projeto pedagógico volta­ do para as reais necessidades dos alu­ nos, mas que foi cancelado pela Se­ cretaria de Educação. (RAO-CIBEC) LOC: CIBEC Rp 37.018.42 Z64p 218 87 04.04 — ADMINISTRAÇÃO DAS INSTITUIÇÕES DE ENSINO — PROFESSOR Arena. Dagobcrto Buim. Do instru­ tor ao alfabetizador-leitor: o ca­ minho histórico e o horizonte pos­ sível. EM ABERTO. Brasília (DF), v.10. n.52 (out./dez. 1991) p.13-20 RES: O professor alfabetizador, não possuindo o domínio da língua cm suas várias manifestações soci­ ais. transforma os procedimentos metodológicos, para atuação em sala de aula, em técnicas repassadas para formar apenas um instrutor. A for­ mação do professor deve ser susten­ tada enquanto usuário da escrita e da leitura, ajustada a questões do ser professor As pesquisas apontam para a realfabetização do professor que exige o domínio da leitura, da escrita e da construção de diferentes tipos de textos. (V1L-C1BEC) 219 Bordin. Ronaldo; Falk, João Wemcr Caracterização do corpo docente da Faculdade de Medicina da Universidade Federal do Rio Grande do Sul. R. HCPA, Porto Alegre (RS), v. 11, n.2 (ago. 1991) p.110-112 RES: Estudo exploratório da di­ nâmica da força de trabalho docente da FAMED/UFRGS, segundo as va­ riáveis do plano de carreira, carga horária c titulação. Descreve o perfil do corpo docente que é composto basicamente por professores de bai­ xa titulação acadêmica, sem carga horária para pesquisa ou extensão. Há progressão funcional por tempo de serviço e não por titulação. Tal perfil deveria ser modificado se efe­ tivamente visasse formar um médico gcncralista. adequado às reais neces­ sidades de saúde da população bra­ sileira. porém, quando da implanta­ ção do novo currículo, novos estu­ dos devem ser realizados para captar a dinâmica destes postos de trabalho e adequá-los às prioridades tanto de qualidade quanto em quantidade. (LNMC-CIBEC) 220 Engers, Maria Emília Amaral. A efi­ cácia do professor alfabetizador e a educação do professor EDU­ CAÇÃO, Porto Alegre (RS), v 14. n.20 (jan./jun. 1991) p 7-14 RES. Relata alguns aspectos da tese de doutorado: “O Professor Alfabetizador Eficaz: análise de fa­ tores influentes da eficácia do ensi­ no". Pesquisa qualitativa identifica os fatores que se relacionam com a al­ fabetização eficaz, com base na per­ cepção dos alfabetizadores bem-su- cedidos A satisfação com o trabalho é demonstrada pelo contato com as crianças, pelo gostar de seu trabalho, pelo incentivo que recebem do aluno, 88 pela oportunidade em vivcnciar o crescimento, a descoberta das crian­ ças. O desencanto é revelado pelo pouco incentivo recebido da escola, da família c do sistema de ensino, pouco reconhecimento do papel do educador e pelo excesso de burocra­ cia exigido em seu trabalho. A ação pedagógica evidencia competência técnica, segurança, fluência verbal, atenção com os alunos e alto por- centual no aproveitamento do tempo. (VIL-CIBEC) 221 Paixão. Léa Pinheiro. Mulheres mi­ neiras na República Velha: pro­ fissão: professora primária. EDUC EM R, Belo Horizonte (MG), n.14 (dez. 1991) p. 12-25 RES: Depoimentos de 35 profes­ soras primárias mineiras que inicia­ ram carreira no período 1924/1938 permitiram realizar reflexão sobre essas profissionais. A dominação do cargo por mulheres decorre da similitude entre a atividade domésti­ ca e a de ensinar, vista como exten­ são do trabalho educativo desenvol­ vido pela mulher no âmbito da famí­ lia. Para a época, ser professora pri­ mária permitia assumir profissão ou ampliar o espaço vital. O salário, o desafio e a satisfação foram os fato­ res mais importantes na escolha da profissão. (VIL-CIBEC) 222 Silva, Etclvina Maria Valente dos Anjos. Professor universitário: dificuldades na prática docente. Piracicaba: UNICAMP, 1991 163f. Dissertação (mestrado em Educação) RES: Estudo sobre as dificulda­ des vivenciadas pelos professores na sua prática pedagógica, tomando como situação-problema a capa­ citação dos docentes do Centro de Ciências Agrárias da Universidade Federal de Viçosa (MG). Os resulta­ dos indicam que: os professores es­ tavam preocupados com aspectos de infra-estrutura; havia um certo grau de deficiência no que tange a uma visão da totalidade do ensino, enquan­ to instrumento na promoção do cida­ dão comprometido com a profissão e com a sociedade; as dificuldades de caráter didático-pedagógicas referi- am-se à falta de conhecimento de metodologias e técnicas de ensino. (Do original-CIBEC) LOC: CIBEC T 378.124 S586p 223 Simões, Sonia Pires. A relação entre a postura teórica e a prática dos professores de Didática das insti­ tuições do ensino superior. Rio de Janeiro: UFRJ, 1991.69f. Disser­ tação (mestrado em Educação) RES: Procura detectar se as pos­ turas teóricas e o desempenho dos professores estariam voltados para uma visão progressista ou conserva­ 89 dora da educação, através do levan­ tamento das opiniões de 20 professo­ res e 306 alunos de três IES no mu­ nicípio do Rio de Janeiro. Nos resul­ tados, observou uma certa uniformi­ dade na opinião dos professores. Eles consideram que um professor de Di­ dática deve adotar uma postura pro­ gressista. No entanto, as respostas dos alunos evidenciam que a prática desses professores não é totalmente progressista. (Do original-CIBEC) LOC: CIBEC T 378.124 S593r 224 04.05 — ADMINISTRAÇÃO DAS INSTITUIÇÕES DE ENSINO — MAGISTÉRIO Bernardo, Maristela Veloso Campos. Uma pedagogia para a nossa rea­ lidade escolar. DIDÁTICA, São Paulo (SP), v.26/27, (1990/1991) p.91-96 RES: Os problemas do cotidiano do professor vão desde as condições precárias de trabalho, a insuficiência das políticas públicas relativas aos setores de saúde e habitação, culmi­ nando com a questão salarial. O seu compromisso diz respeito à proble­ mática educacional. O professor que adota o pensamento como atividade radical se obriga a considerar a con­ dição humana e a qualificar a educa­ ção que deseja conhecer e praticar. (VIL-CIBEC) 225 Haguette, André. Educação: bico, vocação ou profissão? EDUC E SOC., Campinas (SP), v. 12, n.38 (abr. 1991) p.109-121. RES: Os governos tratam os pro­ fessores e os servidores técnico - ad­ ministrativos como “biqueiros”, des- respeitando-os c desvalorizando-os, rebaixando com isso a qualidade do ensino e inviabilizando a univer­ salização da escola dc primeiro e se­ gundo graus O “bico”, é o trabalho exercido em tempo parcial com o objetivo de obter uma recompensa monetária, não podendo exigir do professor competência, assiduidade c dedicação. A “vocação' tem por ob­ jetivos, a manutenção das formas dominantes de poder c o rebaixamen­ to da qualidade do ensino c da apren­ dizagem. O profissionalismo neces­ sita dc uma estrutura institucional adequada que inclui o equilíbrio das forças sociais Assinalam-sc três tra­ ços no profissionalismo: a discipli­ na, a burocracia e o código ético, exigindo racionalidade, especi­ ficidade de função e universalismo no atendimento. (VIL-CIBEC) 226 Odorizzi, Carmen Maria Andrade. Estudo de caso: posicionamento te­ órico de um professor dc Filosofia de segundo grau através de obser­ vações. VIDYA, Santa Mana (RS), v.l0,n.l5(jan./jun.l991)p. 71-80. 90 RES: Dentro da disciplina de Fi­ losofia, na 2- serie do 29 grau, habili­ tação em Técnico de Contabilidade de escola pública, o professor obser­ vado abordou o assunto “Recons- trutivismo”. O professor, ao iniciara aula, escreveu o título no quadro, dis­ tribuiu folha mimeografada com o texto, passando a fazer a leitura de parágrafo por parágrafo, intercalados de comentários que não excediam ao vocabulário do texto. Não usou exem­ plos c raras vezes permitiu a interfe­ rência dos alunos. O trabalho docen­ te tem refletido pelo tempo afora uma postura positivista cm função da for­ mação acadêmica dos professores, da inexistência de atualização profissi­ onal e da falta de incentivo à mudan­ ça: os professores tendem a depreciar a capacidade do aluno de extrapolar o texto, de relacionar a história e asso­ ciar ao momento; muitas vezes o pro­ fessor tem de ensinar o que não sabe, resultando daí as aulas mal dadas. (Do original-CIBEC) 227 Pinent, Carlos Eduardo da Cunha. Repensando o “dar aula’’. EDU­ CAÇÃO, Porto Alegre (RS), v. 14, n.20 (jan./jun. 1991) p.41-51 RES: A realidade educacional no anos 70 não valorizava a relação pro- fessor-aluno, baseava-sc numa atitu­ de tecnicista. A educação veicula a disseminação da cultura burguesa. O papel do educador, numa sociedade em conflito, é o de formar novos pro­ fissionais do ensino, ensinando-lhes a ler a realidade e a entendê-la. A passividade do aluno, a responsabi­ lidade do professor, o cumprimento do conteúdo são aspectos da educa­ ção formal que devem ser discutidos para se alcançar o equilíbrio entre a transformação e a estabilidade. (VIL-CIBEC) 228 Santos, Theresa Beatriz Figueiredo. Política de recursos humanos do­ centes na universidade: um estu­ do de caso. Piracicaba: UNIMEP, 1991. 138f. Dissertação (mes­ trado em Educação) RES: Política de recursos huma­ nos docentes da Universidade Meto­ dista de Piracicaba, no sentido de verificar que tipo de política foi ado­ tado pela administração superior no período de 1981 a 1990. Os dados apresentam diferenças nas práticas administrativas da gestão de 1981 a 1985 e de 1986 a 1990. O primeiro período apresentado se caracterizou por práticas voltadas exclusivamen­ te para a referência manutencionista de recursos humanos docentes. No segundo período, as práticas ligadas à política docente já demonstram cer­ ta evolução em parte dos subsistemas analisados: recrutamento e seleção; planos de carreira; apoios às iniciati­ vas, à capacitação; apoios à partici­ pação dos docentes em congressos e 91 encontros científicos. O resultado demonstra que está cm construção na universidade uma política desen- volvimentista. (VIL-CIBEC) LOC: CIBECT 378.1 S237p 229 Zibas, Dagmar M. L. Ensino notur­ no de 2o grau: a voz do corpo do­ cente. CAD. PESQ., São Paulo (SP), n.78 (ago. 1991) p.41-50 RES: A partir da observação das práticas e de entrevistas com profes­ sores de 2o grau, no periodo noturno de uma escola estadual na região metropolitana de São Paulo, discute a questão da formação, da motiva­ ção e do desempenho dos docentes para um ensino direcionado aos inte­ resses de seus alunos trabalhadores A experiência que vários professores vivenciaram e relataram, de partici­ pação no Projeto Noturno, implanta­ do pela Secretaria de Educação do Estado em 1984 (e posteriormente desativado), leva a pleitear uma reavaliação c a reativação do Projeto, cujos resultados parecem ter propicia­ do, entre outros, a valorização e o me­ lhor desempenho do corpo docente. (Do original-CIBEC) 230 04.06 — ADMINISTRAÇÃO DAS INSTITUIÇÕES DE ENSINO — PESSOAL TÉC­ NICO- ADMINISTRATIVO Santos, Maria Aparecida Paiva Soa­ res dos; Ramos, Nelcy das Neves. A prática cotidiana dos profissio­ nais da educação em escolas públi­ cas: a difícil relação teoria-prática. Belo Horizonte: UFMG, 1991.45f. RES: Os dados obtidos nos depo­ imentos gravados de dez egressos do curso de Pedagogia da Faculdade de Educação da UFMG, graduados a partir de 1978, aprovados em con­ curso para orientador educacional nas redes de ensino público municipal e estadual, e na observação durante uma semana das atividades que rea­ lizam nas escolas, foram discutidos pelos próprios sujeitos da pesquisa em dois seminários As precárias con­ dições das escolas, os baixos salári­ os, a falta de uma política educacio­ nal coerente e adequada às necessi­ dades da população se misturam aos sentimentos de incompetência, de confusão de papéis (eles não aceitam o rótulo de “psicólogos”, mas reali­ zam atendimento terapêutico de na­ tureza psicológica) e de falta de re­ conhecimento do seu trabalho Assu­ mindo indiscriminadamente a incum­ bência de resolver os problemas da escola, o orientador perde a oportu­ nidade de sistematizar suas ações. (RAO-CIBEC) LOC: CIBEC Rp 37.048.3 S237p 231 Werle, Flávia Obino Corrêa. Estado e a política da eleição de diretores 92 do Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná. EDUC. E REAL , Porto Alegre (RS), v. 16, n.2 (jul /dez. 1991) p.35-45 RES Descreve c analisa a política dos estados de Santa Catarina, Paraná e Rio Grande do Sul para a escolha de dirigentes de escolas de Io e 29 graus. Analisa as reivindicações à luz da le­ gislação, o processo, as marchas e con- tra-marchas para a conquista e im­ plementação desse direito de escolha. (PTRM-CIBEC) 232 Werle, Flávia Obino Corrêa. O dire­ tor dc escola no Brasil: significa­ dos EST LEOPOLD., São Leo­ poldo (RS), v.27, n.124 (set./ out. 1991) p.23-33 RES: O diretor dc escola tem sido tratado como único responsável pela administração na escola pública bra­ sileira. Atualmente a função diretiva parece estar passando por uma mu­ dança dc significado: do enfoque pes­ soal e centrado na pessoa do diretor para um enfoque na equipe diretiva. (VIL-CIBEC) 233 04.07 — ADMINISTRAÇÃO DAS INSTITUIÇÕES DE ENSINO — REGIMENTO ESCOLAR Araújo, Maria Inês de (Coord.). Ori­ gens sociais e escolares da in­ disciplina escolar: um estudo de caso em escolas públicas da Paraíba. João Pessoa: UFPB, 1991. 58f. RES: O relatório aborda o pro­ blema da indisciplina escolar vista pelos educadores e verificada em ar­ tigos educacionais de quatro periódi­ cos brasileiros: Revista da ANDE, Cademos de Pesquisa da FCC, Re­ vista Brasileira de Estudos Pedagó­ gicos e Educação e Sociedade. Na segunda parte apresenta o roteiro e a metodologia para a pesquisa “Indis­ ciplina escolar: um estudo de caso nas escolas públicas da Paraíba”. (GLM-CIBEC) LOC: CIBEC Rp 37.057 A663o 234 Barcelos, Eronita Silva. Ano letivo: um espaço-tempo da escola. ESP. ESC., Ijuí(RS), v. 1, n.l (jul./set. 1991) p.5-12 RES: A estruturação espaço-tem- poral faz parte integrante do cotidia­ no, que se organiza, ampliando-se ou restringindo-se, conforme os interes­ ses em jogo. A escola deve conceber o ano letivo como resultado da ação de educadores e educandos num pro­ cesso interativo, trabalhando suas aspirações e compromissos. O con­ teúdo da organização do ano letivo é o trabalho pedagógico sistemático no qual a reflexão e o registro sejam ta­ refa coletiva e se constituam na pró­ pria avaliação do aproveitamento de 93 tempo. O bimestre deve ser pensado como uma etapa do processo peda­ gógico do ensinar c do aprender, evi­ tando a simples denominação dos meses que o compõem. (VIL-CIBEC) 235 Bonitatibus, Suely Grant. Extensão da jornada escolar: uma (velha) questão em debate. R. FAC. EDUC. USP, São Paulo (SP), v. 17, n.1/2 (jan ./dez. 1991) p.128-147 RES: A partir da análise das con­ dições concretas em que se dá o pro­ cesso de escolarização no Brasil, pro­ cura-se discutir os prováveis efeitos da extensão da jornada diária de tra­ balho escolar, na rede pública de en­ sino. Antecipa as repercussões junto aos segmentos sociais a serem atin­ gidos por ela. Complementam o es­ tudo informações gerais extraídas de pesquisas internacionais sobre o tema. (VIL-CIBEC) 236 Capellesso, Maria Ottilia. Escolas multisseriadas esperam mudan­ ças. CONSCIÊNCIA, Palmas (PR), v.5, n.l (jan./jun. 1991) p.29-33 RES: Os problemas que envolvem as escolas multisseriadas vão desde a falta de material didático, em casa c em sala, até a dificuldade do pro­ fessor em explicar para diferentes séries ao mesmo tempo. As me­ todologias utilizadas cm sala de aula devem ser direcionadas, nas quatro séries, para o mesmo assunto. Rela­ to de experiências mostra que para a melhoria do ensino as escolas deve­ ríam possuir mais material didático, auxiliares para liberar o professor para as atividades didáticas e melhor remuneração deste. (VIL-CIBEC) 237 Cardoso. Mana Helena Fernandes. Instituição escolar: identificação e representação. In. Veiga. Ilma Passos Alcncastro Escola funda­ mental: currículo e ensino. Cam­ pinas: Papirus, 1991. p 23-38 RES: Os mecanismos pedagógi­ cos são produzidos para a escola e não pela escola, atendendo a interes­ ses que não coincidem com os da co­ munidade. A escola é um aparelho de aprender, onde, em cada nível, a pes­ soa é ajustada e utilizada num pro­ cesso em que o conhecimento é pro­ duzido de uma fomia controlada e manipulada. (RAO-CIBEC) 238 Giacomassa, Ana Dalla. O desafio do ensino nas classes multisseriadas. CONSCIÊNCIA, Palmas (PR), v.5, n. 1 (jan./jun. 1991) p.21-28 RES: As causas do baixo nível da escrita c leitura envolvem a baixa 94 condição socioeconômica dos alunos, as transferências, o analfabetismo e alcoolismo dos pais. A escola não pode ficar alheia à situação de po­ breza e descaso do meio cm que vi­ vem seus educandos. Nas escolas multisseriadas, o professor exerce todas as funções: faxineiro, me- rendeiro, orientador pedagógico, alfabetizador, diretor e professor, tra­ balhando ainda sem material didáti­ co. Como solução apresenta o fim das classes multisseriadas, a adoção de classes seriadas c investimento no professor. (V1L-CIBEC) 239 05.02 — ECONOMIA E EDU­ CAÇÃO — TRABALHO Brito, Itamar Sousa. A relação edu- cação-trabalho na política educa­ cional brasileira e suas implica­ ções no sistema de ensino do Es­ tado do Piauí. Brasília: UnB, 1991. 238f. Dissertação (mes­ trado em Educação) RES: Focaliza, através da legis­ lação do ensino e do planejamento educacional, a relação cducação-tra- balho na política educacional brasi­ leira, no período de 1971-1990, e a repercussão dessa política no siste­ ma piauiense de ensino. Estuda, ain­ da, os pressupostos teóricos em que se apóia a política de profissio­ nalização, via educação formal, e questiona o locus da profissio­ nalização na educação brasileira e os vínculos de dependência do sistema estadual ao sistema federai. (Do original-CIBEC) LOC: CIBECT 37:331 B862r 240 Pucci, Bruno (Coord.); Sguissardi, Valdemar (Coord.). Na escola do trabalhador o trabalho não entra. São Carlos: UFSCAR, 1991. 2v. RES: Relatório final do projeto de pesquisa “Qualidade do ensino, qua- lificação-desqualificação e necessida­ des do aluno trabalhador”, que faz parte do Programa Diagnóstico Es­ tadual da Educação. Alunos e pro­ fessores da 8- série de quatro escolas do município de São Carlos (SP) res­ ponderam ao questionário elaborado a partir daquele que Karl Marx usou para levantar a situação operária na França em 1880. O ensino noturno não é uma escolha; é a única alterna­ tiva para os que necessitam conciliar duas jornadas: a de trabalho e a de estudo. Porém, o ensino noturno exis­ te porque é fruto de lutas históricas dos próprios trabalhadores, cujas necessidade e vontade contrastam com a falácia das garantias legais de gratuidade e igualdade de acesso, permanência e aproveitamento esco­ lar. Aos trabalhadores da educação (os professores) resta articular-se com as demais lutas por todos os di­ reitos fundamentais da cidadania. 95 (RAO-CIBEC) LOC. C1BEC Rp 331:37 P977n 241 Santos, Edmilson Menezes. Conside­ rações sobre alguns prismas de educação e trabalho cm Kant c Marx. Campinas: UNICAMP, 1991. 160p Dissertação (mes­ trado cm Educação) RES: Analisa alguns aspectos das filosofias de Kant c Marx, através da categoria trabalho, considerando que os autores atrelam esta questão ao aspecto pedagógico. Parte dos pres­ supostos de que cm Kant a educação pelo trabalho se reveste de profun­ das implicações morais, c que segun­ do Marx o trabalho no sistema capi­ talista passou a ser a negação do ho­ mem, sendo necessário atrelar a edu­ cação c o trabalho a uma espécie de ética socialista. Examina a filosofia prática de Kant e suas reflexões so­ bre a moral, o trabalho e a Pedago­ gia; o lugar da ética no marxismo; o trabalho como mediador da relação homem/natureza e sua degeneres- cência no capitalismo; e o aspecto pedagógico do trabalho e seu víncu­ lo com a instituição escola. Ressal­ ta os pontos significativos aborda­ dos pelos filósofos sobre essa pro­ blemática. (Do original-CIBEC) LOC: CIBEC T 37.035.3 S237c 242 Shiroma, Eneida Oto. O “modelo ja­ ponês” e a educação do trabalha­ dor. PRO-POSIÇÕES, Campinas (SP), n.5 (ago.1991) p.61-67 RES: O “modelo japonês” deve ser entendido como uma forma de controle da força-de-trabalho e, ao mesmo tempo, como um instrumento para a classe trabalhadora melhorar as condições e relações de trabalho A gerênciajaponesa visa aumentar o compromisso da mão-de-obra com os objetivos da empresa, motivando os operários a participarem da resolu­ ção dos problemas da firma com seu conhecimento da produção. A va­ lidade deste saber favorece não só estratégia de valorização da empre­ sa, mas também a resistência do operariado. (VIL-CIBEC) 243 Tavares, Teresa Cristina Stavcle (Coord ). Educação e trabalho: mão e contra-mão. Rio de Janei­ ro: Senai, 1991. 77f. RES: Estudo de caso com um gru­ po de motoristas de ônibus coletivos urbanos, de empresas particulares, sobre a eficácia pedagógica do curso oferecido pelo Centro de Tecnologia de Transportes do SENAI, no Rio de Janeiro A coleta dos dados utilizou questionário aplicado aos alunos do curso c entrevista semi-estruturada com outros profissionais envolvidos no mesmo ambiente de trabalho: chefe 96 de tráfego (despachante), cobrador, fiscal de linha e empresários do se­ tor. Os pressupostos teóricos do cur­ so de direção defensiva baseiam-se na teoria de Skinncr c a sua meto­ dologia evoluiu para o ensino por módulos, com programas específicos que enfatizam apenas o que serve para o cumprimento da tarefa. Cinco alunos aprovados foram observados cm seu ambiente de trabalho, consta­ tando que os ensinamentos e técnicas aprendidos no curso não podiam ser aplicados, dadas as condições ergo­ nômicas da estação de trabalho (ôni­ bus): dimensões inadequadas às ca­ racterísticas antropométricas do mo­ torista, ruído, vibração e calor que esgotam as condições físicas neces­ sárias à tarefa. (RAO-CIBEC) LOC CIBEC Rp 377.4:62 T23 le 244 05.03 — ECONOMIA E EDU­ CAÇÃO — ECONOMIA DA EDUCAÇÃO Brasil. Ministério da Educação. Co­ ordenação de Informações para o Planejamento. Síntese dos dados sobre despesas cm educação, cul­ tura e desporto: prefeituras muni­ cipais: censo educacional de 1989. Brasília: MEC/SAG/CPS/CPI. 1991. 121p. RJES: Síntese dos principais da­ dos extraídos dos balanços gerais dos municípios referentes ao financia­ mento da educação, cultura e despor­ to realizado pelas prefeituras muni­ cipais no exercício de 1988. (ALM-CIBEC) LOC: CIBEC 31:37.014.543 B823s 245 Castro, Nancy Campi de. Vale a pena investir em educação?. EDUC. BRAS., Brasília (DF), v. 13, n.26 (jan./jun. 1991) p. 179-202 RES: O investimento em Educa­ ção é avaliado sob os aspectos indi­ vidual e social. E comentado o retor­ no do investimento educacional e a depreciação do capital humano. Apresenta o relato de avaliação do Programa Institucional de Capa­ citação Docente (PICD), vivenciado na Universidade Federal de Juiz de Fora, programa financiado pela Ca­ pes, num período temporal de quinze anos de atuação. As conclusões so­ bre o PICD/UFJF, como programa de capacitação de recursos humanos na universidade pública brasileira, são administrativamente uma espécie de mapeamento de pontos a serem enfatizados e evitados, na realização de um programa de tal tipo. (PTRM-CIBEC) 246 Leal, Carlos Ivan Simonsen; Werlang, Sérgio Ribeiro da Cos­ ta. Retornos em educação no Bra­ sil: 1976/89. PESQ. E PLANEJ. 97 ECON., Rio de Janeiro (RJ), v.21, n.3 (dez. 1991) p.559-574 RES: As taxas de retomo pesso­ ais dos investimentos em educação no Brasil são calculadas com base nos dados das PNADs, utilizando-se metodologia desenvolvida por Min- cer. As principais conclusões são: 1) os retornos em educação estão ao re­ dor de 16% ao ano; 2) os retornos sobre os cursos secundário e superi­ or estão se elevando ao longo do pe­ ríodo estudado, enquanto a taxa so­ bre o primário está em declínio; 3) as taxas de retomo mais elevadas são do secundário e do primário iniciante (Ia à 4- série); 4) e o primário avan­ çado (5a à 8a série) apresenta retor­ nos substancialmcnte menores que os outros níveis. (Do original-CIBEC) 247 Leal, Maria Cristina. Clientelismo na educação: condicionantes do pla­ nejamento na alocação de recur­ sos no Io e 2o graus. Rio de Janei­ ro: UFRJ, 1991.230f. Tese (dou­ torado em Educação) RES: A partir da divulgação esis- tematização da literatura sobre clientelismo, resultante da ação arti­ culada de políticos e burocratas, ana­ lisa o impacto deste fenômeno na política educacional brasileira, onde ocorre manipulação de recursos pú­ blicos direcionados para a educação de Io e 2o graus, resultando cm alto grau de ineficiência social. A trans­ parência sobre a maneira como os recursos são captados c distribuídos é essencial para que se tenha um en­ sino de qualidade, e a garantia de di­ reitos sociais decorrerá da existência de participação efetiva do cidadão na discussão e implementação da políti­ ca educacional (ALM-CIBEC) LOC: CIBEC T 37.015.6 L435c 248 Melchior, José Carlos de Araújo. Fi­ nanciamento da educação: gestão democrática dos resumos finan­ ceiros públicos em educação. In Ensino médio como educação bá­ sica. São Paulo, Brasília: Cortez: SENEB, 1991 p 71-96 RES: Abordagem administrativa do planejamento da execução e do controle social dos recursos financei­ ros públicos para ampliar a concep­ ção de que a gestão democrática se dá pela via exclusiva da participação dos interessados nos órgãos deci- sórios. Retrata a experiência do Es­ tado de São Paulo, que não se diferen­ cia do resto do país, quanto à sistemá­ tica do planejamento público c da exe­ cução orçamentária, c o controle soci­ al dos recursos financeiros públicos. (LNMC-C1BEC) 249 Meyer Junior, Victor. Financiamen­ to do ensino superior no Brasil: 98 reflexões sobre fontes alternativas de recursos. Bragança: Instituto Politécnico de Bragança, 1991. 34p. (Estudos, n. 14) RES: O financiamento das insti­ tuições brasileiras de ensino superi­ or se constitui cm tema muito debati­ do, mas pouco estudado, com impli­ cações não só no campo educacional mas também nos campos econômi­ co, social c político. Nos últimos anos, as instituições de ensino supe­ rior têm enfrentado sérias restrições de recursos financeiros que limitam significativamente seus desempenhos. Examina quatro fontes alternativas de financiamento: a) empresas, funda­ ções c outras organizações privadas; b) organizações públicas; c) cobran­ ça de anuidades; c d) outras fontes de receita, destacando a necessidade de os administradores universitários buscarem novas fontes de recursos, dc acordo com as necessidades das instituições e com a realidade onde estão inseridas. (Do original-CIBEC) LOC: CIBEC 378.014.543 M613f 250 05.04 — ECONOMIA E EDU­ CAÇÃO — RECURSOS FI­ NANCEIROS Costa, Thaís Helena. O financiamento da escola básica: o papel do Tribu­ nal de Contas. In: Cadermatori, Ligia (Org.) O desafio da escola básica: qualidade e eqüidade. Brasília: IPEA, 1991. p. 149-155 RES: Uma das competências dos Tribunais de Contas é emitir parecer sobre as contas prestadas pelos go­ vernos estaduais e municipais, res­ ponsáveis pela aplicação dos recur­ sos do ensino. Editada a Lei n° 7.348/ 82, ela estabeleceu normas para o cumprimento dos dispositivos. Des­ de então, o Tribunal vem formando sua jurisprudência sobre a matéria para divulgação e esclarecimento aos prefeitos. Exerce, ainda, a função fiscalizadora para apuração da res­ ponsabilidade do prefeito que não destinar ao ensino o porcentual obri­ gatório. Para o Tribunal de Contas de São Paulo, os programas suple­ mentares serão financiados com re­ cursos provenientes de contribuições sociais, enquanto que os programas básicos serão financiados com a re­ ceita dc impostos. (VIL-CIBEC) 251 Fonseca, Marilia. O financiamento do Banco Mundial à educação bra­ sileira: cooperação ou endi­ vidamento? Brasília: MEC, 1991. 27f. (Estudos de Planejamento) RES: Resultados da cooperação técnica que o Banco Mundial vem oferecendo à educação brasileira, a partir de 1971. por meio de projetos de co-financiamento com o Ministé­ rio da Educação. 99 (MRNP-CIBEC) LOC: C1BEC 37.014.543 F676f 252 Gomes, Cândido Alberto Transfe­ rências intergovernamentais no ensino fundamental. Brasília: MEC, 1991.57p. (Estudos de pla­ nejamento) RES: Identificação dos critérios de transferências de recursos utiliza­ dos pelo Ministério da Educação aos estados c municípios; análise dos pro­ cessos dccisórios c critérios de alocação de recursos baseados nos conceitos de eficiência e equidade (MRNP-CIBEC) LOC: CIBEC 37 014:543 G633t 253 05.05 — ECONOMIA E EDU­ CAÇÃO — INFRA-ESTRU­ TURA ESCOLAR Carneiro, Waldcck. Utilização da bi­ blioteca escolar como recurso de ensino-aprendizagem cm livros de Didática. Niterói: UFF, 1991. 13If. Dissertação (mestrado cm Educação) RES: Pesquisa bibliográfica in­ vestiga o conteúdo dos livros de Di­ dática indicados no processo de for­ mação de professores dessa discipli­ na em 10 universidades do Estado do Rio de Janeiro no período de 1988 ao Io semestre de 1990. Considera cin­ co categorias temáticas para análise das obras selecionadas: a biblioteca no ensino-aprendizagem; o aluno e a aprendizagem; o professor e o ensi­ no; dinamização do ensino-aprendi­ zagem; e fundamentos sociofilo- sóficos doensino-aprendizagem. Das 2.800 páginas dos 10 livros que com­ põem a amostra, apenas um, "‘Estra­ tégias de Ensino-Aprcndizagem”, de Juan Bordcnave e Adair Pereira, tra­ ta da inserção da biblioteca no pro­ cesso de ensino-aprendizagem no que concerne à sua utilização pelo educando. (LNMC-CIBEC) LOC: CIBEC T 371 64 C289u 254 Klaes, Rejane Raffo Dados e infor­ mações usados na tomada de de­ cisão cm bibliotecas universitári­ as brasileiras: o contexto da ati­ vidade de desenvolvimento de co­ leções Brasília: UnB,1991 271f Dissertação (mestrado cm Biblio­ teconomia) RES: Estudo de caráter explo- ratório-descritivo que verifica o uso dos dados c estatísticas coletadas re­ gularmente pelas bibliotecas univer­ sitárias brasileiras no processo dccisório dentro da atividade de de­ senvolvimento de coleções. Os dados estatísticos para embasar a tomada de decisão referem-se a: função c objetivos da universidade e da bibli­ oteca universitária; programas aca­ dêmicos; comunidade universitária; 100 solicitações dos usuários; situação do acervo, aquisição de material biblio­ gráfico; recursos financeiros; produ­ ção bibliográfica; custos dos materi­ ais bibliográficos. Os resultados fi­ nais mostram que os parâmetros de mensuração das condições das 35 bibliotecas pesquisadas estão aquém do que requer o desenvolvimento de coleções. Ficou evidenciada a coleta de dados globais, simples, des­ vinculada de um objetivo ou utilida­ de específica É importante o estabe­ lecimento de um sistema de informa­ ção gerencial que organize os dados e estatísticas, a fim de que o gerente da biblioteca universitária possa dis­ por de informações pertinentes e ade­ quadas quando assim o necessitar. (LNMC-CIBEC) LOC: CIBECT 027.7 K63d 255 06.01 — FILOSOFIA E CULTU­ RA — CULTURA E CIVILI­ ZAÇÃO Melo, Márcia Maria de Oliveira. A pedagogia sócio-histórica: im­ passes c perspectivas. Recife: UFPE, 1991. 220f. Dissertação (mestrado cm Educação) RES: O estudo de caso, realizado em três escolas públicas do Recife, apesar de ter detectado uma defasa- gem entre o discurso político crítico dos educadores c uma prática peda­ gógica ainda tradicional, evidencia limites e sinais favoráveis de mudan­ ça para a expressão de uma pedago­ gia baseada numa concepção sócio- histórica da educação, dentro do con­ texto de luta entre Estado e a socie­ dade, de crítica à escola capitalista e ao pensamento pedagógico brasilei­ ro na luta pela democratização da sociedade e pela construção de uma escola pública de qualidade. (GLM-CIBEC) LOC: CIBECT 37.013 M528p 256 Novelli, Pedro Geraldo Aparecido. Que pensar do que Hegel dizia sobre a América Latina? Pira­ cicaba: UNIMEP, 1991.277f. Dis­ sertação (mestrado em Educação) RES: Baseado no texto Lições sobre a Filosofia da História do Mun­ do, de Hegel, analisa, em quatro momentos, o que o autor dizia sobre a natureza americana, o homem ameri­ cano, a cultura e a história americana. (MRSM-CIBEC) LOC: C1BEC T 1.008(8=6) N938q 257 06.02 — FILOSOFIA E CULTU­ RA — FILOSOFIA: PROCES­ SO E MÉTODO Dobránszky, Enid Abreu. No Tear de Palas: imaginação e gênio no sé­ culo XVIII: uma introdução. Campinas: UNICAMP, 1991.48 If. Tese (doutorado em Educação) 101 RES: Aborda as transformações pelas quais passaram os conceitos de imaginação e gênio no século XVIII pré-Kantiano. Cita como referência o filósofo e crítico Diderot. Mostra como a desestabilização do conceito de arte como imitação acelerou o surgimento da concepção de arte como expressão. Enfoca a arte como dialética do real e do imaginário. (NNS-CIBEC) LOC: CIBECT 101.1 D634n 258 Kunz, Elenor. Educação Física. ensino e mudanças. Ijuí: UNI- JUI, 1991. 207p. (Coleção edu­ cação, 11) RES: Aborda a Educação Física brasileira, desassociada da realidade do nosso pais, tutelada pela influên­ cia alemã e a norte-americana. Como disciplina, que requer para si uma responsabilidade pedagógica com a educação escolar, carece de uma ade­ quada orientação científica, pois a cientificidade desta disciplina tem sido garantida pelas ciências do trei­ namento esportivo e pela aprendiza­ gem motora. (NNS - CIBEC) LOC: CIBEC 796.4 K96e 259 06.03 — FILOSOFIA E CUL­ TURA — OBJETO DA FI­ LOSOFIA Bemardes, Nara Maria Guazelli. Aná­ lise compreensiva de base feno­ menológica c o estudo da experiên­ cia vivida de crianças e adultos. EDUCAÇÃO, Porto Alegre (RS), v. 14, n.20 (jan./jun. 1991) p. 15—40 RES: Apresenta e discute os fun­ damentos epistcmológicos, meto­ dológicos bem como os procedimen­ tos da análise compreensiva de base fenomenológica, tendo como ponto de partida uma pesquisa empírica sobre a construção da subjetividade de cri­ anças da periferia urbana (Do original-CIBEC) 260 Fontanella, Francisco Cock. Funda­ mento histórico-social dos valo­ res. PRO-POSIÇÕES, Campinas (SP), n.5 (ago.1991) p.5-14 RES. A vida humana se constrói apoiada em valores. Alguns autores consideram absolutos os valores, ou­ tros os consideram a partir da “epoché” fenomenológica. Até mes­ mo muitos marxistas se colocam no ponto de vista do objeto em relação aos valores. Estes, entretanto, nem são absolutos, nem são essenciais, nem são qualidades objetivas dos objetos cm si mesmos. Os valores surgem da atividade social dos homens, trabalhando ou atuando concretamen­ te. O homem se faz historicamente e, em se fazendo, cria os valores. (Do original-CIBEC) 261 102 Guimarães, Maria Tereza Canesin. A ética vocacional do protestantis­ mo ascético: um estudo do capi­ talismo moderno na perspectiva do método comprcensivo-webe- riano. INTER-AÇÃO, Goiânia (GO), v. 14/15, n. 1/2 (dez. 1990/ jan.1991) p.55-75 RES: A medida que o capitalis­ mo se ampliou, apoiado numa base mecânica, a crença religiosa funda­ da no dever vocacional se transfor­ mou cm fantasma ou desapareceu. O método comprecnsivo-weberiano compreende a realidade social — composta de indivíduos dotados de vontade, de querer, de valores — que só pode ser captada compreensiva­ mente c de forma particular à medi­ da que a totalidade é infinita, inesgo­ tável. O tipo ideal, na perspectiva weberiana, seria o recurso para as ciências humanas atingirem a objeti­ vidade científica (PTRM-CIBEC) 262 Stobaus, Claus Dieter; Mourino Mosquera, Juan José. Humanismo e criatividade em educação para a saúde. EDUCAÇÃO, Porto Ale­ gre (RS), v. 14, n.21 (jul./dez. 1991) p.17-40 RES: A educação acompanha idéias, formando pessoas para suprir falhas. O humanismo vê o homem na busca de sua dignidade, valor, criatividade, através da melhoria de suas relações. Considerando noções fundamentais cm uma educação humanística criativa, destaca as ca­ racterísticas da criatividade, as con­ dições físicas, intelectuais, socio- emocionais, psicológicas e educaci­ onais para que se desenvolva a criatividade, e faz comparações en­ tre os acontecimentos em sala de aula “aberta” versus tradicional. (VIL-CIBEC) 263 06.04 — FILOSOFIA E CULTU­ RA — FILOSOFIA DO CO­ NHECIMENTO Leite, Siomara Borba. A questão do conhecimento e a democratização da escola básica. Rio de Janeiro: PUC-RJ, 1991. 179f. Tese (dou­ torado em Educação) RES: Ao mostrar a dimensão do conhecimento enquanto instrumento de democratização da escola básica, nota que a ideologia permeia o dina­ mismo processo-produto na apropri­ ação do real. Portanto, a possibilida­ de revolucionária direta do conheci­ mento está no momento em que o homem interfere e transforma o real. A reflexão sobre o significado do conhecimento não pretende reformar a educação capitalista, mas romper com esta educação e colocar-se ao lado das camadas oprimidas da po­ pulação para a construção de uma nova escola. 103 (ALM-CIBEC) LOC: C1BEC T 37.014 L533q 264 Lõfflcr. Pérola Maria Paganclli. A produção de conhecimentos como um processo social c histórico c suas relações com a escola. Rio de Janeiro: FGV/IESAE, 1991. 204f. Dissertação (mestrado em Educação) RES: Associa a ineficácia do en­ sino de Ciências da Natureza nos cursos de Io e 2o graus às dificulda­ des encontradas pelos alunos nessa área, principalmcntc nos exames ves­ tibulares. acreditando que cabe à es­ cola resolver essa situação. Desen­ volve uma metodologia, fundamen­ tada na Filosofia da Ciência, na Ló­ gica Formal, Dialética c na Epis- tcmologia. que leve o aluno a atuar como agente produtor de seu conhe­ cimento. através de seus potenciais de criatividade e racionalidade. Con­ clui que essa crise não se restringe às áreas de ciências, mas abrange todas as áreas, pois sem condições de análi­ se, de critica, de uma linguagem argumentativa e de um pensamento autônomo capaz de produzir conheci­ mentos, toma-sc difícil atingir resulta­ dos ideais em qualquer escolarização. (ERB-CIBEC) LOC: CIBECT 371.3 L828p 265 Simões, Cleamaria. Metodologia de pesquisa para o estudante de gra­ duação de enfermagem. Bauru: USC, 1991. 87p. (Cadernos de divulgação cultural, 32) RES: Trabalho que irá despertar. no aluno de graduação de Enferma­ gem. o espírito inquiridor para reali­ zar seu trabalho acadêmico na disci­ plina Métodos c Técnicas da Pesqui­ sa Aplicados à Enfermagem. (MRSM-CIBEC) LOC: CIBEC 616-083:001.8 S51m 266 07.01 — SOCIOLOGIA E EDU­ CAÇÃO — SOCIOLOGIA Cabrcra Montoya. Blas El intelec­ tual contra cl experto sobre la formación y las funciones dei profesorado. EDUC. E SOC.. Campinas (SP), v. 12. n.39 (ago. 1991) p.307-324 RES A classe dos professores está dividida cm duas categorias: in­ telectual c especialista A literatura ncomarxista apresenta-se como irre- conciliável, como se o avanço teóri­ co e/ou prático da segunda implicas­ se o desaparecimento histórico e so­ cial da primeira Essa separação, do ponto de vista marxista, constitui um problema secundário, uma vez que o especialista (ou expert) nada mais é do que uma das várias formas histó­ ricas da manifestação do intelectual. (RAO-CIBEC) 267 104 Gohn, Maria da Gloria M. Assesso- ria aos movimentos populares: história, avaliação e significado político. EDUC. E REAL., Porto Alegre (RS), v. 16, n.l (jan./ jun.1991) p.65-77 RES: As assessorias que realizam a mediação entre o movimento e o partido, o movimento e a Igreja cons- tituem-sc em grupos de indivíduos que sc articulam, com o objetivo de subsidiar os grupos populares, em sua organização interna e no encaminha­ mento de suas ações externas. A as- sessoria cm tomo da questão da mo­ radia articula-se através de uma de­ manda específica: casa para moradia. O Núcleo de Desenvolvimento e Criatividade (NUDECRI) criado na UNICAMP, a Cooperativa Habi­ tacional de São Bernardo do Campo c várias outras assessorias são neu­ tras e com predominância da vin- culação partidária com o PT. (VIL-CIBEC) 268 Melo, Maria Alice; Martins, Célia Soares; Nascimento, lima Vieira do. Contribuição ao estudo da es­ cola comunitária em São Luís (MA). São Luís: UFMA, 1991. 16 If. RES: Pesquisa empírica que visa recuperar a história dos movimentos populares na luta pelo ensino públi­ co. A Escola Comunitária de São Luis (MA) surgiu como forma de suprir a deficiência dos órgãos de educação quanto à absorção da cri­ ança pela escola, focalizando as re­ lações entre essa escola e o poder ins­ tituído. (GLM-CIBEC) LOC: CIBEC Rp 37.017.7 M528c 269 Melo, Orlinda Maria de Fatima Carrijo. De alfabetização e alfa­ betizações: a busca do possível. Campinas: UNICAMP, 1991. 155f. Dissertação (mestrado em Educação) RES: Resgate da história da lei­ tura e da escrita do ponto de vista de um grupo de trabalhadores da zona rural de Goiás e da construção civil da cidade de Goiânia em relação ao ponto de vista da história oficial. Com base em concepções teóricas e práti­ cas interacionistas, analisa as rela­ ções entre as práticas de alfabetiza­ ção e as políticas de desenvolvimen­ to social que as têm embasado, reconstituindo a luta deste grupo pela apropriação da leitura e da escrita e do próprio conhecimento. (ERB-CIBEC) LOC: CIBEC T 372.415 M528d 270 Peixoto. Jane Felipe de Souza. A for­ mação batista: obstáculo à auto­ nomia? Niterói: UFF, 1991. 112f. Dissertação (mestrado em Educação) 105 RES: Pesquisa que procura exa­ minar o sistema de formação propos­ to pela denominação protestante ba­ tista e verificar se a autonomia do indivíduo é estimulada nesse meio. Mostra uma organização bem estru­ turada, com ênfase na formação de seus membros através de um progra­ ma de educação religiosa dirigido a todas as faixas etárias. A formação reforça a ideologia segundo a qual o homem deve conformar-se com seu destino, sem lutar para tomar-se su­ jeito de sua própria história. (MRNP-CIBEC) LOC: CIBEC T 37.01:2 P436f 271 Pereira, Otaviano José. Salva tua alma: a trajetória do cristianismo da igreja como negação do corpo e os impasses do clero contempo­ râneo. Campinas: UNICAMP, 1991. 468f. Tese (doutorado em Educação) RES: Através da Arquidiocese de Campinas, faz um apanhado históri­ co do itinerário da negação do corpo pela Igreja. Traça a relação que se estabelece entre a Igreja, seu clero ao longo do tempo e a cultura da civili­ zação cristã-ocidental. (ALM-C1BEC) LOC: CIBEC T 37.015.4 P346s 272 Santana, Moisés de Melo. Subsídios para uma teoria da prática peda­ gógica das ONG’s um estudo de caso: ETAPAS. Recife: UFPE, 1991. 248f. Dissertação (mes­ trado cm Educação) RES: As ETAPAS e as ONG’s são consideradas como instituições político-pcdagógicas. Sob o aspecto político, uma ONG se insere na soci­ edade como uma força propulsora do processo de construção de um novo projeto de sociedade, estimulando os movimentos populares e a participa­ ção democrática. Sob o aspecto pe­ dagógico, as ONGs, apesar de não terem ainda um projeto institucional bem claro, estão questionando a prá­ tica pedagógica da sociedade. (GLM-CIBEC) LOC: CIBEC T 316:37 S231s 273 07.02 — SOCIOLOGIA E EDU­ CAÇÃO — ESTRUTURA SOCIAL Cavalcanti, Marilda C. Interação guarani/não-guarani: etnocen- trismo naturalizado na questão do silêncio interturnos. TRAB. LING. APL., Campinas (SP) n 18 (jul./dez. 1991) p. 101-109 RES: A equipe do Projeto Gua­ rani: Educação Bilingüe-Bicultural, Curriculum e Formação do Profes­ sor índio ao deparar-se com os lon­ gos períodos de silêncio nas inte­ rações com índios alunos e potenci­ almente líderes/professores, tomou-os 106 como sinal de indiferença do lado guarani. A assimetria na interação interétnica foi detectada pela obser­ vação c pelas gravações em áudio. No decorrer da pesquisa-ação, aumentou a tolerância aos parâmetros diferen­ tes (silêncio, opinião coletiva, a pa­ lavra dada a um porta-voz) os quais devem ser considerados quando o bran­ co trabalha com o professor índio. (RAO-CIBEC) 274 França, Jussara Marilda. Racismo na escola: a linguagem do silêncio. Belo Horizonte: Fundação João Pinheiro, 1991. 7 Ip. RES: Para identificar formas de manifestação do racismo na escola foram usados os métodos de obser­ vação, redação e entrevista com 21 alunos da 4- série do ensino de 1 - grau em uma escola da rede estadual, lo­ calizada na periferia de Belo Hori­ zonte (MG), de clientela majoritaria- mente negra. O sistema educacional impede a promoção social do negro. Uma política anti-racista deveria pro­ mover a revisão do livro didático, a reciclagem dos professores e a dis­ cussão da questão racial com todos os funcionários da escola. (RAO-CIBEC) LOC: CIBEC 323.12 F814r 275 Guimarães, Maria Eloisa; Paula, Vera de; Scholl, Lea. Violência e escola. EDUC. E SOC., Campi­ nas (SP), v.12, n.38 (abr.1991) p.81-90 RES: Pesquisa exploratória que expressa relações vividas dentro de duas escolas próximas a favelas no Rio de Janeiro, a partir de cada faceta da violência. Através de entrevistas com os alunos, percebeu-se que a questão da marginalidade invade a escola e acaba por deturpar e perver­ ter o ritmo de seu funcionamento. Para ascender no mundo do crime, é exigida a freqüência à escola. A vio­ lência suplanta a questão da sobrevi­ vência e situa-se no apelo ao consu­ mo, que é exacerbado na sociedade atual. (VIL-CIBEC) 276 Maher, Tereza Machado. O conflito interacional e a educação linguís­ tica do índio. TRAB. LING. APL., Campinas (SP), n.18 (jul./ dez.1991) p.111-126 RES: No ensino critico de línguas a tarefa do professor é esclarecer a não-neutralidade da própria lingua­ gem, através da explicitação do ca­ ráter social e político do seu uso. Esse ensino ajudaria o índio a ser bem su­ cedido em suas reivindicações quan­ do interage com o branco, principal­ mente no contexto institucional. Uma reunião de líderes indígenas com o representante da Funai foi gravada para demonstrar como o controle 107 interacional c feito através da distri­ buição do turno, da seleção c manu­ tenção do tópico e da compre- cnsibilidade do discurso produzido. (RAO-CIBEC) 277 Mello, Maria Cecília P. Figueira de. Segregação sócio-espacial na ci­ dade de São Paulo e margi- nalização da criança e do jovem. CAD PESQ., São Paulo (SP), n.78 (ago. 1991) p.5-15 RES Busca identificar, na cida­ de de São Paulo, regiões, distritos e subdistritos, onde as contradições sociais se manifestam mais intensa­ mente. destacando a precariedade de condições que atingem diretamente a população infantil e jovem A partir de dados de órgãos da administração mu­ nicipal e estadual, caracteriza o pro­ cesso de segregação sociocconômico- cspacial que leva à marginal ização dessas populações, com o objetivo de subsidiar tanto as reivindicações de movimentos populares quanto à ela­ boração de políticas públicas. (Do original-CIBEC) 278 Rosembcrg, Fúlvia. Raça c educação inicial. CAD. PESQ., São Paulo (SP), n.77 (maio 1991) p.25-34 RES: A seleção e análise dos da­ dos coletados pelas PNADs 82, 85 e 87 sobre creche, pré-cscola e séries iniciais do l9 grau assinalam que as oportunidades educacionais de crian­ ças negras são as de pior qualidade que o sistema oferece. Destacando a presença notável de crianças entre sete e nove anos na pré-escola, alerta para o potencial de segregação raci­ al embutido em programas pré-esco- lares de baixo custo destinados a po­ pulações pobres. (Do original-CIBEC) 279 Ughetto. Cecília. Educação formal c marginalidade social: meninas de rua. EDUC. E REAL.. Porto Ale­ gre (RS), v. 16, n.2 (jul /dez. 1991) p.69-77 RES: Estudo internacional sobre meninas de ruas que investiga as suas tipologias, através de questionários. entrevistas scmi-estruturadas c con­ tatos com pessoas direta ou indireta­ mente ligadas às meninas As respos­ tas às indagações do tipo "onde es­ tão as meninas", "quem e quantas são elas”, e, "por que estão na rua” fo­ ram apresentadas para que se pudes­ se levantar propostas de estudo c de ação junto a essas crianças c jovens. (VIL-CIBEC) 280 07.03 — SOCIOLOGIA E EDUCAÇÃO — PROCESSO SOCIAL Adorno, Sérgio. A socialização in­ completa: jovens dclinqüentes ex- 108 pulsos da escola. CAD. PESQ., São Paulo (SP), n.79 (nov. 1991) p.76-80 RES: A baixa escolaridade e a evasão escolar, antes de serem carac­ terísticas peculiares de jovens e cri­ anças que trilham a delinqüência, é o produto do funcionamento do apare­ lho escolar. E nesse horizonte que se pode falar em socialização incomple­ ta, cujo efeito é desequilibrar o curso regular da formação do caráter e da identidade de jovens As políticas sociais muito pouco têm contribuído para debelar a subnutrição, diminuir os índices de mortalidade infantil, coibir a exploração do trabalho in­ fantil, para erradicar o analfabetis­ mo. Os problemas acumulam-se em espiral, crescendo cm razão geomé­ trica, tomando os programas e dire­ trizes implementados inócuos, em pequeno lapso de tempo. (PTRM-CIBEC) 281 Amaral, Ligia Assumpção. Sobre a questão da integração: “a política do avis-struthio” e o “leito de procusto”. INTEGRAÇÃO, São Paulo (SP), v.4, n. 13 (jun. 1991) p.30-32 RES: A política do avis-stnithio refere-se à tendência de se isolar o deficiente do convívio social (não o vejo, logo não existe, logo não me incomoda) numa analogia com o comportamento do avestruz que en­ terra a cabeça na areia quando se sen­ te ameaçado. O leito de procusto re­ fere-se a normas às quais a pessoa deficiente tem de se adaptar, parecer não-deficiente, superar todos os obstá­ culos, ser impotente e aceitar ajuda. (RAO-CIBEC) 282 Finocchio, José Luiz. Trabalho, tem­ po livre e cultura física: aspectos do desenvolvimento humano. Campo Grande: UFMS, 1991. 197f. Dissertação (mestrado em Educação) RES: O estudo é desenvolvido sob dois aspectos: o da relação entre o trabalho e o tempo livre, estabelecida no interior dos modos de produção, em especial no modo de produção capitalista; e o da cultura física como elemento humanizador, socialmente construído no processo de desenvol­ vimento do homem. Suas conclusões apontam no sentido de que a cultura física, como o tempo livre, são meios de desenvolvimento do homem omni- lateral no dever de uma sociedade mais avançada; são conquistas do tra­ balho humanizado. (Do original-CIBEC) LOC; CIBECT 331:613.71 F515t 283 Gerken, Carlos Henrique de Souza. Caçadores de esperanças: a con­ quista da escrita por jovens hor- tigranjeiros de Ibirité. Belo Hori- 109 zonte: UFMG, 1991. 148f Disser­ tação (mestrado em Educação) RES: Estudo realizado com jovens hortigranjciros que cursaram até a 49 série do curso primário. Aponta as articulações e contradições existen­ tes entre as práticas de leitura e es­ crita e o mundo do trabalho, além de descrever as mediações realizadas pela concepção escolar de uso da lín­ gua escrita. Verifica a determinação do campo religioso na elaboração de concepções fundamentais que me- diatizam as principais práticas de lei­ tura e escrita Demonstra em que medida estas representações e usos estão articuladas com processos am­ plos de transformação do “roceiro-’ em cidadão. (MSG-CIBEC) LOC: CIBEC T 372.415-053.8 G354c 284 Medeiros, Marilu Fontoura de. Com­ promisso social da tecnologia da educação: superação do discurso maniqueísta. EDUC. & SOC., Campinas (SP), v.12, n.38 (abr. 1991) p.45-62 RES. Analisar a experiência da tecnologia da educação permite antever o complexo da sociedade bra­ sileira e refletir sobre qual caminho seguir na superação das desigualda­ des sociais. Cabe à tecnologia da edu­ cação um compromisso com o social descontextualizado das necessidades e expectativas da sociedade. Numa perspectiva de transformação social, a tecnologia pode e deve enfatizar a promoção de igualdades reais, repre­ sentando um avanço para a democra­ tização e a prática social. O en- frcntamento do tema ideologia, asso­ ciado à tecnologia da educação, per­ mite a reflexão, a desmistificação do termo e o desenquadramento da tecnologia educacional como bode expiatório da ênfase técnico-burocrá- tica em educação. (VIL-CIBEC) 285 Nascimento, Adir Casaro. Da rela­ ção de despossessão entre terra e escrita: alfabetização no Mato Grosso do Sul. Campo Grande: UFMS, 1991. 258f Dissertação (mestrado em Educação) RES: O estudo, apoiado em auto­ res como Bakhtin, Vvgotsky e Ben- jamin, analisa a alfabetização, a par­ tir dc conteúdos da língua, do seu sentido histórico e do seu caráter de construção social, no Estado do Mato Grosso do Sul. Mostra que a relação com a escrita, enquanto objeto cultu­ ral, antes de métodos e técnicas, tem muito mais a ver com experiências dc vida de cada um, com um projeto político que passa pela terra e pelas práticas culturais, com uma consti­ tuição dc linguagem que é social e historicamente produzida com um sentido dc trabalho. 110 (Do original-CIBEC) LOC: CIBEC T 372.415(817.2) N244d 286 Pacheco, Tania. Arte/cultura/ideologia: a mascarada da luta de classes. Rio de Janeiro: FGV, 1991. 319f. Dis­ sertação (mestrado em Educação) RES: Desde o início do século, a cultura vem desempenhando papel central na mediação da luta de clas­ ses. Nas décadas de 30 e 40, a "intelhgentsia” brasileira comportou- se como se pairasse sobre todas as classes; nas décadas de 50 c 60, bus­ cou assumir a liderança ideológica da Nação; na década de 70, sofreu cen­ sura, tortura e exílio. A partir do iní­ cio da década de 80, os intelectuais vêm buscando na militância partidá­ ria o caminho para a construção de um projeto de sociedade contra- hegemônico e democrático. A maio­ ria optou pelo pragmatismo e pela conciliação, numa visão de mundo em que os apoios e subvenções governa­ mentais valem mais do que ética e democracia. O tímido movimento de alianças com o movimento operário é a resposta possível à “razão cíni­ ca’’ abraçada pela maioria, porém a transformação dessa aliança num projeto de sociedade orgânica ainda não aconteceu. (RAO-CIBEC) LOC: CIBEC T 316.4 P116a 287 07.04 — SOCIOLOGIA E EDU­ CAÇÃO — SOCIOLOGIA DA EDUCAÇÃO Aguiar, Carmen Maria. Educação, cultura e criança. Campinas: UNICAMP, 1991. 140f. Disser­ tação (mestrado em Educação) RES: Baseado em depoimentos e entrevistas, procura traçar um perfil cultural de uma comunidade que vi­ via semi-isolada e auto-suficiente na cidade de Barra de Aroeira, nas pro­ ximidades da capital do Estado de Tocantins. Compara os procedimen­ tos adotados pela escola da região com a forma de transmissão de co­ nhecimento da comunidade, mostran­ do as dificuldades de seu estabeleci­ mento nesse contexto cultural. (ERB-CIBEC) LOC: CIBEC T 37.015.4(817.3) A282E 288 Aquino, Olga Ribeiro de. A língua na escola. Campinas: UNICAMP, 1991. 202f. Dissertação (mes­ trado em Educação) RES: Analisa duas configurações sociais distintas, unidas por uma ana­ logia dialética, retratando o que dois momentos— 1934 e 1988 — têm em comum: o espaço é a escola funda­ mental londrinense. O elemendo me­ diador é o professor de língua japo­ nesa e o alfabetizador. (Do original-CIBEC) 111 LOC: CIBECT 373.211.24 A6571 289 Bollmann, Maria da Graça Nóbrcga. Do movimento social à Escola Sindical: a trajetória da educação de classe dos trabalhadores rurais dos rios Tijucas e Itajai-Açu - Santa Catarina. Rio de Janeiro. PUC-RJ. 1991. 328f. Tese (dou­ torado em Educação) RES: A importância dos movi­ mentos sociais, enquanto instâncias de educação popular, na formação da consciência de classe do trabalhador rural, resgata a trajetória da educa­ ção de classe desses trabalhadores dos vales dos rios Tijucas c Itajai-Açu (SC). Analisa o caráter educativo dos movimentos sociais no campo e na "Escola Sindical”, identificando a contribuição da Igreja — Comissão Pastoral da Terra —. do Sindicato Rural e do Partido Político nesse pro­ cesso educativo. (ERB-CIBEC) LOC: CIBEC T 323.381.2(1-22) B619d 290 Crcidy, Carmem. A exclusão escolar como um mecanismo social global: o espaço da escola. In: Cadermatori, Ligia (Org.) O desafio da escola básica: qualidade c cqüidadc. Brasília: IPEA, 1991. p. 127-148 RES: Mesa redonda na qual se analisa alternativas pedagógicas de alfabetização. Ilustra, com gráficos publicados pelo IBGE, o processo de exclusão escolar decorrente do pro­ cesso de privação social. O proble­ ma não c ter acesso e por quanto tem­ po, mas como o aluno está na escola. A escola não vai evitar a dominação social, a exploração c a exclusão so­ cial; ela pode contribuir para atenu­ ar essa situação. A pedagogia signi­ fica uma intervenção consciente de todos os processos que condicionam o desenvolvimento do saber, traba­ lhando o universo cultural para que o aluno construa seu próprio saber c siga sua própria palavra. (V1L-CIBEC) 291 Duarte, Rosália Maria. Margi­ nalidade c morte no Brasil: uma contribuição à polemica sobre o extermínio de crianças c adultos. Rio de Janeiro FGV/IESAE, 1991. 223f. Dissertação (mes­ trado cm Educação) RES: Análise dos discursos jornalístico e pedagógico sobre a marginalidade c o extermínio de mi­ norias leva à conclusão de que a so­ ciedade, através de seu imaginário e de uma espécie de "acordo tácito”, justifica esta situação. Para mudar este quadro precisa haver uma ação educativa mais eficiente e adequada. que conscientize c liberte a grande massa desse preconceito c as mino­ rias de sua situação de marginalidade 112 e de suas potencialidades. O governo deve investir em saúde, educação e trabalho; reformular a polícia e o sis­ tema judiciário; juntamente com toda a sociedade, criar espaços democrá­ ticos de participação popular. (MBL-CIBEC) LOC: CIBEC T 323.398 D812m 292 Emer, Ivo Oss Desenvolvimento his­ tórico do oeste do Paraná e a cons­ trução da escola. Rjo de Janeiro: FGV/IESAE, 1991.339f. Disser­ tação (mestrado em Educação) RES: Investiga o processo histó­ rico de construção da escola no oeste do Paraná, a partir do início da ocu­ pação e colonização até o final dos anos 80. Com base material na cons­ trução da escola, focaliza as relações sociais de produção c as contradições a ela inerentes, bem como o processo de transformação social. Nessa pers­ pectiva, revela que os grupos sociais enfrentam a questão da escolarização como parte das condições de repro­ dução social das diferentes categori­ as e segmentos sociais. (ERB-CIBEC) LOC: CIBEC T 37.015.4 E53d 293 Fagundes, José. Movimento estudan­ til no período de abertura política 1978-1980. EDUC. BRAS., Bra­ sília (DF), v. 13, n.26 (jan./ jun. 1991) p. 163-177 RES: A fim de reconstruir a tra­ jetória do movimento estudantil, foi feita uma síntese do período que me­ deia o XXVI Congresso Nacional dos Estudantes, realizado em julho de 1963 e o XXXICNE (maio de 1979), onde finalmente os estudantes conse­ guem reorganizar a UNE. Os dados extraídos do jornal Folha de S.Paulo revelam os percalços do movimento estudantil que, após longos anos de repressão e perseguição, soube apro­ veitar-se de dois fatores ponderáveis: a abertura política e a cobertura da imprensa. Ele não encontrou, com o processo de abertura, um caminho aplainado, mas teve que viver o jogo contraditório deste momento de nos­ sa história. (Do original-CIBEC) 294 Fernandes, Vicentina Naves. Escola fundamental: autoritarismo e po­ der. In: Veiga, lima Passos Alen- castro. Escola fundamental: cur­ rículo e ensino. Campinas: Pa- pirus, 1991. p.11-22 RES: As relações de poder entre aluno, professor e diretor refletem na estrutura burocrática da escola como o Estado conduz o processo educaci­ onal, mascarando a discriminação e a seletividade. A distribuição dos alu­ nos nas salas de aula é de acordo com a sua ficha socioeconômica: os po­ bres vão para a turma mais fraca, pois ser pobre já significa mau aluno. Os 113 professores entrevistados expõem a eficácia da imposição: são autoritá­ rios cm nome da educação do homem, da transmissão de conhecimento. 0 diretor comanda, não com base em seu poder específico, mas por meio de instrumentos tipicamente buro­ cráticos. (RAO-CIBEC) 295 Miranda, Marildcs Marinho. Os usos sociais da escrita no cotidiano de camadas populares. Belo Hori­ zonte: UFMG, 1991.207f. il. ane­ xos Dissertação (mestrado cm Educação) RES: Contribuição para a rela- tivização de posturas e visões etno- cêntricas que os mediadores da cul­ tura dominante, a exemplo dos pro­ fessores, têm sobre as camadas po­ pulares. Através de uma aborda­ gem de caráter etnográfico numa vila da periferia de Belo Horizonte (MG), constata um uso estritamente prag­ mático da escrita e do seu papel en­ quanto mecanismo de ascensão soci­ al. Observa, ainda, que as represen­ tações sobre o letramento, por parte desses sujeitos, apresentam espe­ cificidade e lógica própria, quando comparadas às representações de um discurso dominante. (Do original-CIBEC) LOC: CIBEC T 37.015.4 M672u 296 Moreno, Rosangela da Silva. Seme­ ando a competência para o traba­ lho em meninos de rua. Rio de Janeiro: (JFRJ, 1991. 155f. Dis­ sertação (mestrado cm Educação) RES: O programa “Ao Encontro do Menino de Rua”, da Associação Beneficente São Martinho, através do Projeto Educação e Trabalho, em convênio com o Instituto Brasileiro do Patrimônio Cultural (IBPC), pro­ moveu nos jardins do Museu da Re­ pública o Curso de Iniciação à Jardi­ nagem c ao Cultivo dc Plantas Medi­ cinais. visando à preparação para o trabalho de 15 meninos. A aborda­ gem metodológica adotada consistiu na identificação c na construção dc indicadores dc impacto em relação à competência para o trabalho Os re­ sultados evidenciaram o impacto do curso nos meninos em termos de va­ lorização do trabalho, responsabili­ dade. aquisição c uso de renda, entre outros aspectos Ao término do cur­ so. dez dos 15 meninos estavam em­ pregados em diferentes instituições (Do original-CIBEC) LOC: CIBEC T 37 015.4 M843s 297 Oliven, Arabcla Campos. Desenvol­ vimento da sociologia da educa­ ção: Estados Unidos e Inglaterra. EDUC. E REAL , Porto Alegre (RS), v.16, n.2 (jul./dcz. 1991) p.3-13 RES: O sistema educacional in­ 114 glês é bastante diferente do norte- americano, principalmente na sua estrutura que reflete uma filosofia elitista. O sistema público inglês aloca seus alunos cm diferentes es­ colas, ao passo que nos Estados Uni­ dos a “high school” reúne todos os alunos numa mesma escola pública secundária. A teoria funcionalista de inspiração progressista foi o marco teórico que orientou a Sociologia da Educação norte-americana. Na Ingla­ terra, a estrutura de classes é mais nítida, reforçada pelo seu sistema de ensino A Sociologia da Educação, dc ambos, tem muito em comum ao se embasar cm teorias sociológicas para explicar o fenômeno educacio­ nal. apesar das significativas peculi­ aridades de caráter histórico. (VIL-CIBEC) 298 Quintana, Alberto Manuel; Galvan, Alda Luiza. Os pais de alunos de periferia e a escola: alienação ou tática dc sobrevivência. R. CENT. Cl SOC. E HUM., Santa Maria (RS), v.6, n.l (dez. 1991) p.81-106 RJES: Análise do alto índice de reprovação escolar entre a população pobre, procurando resgatar o discur­ so que a mesma tem sobre a escola, numa tentativa de olhar o problema desde o lugar daqueles que o viven- ciam. Aborda os seguintes pontos: 1) o estudo visto como um meio de con­ seguir trocar um tipo dc trabalho con­ siderado como sujo, pesado, por ou­ tro considerado mais limpo e mais leve; 2) a percepção de que somente um mínimo dos conhecimentos adqui­ ridos na escola serão posteriormente utilizados; 3) a relação do oprimido- opressor que se estabelece entre as mães dos alunos e as professoras da escola; 4) a escola de agora versus a escola de antigamente; 5) a explica­ ção dos pais ao fracasso escolar de seus filhos e deles próprios. (VIL-CIBEC) 299 Salles, Leila Maria Ferreira. Repre­ sentação social e cotidiano. DI­ DÁTICA, São Paulo (SP), v.26/ 27, (1990/1991) p.11-20 RES: O conceito de representação social vem sendo utilizado para com­ preender a relação entre indivíduo e sociedade. A ação pedagógica é ação sobre o indivíduo, e todo ato edu­ cativo deve ser entendido como uma atividade humana inserida na totali­ dade de uma organização social. Os conhecimentos socialmente elabora­ dos penetram nas relações cotidianas do homens e acabam por contribuir para determinar formas de percepção social. Representação social é a sig­ nificação que os indivíduos atribuem à sua realidade e que é expressa pela linguagem e produzida pela socieda­ de. As representações que os indiví­ duos fazem na sua vida cotidiana compreendem aspectos dc teorias ci- 115 cntificas que aprenderam durante a sua escolaridade. (V1L-CIBEC) 300 Schilling, Flávia Inês. Estudos sobre resistência. Campinas: UNICAMP, 1991. 253f. Dissertação (mes­ trado cm Educação) RES: Discussão sobre a resistên­ cia cotidiana que as pessoas oferecem às diferentes formas de discipli- narização existentes nas instituições Questiona: Existe uma resistência efe­ tiva das pessoas às formas heterònomas de poder? Como se configura essa re­ sistência? Qual c o seu significado9 As respostas são alcançadas estudando-se o significado da própria palavra, a sua vivência nos movimentos operários, a relação entre resistência c sobrevivên­ cia, o poder e a resistência nas escolas, c a resistência de presas políticas na prisão "Prima Rieles” (Uruguai) entre 1972 e 1985. (Do original-CIBEC) LOC: CIBECT 37.015.4 S334c 301 Semeraro, Giovanni. A esquerda ca­ tólica do Brasil: formação na prática politico-educativa e no horizonte teórico dos anos 1959- 1964. Rio dc Janeiro: FGV/ IESAE, 1991. 249f. Dissertação (mestrado em Educação) RES: Estudos sobre a origem da esquerda católica do Brasil, durante os anos 1959-1964. Aborda a tenta­ tiva dc renovação da Igreja Católica nas universidades, nas organizações políticas, nos movimentos dc educa­ ção c cultura e nos sindicatos. Anali­ sa os avanços e os impasses organi­ zados pelos cristãos que vivenciaram as lutas para a construção dc um so­ cialismo humanista c transformador. (NNS-CIBEC) LOC CIBEC T 37.015.4 S471c 302 Souza, Rosa Fátima de Classes po­ pulares e educação popular na Primeira República problemas. valores c lutas. Campinas: UNICAMP, 1991. 181f Disser­ tação (mestrado cm Educação) RES: Focaliza a educação popu­ lar e a expansão do ensino público c particular a partir das classes popu­ lares, na cidade dc Campinas (SP) na Pnmcira República Os valores e sig­ nificações da escola no meio popular são apreendidos através do significa­ do desta instituição para as diferen­ tes classes e grupos sociais; a vi­ sualização do imaginário social so­ bre a escola e sua visibilidade públi­ ca, através dos jornais e entrevistas. Este resgate histórico mostra a difí­ cil trajetória do povo no sentido dc apropnar-sc dc um mínimo dc escola­ ridade c de conquista da cidadania (ERB-CIBEC) LOC: CIBEC T 37.014.2 S729c 303 116 Teixeira, Maria Cecilia Sanchez. 0 concreto e o simbólico no cotidi­ ano escolar: as abordagens de Michcl Maffesoli c José Carlos de Paula Carvalho. EDUC E SOC., Campinas (SP), v. 12, n.38 (abr. 1991)p 91-99 RES: Através do cotidiano, pode- se apreender características do dado social, baseando-se cm categorias: a aceitação da vida, a duplicidade, a solidariedade orgânica, o silencio e a astúcia como meios de existência. A escola, enquanto instituição social, valoriza apenas a racionalidade téc­ nica A educação, pensada como prá­ tica simbólica, tem por função reali­ zar a mediação entre as demais prá­ ticas, desvendada por uma aborda­ gem do cotidiano. As manifestações do simbólico na concrctude do coti­ diano escolar revelam a complexida­ de c hctcrogcncidadc dos grupos em ação no interior da escola. (VIL-CIBEC) 304 Trcin, Eunice Schilling; Deluiz, Neise. O papel da educação na construção de uma sociedade de­ mocrática: Durmeval Trigueiro Mendes. EDUC. E REAL., Porto Alegre (RS), v. 16, n.2 (jul./ dez. 1991) p.27-34 RES: Permite retomar temas fun­ damentais como a relação entre polí­ tica e educação, a formulação de um projeto educacional nacional, sem dependências culturais, e a busca da intencionalidade radical da educação. A idéia da construção de uma socie­ dade democrática permeia toda a obra e nela há um convite permanente a todos os educadores para que parti­ cipem desta tarefa através da elabo­ ração de uma filosofia da educação brasileira e de uma práxis educacio­ nal conseqüente. Respeitar diferenças sem gerar desigualdades, buscar a homogeneização democrática, criati­ va e combatente a partir da articula­ ção dialética do real de uma socieda­ de de classes é o desafio que sua obra coloca a todos. A educação é vista como intrumento de cidadania que passa pela formulação de um projeto educacional nacional, voltado para a construção de uma sociedade ao mes­ mo tempo socialista e democrática. (VIL-CIBEC) 305 Vincenzi, Lecticia Josephina Braga de. Sociedade e educação em Marx e Engels. Rio de Janeiro: UFRJ, 1991. 377f. Dissertação (doutorado em Educacão) RES: As idéias de Karl Marx e Friedrich Engels expressavam uma denúncia e uma crítica à situação existente no seu tempo, e a estratégia que eles propunham, a criação da sociedade sem classes, parecia viá­ vel. O programa educativo marxista dava mais importância ao trabalho do que à educação formal, mas não a 117 desprezavam. Eram favoráveis à luta dos trabalhadores por melhor educa­ ção formal, mesmo na vigência do capitalismo, promovendo a união en­ tre teoria e prática. Marx e Engels se enganaram nas previsões otimistas, mas acertaram no diagnóstico. (RAO-CIBEC) LOC: CIBEC T 37.015.4 V767s 306 08.01 — PSICOLOGIA E EDU­ CAÇÃO — PSICOLOGIA Prado, Marysia Maria Rodrigues do. Descobrindo o lúdico: a vivência lúdica infantil na sociedade mo­ derna. Campinas: UNICAMP, 1991. 115f. anexos. Dissertação (mestrado em Educação) RJES: A partir da teoria sócio- interaciomsta proposta pela Psicologia Soviética, a pesquisa busca o entendi­ mento acerca da “atividade lúdica” e de sua importância para o desenvolvi­ mento infantil, caracterizando a civili­ zação industrial c, em particular, a so­ ciedade e cultura de massas. Partindo deste estudo, são propostas e analisa­ das novas concepções de “lúdico” e de "atividade lúdica”, tendo em vista suas relações com o desenvolvimento infan­ til e uma reflexão em tomo da “ativi­ dade lúdica” como recurso educa­ cional e terapêutico ocupacional. (MRNP-CIBEC) LOC: CIBEC T 37.015.3 P896d 307 Setogutti, Ruth Izumi. Reflexões his­ tóricas sobre a psicologia diferen­ cial. Campinas: UNICAMP, 1991. 112f. Dissertação (mes­ trado em Educação) RES: Estudo histórico c crítico so­ bre a psicologia diferencial e os testes psicológicos por ela adotados. Aponta vánas limitações c sugere novas inves­ tigações para o seu desenvolvimento. (ERB-CIBEC) LOC: CIBEC T 37.015.3 S495r 308 08.02 — PSICOLOGIA E EDU­ CAÇÃO — PSICOLOGIA DO COMPORTAMENTO Baggio, Marco Aurélio Abuso sexu­ al intrafamiliar. INTERCÂM­ BIO, Rio dc Janeiro (RJ), v.4, n. 11/12 (maio/dez. 1991) p. 17-21 RES: Estudos recentes apontam o adulto incestuoso como um indiví­ duo normal, sem maiores distúrbios psíquicos c com problemas e confli­ tos comuns aos demais cidadãos de sua classe social. E também um nú­ mero preocupante de crianças moles­ tadas sexualmente por seus próprios parentes. O processo psicológico por que passam as crianças molestadas sexualmente por parentes tem refle­ xos diretos no desenvolvimento de sua sexualidade, provocando nítidos desajustes. (Do original-CIBEC) 309 118 08.03 — PSICOLOGIA E EDU- CAÇÃO — PSICOLOGIA DA PERSONALIDADE Bzuneck, Josc Aloyseo. Ansiedade e desempenho numa prova de Ma­ temática: um estudo com adoles­ centes. SEMINA, Londrina (PR), v.12, n.3 (set. 1991) p.136-141 RES: Estudo naturalístico com o objetivo de identificar a frcqüência de alta ansiedade cm uma amostra de estudantes adolescentes, por ocasião de uma prova parcial de Matemáti­ ca. A influência da variável sexo so­ bre a ansiedade c ainda a relação en­ tre alta ansiedade e desempenho le­ vando cm conta a preocupação e emocionalidade. (MRSM-CIBEC) 310 Fontes, Ana Maria Moraes. O sujeito revelado pela prática da Psicologia Escolar c o sujeito da Psicanálise: uma comparação. Rio de Janeiro: FGV/IESAE, 1991. HOf. Disser­ tação (mestrado em Educação) RES: A partir da leitura de textos freudianos descreve o sujeito da Psicanálise e, através da pesquisa bibliográfica e de campo, descreve o da Psicologia Escolar. O resultado des­ tas pesquisas é que, com poucas exce­ ções, os dois sujeitos em nada se apro­ ximam. Na Psicologia Escolar há duas abordagens: um posicionamento críti­ co perante a realidade social e política e uma conduta mais adaptativa; porém, ambas contam com os aspectos cons­ cientes do psiquismo. Na Psicanálise, promove-se dentro do sujeito uma con­ frontação com a verdade do seu dese­ jo, no seu inconsciente e que muitas vezes contrasta com o consciente. (MBL-CIBEC) LOC: C1BEC T 37.015.3 F682s 311 Gondim, Maria Augusta Drumond Ramos. Hereditariedade e meio na ótica do educador. EDUC. E COMPR., Teresina (PI), v.3, n. 1/ 2 (jan./dez. 1991) p.87-89 RES: A “educabilidade” está liga­ da à influência que a hereditariedade e o meio exercem na nossa constituição. O componente hereditário é responsá­ vel pelo sexo, características físicas, problemas genéticos e garante a exclu­ sividade dos indivíduos. O meio ambi­ ente exerce influência antes mesmo do nascimento e esta se multiplica através do meio familiar e social. A influência do meio sobre a hereditariedade não pode ser detectada, porque não se con­ segue medir nenhum aspecto do com­ portamento em termos de genótipo. A relação existente entre meio e he­ reditariedade é a de interação, vari­ ando de acordo com as condições do meio e da sua influência sobre a for­ mação do indivíduo em relação a di­ ferentes contribuições hereditárias. (VIL-CIBEC) 312 119 Kovalcski. Neiva Maria Pacheco. O medo na escola. Piracicaba: UN1MEP. 1991 lOOf. Disserta­ ção (mestrado em Educação) RES: Histórico c conccituação de medo com o objetivo de levantar as principais causas, efeitos c prejuízos impostos pelo medo aos indivíduos que. de alguma forma, convivem com ele. Discute as três agencias veicu- ladoras do medo dentre as muitas que normalmente fazem parte da vida do indivíduo. Foram escolhidas a famí­ lia. a Igreja c a escola porque os in­ divíduos são criados cm algum nú­ cleo que tenha representação famili­ ar. c, desta convivência, alguma no­ ção religiosa lhe c passada A esco­ la. a que grande parte da população cm acesso, possibilita influenciar as pessoas que a freqüentam. Nela o medo está presente desde a chegada do indivíduo c não c discutido como problema integrante. (VIL-CIBEC) LOC: CIBECT 159.923.2 K88m 313 Neves. Marcos Cesar Danhoni. Uma perspectiva fcnomenológica para o professor cm sua expressão do: o que é isto, a ciência? Campinas: UNICAMP. 1991. 167p. Tese (doutorado cm Educação) RES: Cinco professores de Ciên­ cias foram ouvidos sobre sua forma­ ção. concepções, anseios, mágoas e perspectivas cm Ciências, a partir do maior ensinamento da fenomenologia: a redução fcnomenológica. Após a compreensão de cada situação rela­ tada e de cada perfil ideográfico de­ lineado. surgem as divergências dos discursos, traçando os pilares para a estruturação do fenômeno do “o que c isto, a ciência ' Encerra com a re­ dução fcnomenológica e com a pers­ pectiva de uma ampliação do conhe­ cimento do homem cm seu conhecer fazendo ciência (ERB-CIBEC) LOC: CIBEC T 165.62 N511u 314 Oliveira. Fcmando Antonio Leite de A influencia do fator afetivo nas relações pedagógicas em períodos noturnos de escolas públicas EDUC. E FIL . Uberlândia (MG). v.5/6, n.10/11 (jan./dez. 1991) p.35-42 RES: Para identificar os fatores afetivos no contexto escolar do alu­ no trabalhador, foram entrevistados 23 professores de período noturno de duas escolas estaduais da periferia da cidade de Uberlândia, sendo 15 pro­ fessores de primeira serie colegial e oito de quinta serie do primeiro grau As entrevistas foram feitas através de um roteiro pré-cstabclccido, sendo enfocados os seguintes aspectos: as características sociais dos alunos, as dificuldades cm ensinar os conteúdos, os fatores afetivos, as dificuldades de relacionamento presentes na sala de 120 aula e as tentativas de mudança ex­ perimentadas pelo professor. Desde o momento cm que se tenta definir e delimitar a dimensão afetiva, surge a complexidade dela, que continua no tratamento dado pelas abordagens psicológicas e persiste quando vista à luz da realidade da escola pública e da educação do trabalhador. (PTRM-CIBEC) 315 Sá, Luiz Fernando Nunes. A repre­ sentação topológica c o problema do egocentrismo EDUC. EREAL., Porto Alegre (RS), v. 16, n.2 (jul.Z dez. 1991) p.85-87 RES: A percepção funciona se­ gundo um modelo que é descrito pe­ las transformações topológicas, de acordo com cinco relações — vizi­ nhança, separação, ordem ou suces­ são, envolvimento ou fechamento e continuidade —- caracterizadas num espaço não-métrico. Num indivíduo egocêntrico as ações são reguladas pela afetividade, existindo correspon­ dência entre o comportamento e as transformações topológicas. (V1L-CIBEC) 316 08.04 — PSICOLOGIA E EDU­ CAÇÃO — PSICOLOGIA DO DESENVOLVIMENTO Corrêa, Jane; Moura, Maria Lúcia Seidl de. Uso de “provas piage- tianas” como instrumento diag­ nóstico: questionando uma prá­ tica consensual. CAD. PESQ., São Paulo (SP), n.79 (nov. 1991) p.26-30 RES: Muitos psicólogos têm fei­ to uso, para fim de diagnóstico, do que se convencionou chamar provas de diagnóstico operatório, que con­ sistem na utilização das situações de pesquisa desenvolvidas por Piaget e colaboradores ao longo de sua obra. Usá-las é ignorar todas as evidências de que, longe de constituírem instru­ mento neutro capaz de “captar a ló­ gica intrínseca da criança”, represen­ tam contextos específicos de inte­ ração e como tais devem ser conside­ radas. (VIL-CIBEC) 317 Moller, Marli. O período de zero a seis anos, segundo Montessori e Piaget. EST. LEOPOLD., São Leopoldo (RS), v.27, n. 125 (nov./ dez. 1991) p.5-18 RES: As palavras “organismo” e “meio” são constantes nos trabalhos de Piaget e Montessori. Dão especial valor aos primeiros anos da vida do ser humano, destacando o período de até dois anos, decisivo para todo o curso da evolução psíquica que se dá em estágios caracterizados por uma estrutura de conjunto que integra to­ dos os comportamentos novos. A cri­ ança tem um tipo de inteligência di­ 121 ferente da do adulto e precisa de au­ xilio inteligente para crescer. Para ela o movimento é fator de desenvolvi­ mento e, por isso, o ambiente escolar é importante. (VIL-CIBEC) 318 Mutti, Regina Maria Varini. O fenô­ meno adolescente da literatura. EDUCAÇÃO, Porto Alegre (RS), v. 14, n.21 (jul./dez. 1991) p. 111- 125 RES: Partindo da análise da obra O Diário Secreto de um Adolescen­ te, Jue Townsend tenta uma aproxi­ mação entre a Psicologia e a literatu­ ra. O referencial teórico para a aná­ lise do personagem Adrian é basea­ do no estudo sobre adolescência rea­ lizado por Colcman. Os aspectos da existência de Adnan, no plano bioló­ gico, cognitivo e de busca de um con­ ceito sobre si mesmo no ambiente que o cerca poderíam ser extensivos aos adolescentes da classe média urbana. (VIL-CIBEC) 319 08.05 — PSICOLOGIA E EDU­ CAÇÃO — PSICOLOGIA SOCIAL Bariani, Isabel Cristina. Significados associados a professor e a aluno, “reais” e “ideais”, por estudantes e professores de um curso superi­ or de Psicologia. Campinas: UNICAMP, 1991. 116f. Disser­ tação (mestrado em Educação) RES: Avalia opiniões de alunos e professores de Psicologia da PUCCAMP sobre características e ações de um e outro, considerando a interação professor-aluno vínculo dc um conteúdo curricular latente. Da­ dos sobre características do profes­ sor “real” e “ideal” foram coletados através dc uma Diferencial Semânti­ ca contendo itens pertencentes às ca­ tegorias “pessoais”, “cognitivos”, “relacionais” e "profissionais"; opi­ niões sobre ações do professor com uma escala dc frcqüência contendo itens nas seguintes categorias: “obje­ tivos”, “procedimentos” e “conteú­ dos”. (ERB-C1BEC) LOC: CIBEC T 301.151 B252s 320 Gikovatc. Flávio Adolescente, famí­ lia cescola DOIS PONTOS. Belo Horizonte (MG), v.2, n.H (set./ out.1991) p.30-31 RES: A inversão de valores ope­ rada na família levou a uma educa­ ção baseada no prazer, na super- proteção e permissão. A super- proteção é uma atitude equivocada que se tem fundamentado cm proble­ mas psicológicos dessa geração dc pais. O despreparo dos jovens para a independência gera a rebeldia. A grosseria “malcriada” se estende ao trato com os professores, em es­ 122 colas tão permissivas quanto os pais. Os valores estão relegados a segun­ do plano. (VIL-CIBEC) 321 Lorenzoni, Irene. Pluralidade/diver- sidade e consenso na construção de valores. ESP. ESC., Ijuí(RS), v.l, n.l (jul./set. 1991) p.13-17 RES: O Serviço de Orientação Educacional na Escola Francisco de Assis - Ijui (RS), tem como objetivo abrir espaço de discussão e reflexão acerca dos valores. A convivência de valores se concretizará se forem construídos c definidos no coletivo de todos os envolvidos na escola, deter­ minando os modos de agir e atuar de cada indivíduo diante do mundo. O trabalho é feito através de estudos, palestras e debates com grupos de pais de alunos que, coordenados por professores, tem a oportunidade de pensar, definir c construir os valores que lhes interessam e que são impor­ tantes para os filhos. Os alunos par­ ticipam do processo em dois momen­ tos: na família, com os pais, e na sala de aula, com os professores. (VIL-CIBEC) 322 Magagnin, Silvana Maria. O papel paterno: um desafio. LOGOS, Canoas (RS), v.3, n.2 (2. sem. 1991) p.106-109 RES: A importância atribuída ao aspecto afetivo da paternidade pode ser vista como resposta contestadora ao modelo tradicional, no qual o pai é o provedor da família. A participa­ ção do homem na criação dos filhos não inclui apenas alimentação, limpe­ za, mas também tarefas prazerosas. O pai deve educar, regrar, reprimir, sen­ do figura de identificação indispensá­ vel para uma saúde mental satisfatória. (VIL-CIBEC) 323 Sá, Mareia Souto Maior Mourão. Em nome da misericórdia...: um estu­ do etnográfico sobre a socializa­ ção de meninas num educandário religioso. Rio de Janeiro: PUC- RJ, 1991.220f. anexos Disserta­ ção (mestrado em Educação) RES: Meninas carentes, que aos quatro anos ingressam em uma esco­ la confessional, defrontam-se com códigos sociais considerados certos, cujos valores sustentam a práxis pe­ dagógica. A Sociedade Mantenedora, dona da escola, mantém relações so­ ciais com a Igreja Católica e, por isso, conta com as irmãs como adminis­ tradoras de suas obras de caridade, o que imprime ao cotidiano da institui­ ção o tom religioso, sua eficácia sim­ bólica e seu projeto social. Dentro da lógica da Sociedade Mantenedora é natural que as melhores alunas de suas escolas componham o quadro de suas funcionárias, o que conserva e perpetua a instituição ao mesmo tem­ 123 po cm que cumpre a sua finalidade misericordiosa: dar abrigo e ensino. (RAO-CIBEC) LOC: CIBEC T 316.6 SI He 324 08.06 — PSICOLOGIA E EDU­ CAÇÃO — PSICOLOGIA COGNITIVA Bonamigo. Euza Maria de Rezende; Kude, Vera Maria Moreira. Brin­ car: brincadeira ou coisa seria? VERITAS, Porto Alegre (RS). v.36, n 143 (set. 1991) p.367-389 RES: Brincar é o caminho que leva à compreensão dos esforços do ego infantil para chegar à síntese. O brinquedo aleatório dos bebês é o primeiro trabalho da infância, permi­ tindo praticar a solução de problemas c a criatividade que evoluirão mais tarde. O brinquedo c o processo edu­ cacional mais completo da mente, e assegura que o indivíduo adquira co­ nhecimento e sabedoria. Teóricos e pedagogos consideram nas suas teo­ rias clássicas que o jogo c um fenô­ meno indissociável da condição hu­ mana. e teorias mais recentes enfa­ tizam os aspectos psicológicos do jogo e a sua importância para o de­ senvolvimento da criança (VIL-CIBEC) 325 Costa, Vera Luza Martins; Ca­ valcanti, Kátia Brandão. A reedu­ cação psicomotora na terceira ida­ de: um estudo de caso com idoso marginalizado. INTERCÂMBIO, Rio de Janeiro (RJ), v.4, n. 11/12 (maio/dez. 1991) p.23-28 RES: Relato de uma experiência com um idoso recolhido a um abri­ go, que se entregou à vida vegetativa e foi trazido à rotina normal c sadia, através de um trabalho de reeduca­ ção psicomotora Demonstração cla­ ra de que a profissionalização técni­ ca tem de estar muito perto ou mes­ mo entrelaçada com a emoção huma­ na. dentro de uma visão humanística das ciências. (VIL-CIBEC) 326 Fontana, Roseli Aparecida Cação. A elaboração conceituai na dinâmi­ ca das relações de ensino Cam­ pinas: UNICAMP, 1991 245f Dis­ sertação (mestrado cm Educação) RES: Analisa como se desenvol­ ve o processo de apropriação/elabo- ração. pela criança, dos conceitos sis­ tematizados na dinâmica contraditó­ ria c heterogênea da prática educativa cotidiana. Através dos pressupostos da Psicologia Dialética de Vygotsky c da Teoria da Enunciação de Bakhtin, aborda o processo de conccitua- lização na criança, participando, com uma professora e seus alunos, das configurações do trabalho pedagógi­ co cotidiano na sala de aula, procu­ rando traçar a emergência dos con­ 124 ceitos sistematizados e a dinâmica de sua elaboração nas circunstâncias concretas da atividade pedagógica ali produzida. (Do original-CIBEC) LOC: CIBEC T 159.95 F679e 327 Gomes, Mareia Pires Ramos de Ma­ galhães. A construção do concei­ to de aprendizagem como mudan­ ça conceituai: uma estratégia ba­ seada no modelo PSHG. Rio de Janeiro: UFRJ, 1991. 103f. Tese (doutorado em Educação) RES: As concepções sobre ensi­ no, aprendizagem, relação ensino- aprendizagem e fatores, que favore­ cem a aprendizagem apresentadas por nove alunos de cursos de pós-gradu­ ação da UFRJ c da Universidade Gama Filho, com tempo de magisté­ rio variando entre 10 e 23 anos, fo­ ram submetidas a uma estratégia que favorece a mudança conceituai base­ ada numa teoria proveniente do ensi­ no de Física. O modelo pode ser utili­ zado tanto no ensino do conceito de aprendizagem como no ensino dos di­ versos conceitos trabalhados pelos su­ jeitos da pesquisa com os seus alunos. (RAO-CIBEC) LOC: CIBEC T 159.95 G633c 328 Grillo, Marlenc. Desenvolvimento das capacidades cognitivas: crité­ rios de análise segundo Bruner. EDUCAÇÃO, Porto Alegre (RS), v,14,n.21 (jul. /dez. 1991) p. 49-58 RES: A educação deve possibili­ tar ao aluno situações que lhe permi­ tam aprender a pensar, a construir novas tecnologias e a utilizar adequa­ damente as jâ existentes, incorpora­ das na cultura. O crescimento do alu­ no depende da possibilidade de interação com outros num ambiente rico e estimulador. A prática peda­ gógica necessita possibilitar um con­ tato fecundo com o contexto cultu­ ral, baseado no dinamismo, promo­ vendo uma interação do aluno para que suas “tecnologias” se ampliem, ampliando, ao mesmo tempo, a cul­ tura à qual pertence. O professor, consciente de sua responsabilidade, deve criar situações, propiciando ao aluno o seu desenvolvimento. (VIL-CIBEC) 329 Kude, Vera Maria Moreira; Bona- migo, Euza Maria de Rezende. Brincar: é isso importante para a educação? VERITAS, Porto Ale­ gre (RS), v.36, n.144 (dez.1991) p.559-575 RES: O brincar é uma forma na­ tural de aprender e de desenvolver, pois permite à criança crescer física, social, cognitiva e emocionalmente. A discussão entre brinquedo e traba­ lho se deve à confusão entre brinque­ do espontâneo e dirigido. O jogo con­ tribui para a aprendizagem da crian­ 125 ça e para a estruturação de seu pen­ samento, devendo ter seu lugar asse­ gurado na escola. Cabe à professora orientar as atividades com crianças da mesma idade, e os programas de pré-escola devem enriquecer a expe­ riência psicológica da criança. Brin­ car é “recriação” e não tão-somente “recreação”; o educador precisa conscientizar-se disto para reconhecer a importância do brincar e ser capaz de utilizar esse potencial na educação. (VIL-CIBEC) 330 Mendes, Claydc Regina. Do neces­ sário ao possível: a criança e sua familiaridade com algumas no­ ções de lógica modal. Campinas: UNICAMP, 1991. 146f. Tese (doutorado em Educação) RES: Pesquisa com crianças de 4 a 13 anos, das escolas públicas (es­ taduais e municipais) e particulares da cidade de Jundiaí, SP. Baseada no livro Le Raisonnement Modal, de G.P. Le Bonniec, os resultados pos­ sibilitaram evidenciar que o compor­ tamento verbal insuficientemente de­ senvolvido, o ambiente, o lado emo­ cional, a fase de evolução em que a criança se encontra, a falta de com­ portamento exploratório c o condici­ onamento social podem interferir no raciocínio lógico. (MRSM-CIBEC) LOC: CIBECT 159.95 M538d 331 Moller, Marli. O desenvolvimento das operações cognitivas, de Piaget, no Método Montessori. EST. LEOPOLD., São Leopoldo (RS), v.27, n. 124 (set./out. 1991) p.7-22 RES: Revisão dos principais pon­ tos da convergência entre Maria Montessori e Jean Piaget mostra que ambos estudaram a criança a partir da observação do seu comportamen­ to cm interação com o meio ambien­ te, sobressaindo vários aspectos co­ muns. A constatação dos princípios que regem o desenvolvimento infan­ til, em especial o cognitivo; a ordem c sucessão dos estágios, que podem ser acelerados, porém não transpos­ tos aos saltos; a importância de não se pretender dar o conhecimento pron­ to para a criança, se ela o puder ad­ quirir através da experiência; o pa­ pel do professor como facilitador do desenvolvimento e da aprendizagem. (VIL-CIBEC) 332 Moreira, Laura Ceretta. Percepção c motricidade. CAD. EDUC. ESP., Santa Maria (RS), n.3 (1991) p.45-51 RES: Há muitos métodos e teori­ as adotados para a aprendizagem da percepção c motricidade. Enquanto alguns se detêm mais na percepção, outros acreditam que a educação motora é capaz de sanar muitos pro­ blemas c dificuldades da aprendiza- 126 gcm da criança. Outros evidenciam que somente a relação motricidade e percepção é capaz de superar os dcficits da criança atrasada cm seu desenvolvimento. Em qualquer ativi­ dade ou ação educativa realizada com a criança normal ou deficiente men­ tal, percepção e motricidade estão intimamente ligadas c devem, portan­ to, ser consideradas cm seu aspecto global. (PTRM-CIBEC) 333 Souza. Solange Jobim; Kramcr, Soma. O debate Piaget/Vygotsky c as políticas educacionais. CAD. PESQ., São Paulo (SP), n.77 (maio 1991) p.69-80 RES: Ao postular um indivíduo que se constrói na relação sujeito/ objeto c um conceito de inteligência estruturada, Piaget se aproxima, de um lado, do positivismo c, de outro, do racionalismo. Vygotsky procura fornecer elementos para que se pos­ sa compreender a construção do co­ nhecimento, reconhecendo a interfe­ rência do sujeito e a dimensão do so­ cial. Enquanto para Piaget há inte- racionismo objetai, Vygotsky recupe­ ra o sujeito. Enquanto para aquele está cm jogo a construção do conhe­ cimento científico, para este é a cons­ trução do conhecimento social. (VIL-C1BEC) 334 08.07 — PSICOLOGIA E EDU­ CAÇÃO — PSICOLOGIA DA APRENDIZAGEM Beycr, Hugo Otto. Algumas conside­ rações, conceituações da educa­ ção especial: área problema de aprendizagem - na Alemanha. CAD EDUC. ESP., Santa Maria (RS), n.3 (1991) p.5-11 RES: A terminologia frequen­ temente utilizada no contexto da edu­ cação especial alemã reúne quatro conceitos fundamentais: 1) dificulda­ des da aprendizagem — representam a performance insatisfatória do alu­ no em face de exigências avaliativas do programa escolar; 2) impedimen­ tos na aprendizagem — constituem no conceito como um “divisor de águas” entre uma momentânea difi­ culdade e o início de um problema mais acentuado no processo de apren­ dizagem; 3) distúrbio de aprendiza­ gem — representa a forma menos grave de aprendizagem; 4) deficiên­ cia na aprendizagem — com carac­ terísticas graves, extensas e duradou­ ras da deficiência. Na Alemanha, o aluno com deficiência de aprendiza­ gem é atendido na escola especial; já o com distúrbio de aprendizagem re­ cebe uma educação de apoio na es­ cola normal. No Brasil, faz-se neces­ sário uma revisão de segmentos da construção teórico-científica da educação especial brasileira, para se questionar a validade ou não de deter­ 127 minados modelos tcórico-conceituais, que podem ter sido “importados"’ sem uma adequada reflexão critica. (PTRM-CIBEC) 335 Oliveira. Marta Kohl de. A teoria de Vygotsky. DOIS PONTOS. Belo Horizonte (MG), v.2, n. 11 (set./ out.l991)p. 18-19 RES: O pensamento de Vygotsky c fundamentado em três pressupos­ tos: trabalha com uma concepção materialista; o fundamento psicológi­ co do ser humano c sócio-histórico; e o seu funcionamento c mediado. Por meio da linguagem, o ser humano absorve as informações As contribui­ ções para o construtivismo: 1) a idéia de que o contexto cultural é a fonte privilegiada do material para o desen­ volvimento psicológico O processo de desenvolvimento c uma reconstru­ ção individual do material recebido de fora; 2) a aprendizagem é motor para o desenvolvimento; 3) a impor­ tância da intervenção pedagógica. (VIL-CIBEC) 336 Oliveira, Nara Vasconccllos de. A fundamentação psicológica da ini­ ciação musical, seu fazer e pro­ postas na obra de Sâ Pereira, c sua influência até a modernidade. Niterói: UFF, 1991. 108f. ane­ xos. Dissertação (mestrado cm Educação) RES: Pode um professor passar sem psicologia, desconhecer a cons­ tituição psíquica de seu aluno, carre­ gado de conteúdos sócio-politico-cul- turais, não saber penetrar no inques­ tionável da personalidade de seu alu­ no? Se no aprender música o aluno canta, dança, usa o seu corpo como idéia, o professor não pode ignorar que uma motivação bem colocada transforma a atitude do aluno. Esti­ mular o aluno a “pensar por conta própria” é o objetivo da aprendiza­ gem. Ao mestre, cabe a “dosagem da dificuldade” o conhecimento profun­ do da matéria c a preocupação com a técnica do ensino. (GLM-CIBEC) LOC: CIBEC T 159.953.5 O48f 337 08.08 — PSICOLOGIA E EDU­ CAÇÃO — PSICOLOGIA DO TRABALHO Ishikawa, Akemi Aconselhamento profissional INTEGRAÇÃO, São Paulo (SP), v.4, n.13 (jun. 1991)p 33-36 RES: O objetivo da reabilitação profissional c proporcionar indepen­ dência, ajudando a pessoa com defi­ ciência a descobrir novas possibili­ dades de trabalho, principalmcnte para as que apresentam dificuldade na ob­ tenção de um emprego ou na rea­ daptação para voltar ao trabalho. O processo compreende várias etapas. 128 que podem ser utilizadas parcial ou totalmente, para dar um apoio seguro ao candidato: avaliação, orientação, preparação para o trabalho, colocação c acompanhamento do desempenho. (RAO-CIBEC) 338 Silva, Otto Marques da. A importân­ cia das oficinas de produção no processo de integração social de pessoas com deficiência. INTE­ GRAÇÃO, São Paulo (SP), v.4, n 13(jun. 1991) p.26-29 RES: Para que uma entidade tome uma decisão correta quanto à orga­ nização de uma oficina destinada à orientação de seus clientes ou alunos c preciso examinar como as pessoas com deficiência se integrarão à vida de trabalho. As oficinas dedicadas a programas de reabilitação deveríam duplicar com finalidade o ambiente do mercado competitivo, servindo como base para a aquisição e fortale­ cimento de hábitos e atitudes de traba­ lho. Falta uma lei federal que viabilize e garanta as oficinas de produção. E, além do apoio financeiro melhor de­ finido e da assistência técnica cons­ tante, é preciso pessoal qualificado para organizar c gerir os recursos. (RAO-CIBEC) 339 09.01 — COMUNICAÇÃO E EDUCAÇÃO — COMUNI­ CAÇÃO Almeida, Maria Aparecida Fonseca de. Da escrita à fala: um exercí­ cio de comunicação. PRO-POSI- ÇÕES, Campinas (SP), n.5 (ago. 1991) p.36-46 RES: Há uma forma de lingua­ gem, tal como a fala, natural e ideal para a iniciação na escrita: a narrati­ va. Escrita e fala não são produzidas de um mesmo modo. Considerem-se a linearidade, a fixidez, a opacidade próprias da escrita para a explicitação da sua gramática. O sentido do texto extrapola o próprio texto. Propõe um ensino inicial da escrita através do exercício do gênero epistolar, em es­ pecial a carta, cujas qualidades, no­ vidade, intimidade, autenticidade identificam os elementos da comuni­ cação e revelam o papel social da lín­ gua. O ensino da língua mostra-se deficiente por não colocar o aluno- escrítor como sujeito do seu dizer e a língua como o meio de situá-lo como sujeito da sua história. (VIL-CIBEC) 340 Brandão, Heliana Maria Brina. Nem sapo, nem príncipe: uma leitura das leituras produzidas por cama­ das sociais diferentes. Belo Hori­ zonte: UFMG, 1991. 231 f. Dis­ sertação (mestrado em Educação) RES: Quatro crianças de 10 a 11 anos, cursando a quarta série do pri­ meiro grau, leram os mesmos textos, utilizando a técnica da pausa pro­ 129 tocolada; em determinados pontos a leitura era interrompida para que elas continuassem a história como quises­ sem. Por terem acesso a maior nú­ mero de livros, as crianças ricas re­ lacionaram o livro "Sapomorfose". de Cora Ronai, com outras histórias de fadas; elas distinguiram “fantasia” de “realidade” c deram respostas ampli­ adas, fazendo analogias As crianças pobres não fizeram essa distinção c nas respostas utilizaram um proces­ so parafrástico. repetindo as mesmas frases do texto. A vivência de classe interferiu na leitura de "Tô pedindo trabalho”, de Tcrczinha Alvarenga, pois as enanças ricas não consegui­ ram explicar a relação entre os per­ sonagens c confundiram ficção c re­ alidade. E preconceito dizer que as crianças pobres não sabem ler ou leem mal; certas diferenças de leitu­ ra não são "erros”, são marcas de classe. (RAO-CIBEC) LOC: CIBECT 372.41 B817n 341 Pereira, Luis Landes da Silva. A im­ prensa como elo entre o Estado, a sociedade c a educação no Estado de Mato Grosso do Sul. Campo Grande: UFMS, 1991. 164f. Dis­ sertação (mestrado cm Educação) RES: Descrição e inteqjrctação histórica das relações de mando e obediência que emergem na política do Estado do Mato Grosso do Sul, no período de 1979 a 1995, c que são retransmitidas pela mídia. Para tan­ to, toma a lei como fonte de poder estruturador da sociedade c a educa­ ção como elemento básico de repro­ dução das estruturas de poder. (Do original-CIBEC) LOC. CIBEC T 659.3:37(817.2) P436i 342 09.02 — COMUNICAÇÃO E EDUCAÇÃO — LINGUA­ GEM Abaurre, Maria Bernadete Marques. Os estudos linguísticos e a aqui­ sição da escrita In: Encontro Na­ cional sobre Aquisição da Lingua­ gem (2: 1991 Porto Alegre) Anais... Porto Alegre: Centro de Estudos sobre Aquisição e Apren­ dizagem da Linguagem — PUC- RS, 1991 p.5-49 RES: As teorias linguísticas são tomadas como suficientes para des­ crever e explicar as primeiras mani­ festações linguísticas escritas. Para circunscrever o espaço da questão teórica, considera o problema da re­ lação entre o sistemático, o variável c o singular na linguagem O uso adulto da linguagem varia cm função da situação e dos falantes. Apesar da singularidade dos dados, os enuncia­ dos infantis são vistos como mani­ festações "imperfeitas” de uma gra­ mática adulta, avaliando-sc o pro­ 130 gresso na aquisição com base no que ainda deveria ser aprendido. A medi­ da que a relação do sujeito com a lin­ guagem c mediada, deve-se atribuir um estatuto teórico para avaliar o processo de aquisição da linguagem pela criança. Apresenta seleção de dados para defender a relevância dos dados singulares. (V1L-CIBEC) 343 Albano, Eiconora. Esboço de mode­ lo ncuropsicologicamentc orienta­ do para a aquisição da fonologia. In: Encontro Nacional sobre Aqui­ sição da Linguagem (2: 1991: Porto Alegre) Anais Porto Ale­ gre: Centro de Estudos sobre Aquisição e Aprendizagem da Linguagem - PUC-RS. 1991 p.5 1-75 RES: Considera o “erro” como objeto privilegiado de estudo do co­ nhecimento fonctico-fonológico da criança. Através da análise de enun­ ciados, exemplifica o uso cocsivo de determinados traços fônicos que aju­ dam a criança a manter-se em terre­ no seguro, enquanto lida com as difi­ culdades de organizar c produzir os referidos enunciados. Na plasticidade fonética, capacidade humana de pro­ duzir efeitos fônicos, o jogo entre in­ formação estática c informação dinâ­ mica no sinal acústico de fala resulta de uma fina coordenação entre os mecanismos da articulação e da au­ dição. Em conseqüência, a neuro- fisiologia deve ser vista como um sis­ tema de sinergias, materializadas por “estruturas coordenativas”. Descre­ ve as ações correspondentes às sinergias básicas do trato vocal para a concretização do uso da língua. (VIL-CIBEC) 344 Amaral, Sandra Moreira; Meurer, Cecília Terezinha. O surdo c a busca da identidade lingüística. CAD. EDUC. ESP., Santa Maria (RS), n.3 (1991) p.53-56 RES: Pelo uso da língua de sinais e/ou gestos naturais, o surdos bus­ cam a sua identidade sociocultural que implica uma compreensão mais profunda da sua relação social. O surdo, enquanto grupo pertence às minorias desfavorecidas, possui uma linguagem com estrutura lingüística diferente que, para ser entendida, pre­ cisa da dccifração de código, o que torna a comunicação não muito aces­ sível à comunidade ouvinte que não o conhece. Para que ele possa adqui­ rir identidade, existência real enquan­ to grupo social, é necessário que se aposse da linguagem do seu grupo, que ele próprio fale de si e conte sua história, sob a perspectiva cultural, num primeiro momento, e codifique para a comunidade ouvinte em Lín­ gua Portuguesa oral e/ou escrita. (Do original-CIBEC) 345 131 Ávila, Ivany Souza; Pinto, Jaquelinc Moll. A produção escrita no ini­ cio da escolaridade: em busca da compreensão do processo. . EM ABERTO, Brasília (DF), v.10, n.52 (out./dez. 1991) p.63-68 RES: Pesquisa realizada cm duas salas de aula da rede pública do Rio Grande do Sul, sendo uma das clas­ ses de alunos repetentes da 1 - série. As professoras desenvolvem seu tra­ balho alicerçadas nas teorias de Piaget, Paulo Freire e das descober­ tas de Emilia Ferreiro e Ana Tcbcrosky sobre a psicogênese da lín­ gua escrita. Foi possível constatar. nas salas dc aulas observadas, que a construção da leitura e da escrita pe­ las crianças vai acontecendo im- bricada cm espaços de autonomia e numa ação interativa entre iguais. (PTRM-CIBEC) 346 Axt. Margarete. Condutas cognitivas e estratégias de processamento dc orações relativas por crianças en­ tre 6 e 13 anos. In: Encontro Na­ cional sobre Aquisição da Lingua­ gem (2: 1991. Porto Alegre) Anais... Porto Alegre: Centro de Estudos sobre Aquisição e Apren­ dizagem da Linguagem - PUC- RS, 1991. p. 117-130 RES: Pesquisa em andamento no Laboratório de Estudos Cognitivos da UFRGS. A criança, individualmente ou cm duplas, constrói microgramá- ticas, usando a linguagem Logo de programação, demonstrando a sua compreensão e produção de orações relativas em Português. Através dc uma animação, aparecem na tela qua­ tro quadros idênticos quanto ao nú­ mero c identidade dos personagens, mas diferentes quanto à agentividadc dos personagens, e também um enun­ ciado. A criança verifica se o enun­ ciado corresponde a um dos quadros, e depois deve elaborar um novo enun­ ciado ''parecido'’, comparando mais uma vez as representações semânti­ cas e superficiais dos gráficos As estratégias de processamento permi­ tem estabelecer três grandes estágios dc desenvolvimento: ausência dc qualquer indicio dc sistematização, construção parcial do sistema e cons­ trução sistêmica das relações atribu­ íveis ao nexo "que”, configurando uma coordenação dos subsistemas entre si e entre o sistema global. (RAO-CIBEC) 347 Azevedo, Andréa A. de A voz c suas implicações no desempe­ nho do educador. TÓP. EDUC., Recife (PE), v.9. n.1/2 (1991) p.7-10 RES: A importância da voz como instrumento dc trabalho para o pro­ fissional que a utiliza c o funciona­ mento dos cinco sistemas (respirató­ rio, da emissão do som. de ressonân­ cia, de articulação, nervoso central e 132 periférico) a ela relacionados. Com harmonia e bom funcionamento des­ tes cinco sistemas, pode-se falar bem, com clareza, boa articulação, timbre agradável, bom alcance e rendimen­ to, com resistência c com insinuante personalidade. (PTRM-CIBEC) 348 Batista, Antônio Augusto Gomes. Sobre a leitura: notas para a cons­ trução de uma concepção de lei­ tura de interesse pedagógico. EM ABERTO, Brasília (DF), v.10, n 52 (out./dez. 1991) p. 21-38 RES: Os pressuspostos básicos adotados são: o professor deve pos­ suir um conhecimento globalizante a respeito do objeto que ensina: e as condições de busca para a articula­ ção e integração das investigações sobre a leitura A articulação entre autor-leitura, texto-ato de ler e leitor traduzem o desenvolvimento históri­ co da pesquisa sobre a leitura e da pedagogia das práticas escolares de leitura de textos literários. Integrar um conjunto de conhecimentos de natureza psicológica, psicolingüís- tica, lingüistica, semiótica, literá­ ria, histórica e sociológica é um desafio que permite a pesquisa so­ bre a leitura e sua aquisição e con­ tribui para o ensino, alcançando o professor. (PTRM-CIBEC) 349 Corrêa, Letícia M. Sicuro. O jogo experimental na avaliação da competência lingüistica de crian­ ças: o caso do fechamento entre orações na compreensão de rela­ tivas. CAD. EST. LING., Cam­ pinas (SP), n.21 (jul./dez. 1991) p.79-96 RES: Crítica teórico-metodo- lógica de como se processa a com­ preensão de sentenças com orações relativas por crianças, tradicional­ mente avaliadas por meio da tarefa- padrão em estudos experimentais so­ bre a aquisição da linguagem — a manipulação de brinquedos a partir de sentenças. Evidencia a complexi­ dade dos fatores a serem levados em conta em estudo de base experimen­ tal sobre o tema. Os sujeitos foram 36 crianças falantes de português com idade entre 5 anos e 5 anos e 11 me­ ses selecionadas de dois jardins de escola de classe média do Rio de Ja­ neiro. Os resultados sugerem que os desenvolvimentos relativos à compre­ ensão de sentenças com orações re­ lativas, a partir dos 5 anos de idade, estejam restritas a habilidades metalingüísticas. (LNMC-CIBEC) 350 Corrêa, Letícia M. Sicuro. Pro­ cessamento de relações anafóricas e aquisição da linguagem. In. Encontro Nacional sobre Aqui­ sição da Linguagem (2: 1991: 133 Porto Alegre) Anais... Porto Ale­ gre: Centro de Estudos sobre Aquisição e Aprendizagem da Linguagem - PUC-RS, 1991. p.77-101 RES: Narrativas orais, produzi­ das a partir de um livro de gravuras, contendo quatro personagens do mes­ mo gênero c diferentes funções no enredo, foram analisadas cm função de três parâmetros: manutenção da referência ao protagonista do episó­ dio ou ao sujeito temático da narrati­ va (nivel global); manutenção da re­ ferência ao sujeito da oração anteri­ or àquela contendo o pronome (nivel local); antecedente alternativo na ora­ ção imediatamente anterior àquela contendo o pronome. A habilidade de coordenar os parâmetros cm niveis local c global aparece nas narrativas de crianças de cinco anos Referên­ cia a um antecedente alternativo ao sujeito temático só começa a se ma­ nifestar no grupo de sete anos. Aos nove anos, há um aparente retroces­ so quanto a levar cm conta um ante­ cedente potencial na oração que pre­ cede o pronome. O teste relativo à presença de antecedente alternativo ao protagonista considerou apenas as narrativas de adultos e confirmou a hipótese de que o modo como o dis­ curso se organiza restringe as opções para a atribuição de antecedentes a termos anafóricos. (RAO-CIBEC) 351 Corrêa, Lurdes Terezinha. Considera­ ções sobre a evolução histórica dos sistemas de escrita. EST. LEO- POLD., São Leopoldo (RS), v.27, n.125 (nov./dez. 1991) p.29-38 RES: A escrita, marco divisor entre a Pré-História c a História, foi uma das criações mais importantes da humanidade. Alfabeto é um con­ junto de letras de uma lingua, dispos­ tas numa ordem convencional O de­ senvolvimento e evolução do alfabe­ to, conhecimentos socialmentc trans­ mitidos através da caligrafia, ortogra­ fia. letras/números. c a orientação espacial da leitura c escrita são abor­ dados. (VIL-CIBEC) 352 Dick. Lauro. De uma leitura de su­ perfície a uma leitura de profun­ didade: do cormorão comum ao incomum. LET. DE HOJE. Porto Alegre (RS), v.26, n.4 (dez. 1991) p.91-103 RES: O conceito de leitura é des­ dobrado cm suas atividades correlatas c fundamentado em teorias ex­ plicativas da literatura especializada. A partir do ponto de vista desse tri­ pé, analisa o poema “The common cormorant” ( O cormorão comum). Com base no referencial teórico apre­ sentado, discorda da opinião de Michael Scott o qual, cm seu artigo “Lendo nas entrelinhas”, considerou o poema absurdo. 134 (Do original-CIBEC) 353 Ferreira, Rosilda Arruda. Língua materna c identidade social: al­ guns elementos para reflexão. TÓP. EDUC., Recife (PE), v.9, n 1/2 (1991) p.43-47 RES: Apresenta uma discussão sobre questões relativas ao ensino- aprendizagem da língua materna, sua relação com a dominação ideológica brasileira c como essa relação tem- se concretizado na prática pedagógi­ ca do professor-alfabetizador. (PTRM-CIBEC) 354 Figueira, Rosa Attié. Algumas con­ siderações sobre o erro como dado de eleição nos estudos de aquisi­ ção da linguagem pela criança normal. In: Encontro Nacional sobre Aquisição da Linguagem (2: 1991: Porto Alegre) Anais... Por­ to Alegre: Centro de Estudos so­ bre Aquisição e Aprendizagem da Linguagem - PUC-RS, 1991. p. 13 1-141 RES: A partir de dados oriundos da fala da criança, seleciona ou pri­ vilegia o erro ou desvio como mate­ rial de superior aproveitamento nas análises e conclusões sobre o desen­ volvimento lingüístico. A observação do processo de análise e reorganiza­ ção focaliza a morfologia tanto flexionai quanto a derivacional. Con­ clui que a criança opera sobre o ob­ jeto lingüístico nas mais diferentes di­ reções. Os desvios nada mais são do que as marcas externas daquilo que está sendo rearranjado intemamente. (VIL-CIBEC) 355 Gcraldi, João Wanderley. O ensino e as diferentes instâncias de uso da linguagem. EM ABERTO, Bra­ sília (DF), v.10, n.52 (out./ dez. 1991) p.3-12 RES: As duas formas de interação verbal, em função das instâncias con­ cretas em que se realizam as enun- ciações dos sujeitos falantes são: as instâncias públicas e privadas. A constituição lingüística da variedade culta e não-culta baseia-se em pro­ cessos interlocutivos e em suas his­ tórias, sendo diferentes na forma lin­ güística que usam e nos contéudos que transmitem. A escola seria me­ lhor se proporcionasse maior diver­ sidade de interações. O processo de compreensão dos discursos produzi­ dos, quer em instâncias públicas, quer em instâncias privadas, é sempre par­ ticular, singular e orientado por duas fontes fundamentais: a fala do locu­ tor, isto é, seus enunciados e as cate­ gorias prévias e historicamente incor­ poradas pelo interlocutor (as suas palavras) com as quais ele constrói a compreensão. (Do original-CIBEC) 356 135 Goodman, Kenneth S. Unidade na leitura: um modelo psicolin- güístico transacional. LET. DE HOJE, Porto Alegre (RS), v.26, n.4 (dez. 1991) p.9-43 RES: Teoria unificada da leitura baseada na teoria e pesquisa do pas­ sado e do presente numa ampla vari­ edade de áreas. Essa teoria integra o conhecimento emeigente relacionado com o processo de leitura, baseado na premissa de que os fenômenos da leitura são os mesmos para todos que os estudam. O objetivo é encontrar a unidade, e será constituída a partir de uma visão transacional. As tran­ sações lingüísticas nos eventos de letramento podem ser abordadas de três pontos de vista diferentes: o pro­ cesso pelo qual o escritor produz o texto: as características dos textos, e o processo pelo qual o leitor constrói o sentido. (VIL-C1BEC) 357 Guimarães, Ana Maria de Mattos. Coesão textual e hipóteses sobre a língua escrita. In: Encontro Na­ cional sobre Aquisição da Lingua­ gem (2: 1991: Porto Alegre) Anais.. Porto Alegre: Centro de Estudos sobre Aquisição c Apren­ dizagem da Linguagem - PUC- RS, 1991. p.143-149 RES: Resultados parciais referen­ tes ao uso de mecanismos cocsivos, por crianças que não receberam edu­ cação pré-cscolar formal. Foram re­ colhidos três tipos de produção: his­ tória contada a partir de seqüência de gravuras, relato oral livre e história “escrita” pela criança a partir de uma gravura e “traduzida” oralmente para a professora, que a transcreveu. Ob- scrvaram-sc o uso significativo de recursos exofóricos na apresentação de referentes, a predominância de sintagmas nominais definidos e inde­ finidos. dependendo da idade das cri­ anças, e o uso de mecanismo de co­ nexão interfrásica. A evolução da coesão representa uma passagem do contexto ao texto, afirmando-sc como um conceito linguístico. (VIL-CIBEC) 358 Hernandorcna, Carmen Lúcia Matzcnauer O estabelecimento de padrões de substituição conso- nantal através de traços distinti­ vos. In: Encontro Nacional sobre Aquisição da Linguagem (2: 1991: Porto Alegre) Anais Por­ to Alegre: Centro de Estudos so­ bre Aquisição c Aprendizagem da Linguagem - PUC-RS, 1991. p.151-163 RES: A aquisição de uma língua implica o domínio dos diferentes as­ pectos que integram o sistema: fonologia, morfologia. sintaxe, se­ mântica e pragmática. A criança tem um papel ativo na aquisição do com­ ponente fonológico, pois ela desen­ 136 volve sistemas próprios de contras­ tes e de regras fonológicas, estabele­ ce hipóteses e adota estratégias para alcançar o sistema fonológico da co­ munidade na qual se insere. Os tra­ ços distintivos do referido sistema identificam os segmentos e estabele­ cem as classes naturais e os contras­ tes pertinentes na língua. E possível a substituição entre segmentos que compartilham dois traços primários. (VIL-C1BEC) 359 Huang, Harry J. O papel da tradu­ ção da L1 para a L2 no currículo de escrita em L2. LET. DE HOJE, Porto Alegre (RS), v.26, n.4 (dez. 1991) p. 105-126 RES A tradução da LI para L2 é um constituinte natural do aprendiza­ do da segunda língua. Educadores posicionam-sc contra ou têm restrições quanto à introdução da tradução no currículo da escrita em L2. A rela­ ção entre escrita e tradução é es­ clarecida pelo intcr-relacionamento entre escrita “livre,” escrita “basea­ da em conteúdo” c escrita “limitada cm conteúdo” cm L2. Quando o pro­ fessor se tomar escritor de L2 é que rcalmente saberá o que significa escre­ ver em uma segunda língua, e compre­ enderá c aceitará a importância da tradução de LI para a L2 num currí­ culo bem projetado de escrita em L2. (VIL-CIBEC) 360 Lamprecht, Regina Ritter. Influência de fatores fonéticos e fonológicos na aquisição das obstruintes so­ noras do português. In: Encontro Nacional sobre Aquisição da Lin­ guagem (2: 1991: Porto Alegre) Anais... Porto Alegre: Centro de Estudos sobre Aquisição e Apren­ dizagem da Linguagem - PUC- RS, 1991. p.165-183 RES: Estudo longitudinal de cri­ anças sem desvios fonológicos evolutivos para observar a atuação de diversos fatores fonéticos e fonológicos na aquisição das abs- truintes sonoras do Português. Com base cm comparações teóricas reali­ zadas, conclui que a posição relativa da obstruinte sonora na palavra tem menos influência na atuação do pro­ cesso de dessonorização do que o modo e o ponto de articulação; a po­ sição da obstruinte sonora na pala­ vra tem força suficiente para deter­ minar uma mudança no comporta­ mento da dessonorização; mesmo ali­ ados, o ponto e a posição não conse­ guem superar a influência do modo de articulação na supressão do pro­ cesso de dessonorização. Todas as variáveis observadas influem na atu­ ação do processo na fala da criança, estabelecendo a seguinte hierarquia de importância: 1) modo de articula­ ção; 2) ponto de articulação; 3) am­ biente posterior e altura da vogal se­ guinte; 4) tonicidade da sílaba e 5) posição na palavra. 137 (VIL-CIBEC) 361 Lima, Marília dos Santos. A aquisi­ ção de anáfora nominal cm Inglês por alunos brasileiros adultos: o uso do it nas funções de sujeito e complemento. In: Encontro Naci­ onal sobre Aquisição da Lingua­ gem (2: 1991: Porto Alegre) Anais... Porto Alegre: Centro de Estudos sobre Aquisição c Apren­ dizagem da Linguagem - PUC- RS, 1991. p.185-190 RES: Sessenta e quatro alunos dos cursos de Letras e Tradutor da UFRGS foram divididos em três gru­ pos de proficiência, classificados pe­ los Testes de Michigan c Cambridge, para que se pudesse levantar as áre­ as de facilidade e dificuldade na aprendizagem de Inglês por brasilei­ ros para fins de melhoria de estraté­ gias de ensino. Os erros mais frcqüen- tes na função de complemento decor­ rem da facilidade de aprendizagem dos pronomes de sujeito. Os três es­ tágios na aquisição do pronome it, em sala de aula são: uso da repetição redundante do sintagma nominal; uso do sintagma nominal redundan­ te e do pronome it como variantes; e uso do pronome na maior parte das ocasiões. (VIL-CIBEC) LOC: CIBEC AM 362 Marques, Sandra Maria Rabelo. Lei­ tura como aprendizagem: questões sobre o texto jornalístico e outros textos. Campinas: UNICAMP, 1991 I74p. Dissertação (mestrado em Educação) RES: A linguagem literária e a jornalística devem refletir a interação entre o mundo real e o mundo imagi­ nário, onde a objetividade c a subje­ tividade se equilibram criando textos capazes de educar o leitor para uma leitura humana da realidade, como os escritos de Clarice Lispector — es­ critora e jornalista — onde o leitor, através da linguagem, entra em contacto com o mundo e com o outro (GLM-CIBEC) LOC: CIBEC T 378 147:028.01 M3571 363 Mota, Katia M. S.; Arapiraca, Mary de A.; Luz. Ana Maria de C. A construção da ortografia na escri­ ta infantil. In: Encontro Nacional sobre Aquisição da Linguagem (2: 1991: Porto Alegre) Anais... Por­ to Alegre: Centro de Estudos so­ bre Aquisição e Aprendizagem da Linguagem - PUC-RS, 1991. p. 199-201 RES: O projeto “A Construção da Ortografia nas Séries Iniciais do Pri­ meiro Grau” foi implantado em duas classes de alfabetização, numa esco­ la municipal de Salvador (BA), em março de 1991. As duas auxiliares 138 do projeto, juntamente com as pro­ fessoras, aplicaram e avaliaram as atividades decorrentes da leitura de livros infantis, cujo objetivo era esti­ mular os alunos a identificar palavras significativas aos seus interesses e explorar as possibilidades ortográfi­ cas. No fim do ano, foi publicada uma coletânea de textos produzidos pelos alunos; cada um recebeu um diário para que a escrita estivesse presente no seu contexto social; cada um cons­ truiu o próprio livro a partir de um texto que continha 65 palavras com padrões ortográficos variados. O pro­ jeto terá continuidade em 1992. (RAO-CIBEC) 364 Moura, Maria Lúcia Scidl de. Aqui­ sição de linguagem: compreensão e produção em bebês de 8 a 18 meses. ARQ BRAS PS1C., Rio de Janeiro (RJ), v.43, n. 1/2 (jan.Z jun.1991) p.52-78 RES: Análise de um aspecto me­ nos explorado da aquisição inicial de linguagem: a compreensão c sua com­ paração com a produção da fala. Os dados foram coletados em dois tipos de estudo: um longitudinal com dois sujeitos, durante dez meses, e outro transversal com 43 sujeitos. O desen­ volvimento da compreensão é com­ parado em diversos aspectos ao da produção. Verifica que o primeiro começa mais cedo, mais rápido e atin­ ge um vocabulário maior e em nível mais complexo na amostra estudada. (VIL-CIBEC) 365 Oliveira, Maria Helena Mourão Alves; Gargantini, Marisa Bueno Mendes. Uma perspectiva sobre pensamento e linguagem. In: En­ contro Nacional sobre Aquisi­ ção da Linguagem (2: 1991: Porto Alegre) Anais... Porto Alegre: Centro de Estudos so­ bre Aquisição e Aprendizagem da Linguagem - PUC-RS, 1991. p.191-197 RES: Estudo de caso de um me­ nino de 12 anos, na 5- série, com di­ ficuldades de aprendizagem, cujo exame neurológico nada constatou e que teve atendimento fonoaudio- lógico, pedagógico (realfabetização) c psicomotor (comportamento e aten­ ção). Durante dois anos, com sessões semanais de 45-60 minutos, utiliza­ ram-se 150 exercícios com a Técni­ ca Cloze, para desenvolver a apren­ dizagem da criatividade. No início, a fluência da leitura apresentava pau­ sas e prolongamentos que ocorriam em uma freqüência de 75 hesitações em um texto com 155 palavras, re­ presentando 45,8% de disfluência. A complexidade contextual e a exten­ são do vocábulo ou do estímulo au­ ditivo determinavam produções inver­ tidas ou contaminadas por sons pró­ ximos. Após o treino, o processo arti- culatório adequou-se, e o estímulo das 139 funções mentais superiores fortaleceu o autoconccito do sujeito. (RAO-CIBEC) 366 Pereira, Cláudia Silva. Lingüística aplicada c o ensino de línguas es­ trangeiras. B CENT. LET. E Cl. HUM., Londrina (PR), n.21 (jul./ dez 1991) p.52-59 RES: A importância da lingüísti­ ca no ensino de línguas estrangeiras reside em fomecer uma concepção sobre como cia está refletida na metodologia dc ensino Mostra ao professor a estrutura e regras de fun­ cionamento dc uma lingua podendo influenciar seu design . o objetivo e o conteúdo dc um determinado cur­ so. Aponta a necessidade de se criar uma literatura intermediária entre as pesquisas lingüisticas e materiais pe­ dagógicos. A ampla disseminação de idéias resultantes daquela sobre a natureza c operação da lingua ou da­ quelas derivadas da prática pedagó­ gica é que tirará o ensino do estado catatônico em que se encontra. (LNMC-CIBEC) 367 Peronard. Marianne. De como os alu­ nos entendem os textos. LET. DE HOJE. Porto Alegre (RS), v.26, n.4 (dez. 1991) p.59-69 RES: A compreensão do texto es­ crito apresenta uma tendência peda­ gógica. O foco foi localizado na com­ preensão inferencial no qual se pediu aos alunos que verbalizassem as inferências necessárias para construir uma interpretação coerente. Os resul­ tados mostram fracas habilidades por parte dos 2.600 alunos, suas respos­ tas manifestam pouco raciocínio inferencial e suas estratégias, baixa adaptação à estrutura ou conteúdo do texto A estratégia mais comum é a lexical restrita, que é mais uma “es­ tratégia de resposta” do que uma “es­ tratégia de compreensão”. (VIL-CIBEC) 368 Pcrroni, Maria Cecília. Diferenças individuais cm aquisição da lin­ guagem: um estudo sobre gême­ os. In: Encontro Nacional sobre Aquisição da Linguagem (2. 1991: Porto Alegre) Anais.. Por­ to Alegre: Centro de Estudos so­ bre Aquisição c Aprendizagem da Linguagem - PUC-RS, 1991. p.203-211 RES: Estudo obscrvacional que enfatiza o papel do histórico e do so­ cial na construção da linguagem pela criança, em interação com os mem­ bros mais competentes da comunida­ de linguística. A análise dos dados dos gêmeos mostra que a troca ver­ bal entre os interlocutores era a dialógica, envolvendo ora o menino, ora a menina. A relação dialógica entre as crianças e a mãe evidencia rotas diferentes na aquisição da lin­ 140 guagem, fortemente determinada pe­ los papéis sociais dentro da comuni­ dade em que vivem. (VIL-CIBEC) 369 Poersch, José Marcclino. Por um ní­ vel mctaplícito na construção do sentido textual. LET DE HOJE, Porto Alegre (RS), v.26, n.4 (dez. 1991) p. 127-143 RES A leitura constitui um pro­ cesso ativo de comunicação que leva o leitor a construir, a partir da per­ cepção de signos gráficos e da ajuda de dados não-visuais, uma substân­ cia de conteúdo equivalente àquela que o autor quis expressar através de uma mensagem verbal escrita. Na construção desse sentido, devem ser percorridos três níveis: o explícito, o implícito c o mctaplícito. Para a mai­ oria dos pesquisadores, o processo de compreensão resulta da interação entre as habilidades cognitivas e lin­ guísticas do leitor e a organização estrutural do texto. Corresponde a um ato de construção e a um ato de integração. A informação encontra- se armazenada na memória semânti­ ca cm forma de proposições. (Do original-CIBEC) 370 Ramos, Ana Paula Fadanelli. Avali­ ação e tratamento fonológico de uma criança portadora de fissura palatina reparada. In: Encontro Nacional sobre Aquisição da Lin­ guagem (2: 1991: Porto Alegre) Anais... Porto Alegre: Centro de Estudos sobre Aquisição e Apren­ dizagem da Linguagem - PUC- RS, 1991. p.213-221 RES: Na avaliação e terapia da fala de uma menina portadora de fissura palatina reparada, utilizaram- se modelos lingüísticos fonológicos além da descrição fonética. Os resul­ tados obtidos com o modelo fonêmico tradicional de análise não foram efi­ cazes e passou-se a empregar o mo­ delo de ciclos modificados em nove avaliações e oito ciclos de tratamento, com progressos significativos na fala espontânea a partir da quinta avalia­ ção. Há semelhanças entre portadores de fissuras e crianças normais quan­ to a estratégias de aquisição e evolu­ ção fonológica. Aspectos emocionais e cognitivos devem ser considerados durante o processo terapêutico. (RAO-CIBEC) 371 Rauber, Adriana; Dalla Zem, Maria Isabel Habckost. Ler e escrever: história, significados e maneiras de dizer... EM ABERTO, Brasília (DF), v.10, n.52 (out./dez,1991) p.53-61 RES: Os autores dos textos ana­ lisados são alunos da Escola Estadu­ al de 1° Grau Completo Araújo Viana, em Porto Alegre. As idades variam de 13 a 17 anos, sendo alguns 141 repetentes. Foram selecionados qua­ tro conjuntos de redações (159 tex­ tos) produzidos a partir de diferentes propostas. É importante ressaltar que a maioria dos alunos parece dominar as convenções gráficas do discurso direto (dois pontos, travessão); os tempos verbais são usados adequa­ damente, indicando o narrador com o pretérito e a fala dos personagens com o presente. O ensino da língua materna seria mais desafiador e eficaz se fosse dada a devida importância à competência linguística dos alunos. (PTRM-CIBEC) 372 Roazzi, Antonio; Dowkcr. Ann: Bryant. Petcr E. A arte do repen­ te c as habilidades linguísticas. R BRAS. EST. PEDAG., Brasília (DF), v.72, n. 172 (set./dez. 1991) p.291-317 RES: A relação entre as habilida­ des linguísticas e a arte do repente é investigada em sujeitos repentistas (violeiros ou cantadores), poetas orais encontrados no Nordeste, muitos dos quais têm uma escolaridade limita­ da. Análise de vinte repentistas e de­ zoito não-repentistas com faixa etária, escolaridade c nível socio- econômico semelhantes mostra que os repentistas produzem um número de rimas quatro vezes superior na pro­ dução da primeira rima. Nas outras tarefas, os dois grupos de sujeitos não diferem de modo significativo. Assim. a habilidade dos repentistas parece ser ao mesmo tempo altamente desenvol­ vida e especializada. Estas descober­ tas mostram que podem haver dis- sociações entre rima e algumas ou­ tras habilidades linguísticas, como a segmentação fonológica, assim como aparentemente não existe uma rela­ ção direta entre a educação formal c o desenvolvimento de habilidades cul­ turalmente informais. (Do original-CIBEC) 373 Rojo, Roxanc Helena Rodrigues "Espelho, espelho meu"' ojogo de papéis e a constituição da narra­ tiva e do letramento. In: Encontro Nacional sobre Aquisição da Lin­ guagem (2: 1991 Porto Alegre) Anais.. Porto Alegre: Centro de Estudos sobre Aquisição e Apren­ dizagem da Linguagem - PUC- RS. 1991. p.223-245 RES: A criança de dois anos, em universo familiar, interagindo no jogo de papel (brincar de casinha) c no jogo de contar estórias a partir de tex­ to conhecido (episódio de book reading Chapcuzinho Vermelho) re­ vela uma alternância de papéis e pers­ pectivas (faz de conta: que "eu" sou "você'’, que "eu” sou ‘‘ele”, que "cu sou "eu”) Quando a criança "lê” para alguém ouvir, assume modos e luga­ res de participação negociados que dependem da necessidade de encarnar o caráter narrativo, de observá-lo do 142 lugar de outro (s) personagem (ns) ou no lugar do narrador/autor. Essas interações, instauradas pelos jogos de papel, refrõcs e cantigas enquanto participante interno ao plano narra­ tivo, assim como os jogos dc nome­ ar, de reconhecimento e de contar enquanto observador ou espectador interno, são importantes para a monologização, aproximando a cri­ ança da narrativa letrada existente no seu subgrupo sociocultural. (RAO-CIBEC) 374 Scarpa. Ester Mirian. Sobre a aqui­ sição da prosódia. In: Encontro Nacional sobre Aquisição da Lin­ guagem (2: 1991: Porto Alegre) Anais... Porto Alegre: Centro de Estudos sobre Aquisição c Apren­ dizagem da Linguagem - PUC- RS. 1991. p.103-115 RES: A prosódia é caracterizada pela relação estabelecida nos sistemas dc entonação e ritmo, inseparáveis na produção lingüística Percebe-se um interesse crescente nos elementos prosódicos, no campo da aquisição da linguagem, para melhor dar conta da construção do objeto sonoro pela criança. O estudo da aquisição da prosódia acompanha duas vertentes: a língua como objeto, c a interação social, com as atenções voltadas para o primitivismo da entonação, e a entonação usada como evidencia de conhecimento gramatical prévio. Es­ tudo de caso ilustra um sistema entonacional, baseando-se tanto em critérios auditivos quanto em instru­ mentais, com análises especto- gráficas. (VIL-CIBEC) 375 Silva, Maria José Barros da. A lin­ guagem oral na vida da escola. EDUC. E COMPR., Teresina (PI), v.3, n.1/2 (jan./dez.l991) p 83-85 RES: A escola é vista como ins­ trumento de dominação social e polí­ tica, onde uma pequena classe de pri­ vilegiados exerce sobre ela poderes estruturados segundo a sua lingua­ gem c sua cultura. Para reverter este quadro, a escola deve ter o conheci­ mento claro dos hábitos lingüísticos que o aluno já traz, bem como o en­ tendimento da consciência que ele tem sobre a construção da língua. A lin­ guagem oral é o principal instrumen­ to do processo ensino-aprendizagem. E fundamental que a escola estabele­ ça critérios que exija uma análise sis­ temática das diferentes situações que envolvem a linguagem. (VIL-CIBEC) 376 Silveira. Rosa Maria Hessel. Leitura c produção textual: novas idéias numa velha escola. EM ABER­ TO. Brasília (DF), v. 10. n.52 (out./dez. 1991) p.39-51 143 RES: A voga do binômio redação/ criatividade não conseguiu resolver o baixo nível da escrita dos alunos O acentuado caráter de artificialidade dentro do texto escolar é conseqüên- cia da intcrlocução, tomando-se ne­ cessário repensar sua avaliação. Os princípios pedagógicos referentes à leitura começam a ser questionados. Inicia-se a concepção da leitura como hábito, ressaltando a importância do prazer como ponto básico para a re­ cuperação da leitura na escola. A questão da atividade escolar não tem merecido a atenção devida nas reno­ vações curriculares sobre o ensino da língua. (VIL-CIBEC) 377 Soares, Magda Becker O ensino da língua materna na escola brasilei­ ra. In: Rosing, Tania M.K. (Org.) Jornadas literárias' o prazer do diálogo entre autores c leitores. Passo Fundo: Editora da UPF, 1991. p.305-315 RES: Proposta apresentada nas jornadas de literatura cm Passo Fun­ do (RS) em 1991 com enfoque no ensino da língua c da literatura mos­ trando uma preocupação com a es­ cola brasileira nos dias de hoje. (MRSM-CIBEC) 378 Spoelders, Marc; Yde, Philip. O com­ portamento de escritores princi­ piantes na revisão de seus textos: algumas implicações educacionais. LET. DE HOJE, Porto Alegre (RS), v.26, n.4 (dez. 1991) p.45-57 RES: A pesquisa da escrita indi­ ca que a maioria dos bons escritores revisa mais extensivamente e diferen- temente do que maus escritores. A prática comum de ensino está basea­ da nas crenças de que escrever = re­ escrever e que a revisão deveria co­ meçar logo que o primeiro rascunho fosse escrito Esta contribuição enfatiza: o caráter pluralista do com­ portamento de revisão cm jovens es­ critores, a noção do pre-texto, e a noção de estilo cognitivo. (Do original-CIBEC) 379 10.01 — SAÚDE E EDUCAÇÃO — BIOLOGIA EDUCACIO­ NAL Magalhães, Ana Maria Muller de; Moura, Gisela Maria S. Souto de. O uso indevido da droga como um fenômeno social contemporâneo. EDUCAÇÃO, Porto Alegre (RS), v 14. n.21 (jul /dez. 1991) p.95-109 RES: A utilização de drogas, para modificar intcncionalmcnte o com­ portamento do homem ou seu estado de espírito, é um processo que se per­ petua através das gerações. As cri­ anças e os jovens adolescentes tor- nam-sc uma presa fácil para tão atra­ ente produto. O caminho de ida c fá­ 144 cil, mas o caminho de volta é mais difícil. O melhor remédio parece ser a prevenção. O planejamento e a exe­ cução de um programa preventivo requerem a atuação de uma equipe multidisciplinar. O papel da família é fundamental para qualquer progra­ ma de prevenção. (VIL-C1BEC) 380 10.02 -— SAÚDE E EDUCAÇÃO — EXCEPCIONALIDADE E EXCEPCIONAL Motta. Maria Joscpha Pisacco. O que fazer com o superdotado. EDU­ CAÇÃO, Porto Alegre (RS), v. 14, n.20 (jan./jun. 1991) p.75-95 RES: O sistema educacional bra­ sileiro não propicia condições de de­ senvolvimento do superdotado. A ten­ dência desde a pré-escola é bloquear a curiosidade infantil, incentivando apenas a reprodução do que consta nos livros ou do que o professor en­ sina em sala de aula. O problema é complexo, mas as medidas propos­ tas continuam limitadas ao objetivo de sensibilizar educadores, socieda­ de e sucessivos governos, sem o es­ tabelecimento de um modo ope­ racional que se expresse em efetivo atendimento ao superdotado. No Bra­ sil, cerca de 3% da população global se constituem de superdotados. Es­ ses são os que despontaram de algu­ ma forma. E aqueles, abafados pela falta de atenção e até de um diagnós­ tico revelador da superdotação, onde se encontram? (VIL-CIBEC) 381 Omote, Sadão. Reconhecimento de estereótipos a respeito de pessoas deficientes. DIDÁTICA, São Paulo (SP), v.26/27, (1990/1991) p. 139-147 RES: Listas de adjetivos que fo­ ram mais freqüentemente citados num estudo anterior para a caracterização das categorias de deficientes mentais, visuais, auditivos e físicos foram apresentados a dois grupos de sujei­ tos. Esses sujeitos reconheceram cla­ ramente a categoria de deficientes a que cada lista se refere. Os resulta­ dos sugerem a possibilidade de exis­ tirem traços centrais, cuja presença permite a ambos os grupos de sujei­ tos identificarem a categoria à qual se refere a lista. Sugerem também a possibilidade de determinados traços de uma lista expressarem a natureza da relação entre os sujeitos de um grupo e os membros da categoria à qual se refere essa lista. (Do original-CIBEC) 382 Osowski, Cecília Irene. Os chamados superdotados: um fetichismo para fortalecer o sistema capitalista. EDUC. E SOC., Campinas (SP), v.12, n.38 (abr. 1991) p. 100-108 145 RES: Os superdotados são uma minoria e a proposição de que mere­ cem um atendimento diferenciado fundamenta-se na teoria dos dotes de Platão, segundo a qual, pela sua ca­ pacidade intelccto-criativa, influiriam nos destinos da Nação. Os super­ dotados vinculados ao poder podem conquistá-lo para si e para aqueles a quem servem ao desenvolver funções político-idcológicas. Subjacente à pro­ posta de uma educação especial para os chamados superdotados, esconde- se a preocupação com os valores soci­ al e econômico, uma vez que estes sim­ bolizam o poder que o capital tem so­ bre o trabalho. A diferença das pesso­ as determina que produzam trabalhos diferentes, onde os superdotados as­ seguram alto retomo de capital, au­ mentando a produção de mais valia. (VIL-CIBEC) 383 Silva, Angela Carrancho da A integração da criança com perfil psicótico cm uma pré-escola do Rio de Janeiro. Rio de Janeiro: UFRJ. 1991. 99f. Dissertação (mestrado cm Educação) RES: Avalia a possibilidade de integração de duas crianças portado­ ras de perfil psicótico numa pré-es­ cola da rede particular do município do Rio de Janeiro. Houve uma ênfa­ se definida tanto na observação em nível de sala de aula, quanto na en­ trevista com instrutores e alunos par­ ticipantes. por buscar-se mais expli­ cações do que predições. Os resulta­ dos indicaram que há um nível de desenvolvimento acadêmico nestas crianças, e houve uma interação fa­ vorável com as crianças não-psi- cóticas. Não se pode afirmar que esta integração continuará acontecendo depois da prc-escola. A amostra de responsáveis que responderam à es­ cala de atitudes se revelou favorável à integração e à aceitação das crian­ ças psicóticas em classes comuns. (PTRM-CIBEC) LOC: C1BEC T 376:373.22 S586Í 384 10.03 — SAÚDE E EDUCAÇÃO — PSICOLOGIA CLÍNICA Bright. Ruth. A musicoterapia na acuidade extensiva para idosos In' Simpósio Internacional Multi- disciplinar de Musicoterapia (1991 São Paulo) Anais . São Paulo: Faculdade Marcelo Tupi- nambá/ADPM, 1991 p .25-30 RES: A musicoterapia beneficia os pacientes idosos, proporcionando- lhes não somente prazer e alegria. mas contribuindo para uma reabili­ tação geral (MRSM-CIBEC) 385 Campos, Nancy. A cura vem a cava­ lo .. INTEGRAÇÃO. São Paulo (SP), v.4, n. 13 (jun. 1991)p 17-19 146 RES: Reportagem publicada na revista Manchete, de 3 de novembro de 1990. A hipoterapia, empregada no tratamento dc crianças com dis­ túrbios psicomotorcs ou deficiência mental leve, baseia-se no equilíbrio sobre o cavalo, cuja cadência de mo­ vimentos passa para a coluna verte­ bral do paciente três influências si­ multâneas: para cima c para baixo, para frente e para trás, c dc um lado para outro. Há preferência pelos ca­ valos da raça manga-larga. porque são dóceis, com trote macio e têm passadas largas e ritmadas. (RAO-CIBEC) 386 Heerden, Marja Van. Técnicas dc musicoterapia no trabalho com crianças excepcionais. In: Sim­ pósio Internacional Multidis- ciphnar de Musicoterapia (1991: São Paulo) Anais. . São Paulo: Faculdade Marcelo Tupinambá/ ADPM, 1991. p.52-55 RES: Mostra um trabalho de musicoterapia com crianças holande­ sas, com múltiplas deficiências. física c mentalmente incapacitadas. além dc possuírem dificuldades dc aprendizagem, problemas comporta- mentais c, frcqüentemente. proble­ mas emocionais cm maior ou menor escala (MRSM-CIBEC) 387 Mamour, Ba. No princípio era o rit­ mo. In: Simpósio Internacional Multidisciplinar de Musicoterapia (1991: São Paulo) Anais... São Paulo: Faculdade Marcelo Tupi- nambá/ADPM, 1991. p.31-33 RES: Mostra o método maiêutico empregado por Ba Mamour para transmitir a seus discípulos e pacien­ tes um modo de viver enraizado em tradições primitivas da África. (MRSM-CIBEC) 388 Moreno. Joseph J. Candomblé ritual afro-brasileiro como terapia. In: Simpósio Internacional Multi­ disciplinar de Musicoterapia (1991: São Paulo) Anais... São Paulo: Faculdade Marcelo Tupi- nambá/ADPM. 1991. p.34-39 RES: Mostra que o papel da mú­ sica no candomblé é de grande inte­ resse, quando visto de uma perspec­ tiva relacionada à musicoterapia. (MRSM-CIBEC) 389 Ruud. Evcn. O conceito do homem na musicoterapia. In: Simpósio Internacional Multidisciplinar de Musicoterapia (1991: São Paulo) Anais... São Paulo: Faculdade Marcelo Tupinambá/ADPM, 1991. p.40-43 RES: Aborda as relações entre diferentes conceitos de homem, mú­ sica c terapia, no momento cm que 147 aparecem como métodos de musi- cotcrapia. (MRSM-CIBEC) 390 Ruud, Even. Improvisação como ex­ periência limiar. In: Simpósio In­ ternacional Multidisciplinar de Musicoterapia (1991: São Paulo) Anais... São Paulo: Faculdade Marcelo Tupinambá/ADPM. 1991. p.44-51 RES. Demonstra como a impro­ visação, elemento indispensável na musicoterapia, pode ser estudada nas bases da teoria antropológica. Mos­ tra um aspecto comum de todas as formas de improvisação na musi­ coterapia, sem levar cm conta a ide­ ologia terapêutica a que o tratamen­ to pertença. (MRSM-CIBEC) 391 Simpósio Internacional Multidis­ ciplinar dc Musicoterapia (1991: São Paulo). Anais... São Paulo: Faculdade Marcelo Tupinambá/ ADPM, 1991. 7Ip. RES: Encontro dc diversos espe­ cialistas nacionais c internacionais da área dc musicoterapia, mostrando como a mesma pode atuar nas áreas dc educação c saúde. Apresenta os últimos resultados dc pesquisas nes­ ta área c como podem ser aplicados na melhoria da saúde, da educação e da sociabilização das pessoas porta­ doras dc alguma deficiência ou com desvio dc comportamento. (MRSM-CIBEC) LOC: CIBEC 616.89 S612a 392 10.04 — SAÚDE E EDUCAÇÃO — MEDICINA E EDUCA­ ÇÃO Araújo, Dilton F ; Silveira, Elaine da; Piva, Maria da Graça. Enfermei­ ro, a creche te chama. LOGOS, Canoas (RS), v.3, n.l (l.scm. 1991) p. 111-112 RES: O papel do enfermeiro na creche envolve situações práticas. avaliação ponderai das crianças, va­ cinações. programas de educação para a saúde, saúde alternativa, pro­ cessos dc enfermagem Alerta sobre a necessidade dc atuação do enfer­ meiro na área preventiva, cm detri­ mento da curativa. (Do onginal-CIBEC) 393 Araújo. Paulo Ferreira dc. A educa­ ção física para pessoas portado­ ras dc deficiências nas instituições especializadas de Campinas. Pira­ cicaba: UNIMEP, 1991. 106f. Dis­ sertação (mestrado em Educação) RES: Estuda a participação da educação física como integrante das equipes multidisciplinares que assis­ tem pessoas portadoras dc deficiên­ cia na cidade dc Campinas (SP). A 148 análise dos questionários e das entre­ vistas realizadas com os profissionais que atuam em instituições especia­ lizadas na área revela que esta parti­ cipação é pouco expressiva em fun­ ção da formação profissional, da bai­ xa remuneração e da indefinição da área como campo de trabalho. (Do onginal-CIBEC) LOC: CIBEC T 796.4:376 A658e 394 Camargo, Ana Maria Faccioli de. Histórias de vida: a Aids e a soci­ edade contemporânea. Campinas: UNICAMP. 1991.2v. Tese (dou­ torado cm Educação) RES: Levantamento estatístico da demografia da Aids, envolvendo dis­ cursos do paciente e do profissional da saúde — colhidos no Hospital Emílio Ribas de São Paulo e na im­ prensa escrita, tendo como eixo prin­ cipal as histórias de vida e as rela­ ções entre a sociedade contemporâ­ nea e a epidemia da Aids. (ALM-CIBEC) LOC: CIBEC T 616.97 C172h 395 Cocco, Maria Inês Monteiro. A ide­ ologia do enfermeiro: prática educativa em saúde coletiva. Campinas: UNICAMP, 1991. 160f. Dissertação (mestrado em Educação) RES: Análise da ideologia do en­ fermeiro na prática educativa em saú­ de coletiva, da concepção de mundo que é transmitida à clientela, e das relações que daí advêm para ambos. Considera necessário repensar a questão educativa como uma prática realmente democrática, conscien- tizadora, nas relações entre a cliente­ la e os profissionais de saúde. (Do original-CíBEC) LOC: CIBEC T 614.253.5 C659i 396 Como se pode evitar a ameaça do cólera. NOVA ESC., São Paulo (SP), v.6, n.50 (ago.1991) p.37 RES: Ministérios da Saúde e da Educação escolheram cartilhas, car­ tazes e vídeos como instrumentos para a campanha de esclarecimento sobre a transmissão do cólera, nas escolas da rede pública. As regras que devem ser seguidas à risca para ame­ nizar a possibilidade de contágio são descritas. (VIL-CIBEC) 397 Oliveira, Adauto Emmerich. Alguns elementos históricos de um per­ sonagem: o cirurgiâo-dentista, a corporação odontológica e o seu imaginário. Vitória: UFES, 1991. 189f. Dissertação (mestrado em Educação) RES: Mapeamento da ciência odontológica a partir da análise do processo de desenvolvimento histó­ rico do personagem cirurgião-dentis- 149 ta. Faz um levantamento dos valores, símbolos e representações sociais do personagem, da sua ideologia e da presença do positivismo que em fins do século passado, influenciou a cul­ tura brasileira. Procura definir a na­ tureza do imaginário social da corporação odontológica brasileira, cujos significados se constituíram social e coletivamentc. (ERB-CIBEC) LOC: CIBECT 616.314 048a 398 Oliveira, Maria Lúcia Cunha Lopes de. Educação em saúde na escola pública: limites e possibilidades. Rio dc Janeiro: FGV, 1991 267f. Dissertação (mestrado em Educação) RES: Abordagem histórica das tendências pedagógicas, do conteúdo ideológico e do significado político da educação em saúde a partir do movimento eugenista e sua influên­ cia nos programas dc ensino da Es­ cola Normal do Rio de Janeiro. 0 ensino tradicional de saúde, norma­ tivo, ingênuo, restrito à dimensão bi­ ológica, considera que a saúde é re­ sultante dc esforços individuais, orientados c normatizados pela edu­ cação, sem uma reflexão critica so­ bre o problema, e encobre os seus determinantes estruturais. A evolução da consciência histórica resulta na concepção de cidadania expressa na Constituição de 1988, mas para que o direito coletivo à saúde se realize é necessária a mobilização popular in­ tegrada à educação transformadora. (RAO-CIBEC) LOC: CIBECT 371.214 O48e 399 Pelloso, Sandra Mansa. Prevenção/ cura: funções do enfermeiro na prática. Piracicaba: LTNIMEP, 1991. 166f. Dissertação (mes­ trado em Educação) RES: Estudo descritivo-explo- rativo das funções educativas dos enfermeiros, no Município de Ma­ ringá (PR), tendo como ponto dc re­ ferência a prevenção e a cura Contextualiza a enfermagem, a par­ tir de sua relação com a educação c a saúde e com o desenvolvimento eco­ nômico e social do Pais, no período de 1549 a 1975, e as conseqüências que essas transfonnações exerceram nos destinos do ensino da enferma­ gem. A análise dos dados evidencia: ambivalência dos enfermeiros na exe­ cução dc suas funções; atuação dicotomizada do enfermeiro; e influ­ ência da escola formadora nas limi­ tações qualitativas do profissional de enfermagem. (ERB-CIBEC) LOC: C1BEC T 614:37 P393p 400 Rcbclatto, José Rubens. Comporta­ mento envolvido com o ensino de prevenção em relação a problemas 150 com o movimento humano. Cam­ pinas: UNICAMP, 1991. I73f. Tese (doutorado em Psicologia da Educação) RES A fisioterapia, como conhe­ cimento e como profissão atuante no campo da saúde, tem restringido sua atuação à reabilitação, recuperação de indivíduos já acometidos por pa­ tologias. Procura descobrir os com­ portamentos humanos envolvidos na classe geral de comportamentos pro­ fissionais. ‘‘fazer prevenção em fisi­ oterapia” e explicitar os comporta- mentos-objetivos a serem apreendi­ dos pelos futuros fisioterapeutas para que sejam capazes de intervir preven­ tivamente, como no trabalho sobre a coluna vertebral de crianças em ida­ de escolar. (MRNP-C1BEC) LOC: C1BEC T 378.046.2:615.8 R289c 401 11.01 — EDUCAÇÁO — HIS­ TÓRIA Alves, Gilberto Luiz. O pensamento burguês c o plano de estudos do seminário dc Olinda. Campinas: UNICAMP. 1991. 194f. Tese (doutorado cm Educação) RES: Estudo sobre o conteúdo burguês do projeto pedagógico con­ ferido ao Seminário de Olinda pelo bispo Azeredo Coutinho, no Brasil Colônia. Analisa este plano de estu­ dos segundo os Estatutos de 1798, entendido como uma manifestação iluminista, e o Ratio Studiorum da Companhia de Jesus, que representa a postura política antagônica. (ERB-CIBEC) LOC: CIBEC T 371.214 A474p 402 Alves, José Carlos Moreira. Aspec­ tos do ensino do Direito Romano na Faculdade de Direito de São Paulo durante o Império. R. FAC. DIR. USP, São Paulo (SP), v.86, (1991) p.9-43 RES: O ensino do Direito Roma­ no constava no Projeto de Estatutos organizado pelo Visconde da Cacho­ eira para o curso jurídico provisório na Corte criado em 1825 e que não chegou a instalar-se. De 1828 a 1854 os dois cursos existentes no Brasil funcionaram sem a cadeira, criada pelo Decreto Legislativo de 16 de agosto de 1851 e instalada três anos depois. As biografias dos quatro pro­ fessores catedráticos que atuaram na Faculdade de Direito de São Paulo, de 1854 a 1889, revelam também o método de ensino baseado no uso de compêndios. Os dois objetivos desse método — dar uma visão geral dos princípios e dos sistemas de Direito Romano e acabar com a prática das apostilas — não foram alcançados. (RAO-CIBEC) 403 151 Amado. Wolmir. O ensino colonial pré-pombalino no Brasil — 1549 a 1759. EDUC. E FIL., Uber­ lândia (MG), v.5/6, n. 10/11 (jan.Z dez. 1991) p.57-78 RES: Para além da estrita discus­ são metodológica e cicntífico-pedagó- gica do ensino colonial prc-pombalino, urge que se faça uma profunda revi­ são, quinhentos anos depois, de todo o processo colonizador no qual esse en­ sino esteve inserido. Isso para que se­ jam resgatadas outras "ocasiões per­ didas” não citadas por Garandy, mas que nos forçam a "confirmar” a afir­ mação: “o ocidente é um acidente”. (Do original-CIBEC) 404 Arena, Dagobcrto Buim. A voz do trabalhador (1908-1915) e a edu­ cação anarquista no Brasil. DI­ DÁTICA, São Paulo (SP), v.26Z 27, (1990/1991) p.21-32 RES: A educação anarquista parte do princípio básico da liberdade, ga­ nhando importância ao preparar o homem para viver numa nova socie­ dade O projeto educacional critica­ va a disciplina, os programas e as classificações encontradas nas esco­ las burguesas. O movimento anárqui- co-sindicalista adota c divulga idéias de Francisco Ferrer, educador não- anarquista, cria escolas para os ope­ rários e contribui, com sua ação, para o fortalecimento da organização operária. O jornal “A voz do traba­ lhador”, fundado pela Confederação Operária Brasileira, não faz referên­ cias aos projetos educacionais do governo republicano brasileiro. As denúncias atingem a escola do Esta­ do e da Igreja e ignoram as questões ligadas ao poder c à atividade políti- co-parlamcntar. Os anarquistas bra­ sileiros preocupavam-se com a co- educação dos sexos, com a liberdade e com a educação integral (VIL-CIBEC) 405 Bakos. Margarete M.: Silveira. Eliana; Castro. Carmem. Órfãs para o trabalho - Rio Grande do Sul, século XIX. EDUC E FIL., Uberlândia (MG), v.5/6. n. 10/11 (jan./dez. 1991) p.127-134 RES: A educação c a preparação para o trabalho da mulher órfã, no Rio Grande do Sul, podem ser anali­ sadas através do estudo de uma ins­ tituição de caridade fundada pelo es­ tado: o Asilo de Santa Leopoldina. Ele foi fundado em 1857, com meni­ nas órfãs de 5 a 13 anos A manuten­ ção do estabelecimento provinha da lei de orçamento provincial, dos ren­ dimentos dos bens doados por parti­ culares. bem como das rendas pro­ movidas pelo próprio patrimônio da instituição A educação no asilo con­ sistia basicamente cm conhecimento para desenvolver habilidade domés­ tica como: lavagem de roupa, costu­ ra e cozinha. 152 (Do originai-CIBEC) 406 Batista, Jane Beatriz. O ensino de Matemática no Brasil, numa pers­ pectiva histórica. Cl. E LET., Porto Alegre (RS), n.ll (jan./ jun. 1991) p.25-30 RES: Descreve as principais fa­ ses apresentadas pelo ensino de Ma­ temática em sua relação com a edu­ cação formal e a sociedade global. Objetiva construir uma síntese que sirva de quadro referencial para es­ tudos mais aprofundados. (MRSM-CIBEC) 407 Bretas, Gencsco Ferreira. História da instrução pública em Goiás. Goiâ­ nia: CEGRAF/UFG, 1991. 649p. (Coleção documentos goianos, 21) RES: A obra, baseada em docu­ mentos autênticos e tendo como uma das normas principais a valorização do magistério, é dividida em três momentos: Colônia, Império e Repú­ blica. (ERB-CIBEC) LOC: CIBEC 37(81)(091) B844h 408 Calmon, João. João Calmon. Bra­ sília: INEP, 1991. 59p. (Memó­ ria viva da educação brasileira, v.2) RES: Depoimento proferido pelo senador João Calmon, para a série Memória Viva da Educação Brasilei­ ra. Esse depoimento foi considerado uma das mais belas lições de vida, pois durante toda sua existência ele se dedicou à Educação brasileira. (NNS-CIBEC) LOC: CIBEC 37(091(81) C164j 409 Capdeville, Guy. O ensino superior agrícola no Brasil. R. BRAS. EST. PEDAG., Brasília (DF), v.72, n. 172 (set./dez. 1991) p.229- 261 RES: Em 15 de fevereiro de 1877 instalava-se, no Brasil, o primeiro curso superior da área de ciências agrárias, o Curso de Agronomia da Imperial Escola Agrícola da Bahia. Dessa data até 1910 funcionaram oito cursos de Agronomia. Embora os es­ tatutos da Imperial Escola Agrícola da Bahia previssem os cursos supe­ riores de Engenharia Agrícola, Silvi­ cultura e Veterinária, o primeiro cur­ so de Medicina Veterinária só foi inaugurado em 1913, no Rio de Ja­ neiro. Em 1960 foi criado o primeiro curso de Engenharia Florestal (Viço- sa-MG); em 1966, o primeiro de Zootecnia (Uruguaiana-RS) e, em 1973, o primeiro de Engenharia Agrí­ cola (Pelotas-RS). Em janeiro de 1990, eram setenta e dois os cursos de Agronomia; os de Veterinária, qua­ renta e três; os de Engenharia Flo­ restal, quatorze; os de Zootecnia, dezesseis; e os de Engenharia Agrí­ 153 cola, oito. Em março de 1961 foi inaugurado, na Universidade Federal de Viçosa, o primeiro curso de pós- graduação, sendo que em janeiro de 1990, havia cento e oito cursos de mestrado e vinte e oito de doutorado em Ciências Agrárias. Acredita que a formação de profissionais agrícolas de nível superior é uma das áreas bem sucedidas da educação brasileira. (Do original-CIBEC) 410 Chiareli, Lindamir C. Educação e cultura na sociedade colonial. EDUC. E REAL., Porto Alegre (RS), v.16, n.2 (jul./dez. 1991) p. 15-26 RES: Procura situar Portugal no conjunto das sociedades européias nos momentos que antecedem e quan­ do se faz a opção pelo povoamento e ocupação do Brasil. Destaca a for­ mação de um aparelho administrati­ vo na colônia e a literatura que se ocupa da questão cultural nos primei­ ros séculos de colonização. Discute a contribuição de alguns autores neste sentido bem como suas fontes teóri­ cas de referências. Caracteriza o en­ sino jesuítico quanto à organização no Brasil, ao conteúdo do ensino, aos métodos trabalhados, à relação pro- fessor-aluno, enfim, o que a biblio­ grafia disponível possibilitou apren­ der quanto à prática pedagógica. (Do original-CIBEC) 411 Civiletti, Maria Vittoria Pardal. O cuidado às crianças pequenas no Brasil escravista. CAD. PESQ., São Paulo (SP), n.76 (fev. 1991) p.31-40 RES. O aspecto materno da con­ dição feminina, em fins do século XIX, não possuía uma valorização social especial. Cabia à criança ape­ nas vencer o desafio de sobreviver para ser incorporada ao mundo adul­ to. A mulher branca entregava, sem maiores conflitos, seus filhos às amas. A escrava incorporava o filho ao trabalho cotidiano ou colocava-o na Roda por opção ou coação. A mortalidade infantil não era vivida pelas mães com muito sofrimento, e a função materna não possuía desta­ que especial. No Segundo Império, a amamentação ganha especial desta­ que e as amas-de-leite são reprova­ das. As creches c salas de asilo assu­ mem o caráter controlador que a filantropia delegou à escola. (VIL-CIBEC) 412 Clímaco, Arlene Carvalho de Assis. Clientclismo c cidadania na cons­ tituição de uma rede pública de ensino: a Secretaria Municipal de Educação de Goiânia: 1961-1973 INTER-AÇÃO, Goiânia (GO), v. 14/15, n.1/2 (dez. 1990/jan. 1991) p. 19-30 RES: Estudo das relações de clientclismo e cidadania na constitui­ 154 ção do ensino municipal de Goiânia, Busca identificar o público ao qual se destinam a criação de escolas e o tipo de relação desenvolvido entre esse público e as autoridades. Miguel Arroyo diria que a relação entre ci­ dadania c educação se estabelece no sentido de que a luta pelo legítimo, pelos direitos, é o espaço pedagógico onde sc dá o verdadeiro processo de formação e constituição do cidadão. (PTRM-CIBEC) 413 Faria Filho, Luciano Mendes de. Re­ pública, trabalho e educação: a experiência do Instituto João Pi­ nheiro 1909-1934. Belo Horizon­ te: UFMG, 1991. 245f. il. Ane­ xo. Dissertação (mestrado em Educação) RES. A criação do Instituto João Pinheiro, em Belo Horizonte (MG), significou não só uma intervenção inovadora do Estado na chamada questão social, mas o surgimento de uma instituição singular para a épo­ ca e tida durante algumas décadas como modelo na educação de crian­ ças pobres de todo país, perseguindo os objetivos de formar um trabalha­ dor capacitado técnica, ética e disci- plinarmente para o mercado de tra­ balho assalariado, além de um cida­ dão ordeiro e respeitador da lei e da autoridade. Ao descrever como vai se redefinindo a proposta educativa do Instituto, explicita como ele pode ser visto como um momento do processo mineiro de formação da burguesia e da classe trabalhadora mineira, ao qual estão ligados, entre outros, a constituição de sindicatos e asso­ ciações classistas e a organização paulatina de um sistema público de ensino. (Do original-CIBEC) LOC: CIBEC T 37(091)(81) F478r 414 Fávero, Maria de Lourdes de Albuquerque; Peixoto, Maria do Carmo de Lacerda; Silva, Ana Elisa Gerbasi da. Professores es­ trangeiros na Faculdade Nacional de Filosofia, RJ (1939-1951). CAD. PESQ., São Paulo (SP), n.78 (ago. 1991) p.59-71 RES: Após uma rápida aprecia­ ção histórica da presença de cientis­ tas e docentes estrangeiros no Brasil, especialmente nas instituições univer­ sitárias criadas na década de 30, ana­ lisa o processo de contratação de pro­ fessores estrangeiros para a Faculda­ de Nacional de Filosofia, criada em 1939 no Rio de Janeiro. Buscando dimensionar sua contribuição para o desenvolvimento cientifico, cultural e econômico do País, examina os envolvimentos políticos e os critéri­ os utilizados para sua seleção; a rea­ ção que a iniciativa de convidá-los provocou entre mestres brasileiros e meios de comunicação; e as contri­ buições específicas dos professores 155 estrangeiros ao ensino e pesquisa na­ quela que veio a constituir o cerne da antiga Universidade do Brasil. (Do original-CIBEC) 415 Kuhlmann Junior. Moysés. Institui­ ções pré-escolares assistencia- listas no Brasil (1899-1922). CAD. PESQ., São Paulo (SP), n.78 (ago.1991) p. 17-26 RES: Analisa as influências vi­ gentes no processo de constituição das instituições pré-escolares no Bra­ sil durante a Primeira República No quadro do desenvolvimento da soci­ edade urbano-industrial. as propos­ tas de assistência à infância derivam da articulação de forças jurídicas, empresariais, políticas, médicas, pe­ dagógicas e religiosas. As iniciativas de atendimento aparecem sustentadas por três interesses básicos: o médi- co-higienista, o juridico-policial e o religioso; questionando-se a polariza­ ção entre “assistencial” e ‘'educacio­ nal”. O assistencialismo é identifica­ do como proposta educacional para população pobre. (Do original-CIBEC) 416 Kulesza. Wojcicch Andrzcj A edu­ cação científica comcniana. Cam­ pinas: UNICAMP, 1991. 234f. Tese (doutorado em Educação) RES: Análise da vida e obra de Comcnius tendo em vista as profun­ das transformações ocorridas no sé­ culo XVII, cspecialmcnte a passagem do sistema feudal para o início da revolução científica. Faz uma revi­ são da repercussão das idéias come- nianas na educação brasileira do sé­ culo XVII até os dias atuais (NNS-CIBEC) LOC: CIBEC T 37(81 )(091) K95e 417 Nadai. Elza. A educação como apostolado: história e reminiscên- cias (São Paulo 1930-1970). São Paulo: USP, 1991 450f Tese (doutorado cm Educação) RES: As lutas por uma escola gra­ tuita e de boa qualidade, durante a revolução da educação brasileira no período de 1930 a 1970. se relacio­ nam intimamente com os vários pro­ jetos de formação dos professores nas escolas normais e nas faculdades O professor, considerado como apósto­ lo da modernização (espccialmente no ensino oficial) c da formação huma­ na e cristã (cspecialmcnte nas esco­ las particulares confessionais), pas­ sa gradativamente a ser considerado como um agente político social e como um trabalhador que luta pelo mercado e sua afirmação profissional. (GLM-CIBEC) LOC: CIBEC T 37(81)(091)N126e 418 Nunes, Clarice. Anísio Teixeira: a poesia da ação. Rio de Janeiro: 156 PUC-RJ, 1991. 2v. Dissertação (mestrado em Educação) RJES: Biografia de Anísio Teixeira no período de 1900-1935. Considera que nesse espaço de tempo de sua vida ele aprendeu lições fundamentais tan­ to no plano existencial, como no da cidadania, trabalhando em várias frentes, dentro c fora do País, socia­ lizando determinadas concepções de sociedade e educação compatíveis com projetos de modernização soci­ al, econômica e política. (ERB-C1BEC) LOC: CIBEC T 37(81)(091) N972a 419 Pires, Francisca Cardoso da Silva. A escola normal no Piauí no contex­ to histórico de uma época: 1864 a 1910. EDUC. E COMPR , Tere- sina (PI), v.3, n.1/2 (jan./dez. 1991) p.21-31 RES: De acordo com a história de cada província, as escolas normais formavam professores de primeiras letras para o exercício da profissão, apesar dc não obterem êxito de ime­ diato. A efetivação na província do Piauí sc deu em 1910, passando por quatro tentativas devido à falta de professor para o ensino primário, bem como ao contexto econômico, social c político da época. A estrutura soci­ al era formada por fazendeiros e va­ queiros que, voltados para a ativida­ de da pecuária, desprezavam outros aspectos importantes para o progres­ so da província. O descaso pela ins­ trução e educação popular, por parte dos governantes, se estendeu do pe­ ríodo colonial até meados da Repú­ blica. Em conseqüência, surgiram escolas particulares amparadas por fazendeiros abastados, destinadas ao ensino das primeiras letras para aten­ der à educação de seus filhos. A pri­ meira escola normal, implantada em 1865, não foi gratuita, contando ape­ nas com ouvintes e teve duração mí­ nima. Em 1910, foi criada a Escola Normal Oficial privilegiando o ensi­ no religioso na formação de profes­ sores. A escola normal no Piauí res­ ponde aos princípios de produção dos quadros dirigentes e a reprodução da ideologia dominante. (VIL-CIBEC) 420 Rosas, Paulo. Como vejo Paulo Freire. Recife: Secretaria de Edu­ cação, Cultura e Esportes, 1991. 46p. RES: Escrito a partir de trabalho apresentado em seminário comemo­ rativo dos sessenta e nove anos de Paulo Freire. Tem como pano de fundo experiências vividas entre 1955 e 1964, das quais Paulo Freire participou com um papel relevan­ te, quase sempre como personagem principal. (VIL-CIBEC) LOC: CIBEC 371.15 R788c 421 157 Saboya, Vilma Eliza Trindade. A re­ forma de Rui Barbosa sobre o ensino primário (1882-1883): um projeto de “modernização” do Brasil. Campo Grande: UFMS, 1991. I30f. Dissertação (mes­ trado em Educação) RES: 0 estudo dos pareceres-pro- jetos educacionais sobre o ensino pri­ mário, elaborados em 1882 e apre­ sentados ao legislativo do Império em 1883 por Rui Barbosa, visa com­ preende-los através da análise do con­ texto histórico-econômico do final do século XIX. Evidencia que está no bojo do processo de penetração do capital financeiro internacional no Brasil a compreensão das propostas educacionais ruianas c seu compro­ misso com a consolidação da ordem democrático-burguesa no país. (Do original-CIBEC) LOC: CIBEC T 37(8l)(091) S113r 422 Vilhena, Cynthia Pereira de Sousa. Enfoques metodológicos na his­ toriografia francesa recente sobre história da educação feminina In: Catam. Denicc Barbara (Org.) A pesquisa em Educação c o inter­ câmbio cultural. São Paulo: USP. 1991. p.17-20 RES: Descreve o Institut National de Recherche Pédagógique (INRP), França, que tem como finalidade es­ tudar c empregar medidas que pro­ movam a pesquisa em História da Educação, objetivando a publicação de documentos destinados aos pesqui­ sadores e professores que concernem à história do ensino sob todos os as­ pectos. (NNS-CIBEC) 423 11.02 — EDUCAÇÃO — FILO­ SOFIA Baldino, Roberto Ribeiro. A inter- disciplinaridade da educação ma­ temática DIDÁTICA. São Pau­ lo (SP), v.26/27. (1990/1991) p.109-121 RES: A partir do exame de duas teses — cujos significados são apa­ rentemente o mesmo, mas que repre­ sentam posições opostas no debate sobre a política geral de desenvolvi­ mento da Educação Matemática nas próximas décadas — defende a idéia de que um conceito mais amplo de Matemática, envolvendo a concepção de Etnomatemática. poderá incluir esta como prática historicamente filiada à própria matemática. Apre­ senta uma solução fundamentada em quatro concepções básicas: 1) a ma­ temática como um todo articulado de práticas diferenciais; 2) o conheci­ mento como socialmcntc produzido: 3) a educação como instância social; 4) e a historicidadc das disciplinas e seus objetos. (VIL-CIBEC) 424 158 Bouflcuer, José Pedro. Pedagogia la­ tino-americana: Freire e Dussel. Ijüí: UNIJUÍ 1991. 135p. (Cole­ ção educação, 12) RES: Aborda a educação sob o ponto de vista de seus pressupostos antropológicos. Baseado na pedago­ gia do oprimido de Paulo Freire e no sentido da filosofia da libertação de Enrique Dussel, considera que o pro­ cesso de pedagogia libertadora tem que passar pelo próprio homem, uma vez que ele é o próprio agente histó­ rico da libertação. (NNS-CIBEC) LOC: CIBEC 37.015.2 B757p 425 Castejón. Augustinho. Algumas cha­ ves para a leitura de nossa reali­ dade educacional no documento- basc da CNBB. R. EDUC. AEC. Brasília (DF), v.20. n.80 (jul./ set. 1991) p.66-72 RES: A estrutura do documento da CF/82 (Vcr-Julgar-Agir) aponta para um processo pedagógico, par­ ticipativo, envolvente, iluminado pela fé e voltado para a validade (parte dela c volta-se para agir nela). O conceito de educação inclui a es­ cola, a família, sindicatos, TV, CEBs, movimentos de Igreja, onde. ao mesmo tempo, se é agente-edu- cador c agcntc-cducando. incluin­ do outras dimensões: o relaciona­ mento entre as pessoas; o conceito de cultura; a atuação c a participa­ ção política; a educação na vida e na participação. (VIL-CIBEC) 426 Centrulo, Ricardo. Cambio cultural y educación popular. EDUC. E REAL., Porto Alegre (RS), v. 16, n.l (jan./jun. 1991) p.78-84 RES: A necessidade de revisar as origens do socialismo deve-se à cons­ ciência dada pela educação popular de que a presente crise dos socialis- mos históricos é conseqüência da hegemonia dos partidos na política. Gramsci foi o primeiro a incorporar a ação cultural como parte integran­ te da ação política que busca criar alternativas mais humanas para o homem. A educação popular tem que entrar com carta de cidadania pró­ pria e apoios específicos no âmbito macro da sociedade. (VIL-CIBEC) 427 Corazza, Sandra Mara. Manifesto por uma “dida-lé-tica”. EST. LEOPOLD.. São Leopoldo (RS), v.27. n. 121 (jan./fev. 1991) p. 19-40 RES: O planejamento de ensino implica uma teoria que fundamente a prática pedagógica O conhecimento se origina na prática social dos ho­ mens e nos processos de transforma­ ção da natureza. A concepção me­ todológica dialética e a aplicação da 159 teoria dialética do conhecimento ao processo educativo superam técnicas e métodos de ensino. Em um proces­ so educativo, partir da prática signi­ fica reconhecer fatos c situações da realidade imediata dos sujeitos. A te­ oria encaminha o sujeito a um questionamento sobre os fatos. Tan­ to a teoria dialética do conhecimento quanto a concepção metodológica dialética influenciam as concepções de currículo c de ensino Sistematiza um roteiro para elaborar um "Plano Dialético de Ensino”. (VIL-CIBEC) 428 Costa, Marisa C. Vorraber. Manifes­ tações iniciais da educação li­ bertadora no Rio Grande do Sul. EDUC. E REAL., Porto Alegre (RS), v. 16, n.l (jan./jun 1991) p.31-43 RES: O pensamento pedagógico de Paulo Freire teve seu impulso ini­ cial no âmago da ideologia do nacio­ nalismo desenvolvimentista, influen­ ciado pelo humanismo cristão A to­ mada de consciência da necessidade de valorização da cultura de classes subalternas, como uma forma de re­ criação da educação, foi o primeiro passo para que intelectuais, profissi­ onais c políticos de idéias avançadas se engajassem nos movimentos po­ pulares da época. (VIL-CIBEC) 429 Costa, Vera Marília G. da. Dia-a-dia da escola que optou pela educa­ ção libertadora. R. EDUC. AEC, Brasília (DF), v.20, n.80 (jul./ set. 1991) p.81-90 RES: A educação libertadora tem como elementos fundamentais: o alu­ no como sujeito do seu próprio desen­ volvimento; a educação como meio de transformação social; c o anúncio ex­ plicito de Jesus Cristo Define o edu­ cador os objetivos escolares, a me­ todologia. os conteúdos c a avaliação em uma perspectiva libertadora abran­ gente c mais próxima à realidade. (VIL-CIBEC) 430 Dcluiz, Ncisc. Rousseau c Gramsci: possíveis contribuições à educa­ ção popular CONT. E EDUC., Ijui (RS), v.6, n.23 (jul./set 1991) p.80-97 RES: Os conceitos de ambos têm fundamental importância no debate da questão democrática na transição e/ou construção da sociedade socia­ lista c dos movimentos de educação popular. Esta trabalha na criação de condições que possibilitem o equa- cionamcnto de problemas das cama­ das populares. Na década de 80, o saber dos educadores voltou-se para o fortalecimento das organizações po­ pulares, perdendo a dimensão pedagó­ gica do seu trabalho. No reexame dos conceitos formulados por Rosscau e Gramsci. destaca: a soberania popu­ 160 lar; a hegemonia; o exercício da demo­ cracia; o “saber-instrumento”; a toma­ da de consciência e participação den­ tro das organizações populares. (VIL-CIBEC) 431 Dettoni, José. Arte como perso­ nalização (educação) da pessoa: fundamentos antropo-estéticos da arte-educação. Campinas: UN1CAMP, 1991 148p. Tese (doutorado em Educação) RES: Seguindo o método feno- menológico, o objetivo é mostrar os fundamentos antropológicos da arte- educação. Partindo da noção mou- nieriana dc pessoa (ser aberto, in- defmivel, máxima dignidade, que se realiza pela comunicação-doação engajada) e explicitando as palavras- princípio buberianas EU-TU e EU- ISSO. aprofunda a noção de arte como expressão da pessoa sensível — transensível, criativa e engajada. Explicita a noção de educação como personalização (aperfeiçoamento da pessoa), mostrando que a arte é cami­ nho privilegiado para formação (edu­ cação) da pessoa e da comunidade. (Do original-CIBEC) LOC: C1BEC T 37.036 D479a 432 Favaretto, Celso F. Pós-modemo na educação? R. FAC. EDUC. USP, São Paulo (SP), v. 17, n. 1/2 (jan./ dez.1991) p.121-127 RES: As reflexões sobre a educa­ ção podem beneficiar-se do debate surgido com a postulação de uma condição pós-modema para matizar a excessiva ênfase, constatável nos discursos e projetos modernos e nas totalizações pedagógicas. Propõe-se uma via de pensar a educação atra­ vés de operadores conceituais que emergem tanto da situação epis- temológica, provocada pelo debate moderno x pós-modemo, como da valorização das práticas educacio­ nais, incidindo na crítica do “entusi­ asmo pedagógico” moderno. (Do original-CIBEC) 433 Ferreira, Terezinha Lombello. A con­ cepção de educação expressa por professores de um curso de Peda­ gogia e a concepção da educação preconizada pela política educa­ cional de Minas Gerais: um con­ fronto. Rio de Janeiro: UFRJ, 1991. 178f. Dissertação (mes­ trado em Educação) RES: A revisão de literatura diri­ giu-se para as diferentes concepções de educação: tradicional, esco- lanovista, tecnicista e progressista e para a análise da proposta educacio­ nal de Minas Gerais a partir do I Congresso Mineiro de Educação, re­ alizado em 1983. A população-alvo da pesquisa constituiu-se de todos os professores da Faculdade de Ensino Superior de São João Del Rei, que 161 ministraram disciplinas no Io e 2o semestres de 1990, no curso de Pe­ dagogia. Utilizou-se um questionário com questões fechadas, cm forma de listagem de informações, referentes a cada um dos conceitos: homem, cultura, conhecimento, educação, es­ cola, ensino-aprcndizagcm, profes­ sor. métodos de ensino c avaliação. A análise dos resultados conclui que: a maioria dos professores pes­ quisados demonstra possuir uma con­ cepção progressista de educação na sua vertente “critico-sociai dos con­ teúdos”; e esta c coerente com a pro­ posta educacional preconizada para o Estado de Minas Gerais. (PTRM-CIBEC) LOC: CIBECT 37.01 F383c 434 Ghiraldelli Junior, Paulo. Concep­ ções da história e reflexões pedagó­ gicas a partir de Max Horkheimcr e Walter Benjamin. DIDÁTICA. São Paulo (SP), v.26/27, (1990/1991) p. 1-10 RES: Trata de reflexões sobre pedagogia, concepções da história. método dialético c práxis politico- pedagógica a partir de estudos sobre trabalhos de Max Horkheimcr (Ori­ gens da Filosofia Burguesa da His­ tória) c de Walter Benjamin (Teses sobre o Conceito de História c O Autor como Produtor). (Do original-CIBEC) 435 Ghiso, Alfredo. Práctica social po­ pular referente y contenido de la cducación popular. CONT. E EDUC., Ijuí (RS), v.6, n.23 (jul./ sct.1991) p.69-79 RES: A recuperação da prática, a sistematização e a investigação da ação participativa são três propostas metodológicas que estão contidas na prática social popular. Estas propos­ tas são abordadas em seus conceitos, suas finalidades e metodologias a se­ rem aplicadas para que se leve cm conta a percepção c consciência que os participantes têm de sua realida­ de, de suas experiências c do desen­ volvimento de futuras ações. (PTRM-CIBEC) 436 Ghiso, Alfredo. La reflexión pedagó­ gica en la educación popular: ncccssidad. finalidad y componen­ tes. CONT. E EDUC.. Ijuí (RS), v.6 , n 23 (jul /sct.1991) p 47-68 RES A reflexão pedagógica é en­ tendida como processo coletivo de re­ cuperação critica de saberes c conhe­ cimentos tcórico-práticos, de constru­ ção c formulação de propostas que per­ mitam um avanço qualitativo, tanto na teoria como na prática educativa po­ pular. Deve-se orientar pela redefinição e rcconccitualização da proposta educativa: superação da crise de iden­ tidade; garantia da intencionalidadc dos processos de educação popular c superação dos obstáculos. 162 (VIL-CIBEC) 437 Grillo, Marlcnc. Comcnius e Paulo Freire: cm busca de um novo ho­ mem c de uma nova sociedade. EDUCAÇÃO. Porto Alegre (RS), v 14, n.20 (jan./jun. 1991) p.63-74 RES: O pensamento educacional de Comenius é marcado pela religio­ sidade e austeridade. O ideai de per­ feição c o ponto de partida e de che­ gada, viabilizado através da “possi­ bilidade de ensinar tudo a todos”. A obra de Paulo Freire é voltada para a libertação do homem oprimido, cuja prática se fundamenta na relação en­ tre homem c realidade. Apesar da dis­ tância de tempo e de idéias, cada um a seu modo apresentou e desenvol­ veu uma proposta pedagógica criati­ va, transformadora c progressista, idealizando um novo homem e uma nova sociedade. (VIL-CIBEC) 438 Guerrero Sánchez, José Guillermo de la Altagracia. A contribuição his­ tórica da sofistica à educação: a relação entre poder, saber e dis­ curso. Rio de Janeiro: FGV/ IESAE, 1991. 218f. Dissertação (mestrado em Educação) RES: Como colaboração para re­ pensar a educação atual, segundo sua própria tradição histórica, resgata a contribuição da sofistica grega à teo­ ria geral da educação, analisando-a como paradigma da gênese teórica e histórica da relação entre poder, sa­ ber e discurso na educação ociden­ tal. Mostra que, contrariamente à crí­ tica da filosofia que a considerou como falsa sabedoria, representou um autêntico movimento pedagógico, e os sofistas foram os primeiros pedagogos profissionais da Grécia e do Ocidente, bem como os fundado­ res de uma concepção orgânica da educação, da teoria política e da aná­ lise e prática do discurso. (Do original-CIBEC) LOC: CIBECT 37.01 S211c 439 Ibánez, Alfonso. Alcanses políticos y culturales de la educación po­ pular. CONT. E EDUC., Ijui (RS), v.6, n.23 (jul./set. 1991) p.7-18 RES: Remete ao projeto de socie­ dade e de cultura que surge da vida, da luta, das necessidades e aspirações populares, considerando que os seto­ res populares são protagonistas de sua história, sujeitos sociais e políti­ cos de sua emancipação. A prática educativa tem que aspirar à elabora­ ção de sua própria estratégia políti- co-pcdagógica de trabalho. A respon­ sabilidade recai sobre educadores e promotores populares que têm o pa­ pel de animadores sociais. (VIL-CIBEC) 440 163 Lago. Mara Coelho de Souza. Mo­ dos de vida c identidade: um estu­ do sobre sujeitos no processo de transformação social na Ilha de Santa Catarina. Campinas: UNICAMP. 1991. 324f. Tese (doutorado cm Educação) RES: Transformações radicais que a urbanização produziu na Ilha de Santa Catarina, passando pelos meios c formas de produção, pelo grau de conhecimento científico, pe­ los grupos, pela cultura, pela histó­ ria de gerações, pela política educa­ cional e pela política administrativa. A pesquisa envolveu dados coletados em grupos de três gerações (NNS-CIBEC) LOC: CIBEC T 37.015.2 L177m 441 Laplane. Adriana Lia Friszman de. Teoria e prática na educação: as relações de poder na escola. Cam­ pinas: UNICAMP, 1991 59f. Dis­ sertação (mestrado em Educação) RES: As relações de poder na es­ cola, abordadas do ponto de vista das relações entre teoria e prática peda­ gógica, discutidas através da histó­ ria das teorias que focalizam as fun­ ções da escola. Os conceitos de po­ der, controle, autoridade e resistên­ cia discutidos no contexto da varie­ dade de sentidos que a ideologia co­ loca em jogo, analisados através da escola A importância da linguagem como espaço de interação humana e como lugar material onde os discur­ sos se produzem. (MRNP-CIBEC) LOC: CIBEC T 37:01 L314t 442 Lorenzetto, Luiz Alberto. O corpo que joga ojogo do corpo. Campi­ nas: UNICAMP, 1991. 170f. Tese (doutorado em Educação) RES: A relação entre a inte- rioridade e a exterioridade do homem se expressa no jogo, onde a imagem do Eu se realiza através do corpo. O jogo verdadeiro, que amadurece a personalidade, é o que obedece às leis da interação espontânea e criativa do Eu com o mundo: ausência de com­ petição c presença do lúdico; ausên­ cia de comparação e presença do es­ tético; ausência de censura e presen­ ça do imaginário. (GLM-CIBEC) LOC: CIBEC T 796:101.1 L869c 443 Luna, Claudia; Luma, Sérgio. A questão da autoridade na educa­ ção CAD. PESQ., São Paulo (SP), n.76 (fev. 1991) p 65-70 RES A discussão sobre a neces­ sidade da autoridade para a vida so­ cial nos princípios do pensamento li­ beral. cravados no individualismo, no determinismo e na liberdade relativa. E possível discernir dois tipos de au­ toridade: a autoritária e a liberal. O objetivo da autoridade na relação 164 pedagógica é propiciar a construção de uma consciência que seja a um só tempo autônoma e compromissada com a autonomia das demais consci­ ências. O professor precisa ter auto­ ridade libertadora, conduzindo os alu­ nos a tomarem consciência de si, de seus deveres, direitos e responsabili­ dades no espaço escolar, no meio fí­ sico c social em que vivem. (VIL-CIBEC) 444 Marques, Mário Osório. A constru­ ção do projeto político-pedagógi- co da escola e a identidade do edu­ cador ESP. ESC., Ijui(RS), v. 1, n. 1 (jul./set. 1991) p 45-50 RES: A identidade do educador é construída no jogo das relações soci­ ais que se dão no contexto da socie­ dade, competindo-lhe entender qual a especificidade de sua proposta po­ lítica dc inserção ativa nas relações sociais. Os pressupostos básicos da razão discursiva embasam-se nas possibilidades concretas de os ho­ mens entenderem-se em processo interativo. Sua atuação pauta-se por modelos funcionais que não conse­ guem dar conta dos dinamismos da profissão no confronto dos projetos dc vida e trabalho com as formas e interesses em que se estrutura a soci­ edade. O projeto pedagógico do co­ letivo dos educadores exige deles atu­ ação integrada e organizada, valen­ do a escola pela proposta pedagógi­ ca que veicula e pelas condições de realização que fornece. (VIL-CIBEC) 445 Marques, Mário Osório. O mundo da vida cotidiana e a educação. CONT. E EDUC., Ijuí (RS), v.6, n.22 (abr./jun.l991) p.30-37 RES: A educação referida à vida cotidiana exige um relativismo metodológico que integre os saberes específicos num conhecimento plural em vias de se fazer e se refazer, in­ corporando maneiras diferentes de conceber a realidade mutante e multifacetada a partir de um saber/ fazer, saber/dizer, saber/viver. A edu­ cação do cotidiano, nos movimentos sociais, na comunidade ou na escola, exige o entendimento das forças so­ ciais e a sistematização dos saberes parcializados. (PTRM-CIBEC) 446 Marques, Mário Osório. Esboço de uma pedagogia da educação po­ pular. CONT. E EDUC., Ijuí (RS), v.6, n.23 (jul./set. 1991) p.37-46 RES: Os pressupostos básicos da pedagogia são as possibilidades con­ cretas dos sujeitos/agentes entende­ rem-se em processo interativo. A edu­ cação assume papel ativo de apren­ dizagem quando se oportunizam as relações grupais, e o conhecimento 165 constrói-se na relação social enquanto processo do entendimento. A peda­ gogia da educação popular significa a construção prático-teórica do en­ tendimento compartilhado dos sujei- tos/agentes sobre suas próprias prá­ ticas educativas, como se organizam e de como conduzem seus esforços de cmancipação/supcração. (VIL-CIBEC) 447 Mazzotti, Tarso Bonilha. A educação escolar como problema para o mo­ vimento marxista internacional no período de 1900a 1920. R. BRAS EST. PEDAG., Brasília (DF), v.72, n. 170 (jan./abr. 1991) p.61 -77 RES: No movimento marxista in­ ternacional, o “problema escolar” e o “programa de luta escolar” recebe­ ram da social-dcmocracia c do comu­ nismo tratamentos diversos. A críti­ ca à educação escolar e à cultura em geral detém-se à porta das escolas para isolá-las das determinações con­ cretas, ao sustentar que o papel é o de formar os trabalhadores de manei­ ra a produzir o “homem novo”. A crítica marxista sustenta a necessida­ de de se realizar uma revolução soci­ al que crie as condições para a ultra- passagem do trabalho servil. (VIL-CIBEC) 448 Méjia Jiménez, Marco Raúl. Educa­ ção popular: uma fúcrza creativa desde los scctores populares. CONT. E EDUC., Ijuí (RS), v.6, n.22 (abr./jun. 1991) p. 14-29 RES: A educação popular funda­ menta-se na existência de um novo conceito de projeto neoliberal, toman­ do-se fator de desenvolvimento hu­ mano. Surgida da “marginalidade” e da miséria como uma proposta de socialização, rompe com os modelos formais de educação para “construir vida com sentido”. A criatividade associa-se às novas práticas de edu­ cação. visando à recuperação da vida cotidiana como cenário central da vida humana. A reconstrução da idéia de política, de autoridade, o rompi­ mento da exclusão entre o trabalho manual e intelectual levam a educa­ ção popular a elaborar mecanismos e instrumentos que recriem a nova ética social onde a sociedade viva com dignidade c liberdade. (VIL-CIBEC) 449 Mejia Jiménez, Marco Raúl. La pe­ dagogia y lo pedagógico en la educación popular. CONT. E EDUC., Ijuí (RS), v.6, n 23 (jul./ set 1991) p. 19-36 RES: A pedagogia não c só rela­ ção com os métodos c procedimentos de transmissão, mas também com os processos de criação do saber c de relação com o conhecimento, e isso leva à construção da consciência so­ cial. A educação popular não quer 166 denegrir nem denunciar a Pedagogia, mas construir uma proposta pedagó­ gica concreta, uma pedagogia histó­ rica c sociocrítica que lhe garanta ser afim a estes processos. (PTRM-C1BEC) 450 Moreira, Igor. Subsídios para um ensino crítico. Cl. E LET., Porto Alegre (RS), n. 11 (jan./jun. 1991) p.3 1-34 RES: Mostra a necessidade de o ensino ser freqüentcmente centrado no aluno, como sujeito de sua apren­ dizagem, desenvolvendo o pensamen­ to crítico e estimulando atitude críti­ ca. O professor c o facilitador da pro­ gressiva aproximação cognitiva do educando ao mundo real, construin­ do seu próprio conhecimento. (MRMS-C1BEC) 451 Moser, Alvino. A filosofia da educa­ ção para além dos dogmatismos. VERITAS, Porto Alegre (RS), v.36, n. 143 (set.1991) p.335-342 RES: A primeira característica da filosofia é suspender o dogmatismo, o autoritarismo, a imposição e abrir- se ao diálogo, à verdade, convencer- se a si mesmo ao invés de querer im- por-se aos outros. O dogmatismo mais radical reside no travestimento das idéias pela defesa do grupo e pelo afastamento dos diferentes. O como­ dismo, outra forma de dogmatismo, é o fechamento de si mesmo, na “tor­ re de marfim” do seu egocentrismo, gerando a ignorância. Dogmatismo e voluntarismo são o perfeito matrimô­ nio da ignorância, sendo modismos passageiros e mudam conforme as cir­ cunstâncias. A filosofia da educação é um eterno e constante recomeçar, uma busca da clarividência na realidade da vida. Na filosofia da educação mestres são os que, a cada dia, apren­ dem o quanto não sabem, o pouco que sabem em relação ao que ignoram. (VIL-C1BEC) 452 Mourino Mosquera, Juan José. Edu­ cação: emergência de seu proces­ samento epistemológico. EST. LEOPOLD., São Leopoldo (RS), v.27, n.125 (nov./dez. 199 1) p. 19-28 RES: A educação deve ser, antes de mais nada, a formação do caráter, o empenho no enriquecimento do mundo interior, a fundamentação nos direitos do homem, e a imersão em um clima de liberdade. Sua meta prin­ cipal é a reconstrução da realidade, não simplesmente a modificação do indivíduo, mas construir um novo mundo. Assim sendo, a pedagogia é uma atividade transformadora da epistemologia educativa e tem que pos­ suir categorias fundamentais de valo­ res e objetivos educacionais definidos. (PTRM-CIBEC) 453 167 Neves, Apparecida Mamede; Nunes, Terczinha. Pesquisas e experiên­ cias cm educação matemática. In: Cadermatori, Lígia (Org.) O de­ safio da escola básica: qualidade ceqüidadc. Brasília: IPEA, 1991. p.157-194 RES: A função específica da esco­ la é propiciar a construção solidária do conhecimento que engloba fatores so­ ciais. psíquicos c biológicos. O Núcleo de Orientação e Aconselhamento Psicopcdagógico da PUC Rio de Ja­ neiro (NOAP) estabelece a regra de correspondência entre as construções do pensamento lógico-matcmático c da alfabetização, rcspeitando-se três as­ pectos: a autonomia da criança, a sua criatividade e o seu contexto. A análi­ se da questão da qualidade c da cqüi- dade do ensino na escola pública es­ barra numa dificuldade básica, por­ que usa padrões intuitivos ou teóri­ cos que não consideram a diversida­ de cultural. (VIL-CIBEC) 454 Nogueira. Sonia Martins de Almeida Valores c objetivos da educação brasileira: a questão da relação en­ tre filosofia da educação c políti­ ca educacional, a partir de 1930. R. BRAS. EST. PEDAG., Bra­ sília (DF), v.72, n. 17 1 (maio/ ago. 1991) p. 145-174 RES: Explora duas questões que se levantam a partir da análise da re­ lação escola-sociedadc-cultura. Essas questões se referem ao papel da filo­ sofia da educação e à intervenção do Estado na educação, via legislação do ensino. Assim, c desenvolvida uma reflexão sobre a filosofia da educa­ ção, considerada uma íntima relação entre educação e axiologia, e são ana­ lisadas as exposições de motivos e os relatórios de grupos de trabalho ela­ borados para a apresentação e justi­ ficativa dos documentos das reformas de ensino de 1931, 1942, 1964, 1968 e 1971. buscando elementos que fa­ voreçam a identificação de valores subjacentes, possíveis reveladores de uma efetiva intenção política de ruptura do sistema de ensino com os objetivos c valores da filosofia educacional. (Do original-CIBEC) 455 Oliveira. Maria Rita Neto Sales. Ele­ mentos tcórico-mctodológicos na construção e na reconstrução da Didática. EDUC. EM R.. Belo Horizonte (MG), n 14 (dez. 1991) p.40-47 RES: Apresenta elementos teóri- co-mctodológicos para a construção de uma nova didática com base na concepção dialético-materialista do ensino, entendido como objeto de es­ tudo da área da Didática. Os elemen­ tos são construídos cm tomo de di­ mensões do fenômeno do ensino — histórica, antropológica, ideológica, 168 teleológica e epistemológica — e ex­ pressam as características desse fe­ nômeno na escola brasileira, tal como sugerido pela produção intelectual da área, na década de 80. As caracterís­ ticas do ensino tratadas no texto sali­ entam reducionismos, princípios, conceitos, direções e questões para investigação na construção da nova didática. (Do original-CIBEC) 456 Pereira, Maria Clara Infante; Leite, Maria Tereza de Moura; Cavour, Regina Maria Annibal. A inter- disciplinaridade no fazer pedagó­ gico. EDUC. E SOC., Campinas (SP), v.12, n.39 (ago. 1991) p.286-296 RES: A construção de uma práti­ ca interdisciplinar contém como subtexto a percepção da diferença, a admissão da falta, do limite e ao mes­ mo tempo a busca discriminada da tarefa comum. A resistência ao tra­ balho interdisciplinar ocorre pelo des­ conhecimento do significado real de um projeto desse tipo, pela falta de formação específica para esse tipo de trabalho e por acomodação pessoal. Na dialética da interação e da tarefa partilhada é o grupo que possibilita a elaboração de um marco referencial comum que orienta para a ação-trans- formação. (RAO-CIBEC) 457 Ramos, Lauro. Educação, desigual­ dade de renda e ciclo econômico no Brasil. PESQ. E PLANEJ. ECON., Rio de Janeiro (RJ), v.21, n.3 (dez. 1991) p.423-448 RES: Examina a evolução da dis­ tribuição de salários no Brasil entre 1976 e 1985 contemplando, em par­ ticular, a relação entre escolaridade e desigualdade salarial. A contribui­ ção da educação para o bem-estar individual é dupla: primeiro, ao per­ mitir o acesso a maiores salários em um determinado instante de tempo, e segundo, por reduzir a incerteza so­ bre o fluxo futuro dos rendimentos do trabalho. Uma distribuição mais igualitária da educação pode contri­ buir para a redução da desigualdade de salários tanto estática quanto di­ nâmica. (VIL-CIBEC) 458 Raposo, Maria da Conceição Brenha. A dimensão pedagógica dos mo­ vimentos sociais no campo. Rio de Janeiro: PUC-RJ, 1991. 280f. Tese (doutorado em Educação) RES: Análise das histórias de vida de três líderes camponeses da área de influência do Programa Grande Carajás. Os movimentos de possei­ ros são espaços para o início e de­ senvolvimento da capacidade de li­ derança, numa perspectiva política consciente. A trajetória desses líde­ res nos processos educativos cons­ 169 truiu-se de forma diversificada em razão de experiências individuais e das oportunidades de participação que os movimentos lhes ofereceram, mas produziram igualmente uma ne­ cessidade de reflexão crítica. Eles conseguiram romper com o senso comum vulgar e rcarticular novos subsídios teóricos, como a criticidade e a historicidade. (RAO-CIBEC) LOC: CIBECT 371.133 R219d 459 Reis, Samuel Aarão. O outro lado da lua: educação comunitária. Salva­ dor: CECUP, 1991. 95p. RES: Artigos e textos de diversas épocas, escritos para diferentes mei­ os de comunicação, sobre a educa­ ção popular na Bahia — 1985/1991. (Do onginal-CIBEC) LOC: CIBEC 37.014.2(814 2) R375o 460 Rodrigues, Leonice Carvalho; Perei­ ra, Lucia Helena da Silva; Rosa, Suely Pereira da Silva. Educação libertadora e sistemas de ensino. R. EDUC. AEC., Brasília (DF), v.20, n.80 (jul./set. 1991) p.25-32 RES: A condição fundamental para a existência de um projeto de educação libertadora está centrada em três opções: pela liberdade do ser humano, pelos expropriados e por uma sociedade democrática. Ao uti­ lizar a pedagogia como instrumento de trabalho, o educador exercita uma militância política diferente da que exerce nas entidades de classes ou nos partidos políticos. Os sistemas de ensino servem à hegemonia da mino­ ria detentora dos meios de produção, da qual o poder do Estado toma-se o representante. A educação libertadora deve romper com os princípios de verticalidade c da hierarquia dos sis­ temas de ensino, descentralizando o poder. (VIL-CIBEC) 461 Rossa, Leandro Proposta para o en­ sino médio na nova LDB In: Bra­ sil. Secretaria Nacional de Edu­ cação Básica Politecnia no ensi­ no médio. São Paulo, Brasília: Cortez: SENEB, 1991. p.13-18 RES: Educadores católicos pro­ põem, na Lei de Diretrizes e Bases da Educação, artigos que incluam a promoção, a celebração da vida e o domínio dos instrumentos de compre­ ensão critica da realidade. A educa­ ção deve visar à formação para a ci­ dadania, à compreensão inicial do mundo do trabalho, à descoberta e ao cultivo do sentido transcendente da existência humana para formar uma sociedade participativa. A centraliza­ ção da educação em âmbito federal impede a participação dos estados e da sociedade. (VIL-CIBEC) 462 170 Silva, Jailson de Souza e. A geogra­ fia crítica do poder na/da escola. Rio de Janeiro: PUC-RJ, 1991. 15If. anexos. Dissertação (mes­ trado em Educação) RES: A Geografia tradicional ou pragmática apresenta a realidade como algo dado, estável, onde não se busca entender o porque. A proposta crítica busca interpretar como a so­ ciedade de classes está organizada no espaço, como se reproduz e como o reproduz, a partir de três categorias de análise: a práxis, o poder e o es­ paço. Os dados coletados através de entrevista aberta com dez professo­ res explicitamente comprometidos com a Geografia crítica mostram que, apesar desse comprometimento, fal­ ta reflexão c objetivação ao seu modo de atuação político-profissional. A Geografia considerada apenas como a transmissão de um conteúdo supos­ tamente critico não leva o professor e nem o aluno à crítica do poder con­ creto que se manifesta nas institui­ ções onde atuam. (RAO-C1BEC) LOC: C1BEC T 372.891 S586g 463 Soares, Dayrimoraes. Marco originá­ rio da educação libertadora. R. EDUC. AEC, Brasília (DF), v.20, n.80 (jul./set. 1991) p. 13-24 RES: A libertação se elaborou no interior de uma reflexão socio- analítica sobre as desigualdades so­ ciais, culturais, políticas e econômi­ cas que caracterizam grande parte dos países em via de desenvolvimento. A categoria articula uma atitude dia­ lética de afronta ao problema do de­ senvolvimento. Todo arranjo virtual é sempre o equilíbrio entre uma cir­ cunstância limitada e a abertura ili­ mitada que se inaugura dentro dela. Os momentos estruturais do processo de libertação envolvem: o conflito, a crise, o novo projeto e a decisão. (VIL-CIBEC) 464 Suemy, Yukizaki. A questão da au­ toridade em educação e seus fun­ damentos nas filosofias de Kant e de Heidegger. Rio de Janeiro: FGV/IESAE, 1991. 59f. Disser­ tação (mestrado em Educação) RES: Seguindo os pressupostos filosóficos de Kant e Heidegger, es­ tuda a possibilidade da autodidaxia se expressar na precedência da expe­ riência sobre a essência. Seu funda­ mento antropológico-filosófico é o homem livre, considerando como pos­ sível a autonomia do sujeito, ou seja, o homem como sujeito que se auto- determina. Ao final, apresenta uma possível aplicação do método bache- lardiano, oferecendo uma proposta à prática pedagógica a partir das novas aquisições no campo da filosofia. (ERB-CIBEC) LOC: CIBECT 37.01 S944q 465 171 Teixeira, Maria Cecília Sanchez. O conceito de cotidiano: um instru­ mento metodológico ou um mo­ dismo? CONT. E EDUC., Ijuí (RS), v.6, n.22 (abr./jun. 1991) p.9-13 RES: As abordagens do cotidia­ no oferecem diferentes possibilidades para a compreensão da realidade. Estudam as manifestações brutas da atividade humana, cuja definição re­ sulta de um exercício ideológico. As três correntes de estudo do cotidiano - marxista, fenomenológica. e socio- antropológica - contribuem para um conhecimento mais profundo da rea­ lidade da escola, que parte da análise do dia-a-dia em toda a concretitudc, sendo caracterizada pela repeti- tividade, banalidade e fragmentação das ações que ocorrem no seu interi­ or. Tais abordagens, adequadamente utilizadas, tornam-se instrumentos metodológicos úteis na análise da escola. (VIL-CIBEC) 466 Tura, Maria de Lourdes Rangel. O transitório e o permanente cm edu­ cação. R. EDUC. AEC, Brasília (DF), v.20, n.79 (abr./jun. 1991) p.15-21 RES: A educação em seu sentido amplo inclui os meios de comunica­ ção de massa e recursos renovados da cultura e tecnologia moderna. Para defini-la é necessário apresentar um conceito de sociedade. O mundo mo­ derno consagrou a transitoriedade, levando os indivíduos a se perderem nos fragmentos. O transitório terá que ser vivido criticamente, para não se perder no circunstancial. A práxis indica uma ação e, na sua con- cretitude. busca a transformação em um tempo novo. Os esforços em tor­ no da alfabetização de adultos são marcas do tempo e com o ideal dc colocar as populações marginaliza­ das no contexto do desenvolvimento social. A discussão da liberdade pes­ soal ganhou dimensões próprias na vida escolar. Novas formas de pes­ quisa educacional revolucionaram os códigos tradicionais. Os movimentos sociais têm feito reivindicações junto à escola, propiciando o aparecimen­ to dc novas conjunturas. O perma­ nente é imanente à dinâmica do real, constituindo novos caminhos, e a edu­ cação tem muito a ver com isto. (VIL-CIBEC) 467 Zaluar, Alba. O esporte na educação e na política pública. EDUC. & SOC., Campinas (SP), v. 12, n.38 (abr. 1991) p. 19-44 RES: As pesquisas de avaliação de programas esportivos — o Priesp, da Fundação Roberto Marinho, e o Recriança, do MPAS — revelam as posições divergentes quanto às neces­ sidades das comunidades c à impor­ tância do lazer. A visão integradora 172 do esporte na comunidade era en­ fatizada pela oportunidade de encon­ tro entre as “comunidades” e pela reivindicação de cursos profissio­ nalizantes. O objetivo dos programas era tomar mais eficazes a socializa­ ção e a formação para a vida em so­ ciedade. A concepção de lazer revela uma relação entre lazer c educação e uma extensão da escola. (VIL-CIBEC) 468 11.03 — EDUCAÇÃO — CON­ TEÚDO Amâncio. Ana Maria. Educação e vocação científica: a experiência da Fundação Oswaldo Cruz. Rio de Janeiro: UFRJ, 1991. 129p. Dissertação (mestrado cm Educa­ ção) RES: O Programa de Vocação Científica, desenvolvido pela Funda­ ção Oswaldo Cruz, é uma proposta educacional de relevância, porque procura distinguir estudantes com acentuada vocação para pesquisa ci­ entífica c detectar novos talentos para essa área de trabalho. Para avalia­ ção do Programa foram consideradas entrevistas, questionários de egressos e registros da coordenação do pro­ grama. que buscaram responder às seguintes questões: 1) como foi a atu­ ação dos alunos participantes com relação a rendimento escolar e matu­ ridade vocacional dos mesmos?; b) quais os desdobramentos gerados a partir do Programa nas instituições participantes?; c) na análise do ren­ dimento escolar, compararam-se as notas escolares dos alunos em deter­ minadas disciplinas, quando do seu ingresso no Programa (pré-teste), com as obtidas ao final de sua parti­ cipação na experiência (pós-teste). Tanto nas escolas participantes como na FIOCRUZ, o Programa favoreceu mudanças altamente positivas, indi­ cando descobertas e crescimento no processo institucional. (Do original-CIBEC) LOC: CIBEC T 001.981 A484e 469 Assis, Eveline Silva de. A UNESCO e a educação ambiental. EM ABERTO, Brasília (DF), v.10, n.49 (jan./mar. 1991) p.59-62 RES: Os documentos produzidos pelas conferências intergoverna- mentais de Estocolmo e Tbilisi mos­ tram a evolução conceituai da edu­ cação ambiental. A introdução da abordagem ambiental na formação docente deve ser repensada. A avali­ ação envolve a mudança de atitudes e valores dos alunos, tomando-se a parte mais difícil do processo educa­ cional. A estratégia nacional para o desenvolvimento da educação am­ biental, a partir do seminário nacio­ nal financiado pelo MEC e pela Se­ cretaria do Meio Ambiente (SEMA), com cooperação da UNESCO, envol­ 173 ve a interinstitucionalidadc, as con­ dições ambientais c a educação de cada estado. (VIL-CIBEC) 470 Blay, Eva Alterman; Conceição, Rosana R. da. A mulher como tema nas disciplinas da USP. CAD. PESQ., São Paulo (SP), n.76 (fev.1991) p 50-56 RES: Um levantamento das dis­ ciplinas lecionadas cm todas as uni­ dades da Universidade de São Paulo (USP) na capital, até 1989, permitiu identificar aquelas que abordam ques­ tões de gênero ou relativas à mulher, nas áreas das ciências humanas e biológicas. Além de constatar a pre­ dominância do interesse por tais ques­ tões nos cursos em nível de pós-gra­ duação relativamente aos de gradua­ ção, o artigo analisa os enfoques da­ dos à questão nas diferentes unida­ des da USP, salientando que, à es­ cassa incorporação dos estudos so­ bre a mulher na universidade, con- trapõem-se algumas áreas que ado­ tam uma perspectiva inovadora c crí­ tica, demonstrando a insuficiência dos estudos “que ignoram a metade da população”. (Do original-CIBEC) 471 Braga, Marco Antonio Barbosa. Edu­ cação, ciência, tecnologia c pro­ dução: a educação científica como ideologia na formação dos traba­ lhadores técnicos. Rio de Janeiro: PUC-RJ, 1991. 104f. anexos. Dis­ sertação (mestrado em Educação) RES: Debate o conhecimento ci­ entifico ensinado nas escolas, tendo por objetivo o encaminhamento de uma proposta de formação politécni­ ca para a escola secundária. A partir do estudo histórico sobre a origem da ciência moderna (racionalidade téc­ nica), mostra que sua consolidação como sistema de produção de conhe­ cimentos foi um processo simultâneo à ascensão da sociedade burguesa, fato que definiu um novo perfil para a educação cientifica no século XIX. A confrontação com as representações dos alunos sobre as relações entre ci­ ência, tecnologia c produção indicam até que ponto os conteúdos e práticas escolares contribuem para a constru­ ção de uma concepção de ciência. (Do original-CIBEC) LOC: CIBEC T 301 15 B813e 472 Clemente, Eivo. Educação-cultura- turismo. VERITAS, Porto Alegre (RS), v.36, n.144 (dez.1991) p.557-580 RES: Para alcançar a convivên­ cia, o ser humano necessita de edu­ cação A escola complementa o que a família deu à criança. A educação e o ensino estruturam o homem para a nova sociedade. Cultura indica o complexo de conhecimentos, dos cos­ 174 tumes, dos ritos, das capacidades de comunicar, próprios do homem como ser social. O turismo é a cultura em marcha c a marcha da cultura. O turis­ mo faz parte da difusão c do consumo dos bens criados pelo folclore, pela cultura artística c científica do povo. (VIL-C1BEC) 473 Dias, Gcncbaldo Freire. Os quinze anos da educação ambiental, no Brasil um depoimento. EM ABERTO, Brasília (DF), v. 10, n 49 (jan./mar. 1991) p.3-14 RES. As recomendações extraídas de todos os encontros intergover- namentais sobre educação ambiental são claras a respeito da necessidade da abordagem intcrdisciplinar. Um programa de educação ambiental, para ser efetivo, deve promover o de­ senvolvimento de conhecimentos, de atitudes e de habilidades necessárias à preservação c à melhoria da quali­ dade ambiental. Os subsídios para o desenvolvimento de atividades são gerados por especialistas do mundo inteiro, dentro do Programa Interna­ cional de Educação Ambiental do PNUMA/UNESCO. com inúmeras publicações. No Brasil surgem sinais de reações, construídas e mantidas pela luta dos cidadãos, na tentativa de melhor aperfeiçoar e buscar solu­ ções para os problemas ambientais. (VIL-CIBEC) 474 Franceschi Neto, Márcia de. Concep­ ções de lazer cm suas relações com a educação. Brasília: UnB, 1991.92f. Dissertação (mestrado cm Educação) RES: Estudo desenvolvido em duas fases: na primeira, com uma pesquisa quantitativa envolvendo a aplicação de 576 questionários à po­ pulação economicamente ativa resi­ dente no DF no período de três anos. Procura identificar as concepções de lazer existentes no DF sob três as­ pectos: o significado do lazer; as re­ lações entre lazer e trabalho; e entre lazer c educação. A segunda fase, de caráter fenomenológico, utiliza os resultados obtidos na primeira fase para a apreciação de pessoas com poder decisório. A concepção de lazer da população reagrupada em dez ca­ tegorias vem confirmar que o grau de instrução, a religião, o tipo de traba­ lho, o sexo c a renda familiar influ­ enciam no conceito individual de lazer. Quanto à questão do conceito, constatou-se que ele está relaciona­ do à experiência de vida de cada pes­ soa; em relação à cultura, existe por parte da população uma ligação en­ tre a mesma e a educação no seu as­ pecto formal. Dentro da perspectiva crítica da educação, a elaboração de propostas concretas aponta como possibilidade a educação para o lazer, dentro das concepções formal, não- formal e informal. (LNMC-CIBEC) 175 LOC: CIBEC T 379.8(817.4) F815c 475 Leal. Elizabeth Juchem Machado; Cunha. Maria Teresa Santos. A educação da mulher: uma visão do cotidiano de um colégio religioso feminino. Florianópolis: UFSC, 1991. 94f. RES: De 1898 a 1967, o Colégio Coração de Jesus, dirigido pelas Ir­ mãs da Divina Providência, de ori­ gem alemã, contribuiu para a forma­ ção da identidade feminina ligada aos papéis de mãe. professora c dona de casa das mulheres das classes abas­ tadas. Entrevistas com ex-alunas e ex-professoras, análise de documen­ tos e de alguns números da Revista Pétalas, publicados entre 1945 e 1950, descrevem a imagem da mu­ lher produzida e reproduzida nas re­ lações educativas. As práticas coti­ dianas eram mecanismos da “peda­ gogia total” que utilizava todos os elementos possíveis para imprimir nas alunas as qualidades da mulher limpa e ordeira, visando à mulher pura e virtuosa. (RAO-CIBEC) LOC: CIBEC Rp 37.04-055.2 L433e 476 Lopes, Elianc Marta Santos Teixeira. Educadores de mulheres: as filhas da caridade de São Vicente de Paulo: servas de pobres e doen­ tes, espirituais, professoras. EDUC. EM R , Belo Horizonte (MG), n.14 (dez.1991) p.26-39 RES: Pensar nas instâncias edu­ cativas da formação da professora significa nelas incluir a instância discursiva. Mostra o caráter religio­ so no discurso pedagógico ainda hoje, suas origens e seu “deslizamento” histórico. Esse discurso pedagógico contemporâneo, que traz uma marca leiga e prática, tem compromisso com o religioso e com o privado que se expressa na palavra, mas que tem desdobramentos numa prática reden­ tora, salvadora e sobretudo mis­ sionária que busca modelos apri- sionadores. (V1L-CIBEC) 477 Matsushima. Kazue. Dilema contem­ porâneo e educação ambiental: uma abordagem arquetipica e holística. EM ABERTO. Brasília (DF), v. 10, n.49 (jan./mar. 1991) p. 15-33 RES: As concepções tcórico-filo- sófica c prático-vivencial de Educa­ ção Ambiental, dentro da cosmovisão arquetipica e holística, encontram-se interligadas numa só unidade. A na­ tureza e o ambiente foram reduzidos como resultado da cisão interna do homem, entre o inconsciente e o cons­ ciente, em vista do seu rompimento com os princípios que regem tanto o homem como o cosmo. A educação ambiental não pode ser concebida 176 sem se considerar a formação de va­ lores, idéias e atitudes, a partir dos quais essa educação possa ser formu­ lada e praticada conceituai, filosófi­ ca e vivencialmente. (RAO-CIBEC) 478 Meyer, Mônica Angela de Azevedo. Educação ambiental: uma propos­ ta pedagógica. EM ABERTO, Brasília (DF), v. 10, n.49 (jan./ mar. 1991) p.41-46 RES: O trabalho na área de edu­ cação ambiental deve possibilitar aos alunos que formulem, expressem suas idéias e descobertas, e elaborem os seus próprios enunciados e propos­ tas A construção de um mapeamento ambiental amplia a concepção de ambiente — construído historicamen­ te e tecido nas relações sociais permeadas por atividades políticas. econômicas e culturais. (VIL-CIBEC) 479 Munhoz, Tânia. Desenvolvimento sustentável e educação ambiental. EM ABERTO, Brasília (DF), v. 10, n.49 (jan./mar. 1991) p.63-64 RES: A busca de um modelo de desenvolvimento sustentável para o país passa pela educação. A educa­ ção ambiental deve ser tratada de for­ ma interdisciplinar, contínua e per­ manente. Os programas imple­ mentados pelos poderes públicos de­ vem estimular e permitir que as pes­ soas contribuam e recebam idéias e informações. Esses programas devem relacionar questões nacionais e glo­ bais com as situações locais, usando exemplos e experiências familiares. (VIL-CIBEC) 480 Nadai, Elza. A educação de elite e a profissionalização da mulher bra­ sileira na Primeira República: dis­ criminação ou emancipação. R.FAC. EDUC. USP, São Paulo (SP), v.17, n.1/2 (jan./dez. 1991) p.5-34 RES: A educação da mulher rela- ciona-se com o advento da organiza­ ção do sistema escolar no qual as es­ colas normais desempenharam papel relevante. O ensino em São Paulo era objeto de preocupação dos detento­ res do poder. Durante a Primeira Re­ pública, existiu um pequeno número de escolas secundárias propedêuticas oficiais e uma extensa rede de esco­ las particulares. A escola laica em regime de internato, dedicada ao sexo feminino, procurava responder às demandas criadas por uma socieda­ de que se modernizava. A histo­ riografia associa às escolas protestan­ tes e à sua pedagogia a expressão do desenvolvimento da sociedade burgue­ sa, enquanto as escolas católicas são símbolos do conservadorismo. A edu­ cação da mulher era a condição da educação da própria família. 177 (VIL-CIBEC) 481 Reigota, Marcos. Fundamentos teó­ ricos para a realização da educa­ ção ambiental popular. EM ABERTO, Brasília (DF), v.10, n.49 (jan./mar. 1991) p.35-40 RES: A educação ambiental po­ pular deve ser realizada priori­ tariamente com os movimentos soci­ ais, associações e organizações eco­ lógicas, procurando fornecer um sal­ to qualitativo nas suas reivindicações políticas, econômicas e ecológicas. Os elementos teóricos para a educa­ ção popular ambiental são propostos, destacando o que é meio ambiente, desenvolvimento sustentável, partici­ pação social. As camadas da classe popular devem sair das reivindicações imediatas para garantir um avanço qualitativo, uma nova aliança entre a humanidade e a natureza, e novas relações políticas entre os hemisféri­ os norte e sul do planeta. (VIL-CIBEC) 482 Sorrentino, Narus. Educação am­ biental, participação c organiza­ ção de cidadãos. EM ABERTO, Brasília (DF), v. 10, n.49 (jan./ mar. 1991) p.47-56 RES: Os trabalhos desenvolvidos sob a insígnia Educação Ambiental têm apontado dificuldades relativas à orientação da prática e adequação dos conteúdos, metodologias e obje­ tivos propostos. O distanciamento dos indivíduos cm relação às ques­ tões ambientais envolve: a falta de cultura política, gerada por regimes políticos autoritários; a postura nii­ lista; os valores ditados pela socie­ dade; c a não-participação dos cida­ dãos. Na busca da auto-sustentação, as ONGs propõem a criação de mi- croempresas ecológicas, voltadas para a proteção ambiental e a melhoria da qualidade de vida, tais como a SODEMAP, a APEDEMA, reci­ clagem de papel c viveiros de plantio (VIL-CIBEC) 483 11.04 — EDUCAÇÃO — PRO­ CESSO Davies, Nicholas O livro didático de História: ideologia dominante ou ideologias contraditórias? Niterói: UFF, 1991. 97f. Dissertação (mestrado em Educação) RES: Análise de conteúdo dos dez livros didáticos de História do Brasil para o ensino de primeiro grau mais solicitados à FAE em 1988. Nas ilus­ trações predominam os personagens das classes dominantes, as atividades econômicas que lhes interessam e as ações militares que reforçam o naci­ onalismo; umas poucas sátiras às autoridades introduzem o elemento de dissonância na ideologia veiculada pelas imagens. As explicações para 178 os temas: escravidão africana, sua abolição, a independência c o golpe militar de 1964 apresentam elemen­ tos ideológicos favoráveis às classes dominantes e também elementos de sua negação, favoráveis às classes populares. (RAO-CIBEC) LOC: CIBEC T 371.671.1:93 D2551 484 Frange, Lucimar Bcllo Pereira. Ima- gens-imagizadas: nadadeiras para sobrenadar. In: Veiga, lima Pas­ sos Alcncastro. Escola fundamen­ tal currículo e ensino. Campinas: Papirus, 1991. p. 139-156 RES Arte na educação está com­ prometida com a construção do cida­ dão c da sociedade democrática. O arte-educador precisa “saber arte”, no caso de um bacharelado pressupõe- se uma relação entre obra, artista, espaços culturais, público c mercado dc arte; no caso da licenciatura, pres­ supõe-se uma relação entre educação formal e informal, entre fazer arte e experiência estética. Os professores comprometidos com a arte na escola devem partir de uma perspectiva dialética, onde a práxis da arte fun­ damenta-se na tríade: imaginação, ação e reflexão. (RAO-CIBEC) 485 Santiago, Anna Rosa; Moraes, So- langc Silva. Reconstrução organi- zativo-operativa da escola: relato de uma experiência. ESP. ESC., Ijuí (RS), v. 1, n.l (jul./set. 1991) p. 18-26 RES: Educadores de duas esco­ las públicas do município de Ijuí (RS) organizaram-se coletivamente para uma reflexão pedagógica com a in­ tenção dc fazer emergir, de suas prá­ ticas, propostas político-pedagógicas capazes de resgatar valores culturais. O objetivo foi comprometer a ação educativa com os interesses e expec­ tativas dos grupos sociais que, histo­ ricamente, têm sido excluídos dos benefícios do saber sistematizado. (Do original-CIBEC) 486 Wundheiler, Maria Theresa Oliveira. Símbolo e mito na arte educação. Rio de Janeiro: UFRJ, 1991. 130f. Dissertação (mestrado em Educação) RES: A partir do pressuposto de que a manifestação simbólica é uma necessidade inerente ao desenvolvi­ mento do ser humano e de sua capa­ cidade de compreensão e expressão do mundo que o cerca, procura observá-la em suas variadas relações com a vida do homem e sugere seu aproveitamento deliberado na educa­ ção — mais especificamente na arte- educação. Examina aspectos básicos do mito e do símbolo de natureza fi­ losófica, antropológica, psicológica, artística e educacional, através de 179 uma revisão de literatura. Esta últi­ ma foi completada com uma ilustra­ ção da experiência de trabalho cria­ dor de crianças e adolescentes, em amostragem recolhida cm duas esco­ las particulares de primeiro c segun­ do graus da cidade do Rio de Janei­ ro. Os trabalhos foram estudados em sua conotação simbólica c mítica e também quanto aos aspectos meto­ dológicos determinantes de sua pro­ dução, podendo constituir subsídios para o trabalho do artc-cducador. (Do original-CIBEC) LOC: CIBEC T 37.036 \V965s 487 12.01 — ENSINO —GRAUS DE ENSINO Barreiro, Leda Breitcnbach (Coord ). A docência na ótica da pós-gra­ duação (mestrado). Brasília: FUB, 1991.42f. anexos RES: Metade dos cursos de mestrado da UnB tem corresponden­ te na Licenciatura que forma profes­ sores para o ensino de segundo grau: Física, Matemática. Psicologia, Edu­ cação e Biologia. O mestrado não favorece a incorporação de experiên­ cias anteriores a fim de estimular a produção acadêmica c apenas a pós- graduação cm Psicologia adota uma política que possibilita aos alunos a experiência docente no ensino supe­ rior. A produção acadêmica relacio­ nada ao ensino, no periodo de 1971 a 1990, é de nove dissertações oriun­ das de 30% dos cursos pesquisados. (RAO-CIBEC) LOC: CIBEC Rp 378.224 B271d 488 Bezerra, Eufrâsio A ; Bezerra, Al- dcnicc A. Diagnóstico do setor educação no Amazonas: caminhos para a democratização do ensino. R. UNIV. AMAZONAS, Manaus (AM), v.l, n 1 (jan./jun 1991) p.9-14 RES: Reflexões levantadas no se­ minário que debateu e avaliou o qua­ dro critico do ensino de primeiro grau em Manaus. As necessidades educa­ cionais apontadas são os grandes de­ safios que exigem o enfrentamento dos órgãos competentes, dos educa­ dores e da sociedade como um todo, na busca da democratização da es­ cola básica, através da minimização do fracasso escolar c do acesso de to­ dos ao saber socialmente elaborado. (Do original-CIBEC) 489 Braga, Ronald; Tramontin, Raulino. Exame dos instrumentos que re­ gulam a expansão do ensino su­ perior e a sua adequação às ne­ cessidades exigidas pela moderna tecnologia. EDUC. BRAS.. Bra­ sília (DF), v.13, n.26 (jan./ jun.1991) p.53-70 RES: As causas da expansão mundial do ensino superior, nas dé­ 180 cadas de 60 e 70, e sua posterior retração na década de 80, são exami­ nadas dctendo-se no contexto brasi­ leiro. Analisa a legislação pertinente e apresenta dados sobre os corpos docente e discente. Tece considera­ ções sobre o mercado de trabalho existente para os egressos de cursos superiores, apresentando dados nu­ méricos. Propõe, à luz das cons­ tatações feitas, uma nova agenda de trabalho que modernize a política de ensino superior no Brasil. (PTRM-CIBEC) 490 Cunha. Luiz Antônio. Pós-graduação cm educação: no ponto de in­ flexão? CAD. PESQ., São Paulo (SP), n 77 (maio 1991) p.63-69 RES: A pós-graduação em edu­ cação existe no Brasil, há vinte e cin­ co anos, e tem crescido sob o signo da improvisação. A diversidade do corpo docente e a heterogeneidade dos estudantes levaram a pós-graduação a se resumir numa série de “introdu­ ções”. O baixo nível acadêmico é explicado pelo populismo pedagógi­ co, resultando um grande número de dissertações medíocres. A proposta para a inflexão é buscar o realismo, combater o elitismo, empregar melhor o dinheiro público c especializar os programas, contrariando a improvi­ sação de currículo e de professores. (VIL-CIBEC) 491 Goldenberg, Maurício. Ensino de se­ gundo grau: pessoal docente. Brasília: MEC/TNEP, 1991. 27f. (Séries Temporais) RES: Em educação, a demanda social envolve a universalização do ensino e a formação da mão-de-obra qualificada. O documento oferece aos técnicos em educação subsídios para a escolha das melhores alternativas para a formação e o enquadramento de docentes no setor de ensino. As estatísticas mostram o pessoal docen­ te por dependência administrativa em nível de Brasil e por Unidades da Federação no período de 1971 a 1978. (LNMC-CIBEC) LOC: CIBEC 373.511.24 G618e 492 Kawasaki, Clarice Sumi. O profes­ sor e o currículo de ciências: Io grau: concepções de ensino em debate. Campinas: UNICAMP, 1991. 297f. Dissertação (mes­ trado em Educação) RES: A utilização de entrevistas como instrumento de pesquisa e a análise quantitativa mostram o que o professor “pensa” em relação ao en­ sino de Ciências e aquilo que ele “diz fazer”. A situação do professor fren­ te às propostas curriculares mostram uma prática tradicional e une concep­ ções de educação, ciência, currículo e ensino de ciência avançadas. As concepções são compatíveis com as 181 diretrizes das propostas curriculares. Quanto à seleção dos conteúdos, há contradição da forma mais aberta com a mais fechada, onde os conteú­ dos e a metodologia já vêm prontos. O professor age tradicionalmente, mas suas idéias não são compatíveis com esta prática, embora demonstrem conhecimento das várias inovações prescritas pelas propostas curri­ culares. (LNMC-CIBEC) LOC: CIBEC T 372.85 K22p 493 Linhares, Célia Frazão Soares; Kellner, Sheilah Rubino de Oli­ veira; Lankenau. Terezinha de Jesus Gomes; Lima, Balina Bcllo. Mestrado em educação e escola básica: um encontro necessário EDUC. E REAL., Porto Alegre (RS), v.16, n.2 (jul./dez. 1991) p.59-68 RES: A avaliação do Mestrado cm Educação procurou captar e com- preender três dimensões interre- lacionadas a saber: 1) o acesso ao Mestrado em Educação de um alu- nado que não se ajusta às expectati­ vas oficiais expressas cm normas e planos; 2) a caracterização dos licen­ ciados e suas diferenciações de acor­ do com a área de conhecimento c em relação aos não licenciados; 3) a pro­ dução de dissertações dos Mestrados em Educação e suas relações com a realidade da escola básica. Constata a presença de um movimento entre os profissionais da escola (que se enraiza na própria dinâmica social da transição democrática) que expressa uma prioridade de valorização da es­ cola básica, tanto na entrada ao Mestrado como na produção de dis­ sertações vinculadas a essa temática. (Do original-CIBEC) 494 Marques, Waldcmar O ensino públi­ co estadual de Io grau na grande São Paulo: o ciclo básico em ques­ tão. Campinas: UNICAMP, 1991 147f anexos Dissertação (mes­ trado em Educação) RES: Análise do problema da repetência no Ciclo Básico — que inclui os dois primeiros anos do 1“ grau — a reprovação e sua conexão com variáveis sociocconômicas e for­ mas de trabalho desenvolvido na es­ cola. Descreve o trabalho da escola ressaltando aspectos que apontam uma direção positiva no sentido da melhoria da qualidade do ensino e dos seus resultados medidos através das taxas de aprovação. (MRNP-CIBEC) LOC: CIBEC T 372.4 M357e 495 Osório, Antônio Carlos do Nascimen­ to; Russi, Doralice dos Santos; Gonçalves, Maria Elizabete Oli­ veira. Caracterização e avaliação do ensino de 2o grau: análises da 182 incongruência na preparação não- profissionalizante e profissio­ nalizante para o trabalho no 2o grau da rede de ensino estadual de Mato Grosso do Sul. Campo Grande (MS): UFMS, 1991. 5v. RES: O ensino de 2o grau no es­ tado do Mato Grosso do Sul é anali­ sado sob três aspectos: 1) dos cursos baseados na lei 7.044/82; 2) dos cur­ sos de habilitação do magistério de Io grau; 3) do curso de habilitação em contabilidade. A análise revelou que esses cursos são ineficientes e não levam a uma efetiva profissio­ nalização O estudo visa também for­ necer subsídios para mudar o quadro de incongruências, focalizando três pontos a serem trabalhados: 1) a cri­ ação de condições para o funciona­ mento desses cursos; 2) a formação e reciclagem dos docentes; 3) a ade­ quação dos currículos. (ALM-CIBEC) LOC: CIBECT 377 083c 496 Paul, Jean-Jacques, Ribeiro, Zoya Dias. As condições de vida e de trabalho dos alunos do ensino su­ perior brasileiro: o caso das uni­ versidades de Fortaleza. EDUC. BRAS., Brasília (DF), v. 13, n.26 (jan./jun. 1991) p.71-127 RES: O relatório apresentado in­ tegra a pesquisa “Avaliação da Racionalidade do Sistema de Ensino Superior Cearense”, iniciada em 1988, pela Coordenadoria de Análi­ se Institucional e Avaliação, órgão da Pró-Reitoria de Planejamento da Uni­ versidade do Ceará. A pesquisa en­ volveu as universidades existentes em Fortaleza, buscando conhecer a rea­ lidade desse sistema, sob três diferen­ tes perspectivas: 1) a dos ves- tibulandos, explicitando em quantas/ quais universidades eles se apresen­ tam, quais as suas probabilidades de aprovação e, finalmente, em quantas/ quais universidades eles se matricu­ lam, quando aprovados em mais de uma; 2) a dos matriculados, voltan­ do para as condições de vida e de tra­ balho dos universitários de Fortale­ za; 3) a dos graduados, buscando conhecer as situações profissionais por eles vividas após a saída da uni­ versidade — períodos de desempre­ go, características do emprego, mo­ dos de acesso a esse emprego. (PTRM-CIBEC) 497 Ribeiro, Maria Luisa Santos. Escola e processo de conhecimento: de novo essa idéia? TEMAS EM EDUC., João Pessoa (PB), v. 1, n.l (jan./jun. 1991) p.27-34 RES: A relação entre o primeiro e o segundo graus envolve suas especificidades, interioridade e exterioridade, configurando-as como ação recíproca entre forças desiguais. Assim cabe ao educador escolar pla­ nejar e executar competentemente 183 atividades com o objetivo de que as crianças venham a ser educadas pe­ los seus órgãos dos sentidos. Pode- se e deve-se possibilitar também que todos os alunos tenham uma boa ini­ ciação na música, no desenho, na pin­ tura e no teatro, desenvolvendo o gos­ to pela arte. (VIL-CIBEC) 498 Souza, Paulo Nathanael Pereira de. Estrutura e funcionamento do en­ sino superior brasileiro. São Pau­ lo: Pioneira, 1991. 206p. ( Bibli­ oteca Pioneira de ciências sociais) RES: Descreve o ensino superior na sua evolução, composição, nos seus modelos institucionais, na sua estrutura de cursos c funcionamento e também na forma de universidade e instituto isolado. Classifica a meto­ dologia da matéria em dois grandes universos: a macroeducação e a microeducação. Apresenta uma breve história do ensino superior brasileiro. (MRSM-CIBEC) LOC: CIBEC 378 S729e 499 Werle, Flávia Obino Corrêa. Orga­ nização do ensino superior. EST. LEOPOLD., São Leopoldo (RS), v.27, n.123 (jun./ago. 1991) p.53-81 RES: O ensino superior, em sua tríplice sustentação ensino, pesquisa e extensão, sobrevive apenas nas uni­ versidades públicas. Tomando como fundamentação legal a Ordenação de Texto Único das Leis de Diretrizes e Bases da Educação Nacional e legis­ lação conexa, são descritos os prin­ cipais aspectos organizacionais do terceiro grau. Destacam-se: a moda­ lidade de constituição, a mante­ nedora, requisitos para a organização de universidades, administração do estabelecimento de ensino superior, cursos oferecidos. Confrontos entre o ensino superior público e o privado confirmam que a articulação entre ensino e pesquisa no Brasil varia com a vontade política do momento, e o papel do Estado é fundamental para os estabelecimentos públicos que são privilegiados frente aos de iniciativa particular. (VIL-CIBEC) 500 Zapponi, Neuza. Experiência de im­ plantação do ciclo básico: tenta­ tivas de diminuição das deficiên­ cias na alfabetização. In: Cader- matori, Lígia (Org.) O desafio da escola básica: qualidade e eqiiida- dc. Brasília: IPEA, 1991. p. 119-125 RES: Os pontos comuns abstraí­ dos dos relatórios sobre a implanta­ ção do ciclo básico nos Estados de São Paulo, Minas Gerais, Rio de Ja­ neiro e no Distrito Federal indicam que as medidas foram adotadas por resolução oficiai em todas as esco­ las, e que o processo de transferência 184 de informação partiu do nivel central até chegar ao professor. Quanto às condições de capacitação e de traba­ lho do professor alfabetizador, após o processo de seleção, haveria a im­ plantação de incentivos para que ele fosse o mais experiente dentro da sé­ rie c da docência. Os currículos fo­ ram reelaborados para haver maior flexibilidade, com o limite de 30 alu­ nos por turma e a inclusão de aspec­ tos qualitativos de rendimento do alu­ no e de seu aproveitamento global nos registros escolares. (RAO-CIBEC) 501 12.02 — ENSINO — MODALI­ DADES DE ENSINO Demo, Pedro. Universidade e quali­ dade. LOGOS, Canoas (RS), v.3, n.l (1 sem. 1991) p.5-18 RES: A questão da qualidade no ensino universitário envolve dois pon­ tos fundamentais para a criação, fo­ mento e preservação: o resgate da pesquisa e o cultivo da qualidade política. Tais pontos são congruentes, acarretando intervenções e revisão do currículo. Na qualidade política, são essenciais a aplicação do conheci­ mento c o incentivo ao desdobramento da ciência, motivando o aluno a cons­ truir cientificamente seu projeto de vida c profissão. (VIL-C1BEC) ' 502 Feigel, Zilda. Uma avaliação dos Centros de Estudos Supletivos. Rio de Janeiro: UFRJ, 1991. 77f. Dis­ sertação (mestrado em Educação) RES: Verifica se o ensino minis­ trado nos Centros de Estudos Suple­ tivos (CES) atende às necessidades dos adolescentes e adultos. Dois ques­ tionários foram aplicados a duzentos alunos e noventa professores para efeito comparativo quanto à evasão e à conclusão do curso. A coleta de dados foi complementada por infor­ mações conseguidas em documentos oficiais, e foi realizada entre agosto de 1990 e março de 1991. A análise dos dados foi efetuada através de um teste estatístico para amostras inde­ pendentes e através de critérios pré- estabelecidos. Conclui que: o ensino ministrado pelos CES atende às ne­ cessidades dos alunos; não é satis­ fatório o conhecimento que os pro­ fessores têm sobre a metodologia usa­ da; as taxas de evasão são menores que as das outras escolas que aten­ dem adolescentes e adultos; e a pro­ porção de alunos concluintes é me­ nor nos CES, o que não é um ponto negativo, dadas as características deste tipo de escola. (Do original-CIBEC) LOC: CIBEC T 374.7(815.41) F297a 503 Koch, Zenir Maria (Coord.). Avalia­ ção das experiências de educação 185 de jovens/adultos de Santa Cata­ rina. Florianópolis: UFSC, 1991. 94f. RES: Pesquisa realizada em cin­ co escolas particulares, oito públicas estaduais e uma federal localizadas nos municípios de Joinville, Blu­ menau, Florianópolis, Tubarão c Criciúma (SC). Foram entrevistados nove técnicos-administrativos, 49 professores e 290 alunos. A maioria dos alunos (70%) são trabalhadores que enfrentam uma jornada diária de oito horas. A própria estrutura da escola é causa de fracasso no ensino supletivo: ou ela é muito rígida em termos de horário, de programas e de metodologia de ensino, ou sua siste­ mática é totalmente aberta e sem con­ trole da organização escolar, ou o método de ensino é restrito aos módulos. As deficiências de estrutu­ ra física, de matenal e de pessoal não favorece o aprendizado do aluno tra­ balhador. o qual já sofre privações sociais e culturais fora do ambiente escolar. (RAO-CIBEC) LOC: CIBEC Rp 374.126(816.4) K76a 504 Uhle, Agueda Bcmadcte. Comunhão leiga: o Rotary Club no Brasil. Campinas: UNICAMP, 1991. 353f. Dissertação (mestrado em Educação) RES: Estudo sobre o Rotary Club como organização e sua atuação no Brasil. Tomando por base o clube de São Paulo, prioriza quatro áreas de ação: educação (criação e manuten­ ção de escolas e propostas para a educação em todos os níveis); assis­ tência c filantropia; relações de tra­ balho; c relações com o Estado. (ERB-C1BEC) LOC: CIBEC T 371.214 U31c 505 12.03 — ENSINO — FORMA­ ÇÃO PROFISSIONAL Ferreira. Almiro de Sá A Escola de Aprendizes Artífices do Estado da Paraíba: processos disciplinares c de reordenamento para o trabalho assalariado do Nordeste— 1910/ 40. João Pessoa: ETFPB. 1991 59f. RES: O Decreto 7 566. de 23/09/ 1909, assinado pelo presidente Nilo Peçanha. inicia a política de interven­ ção estatal na formação da força de trabalho A Escola de Artífices, as­ sim como as demais instituições dis­ ciplinares, exerceu uma função esté- tico-rcgencradora: através da quali­ ficação para o trabalho, visava lim­ par a cidade da Parahyba(hojc João Pessoa) da “gentalha” que ocupava os logradouros públicos, ameaçando a ordem e compondo um cenário de­ sagradável aos olhos da burguesia. Criada em 1910, a escola funcionou até 1929, provisoriamente, nos po­ 186 rões do edifício da Força Policial. Sua clientela eram os meninos desvalidos de 12 a 16 anos, em regime de semi- intemato. Em 1918, criou-se o curso noturno de aperfeiçoamento para ope­ rários já engajados no mercado de trabalho. A partir de 1922, o fator disciplina é realçado com a adoção da instrução militar obrigatória. A militarização do ensino profissional contribui para o adestramento, a automação c a docilidade dos corpos preparados para se integrarem no sis­ tema de fábrica. (RAO-CIBEC) LOC: CIBEC Rp 377(813.3) F383e 506 Fiquciró, Mary Neide Damico. Uma nova proposta para o estágio de prática de ensino em Psicologia. SEMFNA, Londrina (PR), v.12, n.3 (set. 1991) p.167-172 RES: Propõe o aprimoramento do estágio de Prática de Ensino em Psi­ cologia, a inovação da ação pedagó­ gica a partir de um vínculo com as exigências sócio-político-culturais; a integração do 3o grau com o ensino de Io e 2o graus e comunidade em geral; a democratização do saber. (MRSM-CIBEC) 507 Mollis, Marcela. La história de la Universidad Tecnológica Nacio­ nal: una universidad para hombres y mujeres que trabajan. EDUC. E SOC., Campinas (SP), v. 12, n.39 (ago. 1991) p.201-220 RES: Na história dos sistemas educativos latino-americanos é cons­ tante o dilema entre a educação clás­ sica e a educação profissional, esta última associada aos interesses dos projetos modemizantes das burgue­ sias nacionais. A Universidade Obrera Nacional, criada em 1952 por decreto do presidente Juan Perón, da Argentina, faz parte dos paras- sistemas educacionais para a forma­ ção da mão-de-obra qualificada em um circuito de menor qualidade educativa para a classe trabalhado­ ra. A mudança de nome para Univer­ sidade Tecnológica Nacional — UTN foi uma tentativa de superar os pre­ conceitos antiperonistas que, após a Revolução Libertadora em 1956, de­ sacreditaram o potencial demo- cratizador da UTN, cuja clientela estudantil caracterizava-se pela con­ dição de “trabalhadores”. (RAO-CIBEC) 508 Perazzo, Luiz Fernando. A universi­ dade na educação de trabalhado­ res: o Projeto de Aceleração da Escolaridade para Qualificação Profissional (UFRJ 1985-90). Rio de Janeiro: UFF, 1991. 286p. Dis­ sertação (mestrado em Educação) RES: Analisa questões inerentes à interação entre educação e traba­ lho a partir da politecnia. Para tanto, 187 estuda a proposta de educação inte­ lectual de trabalhadores, elaborada na Universidade Federal do Rio de Ja­ neiro, no período de 1985 a 1990, e desenvolvida no Projeto de Acelera­ ção da Escolaridade para Qualifica­ ção Profissional. Após historicizar o antagonismo de posições sobre exten­ são universitária, discute o desenvol­ vimento da vertente socialista de es­ cola unitária com vista à politecnia, para depreender as relações es­ tabelecidas entre o capital e os traba­ lhadores, e investiga de que modo o conteúdo de cada área interage com a cultura geral, procurando uma me­ diação possível entre a base técnica, o desenvolvimento tecnológico c o ensino das ciências naturais e soci­ ais. formando trabalhadores libertos ao desejo de tomar-se. (Do onginal-CIBEC) LOC: CIBEC T 331:37 P426u 509 Reis, Josc Cláudio de Oliveira. Edu­ cação cientifica e trabalho: cm busca de alternativas para o ensi­ no de Ciências no segundo grau. Rio de Janeiro: BUC-RJ. 1991 112f anexos. Dissertação (mes­ trado cm Educação) RES: A medida que as inovações tecnológicas modificam cada vez mais as relações de trabalho, faz-se necessário pensar a questão da for­ mação de 2o grau voltada para a com­ preensão das relações de ciência- tecnologia-trabalho, com o intuito de contribuir para um atendimento amplo e critico das relações de poder que estruturam a sociedade c vislumbram sua transformação sobre novas bases. (MBL-CIBEC) LOC: CIBEC T 377.35 R375e 510 12.04 — ENSINO — FORMA­ ÇÃO DE PROFESSORES Abbud, Maria Luiza Macedo. O pro­ jeto Política de Formação de Pro­ fessores cm Nível de Segundo Grau: o Caso dc Londnna-Paraná Piracicaba: UNIMEP, 1991 123f. Dissertação (mestrado cm Educação) RES: Dados históricos indicam que a formação de professores das séries iniciais nunca foi considerada como prioridade real. A caracteriza­ ção das propostas de mudança do curso normal pela alteração das leis c regulamentações c um indicador de que os critérios que norteiam decisões não estão calcados nas necessidades da prática educacional concreta do ensino. Respeitando as limitações impostas pela metodologia utilizada, pesquisa documental, e pela delimi­ tação do objeto dc pesquisa à cidade de Londrina, conclui que a composi­ ção curricular dos cursos dc forma­ ção de professores em nível dc 2- grau: 1) é marcada por uma mitolo­ gia cientificista que privilegia a psi­ 188 cologia como definidora do processo pedagógico; 2) centraliza a discussão em procedimentos pedagógicos, redu­ zindo o processo de educação às ati­ vidades programadas em sala de aula; 3) fornece uma visão fragmentária e parcial da educação e pode ser ca­ racterizada como uma composição curricular conservadora. (V1L-CIBEC) LOC: CIBEC T 377.4.8(8 16.2) A125p 511 Amaral. Maria Nazaré de Camargo Pacheco. Universidade e unidade do saber: perspectivas para a for­ mação contínua e recorrente dos docentes do ensino superior. LOGOS, Canoas(RS), v.3, n.2 (2.sem 1991) p.41-44 RES. Cabe à universidade a res­ ponsabilidade pela formação de do­ centes dentro da inter-relação cur­ ricular flexível. É preciso aprender para se evitar o maior dos males da formação humana: a recepção passi­ va de idéias. A vida da universidade e da cultura faz do pensar a única tarefa de professores e alunos. (VIL-CIBEC) 512 Amaral, Maria Teresa Marques. Po­ líticas de habilitação de professo­ res leigos: a dissimulação da inocuidade. In: Brasil. Ministério da Educação e do Desporto. Se­ cretaria Nacional de Educação Básica. Professor leigo: insti­ tucionalizar ou erradicar? São Paulo, Cortez: Brasília: SENEB, 1991 p.37-83 RES: Analisa a permanência do professor leigo no sistema de ensino mediante: 1) o modelo econômico, que define os termos e as formas da política de ocupação da terra brasi­ leira; 2) os estilos de governança pre­ sentes no meio rural e nos pequenos núcleos urbanos; 3) a necessidade que o sistema de ensino vigente tem de manter esses leigos como “exército de reserva”. Localiza o entendimen­ to dos impasses da habilitação no processo de desqualificação históri­ ca, legal, social e política. Estas po­ líticas são inócuas estatística, peda­ gógica e politicamente porque não retratam uma vontade de superar a estrutura de poder e de barganha definidora das condições sociais e econômicas desses profissionais. (LNMC-CIBEC) 513 Ayres, Ana Clea Brasga Moreira. Confrontando teoria e prática na formação de professores para o ensino de Ciências. Rio de Janeiro: PUC-RJ, 1991. 181f. anexos. Dis­ sertação (mestrado em Educação) RES: Trata da formação em ser­ viço de professores de Ciências do segundo segmento do Io grau, par­ tindo-se do princípio de que o ensino 189 desta disciplina deve ser trabalhado cm articulação com os objetivos da educação escolar pública. Parte da relação entre a escola, a ciência e a sociedade, buscando caminhos que permitam colocar o ensino de ciênci­ as na perspectiva de construção de uma nova ordem social, adequada aos interesses das camadas populares. (Do original-CIBEC) LOC: CIBEC T 373.311.4 A985c 514 Barbon, Antônio Domingos. Centros Específicos de Formação e Aper­ feiçoamento do Magistério em São Paulo: o núcleo de Rio Preto. Piracicaba: UNIMEP, 1991 177f. Dissertação (mestrado em Educação) RES: Estudo da proposta peda­ gógica do Projeto CEFAM, implan­ tado na rede oficial de ensino de São Paulo, em 1988, a fim de formar pro­ fessores de prc-escola e para as séri­ es iniciais do Io grau, focalizando uma experiência deste Projeto no Núcleo de Rio Preto. A partir dos dados teóricos, metodológicos e filo­ sóficos e da experiência realizada, conclui que o CEFAM é viável, pois indica princípios e sugere caminhos que contribuem para o desenvolvi­ mento de uma prática educativa al­ ternativa, mas se choca com a con­ cepção de poder do sistema formal da instituição, impossibilitando o seu desenvolvimento. (Do original-CIBEC) LOC: CIBEC T 371.13 B238c 515 Beck, Nestor L. J. O desafio brasi­ leiro da formação de docentes do ensino superior para a renovação do pensamento universitário tra­ dicional. LOGOS, Canoas (RS), v.3, n.2 (2. sem. 1991) p.75-79 RES: Indica a necessidade de uma mudança na universidade e sugere a possibilidade de uma renovação. Para promovê-la, é preciso conhecer o como e o porquê do que se está fa­ zendo, elaborar uma crítica conjun­ ta, e encontrar alternativas. Nisto consiste o desafio que se põe diante da universidade brasileira, para que ela reencontre e reapropne o seu pa­ pel humanizador na sociedade. (Do original-CIBEC) 516 Bezerra, Holien Gonçalves. Forma­ ção de recursos humanos: um de­ safio para as universidades. LOGOS, Canoas (RS), v.3, n.2 (2. sem 1991) p.36-40 RES: A universidade em seu con­ texto organizacional prioriza a for­ mação de recursos humanos, princi­ palmente no que se refere à qualifi­ cação dos docentes. A busca de ca­ minhos alternativos é fundamental, por exemplo, a pós-graduação con- sorciada entre universidades que as­ sumam uma política de capacitação 190 docente comprometida com o ensino e a pesquisa. (VIL-CIBEC) 517 Brasil. Ministério da Educação e do Desporto. Secretaria Nacional de Educação Básica. Professor leigo: institucionalizar ou erradicar? São Paulo, Cortcz: Brasília, SENEB, 1991 83p. (Cadernos SENEB, n.3) RES: Considera a posição de pro­ fessor leigo como resultante do siste­ ma político, econômico, cultural e educativo. Expõe a missão desse tipo de professorado sobretudo no meio rural, abordando os problemas de salário, da prática pedagógica, das condições de trabalho, dos programas de capacitação e reciclagem, a práti­ ca social da escola, etc. (MBL- C1BEC) LOC: CIBEC 371.124.93 B823p 518 Brusilovsky, Silvia. Formación de educadores para el trabajo con sectores populares: una expe- riencia cn la universidad. EDUC. E REAL., Porto Alegre (RS), v. 16, n. 1 (jan./jun. 1991) p.45-48 RES: Professores do Departamen­ to de Educação da Universidad Na­ cional de Luján desenvolvem, desde 1986, um programa de atividades na periferia de Luján, para educação de adultos. Os estudantes do segundo ano de licenciatura em Ciências da Educação articulam as atividades de extensão universitária e docência, contando com o apoio dos professo­ res na elaboração do cronograma para a formação dos estudantes en­ volvidos e no desenvolvimento dos trabalhos com a comunidade. (VIL-CIBEC) 519 Carvalho, Thadeu Antônio. Teoria e prática na formação de professo­ res. Rio de Janeiro: UFRJ, 1991. 86f. Dissertação (mestrado em Educação) RES: Verifica a congruência entre a concepção teórica de educação, re­ velada pelos professores universitári­ os de Francês que atuam na licenciatu­ ra e a prática padagógica desses pro­ fessores, segundo a percepção dos alu­ nos cursando a disciplina Prática de Ensino de Francês. O levantamento das concepções pedagógicas de cinco au­ tores brasileiros serviu de fundamen­ tação para elaborar uma classifica­ ção bipolar conservadora e moderna. Aplicou-se um instrumento com es­ tas concepções construído a partir de situações encontradas nas aulas de Língua e/ou Literatura Francesa re­ lativas aos seguintes elementos do processo educativo: professor, aluno, objetivo, conteúdo, avaliação. Os re­ sultados mostram que a concepção te­ órica moderna dos professores não é congruente com a sua prática pedagó­ gica, segundo a concepção dos alunos. 191 (Do original-CIBEC) LOC. CIBEC T 378.146:840 C33 It 520 Carvalho, Vania B. C. L. de. O pro­ fessor cm revista. CONSCIÊN­ CIA, Palmas (PR), v.5, n.2 (jul./ dez. 1991) p.39-44 RES: A formação do professor não prescinde de uma dimensão hu­ mana além da técnico-profissional Só as duas dimensões, agindo har­ moniosamente. permitem o exercício efetivo de sua profissão. O bom pro­ fessor alterna brincadeira e trabalho, reconhece esforços, sabe ser demo­ crático cm suas atitudes. Está atento para os “reais problemas” de seus alunos, vindo a encaminhá-los a quem, com competência, possa ajudá- los. O professor que bem desempe­ nha o seu papel também aprende. Não é por acaso que o francês usa a ex­ pressão en apprend tanto para o aprender como para o ensinar (Do original-CIBEC) 521 Carvalho, Washington Luiz Pacheco de O ensino de Ciências sob a perspectiva da criatividade: uma análise fcnomenológica Campi­ nas: Unicamp, 1991. 30 If. Dis­ sertação (mestrado em Educação) RES: Examina a qualidade do ensino de Ciências, a partir da vivência do professor desta matéria na rede municipal de ensino de Cam­ pinas (SP). Aponta como condi- cionantcs externos que limitam a atu­ ação deste professor a falta de infra- estrutura nas escolas, a carga horária excessiva e os baixos salários, fazen­ do com que o ensino desta disciplina caminhe por uma trilha estreita: a dos produtos da Ciência. Além disto, de­ tecta que a formação deficiente dos professores, a falta de sintonia entre partes do sistema educacional, o não- cntendimento da Ciência como proces­ so e a falta de abertura de possibili­ dades que permitam a expressão e a manifestação criativa dos alunos são outros aspectos deste fenômeno. (ERB-CIBEC) LOC CIBEC T 37.001.7 C331e 522 Chassot, Attico Inácio. (Re) constru­ indo conhecimentos químicos. EDUC E REAL . Porto Alegre, v.16. n.2 (jul./dez. 1991) p.79-83 RES: Uma das tentativas de pre­ parar melhores professores para o Movimento dos Trabalhadores Sem- Terra ocorre através do Departamen­ to de Educação Rural (DER), da Fun­ dação de Desenvolvimento. Educação c Pesquisa (FUNDEP) da Região Celeiro de Três Passos. Os cursos de formação de professores ocorrem na sede do DER, cm Braga (RS), onde alunos integralizam uma carga horá­ ria de 2 330 horas, nos meses de ja­ neiro, fevereiro c julho, durante dois anos consecutivos. Relata experiên­ 192 cias na disciplina de Química que orientou na turma C, no período de 18 a 23 de fevereiro de 1991. (Do original-CIBEC) 523 Chaves, Mana Saletc. A formação do professor na atualidade: uma aná­ lise Rio dc Janeiro: UFRJ, 1991 146f. Dissertação (mestrado em Educação) RES: Para se fazer uma análise da formação do professor, fez-se ini- cialmcnte o levantamento das condi­ ções atuais da Universidade c do cur­ so dc Pedagogia nela inserido. Pro- ccdeu-sc posteriormente a um estudo comparativo dos sistemas educacio­ nais da Alemanha, Estados Unidos, França c Inglaterra através de revi­ são bibliográfica que inclui livros, jornais, revistas, documentários, re­ latórios oficiais e outros órgãos pú­ blicos e transcritos de deliberações de corpos legislativos e doutas assem­ bléias. Chegou-se à conclusão que o curso dc Pedagogia deve arriscar uma idéia diferente, mudar o compromis­ so da escola, sintonizá-la com a de­ mocracia, com o aqui e agora, enfim. propõe-sc que as especializações do curso permaneçam na graduação, completando o quadro do trabalho cooperativo, especializado e inter- disciplinarmentc integrado (Do original-CIBEC) LOC: CIBEC T371 13 C512f 524 Corrêa, Vera Maria de Almeida. O professor da escola pública do Rio de Janeiro: de que conformismos e conformista? Rio de Janeiro: FGV/IESAE, 1991. 314f. Disser­ tação (mestrado em Educação) RES: O desenvolvimento da for­ mação política do professor da esco­ la pública do Rio de Janeiro, na sua prática político-sindical, a partir de 1979, representa uma tentativa de apreender o processo de constituição da consciência crítica, enquanto ci­ dadão que se organiza na sociedade civil em contraposição ao trabalho de conformação que a ideologia domi­ nante busca, historicamente, solidi­ ficar. (ALM-C1BEC) LOC: CIBEC T 371.13 C824p 525 Fernandes, Maria Estréia Araújo. A questão das habilitações educaci­ onais no curso de Pedagogia da UFC: uma conquista histórica. EDUC. EM DEB., Fortaleza (CE), v.14, n.21/22 (jan./dez. 1991) p. 147-153 RES: Nova proposta curricular, implantada em 1987 naFACED/UFC serve de subsídio para o debate reali­ zado nos dias 10 e 11/05/90 no II Encontro Estadual sobre Refor­ mulação do Cursos de Preparação de Recursos Humanos para a Educação. Em relação às habilitações educaci­ onais, o documento Repensando as 193 Habilitações traz à discussão a for­ mação de um educador generalista com sólida fundamentação teórica e prática em todos os setores da esco­ la. Das propostas apresentadas que favorecem esta visão, a eleita é: a “extinção imediata das habilitações educacionais, assegurando o direito somente àqueles alunos regidos pelo currículo antigo, garantindo o prazo de três anos para conclusão das mesmas”. (LNMC-CIBEC) 526 Gusso, Divonzir Arthur. Formação de professores para a educação su­ perior: desafios e perspectivas. LOGOS, Canoas (RS), v.3, n.2 (2. sem. 1991) p.66-68 RES: O debate acerca da qualifi­ cação docente cm instituições de en­ sino superior brasileiras deve levar em conta o papel do sistema de pós- graduação (stricto sensu e lato sensu., ambos recentes), assim como eventos ocorridos no ensino de gra­ duação, especialmente a alta deman­ da por vagas nas últimas décadas (Do original-CIBEC) 527 Krug, Jorge Gilberto. A foimação dos docentes. LOGOS, Canoas (RS), v.3, n.2 (2. sem. 1991) p.45-47 RES: Questionamentos que deter­ minam a competência técnica e pe­ dagógica, envolvendo o professor como cidadão comprometido com a realidade socioeconômica que o cer­ ca; no caso, com a realidade brasilei­ ra e latino-americana. (VIL-CIBEC) 528 Magnani, Maria do Rosário Mortatti. Em sobressaltos. Campinas: UNICAMP, 1991. 472f. Tese (doutorado em Educação) RES: Autobiografia de 1975 a 1991, com citações literárias e do pró­ prio diáno. Como se tomou professo­ ra em 1975 (mulher e professora: des­ graça pouca é bobagem), as tentativas de integrar teoria e prática no cotidia­ no da atividade docente, uma análise da política da educação na década de 80 cm suas relações com a formação de professores e a construção de uma proposta de ensino de Português. (RAO-CIBEC) LOC. CIBEC T 371.13:806.90 M196e 529 Masetto, Marcos Tarciso. O modelo brasileiro de formação de docen­ tes. LOGOS, Canoas (RS), v.3, n.2 (2. sem 1991) p.19-22 RES: Abrange duas dimensões: a formação tcórico-científica e a for­ mação técnico-prática identificadas em três momentos do desenvolvimen­ to. A formação nos primeiros cursos de ensino superior até 1930 visava à aquisição de informações e conheci­ mentos mais atualizados, não consi­ 194 derando a formação pedagógica. De 1934 a década de 60 dava-se ênfase à capacitação docente como pesqui­ sador. Questiona, a partir dessa data, a necessidade da competência e da capacitação pcdagógico-didática. (VIL-CIBEC) 530 Mendonça, Ana Waleska P. C . A es­ cola como espaço da formação continuada do professor. R. EDUC. AEC, Brasília (DF), v.20, n.79 (abr./jun. 1991) p.39-42 RES: Para falar de formação do professor deve-se considerar o con­ texto cm que se situa essa problemá­ tica: a descaracterização e a desva­ lorização social da educação e do magistério. Apesar do quadro, é pre­ ciso reestruturar a escola normal e os cursos de licenciatura. A falência das estratégias de “treinamento em ser­ viço” do professor acaba limitando a melhoria da qualidade docente. Nes­ sa direção, será preciso alocar tempo e dispor de recursos financeiros e humanos. A formação do professor cm serviço deve ser pensada a partir de sua prática, em espaço de cons­ tante atualização, buscando um novo modo de se trabalhar dentro da esco­ la. Tornar a escola um espaço de for­ mação do professor supõe uma pro­ funda revisão do papel tradicional do serviço de supervisão. (VIL-CIBEC) 531 Miguez, Inês Azar. Construção e va­ lidação de texto didático para pro­ fessores do primeiro segmento do Io grau. Rio de Janeiro: UFRJ, 1991. 133f. Dissertação (mes­ trado em Educação) RES: Informações básicas sobre planejamento de ensino e avaliação do rendimento escolar, no ensino de 1- a 45 série, são enfocadas procu­ rando superar algumas das deficiên­ cias encontradas no conteúdo pro- gramático do Curso de Formação de Professores que, segundo as própri­ as alunas, as deixam inseguras e despreparadas para o exercício do magistério. Foi elaborada uma lista de assuntos a serem tratados e de objetivos a serem atingidos através dele e, a partir dessa lista, foram ela­ borados o texto didático e o teste que o integram. O material foi utilizado com alunas da 3a série que se subme­ teram a um pré e um pós-teste além de relatarem suas impressões sobre o texto estudado. Constatou-se que o material contribuiu para um efetivo aumento de conhecimentos por parte das alunas, tendo sido obtida uma significativa melhora nos escores do pós-teste em relação aos do pré-teste. (Do original-CIBEC) LOC: CIBEC T 371.13:371.26 M634c 532 Moreira, Earle Diniz Macarthy. For­ mação de docentes para o ensino 195 superior: desafios e respostas. LOGOS, Canoas (RS), v.3, n.2 (2. sem. 1991) p.72-74 RES: A universidade deve enfren­ tar um processo contínuo de au­ tocrítica, no sentido de romper a con­ tinuidade do clitismo e evitar o des­ gaste da graduação. A indisso- ciabilidade entre ensino, pesquisa c extensão, a falta de tradição do siste­ ma universitário e a profissiona­ lização vêm sendo a marca registra­ da das universidades. Para reverter esse quadro é preciso que os go­ vernantes se convençam da necessi­ dade de uma educação de boa quali­ dade e do acesso à educação. (VIL-CIBEC) 533 Nicolau, Marieta Lúcia Machado. O professor leigo: institucionalizar ou erradicar? In: Brasil. Secretaria Nacional dc Educação Básica. Pro­ fessor leigo: institucionalizar ou erradicar? São Paulo: Cortez: Brasília: SENEB, 1991. p.27-36 RES: Enfoca a posição do profes­ sor leigo em relação à educação bra­ sileira e ao ensino dc Io grau abor­ dando as questões dc sua formação, de salário e dc condições de vida e trabalho Para melhorar a ação exer­ cida pelo professor, e consequentemen­ te a qualidade do ensino no meio ru­ ral, propõe um projeto baseado na educação permanente, com a partici­ pação de todos os envolvidos e que considere as disparidades regionais. (VIL-CIBEC) 534 Oliveira, lida Esteia Amaral de (Coord ). A formação do profes­ sor para as séries iniciais do Io grau: subsídios a propostas cur­ riculares alternativas: o cotidiano de uma escola básica. Belém: UFPA, 1991 67f. RES: Pesquisa etnográfica cm uma escola pública de um bairro cen­ tral de Belém (PA), cujos alunos re­ sidem cm áreas afastadas do mesmo. Instalações precárias e falta de equi­ pamentos adequados somados à pre­ sença autoritária do professor e ao seu despreparo quanto ao domínio do conteúdo e ao manejo da classe re­ sultam no baixo nível de aprendiza­ gem dos alunos. Para os fúturos pro­ fessores, o estágio supervisionado é fonte dc insatisfação Os depoimen­ tos apontam como causas a ina­ dequação do currículo do curso à re­ alidade da escola onde irão atuar as lacunas de aprendizagem acumuladas desde o Io grau e a carga horária in­ suficiente. (RAO-C1BEC) LOC: CIBEC Rp 377.8 O48f 535 Ramos, Maria Cecília Matoso. For­ mação continuada do professor. DIDÁTICA, São Paulo (SP), v.26/27, (1990/1991) p.83-90 196 RES: A formação continuada tra­ ta da instauração de um trabalho co­ letivo, congregando professores de l9, 29 e 39 graus, a fim de verticalizar a discussão de questões teórico-práti- cas. Considerando os pressupostos para a formação continuada do edu­ cador, destaca os objetivos gerais e determina linhas de ação referentes ao compromisso da universidade com a questão (VIL-CIBEC) 536 Ripley, Lionel. A formação científi­ ca pedagógica dos docentes do ensino superior. LOGOS, Cano­ as (RS), v.3, n.2 (2. sem. 1991) p.23-25 RES: O programa de doutorado americano faz com que os alunos as­ sistam às aulas de alto nivel e façam também projetos de pesquisa. Na Inglaterra, é possível ir direto da gra­ duação para o mestrado cm áreas como engenharia, química e física. Nas áre­ as de humanidades, os alunos têm um ano de curso em nível de mestrado, para treinar métodos de pesquisa. (VIL-CIBEC) 537 Santos, Lucíola Licinio de C. P. Pro­ blemas e alternativas no campo da formação de professores. R. BRAS. EST. PEDAG., Brasília (DF), v.72, n.172 (set./dez,1991) p.318-334 RES: Ao se discutir a formação do educador, dois pontos foram to­ mados como básicos: o caráter polí­ tico da prática pedagógica e o com­ promisso do educador com as clas­ ses populares, ressaltando a prima­ zia do ato de educar sobre o ato de ensinar. A questão da formação pro­ fissional envolve o problema da de- fasagem existente entre a preparação oferecida pelas escolas de formação e a realidade da atividade prática fu­ tura. Disto resulta um currículo em que os conhecimentos teóricos e as técnicas das ciências básicas e apli­ cadas se antecedem às atividades centradas na habilidade em usar teo­ rias e técnicas para solucionar pro­ blemas práticos. Os paradigmas pre­ sentes na formação do professor são: a orientação behaviorista, a educa­ ção personalística do professor, a educação artesanal e tradicional do professor, e a educação orientada para o questionamento. (VIL-CIBEC) 538 Santoyo, Júlio César. La formación continua y recurrente de los do­ centes de ensenanza superior. LOGOS, Canoas, v.3, n.2 (2. sem. 1991) p.31-34 RES: A formação contínua e re­ corrente dos docentes de ensino su­ perior é uma problemática que envol­ ve uma questão crucial: de que ma­ neira se dá a formação permanente 197 do professor universitário e quais os meios postos à sua disposição para atualizar constantemente seus conhe­ cimentos. (VIL-CIBEC) 539 Silva, Paulo Renan Gomes da. Re­ flexão sobre o processo de forma­ ção do professor de Língua Ingle­ sa na Universidade do Amazonas. R. UNIV. AMAZONAS, Manaus (AM), v.l, n.l (jan/jun.1991) p.47-52 RES: Discussão dos aspectos im­ portantes da formação dos professo­ res de Inglês no âmbito do Departa­ mento de Línguas e Literatura Estran­ geira da Universidade do Amazonas. Os problemas variam da análise de conteúdo à definição de domínios de abrangência; de questões relaciona­ das às implicações filosóficas a as­ suntos envolvendo discussões de abordagem e metodologia. O proces­ so de treinamento do professor de Língua Inglesa necessita de urgente inovação. As decisões, entretanto, devem basear-se em discussões de dados confiáveis, envolvendo a par­ ticipação de todos os que interferem no problema. (Do original-CIBEC) 540 Simmons, Collin; Grassin, Jean Marie; Massa, Jean-Michel. A formação de docentes em univer­ sidades européias. LOGOS, Ca­ noas (RS), v.3, n.2 (2. sem. 1991) p.26-30 RES: Pronunciamentos de repre­ sentantes de universidades européias predispostas a aderirem ao Projeto Brasil, apresentando informações sobre suas instituições de origem: Universidade de Salford (Inglaterra), Universidade de Limoges e Univer­ sidade de Renncs II (França). Os pro­ nunciamentos ocorreram em 24 de outubro de 1991, no campus central da ULBRA, em Canoas, por ocasião do Seminário Internacional sobre a Formação Científica-Pedagógica dos Professores de Ensino Superior (VIL-CIBEC) 541 Souza, Djanira Brasilino de (Org ). Dinamização do ensino na ETFRN: a experiência pedagógica dos pro- fessores-alunos do Esquema 1 Natal: ETFRN, 1991. 85p. RES: Trabalhos elaborados por um grupo dc professores da ETFRN que participaram do curso de licen­ ciatura plena— Esquema 1, ofereci­ do em caráter especial aos profissio­ nais de engenharia, arquitetura e ge­ ologia que desenvolvem funções do­ centes, proporcionando aperfeiçoa­ mento didático-pcdagógico a partir da interação entre o conhecimento téc­ nico específico de cada formação e a prática pedagógica. (MRSM-CIBEC) 198 LOC: CIBEC 371.13 S719d 542 Therrien, Jacques. A “professora” leiga c o saber social. In: Brasil. Secretaria Nacional de Educação Básica. Professor leigo: institu­ cionalizar ou erradicar? São Pau­ lo: Cortez: Brasília: SENEB, 1991. p 13-25 RES: Retrata as condições de vida, trabalho e formação da profes­ sora leiga, nas regiões Norte e Nor­ deste, indicando ser ela a que ainda salva a escola pública em determina­ dos contextos. Fala da importância de sc estabelecer o “resgate” ou a construção da identidade pedagógi­ ca dessa professora, situando-a no movimento de construção social da escola c do trabalhador. (LMNC-C1BEC) 543 12.05 — ENSINO — EDUCA­ ÇÃO ESPECIAL Anachc, Alexandra Ayach. Discurso c prática: a educação do “defici­ ente” visual em Mato Grosso do Sul. Campinas: UFMS, 1991. 133f. Dissertação (mestrado em Educação) RES: Estudo sobre a educação especial em Mato Grosso do Sul e em particular o atendimento ofereci­ do ao indivíduo portador de “defici­ ência” visual. Após apresentar um panorama da história da educação especial no Brasil, analisa os concei­ tos e alguns dos seus princípios norteadores, para então, abordar a educação especial cm Mato Grosso do Sul. Constata a contradição entre o discurso e a prática, o que leva es­ ses indivíduos a vivenciarem o para­ doxo do binômio segregação-inte- gração. (Do original-CIBEC) LOC: CIBEC T 376.352 A532d 544 Mantoan, Maria Tereza Eglér. A so­ licitação do meio escolar e a cons­ trução das estruturas da inteligên­ cia no deficiente mental: uma in­ terpretação fundamentada na te­ oria do conhecimento de Jean Piaget. Campinas: UNICAMP, 1991. 238f. Tese (doutorado em Educação) RES: Investigação que visa ex­ plicitar como o aluno deficiente men­ tal reage a uma solicitação do meio escolar que se fundamenta na teoria do conhecimento de Piaget. Para tan­ to, analisa as situações vivenciadas pelo aluno para estruturar a sua inte­ ligência c a intervenção pedagógica que desencadeia o processo constru­ tivo do conhecimento. O estudo for­ nece elementos para aprimorar o Pro­ grama de Educação do Deficiente Mental (PROEDEM), proposta edu­ cacional criada pela autora que bus­ ca aproximar a educação especial dos 199 princípios c recursos pedagógicos re­ lativos à educação regular. (Do original-CIBEC) LOC: C1BEC T 376 M293s 545 Rodrigues. Josc Luiz. A educação física no contexto intcrdisciplinar c a pessoa portadora de deficiên­ cia. Piracicaba: UNIMEP. 1991. 109f. Dissertação (mestrado em Educação) RES: Estudo sobre dificuldades enfrentadas pelo profissional de edu­ cação física junto à educação regu­ lar c especial. Analisa os problemas desta área e sua relação com a pes­ soa portadora de deficiência, desta­ cando a contribuição da educação fí­ sica no âmbito da educação especial. visualizada num contexto inter- disciplinar. em programas que vão desde a estimulação precoce à pre­ paração para o trabalho. (Do original-CIBEC) LOC: CIBEC T 376:796.4 R696c 546 Silva, Leda Rocha da. A escola da APAE de Niterói, uma escola es­ pecial. Niterói: UFF, 1991 115f. anexo RES: Estudo de caso da Escola da APAE - Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais de Niterói, cujos esforços visam à normalização da pessoa portadora de deficiência mental, trabalhando as necessidades especiais dc seus alunos até trans­ formá-las cm aptidão c conseguir a diminuição das dependências e das diferenças em relação aos outros, com o apoio da família e da comunidade cm que estão inseridos. (MRNP-CIBEC) LOC: CIBEC T 376.4 S586e 547 12.06 — ENSINO — EDUCA­ ÇÃO DE ADULTOS Relatos dc práticas pedagógicas: alfa­ betização de adultos: um desafio pedagógico, político e social. São Paulo: DOT/EDA. 1991. 60p RES: Trabalho dc um grupo de educadores envolvidos com educação de adultos, defendendo a necessida­ de urgente dc se investir esforços e recursos na busca c na criação de outros canais, de outras alternativas de ensino, que se mostrem capazes dc assegurar aos jovens e adultos tra­ balhadores o direito a uma educação de qualidade, a um ensino sério (MRMS-C1BEC) LOC: CIBEC 374 7 R382r 548 Almeida, Terczinha Wiggers de; So­ ares. Walmer Jacintho. Projeto de educação básica para jovens c adultos na Baixada Fluminense: avaliação de uma experiência. Rio de Janeiro: SBI/CESAP, 1991. 187f. 200 RES: Avalia o Projeto de Educa­ ção Básica na Baixada Fluminense (1986-1990) e seus resultados quan­ titativos e qualitativos, considerando- o como uma experiência bem sucedi­ da. Dc fato, apesar da interferência de fatores político-institucionais, o projeto atendeu satisfatoriamente, de ocordo com a percepção de seus inte­ grantes às exigências compensatórias e inovadoras da educação de adultos. (GLM-CIBEC) LOC: CIBEC Rp 374.7 A447p 549 Alves, Mario Luiz. A educação de adultos através do ensino supleti­ vo: a prática do Centro de Estu­ dos Supletivos de Dourados-MS. Campo Grande: UFMS, 1991. 3 14f. Dissertação (mestrado em Educação) RES: Estudo da educação de ado­ lescentes e adultos no ensino supleti­ vo, na experiência do Centro de Es­ tudos Supletivos de Dourados (MS). Analisa este Centro — na perspecti­ va dos seus alunos — como uma das expressões oficiais da educação de adultos, na função de suplência, atra­ vés de dados estatísticos, como taxas dc analfabetismo, taxas de evasão, repetência e gastos. Os resultados revelam que as práticas, normas e objetivos desta escola aproximam-se das do ensino regular e que, em defe­ sa de uma metodologia e de procedi­ mentos “compatíveis” com as neces­ sidades dos alunos, ocultam-se as responsabilidades. (Do original-CIBEC) LOC: CIBEC T 374.7 A474e 550 Brasil. Secretaria Nacional de Edu­ cação Básica. Coordenação de Educação Supletiva. A educação básica de jovens e adultos na im­ prensa brasileira. Brasília: MEC/ SENEB, 1991. 77p. RES: Notícias sobre experiênci­ as em educação básica de jovens e adultos e artigos que tratam da di­ vulgação dos seminários, encontros, reuniões e outros eventos similares realizados no período 1990-1991. (MRSM-CIBEC) LOC: CIBEC 374 B823e 551 Carregai, Lucia Theresa Lessa. E viável a parceria entre movimen­ tos sociais e educação? R. EDUC. AEC, Brasília (DF), v.20, n.79 (abr./jun. 1991) p.23-30 RES: Os movimentos sociais agem como escolas de conscien­ tização e ação política, servindo ao desenvolvimento da educação formal e não-informal. O desconhecimento do seu valor educativo se dá pela não- sinalização para a “transformação da sociedade inprimindo-lhe um sentido novo”, e pela sua atuação como gru­ po de pressão do Estado. A questão da reivindicação vista nos movimen­ 201 tos sociais contribui para o não-re- conhecimento de suas imensas pos­ sibilidades. A participação das pes­ soas tem a ver com os seus interesses imediatos, toma limitado o objetivo dos movimentos sociais. Vê-se que a questão democrática ainda é uma uto­ pia, bem como a liberdade. A questão partidária é outra grande contradição, considerando o descrédito originado pelos fracassos das relações entre os partidos e os movimentos sociais. (VIL-CIBEC) 552 Chaves, Perípedes Franklin Maia. Universidade sem fronteiras. In: Reunião Plenária Setorial Nordes­ te [sobre] Integração das Univer­ sidades do Nordeste para o De­ senvolvimento Regional (1990' Teresina) Anais... Brasília: CRUB, 1991. p.38-39 RES: O Programa Universidade sem Fronteiras é uma alternativa à promoção de uma maneira de viver a terceira idade e de desenvolver uma ação social junto a essa faixa etária em mais de 110 universidades da ter­ ceira idade no mundo. O programa realiza o seu trabalho de extensão em quatro eixos: grupos de serviço; gru­ pos de estudo em Gerontologia e Ge­ riatria; formação e qualificação de pessoal; e a pesquisa A Crise da Meia-Idade. (LNMC-CIBEC) 553 Ireland, Vera Esther Jandir da Costa. Educação de adultos, religião e política: um estudo da prática pentecostal. TEMAS EM EDUC., João Pessoa (PB), v. 1, n. 1 (jan./ jun. 1991) p.79-92 RES: Discute a relação que os pentencostais, como parte do movi­ mento evangélico, estabelecem com a arena política em contextos eleito­ rais, e busca identificar formas atra­ vés das quais a dimensão educativa desse movimento, cm tais contextos, se exerce. Tem como base empírica um estudo realizado em João Pessoa, durante o período de 1988-1990. (Do onginal-CIBEC) 554 Lengran, Paul A educação perma­ nente. R EDUC. AEC, Brasília (DF), v.20, n 79 (abr./jun 1991) p.31-38 RES: Quando se utiliza a expres­ são “educação permanente”, tenta-se mostrar que se trata de continuar o processo educativo sem interrupção para satisfazer às exigências do ser humano cm seu desenvolvimento e responder às necessidades de um mundo que se transforma. Em um sis­ tema harmonioso de educação perma­ nente, a educação começa depois da idade escolar, quando o homem se converte no sujeito de sua própria educação. Com efeito, cada período que se vive apresenta a dupla carac­ terística de ser uma fase original e 202 uma preparação para fases posterio­ res, desempenhando um papel deci­ sivo na educação permanente. A edu­ cação é uma maneira de estar atento ao mundo com fracassos ou êxitos. O que importa c a multiplicação das possibilidades de expressão nos pla­ nos intelectual, afetivo, social e pro­ fissional, sem ignorar a seleção. A educação permanente pode c deve assimilar as conquistas c introduzi- las na visão c no comportamento dos seres. (VIL-CIBEC) 555 Leyton-Soto. Fernando. A educação especial dos adultos marginaliza­ dos. CAD. EDUC. ESP., Santa Mana (RS), n.3 (1991) p.21-43 RES: A marginalização entre adultos pobres é enorme na América Latina. O tema é abordado nos as­ pectos' perspectivas; pesquisa sobre a alfabetização de adultos; educação a distância; populações rurais e indí­ genas; e analfabetismo. A multi­ plicidade de programas existentes sobre educação de adultos não tem sido acompanhada de enfoques e metodologias afinadas e de resulta­ dos em nível de esforços realizados. Os mais adequados são os de alfabe­ tização e os que empregam o ensino e a distância para atingir o máximo de pessoas. Já os da educação campesina e de indígenas são inade­ quados à situação particular do cam­ po e à realidade cultural dos diferen­ tes grupos étnicos. (PTRM-CIBEC) 556 Mejia Jiménez, Marco Raúl. Edu- cación popular en la escuela for­ mal: proyecto escuela popular AIPE. CONT. E EDUC., Ijuí (RS), v.6, n.21 (jan./mar. 1991) p.26-34 RES: A escola era considerada “aparato reprodutor do sistema”, lu­ gar de alienação ideológica. Para os interessados, a escola deve ser o ca­ minho para o preparo da cidadania numa nova sociedade. O movimento pedagógico implantado na Colômbia busca a criação de projetos pedagó­ gicos alternativos de reforma edu­ cativa, cultural e social. A Escola Popular AIPE considerou como pon­ to de partida o meio social imediato, centrado no aluno, e adotou a ativi­ dade grupai como começo da socia­ lização, visando à recuperação soci­ al, à integração dos pais, à auto- disciplina. Rompe, com isto, o espa­ ço tradicional ocupado pela escola e pelo professor. (VIL-CIBEC) 557 Ott, Margot B.; Krahe, Elizabeth D. Educação permanente: alienação ou libertação? R. EDUC. AEC, Brasília (DF), v.20, n.79 (abr./ jun.1991) p.7-14 203 RES: A educação permanente foi pensada de forma genérica para um mundo idealizado, que via no tecni­ cismo e nos meios de comunicação de massa os recursos básicos para o desenvolvimento do homem c da so­ ciedade, escamoteando a questão das classes sociais, a realidade concreta e suas contradições. Forças contra­ ditórias atuam sobre os homens, con­ correndo para a manutenção e apro­ fundamento da alienação ou para a formação de uma consciência críti­ ca. Dentre os fatores que auxiliam no processo de alienação, destaca a fragmentação da consciência c o in­ dividualismo. O principal papel da educação permanente é eliminar tudo que tenha a possibilidade de se cons­ tituir em resistência às inovações introduzidas nos modos de vida da sociedade e à distribuição dos bens culturais. Colocadas as diferenças sociais, a educação permanente está intimamente ligada ao desenvolvi­ mento econômico. (VIL-CIBEC) 558 Silva Filho, Lauro de Barros. O pen­ samento andragógico brasileiro: o estado do conhecimento cm ma­ téria de educação de adultos: elucidações. Rio de Janeiro: UFRJ, 1991. 322f. Tese (douto­ rado em Educação) RES: Resgata o estado do conheci­ mento em matéria de educação de adul­ tos. Analisa as concepções de “adul­ to”, os conceitos básicos em educação e suas diretrizes, as especificidades e globalidades, a finalidade e as linhas filosófico-ideológicas. Através de fa­ tos históricos, oferece recomendações que elucidam essas questões. (GLM-CIBEC) LOC: CIBEC T 374.7 S586p 559 Tigre, Adriana Jovens e adultos aprendem a ler e escrever cm casa. NOVA ESC , São Paulo (SP), v.6. n.50 (ago.1991) p.28-29 RES: Com a ajuda de estagiários dos cursos de magistério, o municí­ pio de Jaboatão (PE) alfabetiza a po­ pulação em 268 núcleos residenciais, cada qual com uma professora. Elas são alunas do segundo e terceiro anos e cumprem 75% da carga horária do estágio curricular no Projeto Saber Ler Para cada vinte núcleos há um assessor pedagógico que acompanha os professorcs-estagiános, e em cada bairro há um assessor geral respon­ sável pela coordenação de todo o tra­ balho. Os educadores envolvidos es­ tão animados c convencidos da im­ portância política, social e pedagó­ gica de seu trabalho. Enquanto na rede oficial o índice de aprovação no final do ano para a alfabetização é de 65%, nos núcleos residenciais esse número sobe para 85%. (PTRM-CIBEC) 560 204 Vasconcellos, Hedy Silva Ramos de. Extensão universitária e educação em comunidade periférica do Rio de Janeiro. Rio de Janeiro: UFRJ, 1991. 305f. anexos. Tese (douto­ rado em Educação) RES Aborda, através da história, o papel da extensão da universidade brasileira realizada pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Ja­ neiro (PUC/RJ), na comunidade da favela de Acari, no processo de edu­ cação popular gerador de um novo movimento popular urbano Analisa o afastamento do estado em relação aos interesses do compromisso soci­ al do ensino superior. (NNS-CIBEC) LOC: CIBEC T 378.147.36:37.014.2 V331e 561 12.07 — ENSINO — PROCES­ SO DE ENSINO-APRENDI- ZAGEM Barbosa, Loiraci Lopes. Relação en­ tre resultados do processo ensino- aprendizagem e conhecimentos que o professor tem de “como as pessoas aprendem”. EDUCA­ ÇÃO, Porto Alegre (RS), v. 14, n.21 (jul./dcz. 1991) p. 129-155 RES: O levantamento dos dados foi realizado através de um questio­ nário distribuído à população-alvo, constituída por professores de 4- e 5- séries de uma escola estadual de 1- grau e de uma escola particular, ambas de Canoas (RS). O questio­ nário aplicado a 21 professores con­ tém 20 questões elaboradas a partir das oito fases que correspondem aos processos mentais da aprendizagem, segundo a teoria de Robert Gagné. Retomaram 13 questionários (oito da escola estadual e cinco da particular), o que representa um porcentual de 61,9%. Conclui que os professores estão preocupados com o processo ensino-aprendizagem e têm interesse em colaborar com pesquisas que pos­ sam contribuir para o aprimoramen­ to do mesmo. (PTRM-CIBEC) 562 Bolognini, Carmen Zink. Tópico discursivo na aula de língua es­ trangeira: desfazendo a assi­ metria. TRAB. LING. APL., Campinas, n. 18 (jul./dez. 1991) p.61-75 RES: Para verificar a interação verbal do professor com alunos uni­ versitários freqüentando o segundo semestre de alemão, foram gravadas quatro horas de aula com atividades executadas individualmente e em gru­ po. O professor assumiu a função de corretor, fornecedor de elementos desconhecidos e distribuidor de tur­ nos. O início e o término sempre fo­ ram prerrogativas do professor. A falta de uso de estratégias para inter­ romper o professor faz com que os 205 alunos assumam o papel de inter­ locutores passivos. Mas quando eles se interessam pela atividade c esco­ lhem o tópico discursivo, passam a interagir cooperativamente, desfazen­ do por alguns momentos a assimetria das relações em sala de aula. (RAO-CIBEC) 563 Bortoni, Stclla M.; Lopes, Ivcuta A. A interação professora x alunos x texto didático. TRAB. LfNG. APL., Campinas, n.18 (jul./ dez. 1991) p.39-60 RES: Pesquisa sociolingüística sobre a organização da atenção em duas turmas de 59 série do ensino de 1® grau, cm escolas da rede pública de Brasília (DF) Das aulas filmadas em video tape, selccionaram-sc para análise quatro episódios com os se­ guintes tipos de atividade: prepara­ ção para leitura, enquadramento introdutório do tópico, leitura, tran­ sição para a discussão. As estratégi­ as usadas pelo professor para se cons­ tituir em falante primário, bem como a ratificação desse papel pelos alu­ nos, tidas como de praxe na sala de aula de classe média, não podem ser pressupostos na de classe média bai­ xa. Em ambas as escolas, as ativida­ des centradas no professor são peda- gogicamcnte mais produtivas do que as atividades centradas no texto. (RAO-CIBEC) 564 Bzuncck, José Aloysco. Conceito e funções dos esquemas cognitivos para a aprendizagem — implica­ ções para o ensino. SEMINA, Londrina (PR), v. 12, n.3 (sct. 1991) p. 142-145 RES: Descreve e desenvolve o conceito de esquema, tal como vem sendo usualmente adotado pelos psi­ cólogos cognitivistas, sobretudo no contexto das teorias de proces­ samento da informação. São mostra­ dos alguns casos de aplicação do con­ ceito na aprendizagem verbal-cog- nitiva e, na solução de problemas, também são extraídas algumas impli­ cações para o ensino. (MRSM-CIBEC) 565 Domingos, José A pedagogia da or­ dem e da desordem o problema disciplinar no ensino fundamen­ tal. Campinas: UN1CAMP, 1991. 407f Dissertação (mestrado em Filosofia) RES: Aborda a disciplina numa perspectiva ampla: no campo do com­ portamento; no processo educacional, do ponto de vista ensino-aprendiza- gem; no sistema organizado do ensi­ no fundamental; c na ordem demo­ crática praticada nas escolas. Desta­ ca as escolas livres dos Estados Uni­ dos e algumas do Brasil, os funda­ mentos do sistema preventivo sale- siano e os métodos pedagógicos dos jesuítas. Ressalta as dificuldades que 206 as escolas livres encontram, pois o material pedagógico, as disciplinas ministradas c as administrações levam no seu bojo o espírito autoritário. Su­ gere o início imediato do processo de­ mocrático nas escolas para que se pos­ sa ter um ensino eficiente e eficaz. (NNS-CIBEC) LOC: CIBECT 371.4 D671p 566 Gabbardo, Liana Maria Rcguia. O pensamento de Jerome Seymour Bruncr: um teórico-educador. EDUCAÇÃO, Porto Alegre (RS), v.l4,n.21 (jul./dez. 1991) p.41-48 RES: O tema central dos estudos de J. S. Bruncr é o conhecimento que o sujeito constrói do mundo e de si mesmo, propondo um ensino que atenda às características do estágio intelectual do aluno. As principais idéias de Bruner giram em tomo da teoria de ensino; da educação e do contexto social; c do desenvolvimen­ to cognitivo. Tais idéias ajudam a perceber que o desenvolvimento do homem é contraditório e as idios­ sincrasias do pensamento infantil evo­ luem ate atingir níveis de pensamen­ to mais complexos e aperfeiçoados de apreender, analisar e atuar sobre a realidade (VIL-CIBEC) 567 Gabbiani, Beatriz. Estratégias de interaccion en el aula: impli­ câncias pedagógicas de la triada pregunta-respuesta-evaluacion. TRAB. LING. APL., Campinas, n. 18 (jul/dez. 1991) p.29-38 RES: O assunto dos diálogos é pre-estabeleeido pelo professor e, em muitos casos, é imposto ao professor pelo currículo. A unidade conver- sacional consiste em três movimen­ tos: o professor pergunta, o aluno responde, o professor avalia. É este quem faz os movimentos inicial e fi­ nal, e as contribuições de alunos que interferem sem terem sido solicitados geralmentc são ignoradas. A forma do discurso mediatiza a aquisição de atitudes cognitivas na escola e o ní­ vel de funcionamento interpsicológico dos alunos parece determinado pela conduta dos professores, porque o uso de estratégias para o controle do discurso impede o aluno de aprovei­ tar ao máximo a interação com seus pares e com o professor. (RAO-CIBEC) 568 Locatelli, Iza. Em busca das palavras essenciais: a alfabetização como processo dialógico. Rio de Janeiro: PUC-RJ, 1991.278f. anexos. Dis­ sertação (mestrado em Educação) RES: Estudo de caso em uma es­ cola pública estadual do Rio de Ja­ neiro, com três turmas em diferentes níveis do processo de alfabetização, para observar como se processa o diálogo entre professores e alunos, o 207 que é dito e o que está implicado no seu dizer. A análise do caráter ideo­ lógico da linguagem baseou-se nos estudos de Bakhtin. que concebe a fala como espaço em que se expres­ sam e se confrontam valores sociais contraditórios. As interações em sala de aula revelaram não só o modo como a alfabetização é concebida, mas os diferentes usos da linguagem: aliviar tensões, orientar o comportamento. criação e reforço de estereótipos, es­ paço de elaboração de conhecimento. (RAO-CIBEC) LOC: C1BEC T 372.415 L128e 569 Mello, Maria Bcmadete Silva. Relu­ tância dos professores em alfabe­ tizar. Niterói: UFF, 1991. 207f. anexos Dissertação (mestrado em Educação) RES: Aborda a questão da alfa­ betização na escola pública: a apren­ dizagem da leitura c da escrita, os aspectos ligados à preparação para a aprendizagem, a forma como a utili­ zam os alunos para aprenderem, o papel do professor no processo de alfabetização, as dificuldades que caracterizam o professor alfabc- tizador, o sistema e as instituições. (NNS-CIBEC) LOC: CIBECT 371.315 M527r 570 Oliveira. Janilson Dias de. Desenho técnico: uma abordagem meto­ dológica. Natal: ETFRN, 1991. 73p il. RES: Abordagem metodológica para professores de Desenho obje­ tivando ampliação da competência técnica dos professores, tornando mais eficaz a aprendizagem dos alu­ nos. Mostra os problemas específi­ cos da prática docente no ensino de 2o e 3o graus e sintetiza a maneira como a escola organiza e executa o trabalho pedagógico. (NNS-CIBEC) LOC: CIBEC 371 133.2 O48d 571 Smolka. Ana Luiza Bustamantc. Múltiplas vozes na sala de aula: aspectos da construção coletiva do conhecimento na escola. TRAB LING. APL., Campinas, n. 18 (jul /dez. 1991) p. 15-28 RES: A dinâmica de um diálogo gravado cm uma classe de educação pré-cscolar revela um movimento de vozes encontrando-se num diálogo encoberto, onde os interlocutores se alternam nos lugares ocupados soci- almcnte (professor, aluno, cientista, etc ). Quando a interação é conduzida por um professor engajado numa pro­ posta construtivista, é possível dcsmistificar a institucionalização do conhecimento, porque a sua elabora­ ção ocorre no processo concreto das intcrlocuçõcs. (RAO-CIBEC) 572 208 Weigel, Valéria Augusta; Ramos, José Ademir. O processo edu­ cativo dos internatos para os ín­ dios do Alto Rjo Negro. R. UNIV. AMAZONAS, Manaus (AM), v. 1, n.l (jan./jun. 1991) p.53-62 RES: Significado que os interna­ tos salcsianos do Alto Rio Negro, no Amazonas, tiveram para as popula­ ções indígenas, buscando apreender as bases ideológicas do saber cons­ truídos nesses colégios; as formas pedagógicas e disciplinares utiliza­ das; o modo como se inserem e se articulam com o processo dc desen­ volvimento econômico e sociocultural da região amazônica, bem como a repercussão que tiveram no processo histórico de construção da consciên­ cia social e da identidade ideológica das populações indígenas. (Do original-CIBEC) 573 Zanon, Lenir Basso; Maldaner, Otá­ vio Aloisio. O professor e a pro­ dução do conhecimento escolar. ESP. ESC.,Ijuí(RS),v.l,n.l (jul./ set. 1991) p.27-34 RES: Relato de ações realizadas junto aos professores de Ciências e Matemática na tentativa de superar os problemas relacionados com a prá­ tica educativa, melhorando o ensino de 1 - grau e a relação professor-alu- no. Estas ações tinham por objetivo fazer o professor repensar a sua prá­ tica docente dc modo a evitar a sepa­ ração teórico-prática, ou trabalho in­ telectual e execução das aulas, junto aos alunos. (VIL-CIBEC) 574 12.08—ENSINO — ORIENTA­ ÇÃO E SUPERVISÃO Brunet, Maria Lucy Schuch. Super­ visão escolar: conceituação e ca­ racterísticas. VIDYA, Santa Ma­ ria (RS), v.10, n.15 (jan./jun. 1991) p.23-38 RES: Análise histórica mostra que a supervisão evoluiu e, hoje, muitas são as diferenças da moderna para a tradicional. No Brasil, os avanços da supervisão limitam-se áo ensino pri­ mário, tendo o caráter de fiscaliza­ ção. Diante de várias definições, afir­ ma que a supervisão se caracteriza pela orientação e desenvolvimento do ensino, atuando em todo o processo educativo, observando e assessoran­ do o desempenho docente. Tem como funções básicas: o planejamento, a coordenação, o controle, o aperfeiço­ amento de pessoal e a avaliação. (VIL-CIBEC) 575 Callai, Dolair Augusta. Uma propos­ ta pedagógica em construção. ESP. ESC., Ijuí(RS), v.l,n.l (jul./ set. 1991) p.35-40 RES: A construção de um refe­ rencial teórico foi uma forma encon­ 209 trada pela Delegacia de Ijuí para ex­ por suas idéias, princípios e valores na elaboração de uma proposta edu­ cacional para cada escola. Embasada em três conceitos fundamentais -— sociedade, homem e educação —, procura oferecer ao professor condi­ ções de maior competência técnica e política, para que assuma profissio­ nalmente o seu papel e participe co­ letivamente das definições dos rumos da educação e da sociedade. (VIL-CIBEC) 576 Ferreira, Berta Weil. O papel do orientador educacional na escola de hoje. VERITAS, Porto Alegre (RS), v.36, n.143 (set 1991) p.405-412 RJES: A orientação é um processo educativo individualizado de ajuda ao educando, na sua progressiva reali­ zação pessoal, alcançada através da livre escolha de valores, e exercido intencionalmente por educadores em situações diversas, através da comu­ nicação com o orientando. Desta for­ ma, o orientador faz com que o ori­ entando descubra por si mesmo os valores para a realização pessoal através das escolhas que irão confi­ gurar o seu futuro. A função do orientador é importante na democra­ tização da escola, considerado um agente de mudança. (VIL-CIBEC) 577 Quaglio, Paschoal. A supervisão em nível sub-regional: do discurso à realidade. DIDÁTICA, São Paulo (SP), v.26/27, (1990/1991) p.33-53 RES: A análise e interpretação de dados, conseguidos em aplicação de questionário, comprovam a impossi­ bilidade de se atingir o comportamen­ to necessário à verdadeira ação supervisora. Assim sendo, recomen­ da que o papel do supervisor passe a ser o de possibilitar aos professores a consciência da função dc educado­ res, medindo a prática social para que ela se oriente na direção necessária e desejável (Do original-CIBEC) 578 Rêdes Filho, Humberto André. Ca­ racterização de atletas profissio­ nais dc futebol, como subsídios para a orientação dc professores dc Educação Física nas escolas de Io e 2o graus. Rio de Janeiro: UFRJ, 1991. 117f Dissertação (mestrado em Educação) RES: Com uma amostra aleató­ ria de 25 atletas da Ia divisão de fu­ tebol do Rio dc Janeiro, investigaram- se as características de personalida­ de utilizando o teste Zulliger (teste Z), que constitui uma técnica pro­ jetiva, derivada do psicodiagnóstico de Rorschach. Para a avaliação da capacidade intelectual aplicaram-se de Matrizes Progressivas, de Escala Geral, de J. C. Raven, e para a análi­ 210 se do desempenho esportivo foi cria­ da pelo autor da dissertação, uma escala validada por sete especialis­ tas, sendo o índice de fidedignidadc medido pelo o de Crombach. Chegou- se à conclusão dc que os atletas reve­ lam as seguintes características: ten­ dência à introversão, à fantasia in­ terna criadora, a um rígido controle sobre emoções, à escassez na expres­ são da afetividade a sinais dc este- reotipia. Os serviços dc orientação educacional, que poucos dados dis­ põem quando se trata de orientar os professores dc Educação Física de Io c 2o graus, poderão enriquecer-se com os conteúdos desta pesquisa. (Do original-CIBEC) LOC: CIBEC T 37.048.3 R3 14c 579 13.01 — CURRÍCULO — GE­ NERALIDADES Buchala, Marisa de Souza Costa Neves. Análise de uma proposta para o ensino de Psicologia no 2o grau. Campinas: UNICAMP, 1991. 14If. Dissertação (mes­ trado em Educação) RES: Analisa os desdobramentos do ensino de Psicologia no 2o grau, na rede pública paulista, como “pro­ posta emancipadora” que ocorreram no período de transição política do governo militar para o governo de­ mocrático. No campo específico da educação e ensino, valoriza a impor­ tância social, passando a desenvol­ ver discussões e debates sobre esta área de atuação profissional. Critica o burocratismo, o tecnicismo, o formalismo e a alienação da visão do governo ditatorial, que transformou o ensino dc 2o grau para o preparo de mão-dc-obra em detrimento de uma formação que privilegiasse o homem e não o mercado de trabalho. Propõe interdisciplinaridade buscando a for­ mação do homem como ser total. (NNS-CIBEC) LOC: CIBEC T 159.9:373.5 B918a 580 Castro, Aríete Pereira Moura de. Currículo, intelectuais e hege­ monia. TEMAS EM EDUC., João Pessoa (PB), v. 1, n.l (jan./ jun. 1991) p. 11-25 RES: Situa no movimento da his­ tória da sociedade brasileira as dis­ cussões relativas ao currículo e à for­ mação dos profissionais da educação, vinculando-as à questão da he­ gemonia. Evidencia que o currículo, enquanto veicula determinado proje­ to histórico de educação, requer a produção de determinados tipos de intelectuais demendados pela sua operacionalização. Cada deiineamen- to curricular sugere um tipo de pro­ fissional necessário à sua opera­ cionalização, considerando haver “cumplicidade” entre o currículo projetado e o tipo de profissional ade­ quado para executá-lo. 211 (VIL-CIBEC) 581 Gastaldo. Denisc Maria; Meyer, Dagmar Estermann; Bordas, Mérion Campos. Ensino integra­ do: uma revisão histórico-crítica do modelo implantado no ensino superior da área de Saúde no Bra­ sil (1964-1978). EDUC. E SOC., Campinas (SP), v. 12, n.39 (ago. 1991) p.246-264 RES: O objetivo do subprojeto Ensino Integrado c Ensino Programa­ do (EIEP), elaborado pelo Ministé­ rio do Planejamento, era transferir para as profissões da área da saúde a proposta de ensino idealizada por Paulino Guimarães Junior para a Faculdade de Odontologia de Dia­ mantina (MG). No final de 1969, o subprojeto foi aprovado pelo DAU/ MEC e classificado como pesquisa educacional. De 1970 a 1977, houve uma coordenação nacional assesso­ rada por especialistas das diferentes áreas. De 1975 a 1979, denominou- se Novas Metodologias de Ensino Superior. Além de traçar diretrizes para o ensino mais produtivo, tam­ bém mobilizou c distribuiu recursos financeiros. (RAO-C1BEC) 582 Gastaldo, Dcnise Maria; Meyer, Dagmar Estermann; Bordas, Mérion Campos. Ensino integra­ do: uma revisão histórico-crítica do modelo implantado no ensino superior da área da saúde no Bra­ sil R BRAS. EST PEDAG , Brasília (DF), v.72, n 170 (jan./ abr 1991) p.45-60 RES: A proposta de ensino inter- disciplinar, na área biomcdica, con­ sistia na realização de um ciclo bási­ co comum e foi desenvolvida na Fa­ culdade de Odontologia de Dia­ mantina, em 1965. Atendeu às aspi­ rações de docentes c discentes no que se refere à melhoria da qualidade do ensino, cumprindo outras funções que não foram percebidas pela comuni­ dade universitária. A adesão de ou­ tras instituições ao subprojeto se deu pela tecnologia educacional adotada; pela vciculação de uma determinada visão do mundo; uniformização do ensino como fator de produtividade e controle; e o domínio dos orientadores pedagógicos da área de educação so­ bre o processo de ensino-aprendiza- gem na área da saúde. (VIL-CIBEC) 583 13.02 — CURRÍCULO — PLA­ NO CURRICULAR Fernandes, Maria Estrela Araújo. Gramsci c a formação de educa­ dores: revendo a teoria gramscista para melhor entender a proposta curricular do curso de Pedagogia da UFC. EDUC. EM DEB., For- 212 taleza (CE), v. 14, n.21/22 (jan./ dez. 1991) p.31-46 RES: O papel da Educação na formação do educador, as relações de produção da sociedade brasileira, capitalista c dependente são analisa­ das através de um paralelo entre o perfil do educador proposto e a con­ cepção gramscista e intelectual orgâ­ nico. A educação é definida como um projeto político que objetiva a eleva­ ção das massas do nível do senso co­ mum ao de consciência critica. Iden­ tifica que as maiores dificuldades da articulação teoria-prática estão radicadas na divisão do trabalho in­ telectual e manual, sendo através da concepção dialética que esta supera­ ção se verifica. Ela é repensada numa nova perspectiva de unidade, autono­ mia c interdependência. (LNMC-CIBEC) 584 Kitajima, Ana Tereza de Lurdes Whitakcr. O estágio supervisiona­ do: renovação pedagógica e qua­ lidade do curso normal. Brasília: UnB, 1991. 154f. Dissertação (mestrado cm Educação) RES: Observa e analisa a prática de ensino/estágio supervisionado do curso de magistério do Centro Edu­ cacional 02 de Sobradinho (DF), e as diretrizes pedagógicas que orien­ tam sua implementação. A análise dos dados c as sugestões confirmam a hipótese, justificando o distan­ ciamento entre propostas e ações pe­ dagógicas. Sugere: 1) que seja dada a professores e alunos a oportunida­ de de conhecer a filosofia e os princí­ pios que norteiam as mudanças do curso normal; 2) foijar uma nova di­ nâmica onde a participação e o po­ der coletivo tenham acesso; 3) reformular, integrar e complementar os componentes curriculares do cur­ so normal de forma a abordá-los tan­ to na educação geral quanto na for­ mação especial; 4) reordenamento das atividades pedagógicas; 5) reorgani­ zação e compatibilização dos conteú­ dos da escola de l2 grau com os do curso normal; 6) transformação do curso normal de Sobradinho em Es­ cola Normal de Sobradinho. (LNMC-CIBEC) LOC: CIBECT 371.133.2 K62e 585 Rio de Janeiro (Estado). Secretaria de Estado de Educação. Proposta alterativa para o ensino de Io grau: modalidade supletiva. Rio de Ja­ neiro: SEE/RJ, 1991. 208p. RES: Proposta de suplência de l2 grau baseada na experiência do Pro­ jeto Semear, que atende a menores carentes de 13 a 17 anos evadidos do ensino fundamental. As conclusões positivas resultaram na aprovação da proposta pelo Conselho Estadual de Educação para atender à população que se afastou da escola. A língua portuguesa e a matemática constitu­ 213 em os eixos de onde derivam e onde se apoiam os vários ramos do conhe­ cimento. As demais disciplinas são orientadas no sentido de permitir aos alunos acesso à melhor compreensão do mundo em que vivem. (NNS-C1BEC) LOC: CIBEC 373.3 R585p 586 Silveira, Renê José Trentin. Ensino de Filosofia no segundo grau: cm busca de um sentido. Campinas: UNICAMP. 1991. 613f. Disser­ tação (mestrado em Educação) RES: Estudo do processo em que se deu a supressão — por motivos ideológicos — e a reimplantação — através de um movimento de profes­ sores e alunos — da Filosofia no en­ sino de 2o grau nas últimas décadas, como contribuição àqueles que dese­ jam desenvolver um trabalho peda­ gógico nesta área. (ERB-CIBEC) LOC: CIBEC T 371.214 S587e 587 13.03 — CURRÍCULO — EXE­ CUÇÃO DO CURRÍCULO Albuquerque, Maria Cícera dos San­ tos de. O papel da escola na educação sexual do adolescen­ te. Piracicaba: UNIMEP, 1991. 144f. Dissertação (mestrado em Educação) RES: Partindo de uma revisão li­ terária sobre educação sexual, des­ creve as atitudes básicas quanto ao valor da sexualidade; diferença entre educação c orientação sexual e as fontes principais de informações se­ xuais utilizadas pelo adolescente. A ênfase dada ao papel da escola na educação sexual passa pela respon­ sabilidade cm complementar as ne­ cessidades de conhecimento da sexu­ alidade humana, razão por que o ad­ ministrador escolar tem um papel importante em favorecer esta orien­ tação em conjunto com professores, orientadores educacionais e su­ pervisores de ensino As sugestões apresentadas para a implantação dc um programa de educação sexual tem por base as propostas cm ação da rede de ensino do Estado dc São Paulo A escola, para introduzir cm seu currí­ culo um programa de educação se­ xual. deve repensar seus objetivos, métodos c conteúdos em função das necessidades dos alunos. (VIL-CIBEC) LOC: CIBEC T 6 13.88:37.018 2 A345p 588 Amado, Wolncr. O ensino dc Teolo­ gia nas universidades católicas. TEO-COMUN., Porto Alegre (RS), v.21,n.91 (mar.91)p.29-32 RES: A disciplina é ministrada em todos os cursos de graduação da UCG e inicialmente assumiu as categorias e a interpretação da Teologia da Li­ 214 bertação. Nos últimos cinco anos, a preocupação com o fenômeno religi­ oso em si passou a ser “olhado” mais a partir da ótica latino-americana, O interesse pela teologia inclui exigên­ cias ao ecumenismo c à abertura da instituição para que se possa respon­ der às urgências provindas da reali­ dade educacional em especial nas universidades católicas. (VIL-CIBEC) 589 Barbosa, Alzira Duarte, Arakama, Gertnidcs Kayoko; Erustes, Lu- cianc. O maravilhoso na literatu­ ra infantil: a busca dos comple­ xos de Rapunzel. CONSCIÊN­ CIA, Palmas (PR), v.5, n.2 (jul./ dez. 1991) p. 69-8 6 RES: Analisa, do ponto de vista da psicanálise, os contos de fada e sua importância na vida da criança. Parte do mais geral ao mais especifi­ co, ou seja, da conceituação de Lite­ ratura Infantil até a leitura do conto de Rapunzel Os contos de fada vão contribuir cm termos emocionais para o desenvolvimento da fantasia infan­ til; fornecer escapes provavelmente necessários ao falar dos medos inter­ nos da criança, de suas ansiedades e ódios — seja como vencer suas rejei­ ções, seus conflitos edípicos com a mãe e o pai c mesmo a rivalidade com irmãos, ou algum sentimento de in­ ferioridade. A literatura infantil pode oferecer condições de liberação sa­ dia, ensinando a criança a libertar-sc pelo espírito, levando-a a usar o ra­ ciocínio, a cultura e a liberdade. (PTRM-CIBEC) 590 Costa, Angela Vaz Dalla. Uma quin­ ta série especial. CONSCIÊN­ CIA, Palmas (PR), v.5, n. 1 (jan./ jun. 1991)p. 81-86 RES: A construção da linguagem oral e escrita pode ocupar lugar pri­ vilegiado na vivência escolar do alu­ no. Atividades como leitura de revis­ tas e passeio pela cidade, visitando repartições públicas, motivaram as crianças a produzirem textos. Verifi­ cou que, para haver mudanças, é ne­ cessária a prática contínua e constan­ te do processo pedagógico. (VIL-CIBEC) 591 Costa, Elianc Moreira da. Linguagem e Matemática no ensino de Io grau. Niterói: UFF, 1991. 98f. Disser­ tação (mestrado em Educação) RES: Pesquisa qualitativa descre­ ve momentos observados em duas turmas de primeira série do primeiro grau, numa escola pública do muni­ cípio de Niterói. A relação conteú- do-forma no processo de ensino- aprendizagem da Matemática e a de­ pendência entre ela e o ensino de Por­ tuguês estão refletidas na qualidade de comunicação do professor com o aluno, quer seja oral ou escrita. A 215 contribuição dessa relação reside na autonomia do aluno no desenvolvi­ mento de conceitos matemáticos, as­ sociados às noções decorrentes das experiências pessoais das crianças e c mediada pela língua materna na uti­ lização de um sistema de signos onde não predominam os aspectos pura­ mente técnicos ou operacionais, res­ tritos a regras sintáticas. (LNMC-C1BEC) LOC: CIBEC T 373.3(815.3 1) C8371 592 Dugas, Lynda S. A problemática das pesquisas político-elcitorais: o currículo de Matemática para a compreensão social. CAD. PESQ., São Paulo (SP), n.76 (fcv.1991) p. 18-23 R.ES: O amplo uso de dados esta­ tísticos. determinantes cm campanhas políticas, assim como a incapacida­ de de o público cm lidar com tais informações estão relacionados com o conteúdo e as práticas do currículo de Matemática. O exame do currículo, especialmente na escola secundária americana, revela sua descontex- tualização e impregnação positivista; apresentando-se como ‘'neutro”, apo- lítico, não expõe aos estudantes o modo como a Matemática afeta suas vidas. Evidencia-se, assim, a nature­ za política da Matemática, pleitean­ do-se uma educação tecnológica vol­ tada para a compreensão das origens e implicações dos cálculos e de suas aplicações à vida social e política. (Do original-CIBEC) 593 Franco, Maria Laura P. Barbosa. Ouvindo os alunos: em busca de caminhos para uma nova concep­ ção de ciência e tecnologia. CAD. PESQ.. São Paulo (SP), n.79 (nov. 1991) p. 17-25 R.ES: As matrizes epistcmológicas que embasam as diferentes concep­ ções de ciência envolvem: o para­ digma da simplicidade e os princípi­ os da disfunção reducionista Quan­ do se fala em tecnologia c comum relacioná-la com conceitos de mo­ dernidade c pós-modernidade. As re­ presentações sociais acerca de ciên­ cia e tecnologia vigentes entre vestibulandos da PUC-SP identificam três tendências: concebem ciência vin­ culada a uma determinada área de conhecimento; reiteram a visão tra­ dicional dc que ciência é algo "abs­ trato’; finalidade da ciência. Os re­ sultados da pesquisa sugerem que as práticas pedagógicas na área não viabilizam a aquisição de um conhe­ cimento crítico em ciência e tecno­ logia, à luz das condições objetivas da existência social. (VIL-CIBEC) 594 Gomes, Vera Alunos do noturno ven­ cem apatia e montam exposição 216 NOVA ESC., São Paulo (SP), v.6, n.50 (ago. 1991) p.38-39 RJES: Discussão com os alunos da EEPSG Fanny Monzoni Santos em Osasco (SP) sobre as deficiências do ensino, agravadas no curso noturno, levou o professor de Educação Ar­ tística a sugerir a elaboração de tra­ balhos de arte explorando um único tema: o domínio do homem sobre as espécies. O resultado foi uma expo­ sição provando o que os alunos do noturno são capazes de produzir. (VIL-CIBEC) 595 Grando, Mirian Salete. Reinventando a roda. CONSCIÊNCIA, Palmas (PR), v.5, n. 1 (jan./jun. 1991) p.61-66 RES: Relato de experiências com leitura e produção de textos em tur­ mas de 78 série do l9 e do 29 graus, a partir de fragmentos de jornais, re­ vistas e livros de Língua Portuguesa na Escola Estadual João XXIII — Ensino de 1° e 2° Graus em Cle- velândia, Paraná. Através da busca dc orientações para o ensino de Lín­ gua Portuguesa, o professor desco­ bre a importância da oralidade e da escrita, percebe o avanço dos alunos nestas duas modalidades. Para que aconteça ensino-aprendizagem, a es­ cola deverá possibilitar maior núme­ ro dc situações em que possa haver reais atividades lingüísticas com fi­ nalidades diversas, numa prática ver­ dadeira de interlocução, de produção e de discursos. (VIL-CIBEC) 596 Hoyos-Andrade, Rafael Eugênio. Lingüística e ensino da tradu­ ção. LEOPOLDIANUM, San­ tos (SP), v.17, n.49 (abr. 1991) p.31-44 RES: A tradução pode e deve ser ensinada por tratar-se de uma opera­ ção complexa e difícil e isto por três razões: a disparidade das línguas en­ tre si, a necessidade de entender mui­ to bem a língua de origem e a neces­ sidade de dominar os recursos expres­ sivos da língua meta. Ela poderá ser melhor ensinada pelo teórico da tra­ dução (pelo lingüista especializado cm tradutologia) do que por um tra­ dutor desprovido de qualquer teoria clara e conscientizada. Segundo a ter­ minologia de John Lyons, tanto a Microlingüística quanto a Macro- lingüística têm muito de ensinar a um tradutor/intérprete. (PTRM-C1BEC) 597 Leal, Leiva de Figueiredo Viana. A escrita aprisionada: uma análise da produção de textos na escola. Belo Horizonte: UFMG, 1991. 225f. Dissertação (mestrado em Educação) RES: Análise comparativa da pro­ dução de texto em duas escolas pú­ 217 blicas da área urbana de Belo Hori­ zonte: uma que atende a uma cliente­ la da camada favorecida, turma A, com 35 alunos; e a desfavorecida, turma B, com 34 alunos pertencen­ tes a diferentes níveis socioeco- nômicos. Os sujeitos cursam a 3a sé­ rie do l9 grau. Verifica que as esco­ las que atendem à clientela diferente se assemelham em relação ao discur­ so sobre a redação na escola e à metodologia aplicada nas salas de aula. É um ritual pedagógico que nega a escrita enquanto processo interativo e faz com que o aluno desaprenda o uso efetivo da escrita e aprenda a repetir o discurso veicula­ do. Dessa forma os alunos produzem redações sem textualidade, caracte­ rizadas como parafrásticas e previsí­ veis. A diferença entre essas escolas reside na relação que o professor mantém com o aluno cm função das diferenças de classe, o que evidencia a discriminação das crianças das ca­ madas desfavorecidas. (LNMC-CIBEC) LOC: CIBEC T 372.462 L435e 598 Luffi, Mansur. O cotidiano c o ensi­ no de Química. CONT. E EDUC., Ijui (RS), v.6, n.22 (abr./jun. 1991) p.38-45 RES: Trabalhar com o cotidiano é buscar ilustrações para o assunto que se está desenvolvendo. Exemplos práticos farão a ponte entre a aula expositiva e os conhecimentos con­ ceituais de Química. E preciso conhe­ cer a estrutura da vida cotidiana c a sua vivência, para que o cotidiano não seja terreno favorável ao não escla­ recimento e ao conformismo. Ao scr analisada, esta estrutura apresenta como categoria a espontaneidade, o pragmatismo, o economicismo, a fé c a confiança, a analogia, o uso de precedentes e a imitação. (VIL-CIBEC) 599 Machado, Ângelo Educação conscr- vacionista. DOIS PONTOS, Belo Horizonte (MG), v.2, n.ll (set./ out. 1991) p.27-29 RES: Ministra conhecimentos, desenvolve atitudes e valores que le­ vem as pessoas a conservar e a não destruir a natureza, incentivando o amor c o temor A medida que a eco­ logia significa toda a natureza, a res­ ponsabilidade do professor aumenta e deve ajustar o conhecimento no ní­ vel das crianças A sala dc aula deve ser uni agente motivador de ativida­ des e pesquisas feitas pelos alunos fora dela. O professor de Ciências precisa se conscientizar de que ele e seus alunos, ao lidar com a natureza, tratam da própria concepção dc vida. A educação conscrvacionista tem como tarefa ajustar o medo à reali­ dade do perigo. (VIL-CIBEC) 600 218 Martins, Vanda Maria Bcrtin. Da poesia para a vida: uma experi­ ência de poesia cm sala de aula. CONSCIÊNCIA, Palmas (PR), v.5, n. 1 (jan./jun. 1991) p.7-12 RES: A necessidade de repensar o ensino da língua, acompanhado de uma proposta de mudança com solu­ ções práticas, levou a professora a criar projeto de poesia na sala de aula. Relata os procedimentos c estratégi­ as adotadas para desenvolver o hábi­ to de leitura nos alunos. (VIL-CIBEC) 601 Montenegro, Antonio Torres. Lem­ branças de um aluno mal compor­ tado TÓP. EDUC.. Recife (PE). v.9, n. 1/2 (1991) p.11-16 RES: A força do passado na de­ terminação do presente é uma desco­ berta cotidiana. Resgatar as marcas do tempo escolar das aulas de Histó­ ria significa projetar uma série de lembranças que desenham um diver­ sificado mosaico. Pensando a histó­ ria como representação de um deter­ minado segmento da sociedade, idéia de combate apresenta-se como uma perspectiva de análise entre as diver­ sas formas de registrar e narrar o acontecimento histórico. Nesse sen­ tido. o depoimento de Arnaldo (trans­ crito no texto) vem evidenciar como a história, como representação e com­ bate, coloca-se como disputa de vida ou morte. (Do autor-CIBEC) 602 Mutti, Regina Maria Varini. Uma aplicação da análise do discurso à leitura e análise de textos. LET. DE HOJE, Porto Alegre (RS), v.84n.l (jun. 1991) p.87-111 RES: Quando se pretende, no en­ sino de Língua Portuguesa, uma lei­ tura crítica, fica pressuposto um cri­ tério de profundidade na abordagem da significação. O enfoque do texto na perspectiva discursiva permite chegar à instância ideológica. Para a análise lingüística do texto é preciso encontrar a partir de sua linearidade os elementos exteriores que nele se materializam. Nesse caminho, abor­ da o referencial teórico do discurso e suas condições de produção, bem como a noção de discurso, in- terdiscurso e intradiscurso. O esque­ ma de funcionamento do discurso envolve a enunciação-dialogia, enunciação-sujeito, e as implicações para o ensino da língua. O fenômeno da linguagem humana esclarece a te­ oria e a aplicação como uma prática social. (VIL-CIBEC) 603 Nogueira, Ana Lúcia Horta. A ativi­ dade pedagógica e a apropriação da escrita. Campinas: UNICAMP, 1991.93f. Dissertação (mestrado em Educação) 219 RES: Estudo da atividade in- tramcntal da criança, durante a apro­ priação da escrita no contexto esco­ lar. Analisa o processo de constru­ ção da atividade educativa, revela o trabalho pedagógico enquanto pes­ quisa. Os aspectos metodológicos da prática educativa apontam os indica­ dores das atividades intramentais das crianças, procurando explicar a emer­ gência dessas atividades c suas for­ mas de intermediação com a leitura e a escrita. (LNMC-C1BEC) LOC: CIBEC T 372.416 N778a 604 Peres, Josc Augusto: Mendonça. Carlos Ovidio Lopes de Guia de educação ambiental: para a pré- escola c o Io grau. João Pessoa: PMJP/SEDEC, 1991. 104p. RES: Livro de consulta para pro­ fessores e outros interessados na cau­ sa ambiental, apresentando informa­ ções, sugestões e exemplos de ativi­ dades, além de instruções sobre a exe­ cução de tarefas como: exposições, murais, terrários. hortas e aquários. (ERB-CIBEC) LOC: CIBEC 574:37 P437g 605 Poffo, Maria Cipriani. Para gostar de escrever: experiência para o ensi­ no de Língua Portuguesa. CONS­ CIÊNCIA, Palmas (PR), v.5, n. 1 (jan./jun,1991) p.35-41 RES: Com o objetivo de escrever e ilustrar textos para crianças de qua­ tro a dez anos, alunos da 7“ série de­ senvolveram o hábito de leitura. A nova dinâmica levada à sala de aula empolgou os alunos, criando as con­ dições para dominarem os recursos da lingua oral c escrita. (VIL-CIBEC) 606 Prestes. Maria Luci de Mesquita. A inadequação do uso do ONDE em redações escolares. Cl E LET., Porto Alegre (RS), n.ll (jan./ jun. 1991) p.41-47 RES: Procura solucionar o uso inadequado do ONDE, em redações escolares, com um trabalho efetivo de análise c produção textual em que tal termo seja trabalhado concomi- tantemente em nível sintético e se­ mântico. (MRSM-CIBEC) 607 Ribeiro. Silvia Regina Silva. As re­ presentações sociais da Matemá­ tica na imprensa. Niterói: UFF. 1991. 25 8f. Dissertação (mes­ trado cm Educação) RES: Análise de conteúdo de ar­ tigos publicados nas revistas Nova Escola, Sala de Aula, Superin- teressante, Veja, Ciência Hoje, Isto É, Isto É Senhor. Os conceitos atri­ buídos à natureza da Matemática e de seu ensino mostram, indirctamen- 220 te, as fantasias relativas a essa ciên­ cia c que se perpetuam na sociedade. As revistas, ao divulgarem só o que é senso comum (ciência exata, abstrata, difícil, desenvolve o raciocínio, quem gosta dc Matemática é insensível, etc.), deixam dc promover a ruptura com as concepções ingênuas vigentes. (RAO-CIBEC) LOC: CIBEC T 371.214:51 R484r 608 Sicbert. Raquel Stela de Sá. Domi­ nação c autoritarismo na prática pedagógica da Educação Fisica e as possibilidades de sua supera­ ção. CONT. E EDUC., Ijuí (RS), v.6, n.21 (jan./mar. 1991) p.66-77 RES: Os problemas existentes nas relações professor-aluno na Educa­ ção Física são: o autoritarismo e a dominação vinculados ao ensino; a busca das estruturas autoritárias e a superação vinculadas ao ensino; a busca das estruturas autoritárias e a superação pelo ensino libertador. A Educação Física se preocupou em disciplinar o corpo e as ações dos seres humanos. Para uma educação libertadora, é preciso estudo do mo­ vimento humano como o movimento de um ser de relações no tempo e no espaço. Em busca da superação de uma Educação Física disciplinadora, relata a experiência com acadêmicos da UFSC. (VIL-CIBEC) 609 Toledo, Eunice Lopes de Souza. In­ teresses e motivações para a lei­ tura: alguns pontos a serem dis­ cutidos. ALFA, São Paulo (SP), v.35, (1991) p. 169-173 RES: O trabalho repensa o ato de ler do jovem adolescente, citando al­ guns trabalhos práticos da área de educação. Analisa a função da famí­ lia e da escola diante do processo de leitura da criança e do adolescente, sugerindo como caminho o trabalho de leitura calcado no diálogo e na re­ flexão, desenvolvido em conjunto entre professor e aluno para o levan­ tamento de interesses e motivações junto ao jovem. Recomenda ter em conta os seguintes fatores: 1) os im­ pulsos e interesses dominantes do jo­ vem leitor; 2) as diferenças determi­ nadas pelo sexo; 3) as diferentes ex­ pectativas do leitor diante do texto; 4) as necessidades individuais deter­ minadas pelas fases de desenvolvi­ mento do ser humano, uma vez que todos esses fatores são determinantes de motivação e interesses pela leitu­ ra em geral. (LNMC-CIBEC) 610 Umau, Elói Orlindo. Pondo a língua na roda. CONSCIÊNCIA, Pal­ mas (PR), v.5,n.l (jan./jun.l991) p.49-59 RES: Dada ao aluno a oportuni­ dade de ler também em sala de aula o livro, a revista ou o texto que mais 221 lhe convier, cria-se o gosto pela lei­ tura. Baseado no livro “O texto na sala de aula" de João Wanderley, o professor adota a metodologia de en­ sino de Português voltada para a pro­ dução de texto que complementa o ensino da gramática, tomando o li­ vro didático um elemento auxiliar. (VIL-CIBEC) 611 Varizo, Zaira da Cunha Melo. O co­ nhecimento matemático c a edu­ cação matemática. INTER-AÇÃO. Goiânia (GO), v. 14/15. n. 1/2 (dez. 1990/jan. 1991) p.7-18 RES: Relata, de forma sucinta, o surgimento da Matemática como dis­ ciplina obrigatória na escola funda­ mental, diante das relações cada vez mais estreitas entre o conhecimento matemático e as transformações so­ ciais, e o consequente desenvolvimen­ to do conhecimento relativo à educa­ ção matemática. Vincula a definição da educação matemática à concepção do processo de conhecimento, relaci- onando-o com a prática de ensino. (Do original-CIBEC) 612 Vlach. Vânia Rubia Farias. Signifi­ cado particular do ensino de Ge­ ografia no bojo da constituição do estado-nação alemão no sé­ culo XIX. SOC. E NAT., Uber­ lândia (MG), v.3, n.5/6 (dez. 1991) p.5-10 RES: No seio da edificação de um estado-nação burguês nas fragmenta­ das unidades alemãs do Reich pós- medieval, a Prússia destacou-se tanto por haver conduzido esse processo quanto pelo fato de haver propiciado condições que permitiram a transfor­ mação do antigo conhecimento geográ­ fico em mais uma das ciências de nos­ sa modernidade. Assinala a ocorrên­ cia dc inextrincáveis relações entre o ensino dc Geografia c a ciência geo­ gráfica no bojo do principal projeto político prussiano, registrando a pre­ cedência do ensino quanto á inaugu­ ração da Geografia como ciência que, assim, singulariza-sc por ter emergi­ do no interior da escola elementar, de onde partiu para a universidade. (Do original-CIBEC) 613 Wiedemann, íris Da informação ao texto CONSCIÊNCIA, Palmas (PR), v.5. n 1 (jan./jun. 1 991) p.67-72 RES: Com o intuito de integrar a produção de textos ao conteúdo do livro didático, no ensino de Língua Portuguesa, a metodologia dc ensino propõe a produção de textos baseada cm fatos do cotidiano e, na rees­ truturação, trabalha os textos dos alu­ nos e outros contidos no livro didáti­ co. Com o desenrolar das aulas, os alunos sentiram-se motivados com­ preendendo que, ao ler c pesquisar mais, produziríam um texto melhor. 222 (VIL-CIBEC) 614 14.01 — CONTEÚDO CUR­ RICULAR — EDUCAÇÃO PRÉ-ESCOLAR Corrêa, Suzana Barros. Harmonizan­ do as diferenças: programa de musicalização para crianças nor­ mais e especiais, não-alfabetiza- das, através do desenvolvimento psicomotor, numa prática pedagó­ gica integrada. Rio de Janeiro: UFRJ, 1991 217f. Dissertação (mestrado em Educação) RES: Programa aplicado na Cre- che-Escola DEPSI - Desenvolvimen­ to da Personalidade Socioinfantil em uma turma composta de seis crian­ ças normais e sete especiais, na faixa etária de cinco a onze anos. O fio condutor do programa foi a Estória das Sete Bolinhas, contendo exercí­ cios de estimulação psicomotora, bem como noções básicas de musica­ lização. A abordagem avaliativa naturalística utilizada foi adaptada do modelo de Penna Firme, Fijiboy e Stone (1987) e permeou todo o pro­ cesso. Pré e pós-testes mediram o desenvolvimento psicomotor e a aqui­ sição de conhecimentos musicais. O programa cm análise proporcionou, na prática, representações das notas da escala de Dó Maior e solfejo, na clave de sol, do reconhecimento e acompanhamento rítmico dos tempos binário, temário e quaternário, bem como um desenvolvimento psicomotor significativo, verificado através de manifestações comportamentais. (PTRM-CIBEC) LOC: CIBEC T 373.3:781 C824h 615 Costa, Ana Alice Alcantara. Creche comunitária: uma alternativa po­ pular. Salvador: NEIM/UFBA, 1991. 102p. RES: Fornece subsídios à elabo­ ração de uma emenda popular sobre creche comunitária que atenda às de­ mandas da população interessada. Mostra o papel desempenhado pela mulher na busca de sua identidade como trabalhadora, na luta pela ins­ talação, contratação e manutenção de recursos pelos órgãos públicos. Res­ salta, ainda, a responsabilidade do govemo quanto ao pagamento de sa­ lários aos indivíduos que prestam ser­ viços nessas comunidades e as for­ mas coletivas de reivindicar necessida­ des ignoradas pela política pública. (LNMC-CIBEC) LOC: CIBEC 372:362.71 C837 616 Oliveira, Zilmade Moraes Ramos de. Formação de educadores para tra­ balhar com crianças de zero a seis anos de idade em creches e esco­ las de educação infantil: projeto. Ribeirão Preto: INEP/MEC, 1991. 75p. 223 RES: A atividade educativa da creche não ocorre apenas no horário das “atividades pedagógicas”, mas inclui as trocas afetivas entre adul­ tos c crianças e entre as crianças du­ rante o banho, as refeições, etc. Qua­ tro grupos de atividades podem ser organizados, segundo o grau de de­ senvolvimento das crianças: cuidado pessoal, organização coletiva, brin­ cadeiras livres c atividades coorde­ nadas pelo educador. Os exemplos apresentados foram observados em creches da rede municipal de São Paulo. (RAO-CIBEC) LOC: C1BEC Rp 373.22 O48f 617 Ramos Neto, Kátia Maria. A pre-cs- cola compensatória cm Per­ nambuco. Recife: UFPE. 1991 129f. Dissertação (mestrado em Educação) RES: Analisa os resultados do atendimento pré-escolar compensató­ rio. cm Pernambuco, na década de 1977/1978, e conclui que esses resul­ tados foram satisfatórios quer para os regentes quer para os usuários. mas estes acham necessário que além de continuar as atividades assis- tenciais, predominem na pré-cscola os aspectos pedagógicos. (GLM-CIBEC) LOC: CIBECT 372 R175p 618 14.02 — CONTEÚDO CUR­ RICULAR — ALFABETI­ ZAÇÃO Bohn. Mariasinha Bcck. Alfabetiza­ ção: texto x prática. EST. LEO- POLD . São Leopoldo (RS), v 27, n. 121 (jan./fev. 1991) p.7-17 RES: O sistema cognitivo permite gerar ou criar a leitura de palavras des­ conhecidas. desde que se conheça o modo básico da representação. Para ler e escrever bem é preciso que a percep­ ção e a motricidade estejam bem de­ senvolvidas A necessidade de um bom modelo tconco para propiciar boas prá­ ticas de alfabetização exige competên­ cia dos professores. E fundamental a definição de uma política educacional que priorize a alfabetização A uni­ versidade tem papel relevante na for­ mação do professor alfabetizador, buscando a relação tcoria-prática. (VIL-CIBEC) 619 Cardoso-Martins, Cláudia. A cons­ ciência fonológica e a aprendiza­ gem inicial da leitura e da escrita CAD PESQ., São Paulo (SP), n.76 (fev. 1991) p.41-49 RES: Investiga a relação entre consciência fonológica e progresso inicial na aprendizagem da escrita do Português, tomando como sujeitos dois grupos de crianças das classes populares sendo alfabetizadas por métodos diferentes: 32 pelo método 224 fonético e 26 pelo método silábico. Os resultados confirmam os de estu­ dos anteriores, de uma maneira ge­ ral, que variações na consciência fonológica correlacionaram-se com variações na aprendizagem da leitu­ ra c da escrita. Sugerem, no entanto, que variações na consciência de fonemas, observadas no inicio da al­ fabetização, podem ser menos impor­ tantes para a aprendizagem da leitu­ ra e da escrita quando o método de alfabetização é o silábico. (Do original-CIBEC) 620 Carrijo, Stcla Maria de Paiva Ler e escrever: produção de conheci­ mento. In: Veiga, lima Passos Alcncastro Escola fundamental: currículo c ensino. Campinas: Papirus, 1991. p.99-111 RES: A criança, no processo de al­ fabetização, passa por três etapas: bus­ ca dc parâmetros de diferenciação en­ tre marcas gráficas figurativas e não- f gurati vas. construção de encadeamen- tos dc letras, c, fonetização da escrita. A criança regulariza a sua escrita por­ que a organiza segundo sua lógica in­ terna e pessoal O domínio da orto­ grafia resultará da convivência com textos escritos, por isso, a rotina es­ colar para a alfabetizar deve abran­ ger três tipos dc atividades: leitura, escrita c conscientização sonora. (RAO-CIBEC) 621 Flores, Onici Claro. Alfabetização como prática cultural. LET. DE HOJE, Porto Alegre (RS), v.26, n.4 (dez. 1991) p.71-89 RES . A fase inicial da aprendiza­ gem, do ensino da leitura e da escri­ ta, tem se mostrado um campo fértil para pesquisas as quais resultaram cm obras dc grande relevância cien­ tífica. São localizados alguns cons- trutos téoricos da teoria socioin- teracionista, na tentativa de aclarar conceitos utilizados em algumas pes­ quisas na área de alfabetização e cri­ ar discussões sobre o assunto buscan­ do maior profundidade e coerência de abordagem. (Do original-CIBEC) 622 Freire, Cynthia de Roya; Teixeira, Jeanine Porto; Dourado, Eva Marialva Cozza; Mendes, Glória Maria Siqueira. A busca de uma identidade no exercício de uma nova prática. In: Brasil. Secreta­ ria Nacional de Educação Bási­ ca. Departamento de Educação Pré-escolar e Ensino Fundamen­ tal . Registros de experiências: premiados 1991 IV concurso. Brasília: Secretaria Nacional de Educação Básica, 1991. p.7-75 RES: A proposta pedagógica do Instituto de Educação Juvenal Miller, dc Rio Grande (RS), para a alfabeti­ zação baseou-se nas teorias do Construtivismo. A implantação da 225 nova prática considerou a dinâmica dos três sujeitos envolvidos no pro­ cesso de ensino-aprendizagem, isto é, alunos, professores e pais, estabele­ cendo objetivos e estratégias especí­ ficos para cada grupo. Houve difi­ culdades quanto ao ambiente físico, aos recursos materiais e humanos para o desenvolvimento dessa propos­ ta, porém, ao término do ano leti­ vo, verificou-se uma significativa melhoria na qualidade da aprendi­ zagem. (RAO-CIBEC) 623 Freitas, Rute Candida A alfabetiza­ ção contcxtualizada pelos relatos das vivências de suas professoras no ensino regular do município do Rio de Janeiro. Rio de Janeiro: UFRJ, 1991. 98f Dissertação (mestrado em Educação) RES: Responderam à entrevista semi-estruturada 18 professoras com idade entre 20 e 42 anos, divididas em três categorias: até 4 anos, até 9 anos e mais de 10 anos de experiên­ cia profissional, atuando em 14 es­ colas geograficamente distribuídas pelo município do Rio de Janeiro Não houve diferenças significativas entre as categorias ou na distribui­ ção das escolas. A clientela é pobre e traz problemas que a professora não consegue resolver; a escola não lhe dâ apoio pedagógico ou emocional, porém há cobrança de resultados. Para escapar à pressão do sistema escolar, ela sai da alfabetização ou torna-se passiva. Apenas uma das entrevistadas optou por atuar na clas­ se de alfabetização; as outras, ao che­ garem nas respectivas escolas, não puderam escolher. O método mais usado é eclético: a professora faz uma miscelânea metodológica, lançando mão de tudo que conhece para fazer o aluno aprender. (RAO-CIBEC) LOC: CIBEC T 372.415(815.41) F862a 624 Leal, Antonio da Costa Jogos e in­ venções para uma escrita poética e libertária. Rio de Janeiro: FGV, 1991. 129f. Dissertação (mes­ trado cm Educação) RES: Os jogos gráficos partem da linha para chegar à letra, e são uma alternativa no ensino da escrita que, para a criança, deixa de ser exercí­ cio, cópia ou repetição. O método privilegia a produção da visualidadc. Antes de repetir os significantcs da­ dos pela tradição alfabética, a crian­ ça produz traços cujo significado está na área da marca, do símbolo, do ícone. A produção da escritura ante­ cede a palavra, a frase c o texto tal como está convencionada na lingua­ gem alfabética. (RAO-CIBEC) LOC: CIBEC T 371 695 L435j 625 226 Lima,TerezinhaBazéde. Dirctivismo e não-diretivismo no processo de alfabetização: uma ação inte- gradora no município de Três La­ goas - MS. Campo Grande: UFMS, 1991. 192f. Dissertação (mestrado em Educação) RES. Avalia a trajetória do proje­ to de extensão universitária da UFMS “Asscssoria Tccnico-Pcdagógica nas Arcas Específicas do Io Grau (pré à 4a serie)”, inscrevendo a mudanças efetivadas c às posturas sobre a ques­ tão da leitura e escrita nas séries ini­ ciais do Io grau. Para tanto, investi­ ga o cotidiano das práticas pedagó­ gicas e a relação professor-aluno em três escolas públicas municipais de Três Lagoas (MS), transformando as salas de aula cm laboratórios de “re­ fleti r-agir-transformar”, c propondo uma integração envolvendo os vári­ os graus de ensino. (Do original-CIBEC) LOC: CIBEC T 373.311.332 L732d 626 Paixão, Marilze Therezinha C.; Delczu, Vera Lúcia Cordeiro. Re­ pensando a alfabetização na Es­ cola Municipal Rio Negro: pri­ meiras mudanças... In: Brasil. Secretaria Nacional de Educação Básica. Departamento de Educa­ ção Pré-Escolar c Ensino Funda­ mental. Registros de experiênci­ as premiados 1991 IV concurso. Brasília: Secretaria Nacional de Educação Básica, 1991. p.77-101 RES: Descrição de uma meto­ dologia baseada no construtivismo, aplicada à classe de alfabetização da Escola Municipal Rio Negro, em Curitiba (PR). O conteúdo curricular foi desenvolvido de forma integrada e a avaliação teve fúnção diagnostica, não levando em conta apenas os re­ sultados alcançados mas também o processo de construção do conheci­ mento realizado pela criança. Dos 47 alunos submetidos à metodologia, apenas 12 não alcançaram o nível alfabético. (RAO-CIBEC) 627 Poli, Gilda. 0 predomínio do texto: experiência inovadora de alfabe­ tização no Paraná. In: Cader- matori, Lígia (Org.) O desafio da escola básica: qualidade e eqüida- de. Brasília: IPEA, 1991. p.9-19 RES: Relato de experiência sobre alfabetização realizada pela Secreta­ ria de Educação do Paraná para me­ lhorar o rendimento escolar, a quali­ dade de ensino c a universalização da escola básica. O Programa Tempo de Criança está garantindo “Sala de aula” por mais duas horas por dia na escola e em espaços alternativos. (VIL-CIBEC) 628 Relatos de práticas pedagógicas: de­ safios pedagógicos dentro de uma 227 proposta sócio-construtivista. São Paulo: PMSP/SME/CONAE/ DOT, 1991. 49p. RES: Experiências de trabalhos didáticos desenvolvidos por alfa- betizadores da rede municipal de en­ sino de São Paulo, revelando a sua prática e as teorias que as embasam. para que possam reformulá-las, aprimorá-las através das criticas que recebem. (MRSM-CIBEC) LOC: CIBEC 372.415 R382r 629 Spolti, Nciva. A magia da palavra: alfabetização em Clevelândia. CONSCIÊNCIA, Palmas (PR). v.5, n.l (jan./jun,1991 p.73-80 RES: Descreve o processo de al­ fabetização adotado por professores de Clevelândia (PR) que utilizou como estratégia de ensino os méto­ dos analítico e sintético e as lingua­ gens tradicional e moderna, criando um modelo pedagógico próprio (VIL-CIBEC) 630 Tiepolo, Elisiane Vitória et al. Ciclo básico de alfabetização: a cons­ trução da qualidade de ensino. CONT. E EDUC., Ijuí (RS), v.6, n.22 (abr./jun. 1991) p.65-74 RES. O Ciclo Básico de Alfabe­ tização (CBA). no Estado do Paraná, é uma proposta pedagógica embasada em pesquisas recentes sobre a aqui­ sição da língua escrita. Ele focaliza de um modo diferente a criança, seu processo de aprendizagem, a concep­ ção de linguagem, e conscqüentemen- te todo o encaminhamento meto­ dológico. O continuum de dois anos resolve a necessidade de um tempo maior para que a criança se aproprie da língua escrita. O dominio da lin­ guagem dar-lhe-á condições de expres­ sar sua visão de mundo, apropnar-se do conhecimento expresso em lingua­ gem científica, participar da produção de cultura, ter o direito de acesso ao conhecimento necessário para o exer­ cício consciente da cidadania (PTRM-CIBEC) 631 Universidade Federal de Sergipe. Al­ fabetizando o dia-a-dia Sergipe: UFS, 1991. 113p. RES Relato de uma experiência concreta realizada na rede estadual de ensino, cm Aracaju, que demons­ tra ser possível fazer um trabalho de ensino público que seja gratificante para o aluno nos seus primeiros con­ tatos com o saber escolarizado. (MRSM-CIBEC) LOC: CIBEC 372.415 V58a 632 Zan, Clacy. Ouvindo a escola do si­ lêncio: a alfabetização para cri­ anças das classes populares. DI­ DÁTICA, São Paulo (SP), v.26/ 27, (1990/1991) p.97-108 228 RES: Pesquisa-intervenção que procurou demonstrar a inadequação do que se faz em sala de aula para alfabetizar as crianças das classes populares. Chega à conclusão que os resultados alcançados são bastante precários. (Do original-CIBEC) 633 14.03 — CONTEÚDO CUR­ RICULAR — ENSINO DE PRIMEIRA A QUARTA SÉRIE Azambuja, Leonardo Dirceu de. Uma prática social educativa escolar: o projeto Estudos Sociais. CONT. E EDUC., Ijuí (RS), v.6, n.21 (jan./mar. 1991) p.43-55 RES: Programa de atuação da Universidade de Ijuí junto à rede de escolas da região noroeste do Rio Grande do Sul que surgiu de uma mobilização do poder público muni­ cipal, segmentos sociais, universida­ de e órgãos públicos estaduais e fe­ derais, buscando avaliar e projetar o desenvolvimento do município. Os resultados mais visualizados são as propostas de conteúdo e de meto­ dologias de ensino. Expressa formas de organização de grupos de estudos, de distribuição e administração dos tempos de articulação entre escolas e instituições, mostrando que o traba­ lho coletivo é o caminho mais coe­ rente e eficiente para a construção de práticas sociais educativas. (VIL-CIBEC) 634 Cunha, Ana Maria Oliveira; Cicillini, Graça Aparecida. Considerações sobre o ensino de Ciências para a escola fundamental. In: Veiga, lima Passos Alencastro. Escola fundamental: currículo e ensino. Campinas: Papirus, 1991. p.201- 216 RES: O ensino de Ciências nas séries iniciais deve usar atividades exploratórias em que os alunos ob­ servam, manipulam, reconhecem, comparam e tentam, progressivamen­ te, encontrar os cornos e os porquês dos fenômenos. Nas séries interme­ diárias, pode-se introduzir a meto­ dologia científica, com a coleta or­ ganizada de dados, controle simples de variáveis, proposição de proble­ mas e resumo de resultados. As séri­ es finais permitem o desenvolvimen­ to de investigações organizadas, criativas e rigorosas, onde o método científico é objeto de crítica. 635 Dante, Luiz Roberto. Didática da re­ solução de problemas de Matemá­ tica: 1’ a 5a série: para estudantes do curso de magistério e profes­ sores do Io grau. São Paulo: Atica, 1991. 176p. RES: Aborda a resolução de pro­ blemas matemáticos e sua importân­ 229 cia no ensino de Ia a 5a série; auxilia o professor e o aluno contribuindo para a melhoria da prática de educa­ ção matemática. (MRSM-C1BEC) LOC: CIBEC 372.47 D192d 2.Ed 636 Machado, Mana Beatriz Pinheiro. A noção de tempo em Estudos Soci­ ais. EDUC. E SOC., Campinas (SP), v. 12, n.39 (ago. 1991) p.297- 306 RES: Parte da dissertação de mestrado O Ensino de Estudos Soci­ ais nas Séries Iniciais: em Busca de Novos Caminhos apresentada à UFRGS. Os professores precisam saber como a noção de tempo é construída pela criança. A compre­ ensão da duração (mais ou menos tempo) e das relações de ordem (an­ tes e depois) são essenciais para o estudo dos conteúdos históricos e geográficos. A criança precisa de si­ tuações práticas onde possa perceber essas relações aplicadas ao seu dia- a-dia para entendê-las facilmente, quando relacionadas a acontecimen­ tos fora do seu presente. (RAO-CIBEC) 637 Nameri, Mima. O outro lado da ma­ temática. In: Veiga, lima Passos Alencastro. Escola fundamental: currículo e ensino. Campinas: Papirus, 1991. p. 185-199 RES: O ensino da Matemática visa ao desenvolvimento do raciocí­ nio lógico, mas a transmissão de um conhecimento fora dos interesses dos alunos é motivo de frustração. Uma abordagem dinâmica possibilitaria aos alunos uma leitura crítica do mundo, utilizando a Matemática como instrumento de emancipação. (RAO-CIBEC) 638 Oliveira, Maria Beatriz Villcla de. Construção da linguagem, cons­ trução do mundo. In: Veiga, lima Passos Alencastro. Escola funda­ mental: currículo e ensino. Cam­ pinas: Papirus, 1991. p. 113-126 RES: O desprestígio atribuído à forma de alguém falar, que é a do seu grupo mais próximo, é percebido como repulsa a ele por inteiro, como indivíduo c como grupo O domínio da variedade oral culta é considera­ do pela escola como pré-requisito para esse domínio na escrita, mas o aluno tem poucas oportunidades para falar, pois a permissão para fazê-lo seria na variedade que ainda não do­ mina corretamente. A metodologia para o ensino da Língua Portuguesa deveria ter como pressuposto a acei­ tação da linguagem do aluno para, a partir do conhecimento lingüístico que ele já tem, criar condições para a aquisição da língua-padrão. (RAO-CIBEC) 639 230 Para aulas interdisciplinares: jo- guinhos com mapa do Brasil ex­ ploram conteúdos de Estudos So­ ciais, Matemática e Educação Artística da terceira série. NOVA ESC., São Paulo (SP), v.6, n.50 (ago. 1991) p. 19 RES: Confecção de jogos que uti­ lizando o mapa do Brasil, dividido por estados, exploram a criatividade dos alunos, ajudam a fixar a divisão geográfica e a trabalhar com concei­ tos matemáticos. (VIL-CIBEC) 640 Silva, Ezequicl Theodoro. Passos para a leitura. VIDYA, Santa Maria (RS), v. 10, n.15 (jan./ jun. 1991) p. 13-18 RES: Passo de ganso é o retrato típico do ensino da leitura, onde ato­ res fingem que lêem para contentar a instituição. O passo de cágado repro­ duz a lentidão com que se instalam as condutas resultantes da leitura: a imitação, a cópia c a resposta ao ques­ tionário. Passo incerto aponta para o fato de que o professor lê muito me­ nos do que os alunos, ou parou no tempo por falta de condições de atu­ alização. Outros propósitos devem orientar a leitura no contexto esco­ lar: ler para compreender criticamente a sociedade e descobrir os porquês da vida. Uma nova concepção de lei­ tura que a considere processo dinâ­ mico na produção de sentidos e a interação entre leitor e texto devem envolver o ato pedagógico, tendo como base o diálogo entre professor e alu­ no inserido no horizonte composto de várias culturas e conhecimentos. (VIL-CIBEC) 641 Silva, Jônatas Conceição da. Refle­ xões sobre o ensino de Português para a escola comunitária. Salva­ dor: CECUP, 1991. 53p. RES: A escola brasileira reduz o ensino do Português ao estudo da lín­ gua escrita, onde o falante, numa si­ tuação de escola ideal, vai ampliar o seu repertório da língua oral e apren­ der a escrever. No processo de alfa­ betização, pesquisas apontam a ne­ cessidade de se construir uma peda­ gogia que leve em conta o que a cri­ ança pensa e o conhecimento cons­ truído sobre a palavra escrita. As variações lingüísticas ocorrem com qualquer falante, mas a escola deve refletir sobre o fenômeno. A visão distorcida de que a gramática é um conjunto de regras que sistematizam a produção lingüística gera o senti­ mento de impotência e frustração di­ ante do estudo da própria língua. (VIL-CIBEC) LOC: CIBEC 372.46 S586r 642 14.04 —CONTEÚDO CUR­ RICULAR — ENSINO DE QUINTA A OITAVA SÉRIE 231 Blick, Guilherme. Teatro nas aulas de Português c Educação Artísti­ ca. CONSCIÊNCIA. Palmas (PR). v.5, n.2 (jul./dez. 1991) p.7-14 RES: O teatro c uma possibilida­ de de promover o interesse pela lín­ gua. valorizando todas as expressões orais e escritas do aluno. Com o ob­ jetivo de desenvolver o teatro na vida do aluno, montou-se uma oficina de teatro Através de exercícios de dcsconccntração. concentração e res­ piração, percepção c imaginação. mímica, interpretação dramática. criatividade c produção de textos te­ atrais. os alunos tornam-se mais participativos, espontâneos c com poder de concentração As atividades teatrais podem integrar as disciplinas de Educação Artística c de Língua Portuguesa, pois uma pode comple­ mentar a outra. (VIL-CIBEC) 643 Carmo. Apolônio Abadio do. Educa­ ção Física: uma prática revisitada In: Veiga. Ilma Passos Alencastro. Escola fundamental: currículo e ensino. Campinas: Papirus. 1991. p.127-138 RES: A inclusão c a obriga­ toriedade da Educação Física no en­ sino fundamental ultrapassa os limi­ tes da legalidade: a idéia de “melho­ rar a aptidão física da juventude” surgiu da ideologia da pureza da ra­ ção e da assepsia social durante o governo Getúlio Vargas e tem sido fortalecida pelos legisladores. A res­ peito do conhecimento que veicula, há os que admitem a separação entre a Educação Física c os esportes e, por outro lado, os que a consideram, as­ sim como aos esportes, como fenô­ menos culturais indissociáveis. Essa visão sincrética impede a transmis­ são do conjunto de conhecimentos próprios de cada esporte, porque os professores tentam eliminar o cará­ ter competitivo em nome da inte­ gração social ingênua (RAO-CIBEC) 644 Fonseca. Selva Guimarães O ensino de História na escola fundamen­ tal: do “samba do crioulo doido” à produção de conhecimento his­ tórico In Veiga. Ilma Passos Alencastro. Escola fundamental: currículo e ensino Campinas: Papirus, 1991. p. 157-170 RES: Na década de 70 o ensino de História perdeu sua função em vir­ tude do projeto educacional elabora­ do pela ditadura militar, sendo subs­ tituído pela Educação Moral e Cívi­ ca no ensino de 1 ° grau, pela Organi­ zação Social e Política do Brasil no ensino de 2a grau, c pelos Estudos de Problemas Brasileiros nos cursos de ensino superior. A luta dos professo­ res de História e Geografia pela va­ lorização das respectivas disciplinas resultou na revisão da legislação e na 232 reformulação dos currículos em al­ gumas secretarias estaduais de edu­ cação. A busca pela renovação de fontes de ensino ampliou os temas e os professores tentam, através da problcmatização das experiências vi­ vidas pelos sujeitos do processo de ensino, o resgate da totalidade histó­ rica do processo social. (RAO-CIBEC) 645 Glcuzczak, Agacir. Leitura, expres­ são oral e escrita na quinta série da Escola Básica São Tiago. CONSCIÊNCIA, Palmas (PR), v.5, n.2 (jul./dez. 1991) p.31-38 RES: A partir da sugestão de “en­ sino de português através do texto”, desenvolve atividades de leitura, ex­ pressão oral e escrita nas séries “A” c “B”. O professor adotou várias téc­ nicas com os alunos. Cada um lia uma história, depois contava oralmente para os colegas da classe. Muitos li­ vros de literatura infantil e revistas em quadrinhos foram distribuídos para os alunos lerem em casa e, ao final, fazerem uma relação dos livros lidos. Na expressão escrita foi usada a técnica de redação na qual cada um redigia bilhetes, convites e cartas. Outra tarefa desenvolvida foi uma redação orientada com atividades de descrição, etc. De acordo com as ca­ pacidades individuais, cada aluno teve uma melhora significativa na lei­ tura, expressão oral e escrita. (Do original-CIBEC) 646 Kogure, Linda. Patrulha ecológica ataca dentro e fora da escola. NOVA ESC., São Paulo (SP), v.6, n.50 (ago. 1991) p.26-27 RES: A Escola Moacir Ávidos, de Vitória(ES) introduziu o meio ambi­ ente como assunto a ser trabalhado de forma interdisciplinar pelos pro­ fessores. Além da responsabilidade na divisão de tarefas, os alunos, atra­ vés da Patrulha Ecológica, estão des­ cobrindo o direito à cidadania. (VIL-CIBEC) 647 Leal, Maria de Lourdes Rodrigues. Produção de texto em quinta sé­ rie. CONSCIÊNCIA, Palmas (PR), v.5, n.2 (jul./dez. 1991) p.15-21 RES: Relato de experiência didá­ tica do ensino de Português a partir do texto em sala de aula com alunos de 5- série, usando as seguintes es­ tratégias: leitura e reprodução de tex­ to; conto de histórias lidas ou ouvi­ das dos pais, tios, avós, vizinhos, etc.; produção de textos narrativos com te­ mas livres; atividades sobre datas co­ memorativas. Todas as estratégias aci­ ma ajudaram muito na oralidade e es­ crita dos alunos tomando-os mais cri­ ativos, sociáveis, curiosos e desi­ nibidos. Ao expressarem-se, a maioria deles atingiu a meta final do curso. 233 (PTRM-C1BEC) 648 (PTRM-CIBEC) 649 Nunes, Silma do Carmo. Resistência a novas propostas de História nas escolas estaduais. EDUC. E FIL , Uberlândia (MG), v.5/6, n. 10/11 (jan./dez. 1991) p. 115-126 RES: A nova proposta progra- mática de História no 1- e 2- graus, nas escolas da rede oficial de Uber­ lândia, jâ é uma realidade. Uma de suas vantagens c a ampliação da car­ ga horária, outra é ter contribuído para que muitos professores passem a estudar mais c a repensar sua prá­ tica na sala de aula. A maioria dos profissionais de história não possui uma definição filosófica de educação e isto influi decisivamente em seu tra­ balho. Os professores demonstram interesse em ensinar uma história voltada para o mundo real c concreto do cotidiano dos alunos. Nenhum des­ ses professores demonstra preocupa­ ção em produzir novos conhecimen­ tos nem cm levar seus alunos a tra­ balharem nessa perspectiva. Uma ta­ refa está posta para os profissionais de História e para os educadores em geral: a de tentar melhorar a finali­ dade do ensino e estabelecer caminhos para uma reflexão filosófica de edu­ cação. Somente assim as discussões sobre o posicionamento teórico- metodológico poderão avançar, seja para o ensino de História, seja para qualquer conteúdo. Rocha, Lídia Santos Borges da. A leitura ao término do Io grau de ensino: um estudo exploratório com jovens oriundos da rede pú­ blica escolar. Rio de Janeiro: PUC-RJ, 1991.205f. Dissertação (mestrado em Educação) RES: Analisa os procedimentos de leitura de concluintcs do Io grau da rede pública. Busca identificar as difi­ culdades de leitura e de interpretação de texto e alternativas pedagógicas às deficiências desses leitorcs/alunos. Para tanto, adota um modelo teórico desen­ volvido por Van Dijk c Kintsch sobre o processamento da leitura, que pres­ supõe um leitor que interage com o tex­ to usando os seus conhecimentos an­ teriores. Dentre as conclusões, foca­ liza as dificuldades dos sujeitos cm realizar inferências, e as limitações das questões-padrão utilizadas para esse fim pela escola. Finalmente, apresenta uma proposta de leitura como construção do conhecimento. (Do original-CIBEC) LOC: CIBECT 373.4 R6721 650 Saraiva, Ana Maria Marinho. Intro­ dução da Álgebra no cotidiano da 6a serie: um possível prazer ou uma pedra no sapato? Rio de Ja­ neiro: UFRJ, 1991. 122f. Disser­ tação (mestrado cm Educação) 234 RES: Avaliação de um programa dc ensino para a 6” serie do Io grau, em Matemática, através do rendimen­ to escolar dos alunos. A metodologia ocupou-sc do planejamento, da exe­ cução e da avaliação c recuperação paralela. Procurou evitar a sensação de fracasso dos alunos, fomecer-lhcs previamente os objetivos, assim como relacionar as novas aprendizagens com conhecimentos já adquiridos e com sua utilização na vida real. O rendimento escolar foi aferido por 17 alunos com referência a objetivos e atitude em relação à Matemática, por uma escala do tipo Likert. Os resul­ tados, tratados descritivamente, de­ monstraram a eficácia do programa de ensino, em relação ao rendimento dos alunos e ao seu aspecto positivo quanto à atitude dos mesmos diante da Matemática, ratificado por outros indicadores, entre os quais o favo- rccimento à monitoria. (Do original-CIBEC) LOC: CIBEC T 373.312.6 S243i 651 Vlach, Vânia Rubia Farias. Socieda­ de moderna, educação e ensino de Geografia. In: Veiga, lima Passos Alencastro. Escola fundamental: currículo e ensino. Campinas: Papirus, 1991. p.171-184 RES: A Geografia, como ciência, surgiu no século XIX, influenciada pelo Positivismo e pela ideologia do nacionalismo patriótico. Na escola elementar, sua finalidade era enaltecer a terra natal, priorizando o estudo da natureza, sem considerar o homem como sujeito político. O seu ensino tradicional era mncmônico, apoiado nas autoridade dos livros didáticos. A partir de 1970 surge um movimen­ to pela construção da Geografia Crí­ tica, preocupada com a questão do sujeito, com a práxis de homens his­ toricamente situados e com a conti­ nuidade da vida humana no planeta. Esta nova abordagem leva os profes­ sores a estabelecer, junto com os alu­ nos, quais os conteúdos que irão tra­ balhar e a recusar qualquer imposi­ ção por parte das secretarias estadu­ ais de educação. (RAO-CIBEC) 652 14.05— CONTEÚDO CUR­ RICULAR — ENSINO DE SEGUNDO GRAU Brauna, Rita de Cássia de A. Em busca de novos rumos para a Fí­ sica no 2° grau. Rio de Janeiro: PUC-RI, 1991. 166f. Dissertação (mestrado em Educação) RES: Síntese de alguns conceitos desenvolvidos na epistemologia de Gaston Bachelard, com as finalida­ des de fundamentar uma reflexão crí­ tica sobre a prática convencional do ensino de Física e subsidiar o ensaio de uma proposta de ensino mais crí­ tico e criativo. Nessa perspectiva, 235 verifica a possibilidade de se desen­ volver o ensino dessa disciplina, no 2o grau, cm escolas públicas estadu­ ais do município do Rio de Janeiro, de acordo com uma concepção mais atual de ciência, que focaliza a cons­ trução do conhecimento numa pers­ pectiva construtivista. Conclui que a efetivação de tal prática deve levar em conta as idéias prc-concebidas que os alunos têm a respeito do processo de construção do saber em Física, o que provoca fortes resistências a uma prática inovadora (Do original-CIBEC) LOC: CIBEC T 373.5:53 B825c 653 Ladusãns, Stanislavs. 0 ensino filo­ sófico nas escolas de 2o grau VERITAS, Porto Alegre (RS), v.36, n.143 (sct. 1991) p.359-366 RES: Em questionário formulado pela UNESCO, e respondido no mun­ do inteiro, reconheceu-se que a filo­ sofia não constitui uma atividade in­ telectual especializada. O ensino fi­ losófico tende a introduzir ordem c clareza nos conhecimentos prelimina­ res. E necessário determinar a natu­ reza da reflexão filosófica, permane­ cendo no plano do individual e do subjetivo. O professor de filosofia, bem formado c competente, deve evi­ tar o subjetivismo da filosofia moder­ na, desagregando-sc em inúmeras ten­ dências relativas. O critério da ver­ dade racional do realismo moderado deve articular o método de ensino fi­ losófico para operar a assunção por transfiguração. (VIL-CIBEC) 654 Lontra, Hilda Orquídea Hartmann. Com ciência e arte: o ensino de literatura cm segundo grau. Porto Alegre: PUCRS. 1991. 2v. Tese (doutorado em Letras) RES. Os procedimentos pedagó­ gicos tradicionais apresentam a lite­ ratura associada à historiografia, vin­ culando a produção literária ás dife­ rentes épocas. Visando resgatar a fún- ção social da arte, é possível desen­ volver uma metodologia aplicável a qualquer nível de escolaridade, to­ mando como pontos de partida a historicidadc do fenômeno literário, a visão de homem e de mundo mani­ festadas na literatura, c a relação dialógica que se estabelece entre tex­ to e leitor Ao professor não é neces­ sário um conhecimento enciclopédi­ co sobre a literatura, mas a habilida­ de de análise e de descrição dos tex­ tos, literários ou não (RA0-C1BEC) LOC: CIBEC T 373.5:869.0 L862c 655 Oliveira, Renato José de. Análise epistemológica da visão de ciên­ cia dos professores de Química e Física do município do Rio dc Ja­ neiro. R. BRAS. EST PEDAG . 236 Brasília (DF), v.72, n.172 (set./ dez. 1991) p.335-355 RES: Discute, com base na epis- tcmologia de Gaston Bachclard, as influencias de determinadas corren­ tes filosóficas na formação da visão de ciência dos professores de Quími­ ca c Física, em atividade letiva no 2e grau, tomando como campo de estu­ do o município do Rio de Janeiro. A partir dos resultados obtidos cm pes­ quisa realizada entre março e junho de 1990, analisa a situação do ensi­ no secundário das referidas discipli­ nas. buscando apresentar alternativas para a superação do contexto adver­ so cm que se insere a educação cien­ tífica nos dias de hoje. (Do original-CIBEC) 656 Rottava, Lúcia. Texto como pretex­ to: redação no segundo grau. CONSCIÊNCIA, Palmas (PR), v.5, n 2 (jul/dez. 1991) p.23-30 RES: Relato de experiência didá­ tica de ensino de redação a partir de texto. A professora usou as seguin­ tes estratégias de produção de textos: leitura de contos c romances, recor­ tes de jornais, revistas, fábulas, etc.; leitura c análise de manual de jogos; desenvolvimento de técnicas de nar­ rativas orais e escritas de fatos do cotidiano; debates orais e dissertações escritas de temas variados. A avalia­ ção foi continua e recíproca, levando os alunos a observar seu progresso na exposição de idéias e argumenta­ ção, no desenvolvimento das anota­ ções e no domínio de alguns aspectos linguísticos. (PRTM-CIBEC) 657 Spalding, Jandira Maria Cecchet. O ensino da Geografia na escola téc­ nica de 2o grau. SOC. E NAT., Uberlândia (MG), v.3, n.5/6 (dez. 1991) p. 11-19 RES: A escola técnica de 22 grau deve constituir uma alternativa para a demanda social capaz de, juntamen­ te com a qualificação profissional, proporcionar efetivamente o desen­ volvimento da cidadania. Ao destacar o papel e a importância da Geografia, enquanto disciplina do bloco da Edu­ cação Geral, confirma o espaço espe­ cial para a formação do indivíduo. Prova disto é o processo renovador que tem ocorrido na Geografia nas últimas décadas, considerando ainda o descompasso entre o avanço da ci­ ência e sua ressonância no ensino de 1° e 2- graus. As duas perspectivas orientadoras do papel da Geografia no currículo da escola técnica vão des­ de a contribuição para a formação do aluno-cidadão ao bom nível do ensi­ no na área específica da habilitação. (VIL-CIBEC) 658 Trcin, Eunice Schilling; Souza, Guaracira Gouvea de; Parente, 237 Lectícia Tarquínio de Souza; Ri­ beiro, Victoria Maria Brant. Um projeto cm questão: a formação continuada para o ensino de Ci­ ências. CONT. E EDUC., Ijuí (RS), v.6, n.21 (jan ./mar. 1991) p.56-65 RES: Reciclagem de professores de 1- e 2° graus num curso de 240 horas, concretizada em ações per­ meadas pela interdisciplinaridade e pela reflexão pessoal c coletiva na construção do conhecimento As es­ tratégias adotadas são: a observação direta da realidade nas estações ge­ radoras; tutoria; oficinas; impregna­ ção pela realidade cultural brasilei­ ra; sala-ambiente c acompanhamen­ to. Os objetivos do curso são: a valo­ rização do professor enquanto pes­ soa e profissional; a reformulação dos objetivos do ensino de Ciência, e Matemática na escola pública de l2 grau; utilização da ciência como elo entre a realidade cotidiana e os con­ teúdos programáticos. (V1L-CIBEC) 659 14.06 — CONTEÚDO CUR­ RICULAR — GRADUAÇÃO Alencar Filho, Clodoaldo de. Exten­ são na área cultural: experiência matricial III. In: Reunião Plená­ ria Setorial Nordeste [sobre] Integração das Universidades do Nordeste para o Desenvolvimen­ to Regional (1990: Teresina) Anais... Brasília: CRUB, 1991 p.33-35 RES: A política da extensão cul­ tural da Universidade Federal de Sergipe, por instrução do MEC, cria o Centro de Extensão c Atuação Co­ munitária. dando origem ao Festival de Arte de São Cristóvam (FASC). A institucionalização do FASC é hoje um desafio para a UFS O FASC pro­ piciou um clima favorável ao estimu­ lo c promoção da arte e da cultura em Sergipe trazendo como consequ­ ência a realização de eventos, restau­ ração e criação de muitas casas de teatro. (LNMC-CIBEC) 660 Barreiro, José Carlos Interrogando o fato revolucionário: a indepen­ dência do Brasil no imaginário europeu moderno HISTÓRIA, São Paulo (SP), v 10, (1991) p.117-126 RES: Experiência desenvolvida com alunos de terceiro ano do curso de História, circunscrevendo-se a um tópico do conteúdo programático. subordinado ao tema da Independên­ cia do Brasil nos quadros da forma­ ção do estado nacional brasileiro no século XIX. Tal experiência tinha como pretensão introduzir no curso uma iniciação à metodologia de aná­ lise de documentos históricos. O tex­ to escolhido foi a “Introdução ao Es­ 238 tudo da Emancipação Política do Brasil” de Emília Viotti da Costa. Foi possível demonstrar a importância para o historiador de se recorrer às fontes originais c ao confronto das traduções, com necessário procedi­ mento de rigor científico. (VIL-CIBEC) 661 Bastos, João Augusto de Souza de Almeida. Cursos superiores de tecnologia: avaliação c perspecti­ vas de um modelo de educação tccnico-profissional. Brasília: SENETE, 1991. 109p. RES: Apresenta aspectos con­ ceituais, históricos c avaliativos dos cursos superiores de tecnologia, vi­ sando oferecer subsídios meto­ dológicos c práticos para educadores, pedagogos e instituições sobre medi­ das de planejamento e implementação desses cursos superiores. (ERB-CIBEC) LOC: CIBEC 378.046.2:007 B327c 662 Diniz, Ester de Carvalho; Melo, Lenilda do Nascimento; Maia, Marilda de França et al. Suces­ sos c insucessos no cotidiano da vida acadêmica: o que os núme­ ros revelam (ou escondem?). TE­ MAS EM EDUC., João Pessoa (PB), v. 1, n.l (jan./jun. 1991) p.93-124 RES: Com base nos resultados de dois projetos de investigação desen­ volvidos por um grupo multidis- ciplinar c multicampi, formado por professores da UFPB, descreve a eva­ são e a longa permanência — reten­ ção — de estudantes na instituição. O problema está intimamente ligado aos objetivos de ensino c à dinâmica do processo de avaliação, envolven­ do assim a totalidade do cotidiano acadêmico e a responsabilidade con­ junta dos que fazem a universidade. (VIL-CIBEC) 663 Marques, Isabel Maria Meirelles de Azevedo. Coreologia: um estudo sobre sua adequação nos cursos de formação de professores em dança. R. FAC. EDUC. USP, São Paulo (SP), v.17, n.1/2 (jan./ dez,1991)p.148-183 RES: A pesquisa introduz a coreologia no universo acadêmico educacional c pessoal de um grupo de alunos, remetendo-os a uma di­ mensão político-social e estética da educação, quer como educadores, quer como bailarinos interpretes ou como cidadãos conscientes e compro­ metidos com a realidade social e cul­ tural. A coreologia possibilita uma educação harmônica e integrada do indivíduo que o toma capaz de fazer, compor, entender e apreciar a dança dentro de uma perspectiva crítica. (VIL-CIBEC) 664 239 Miranda. Maria Luiza dc Jesus. A dança como conteúdo específico nos cursos dc Educação Fisica e como área de estudo no ensino superior. São Paulo: USP. 1991. 135f. Dissertação (mestrado em Educação Fisica) RES: A técnica dc Delfos foi uti­ lizada para identificar 164 proble­ mas. através das opiniões de um gru­ po de 42 professores dc faculdades de Dança, dc Educação Fisica c dc cursos livres. Enquanto conteúdo curricular especifico nos cursos de graduação cm Educação Fisica. os problemas referem-se ao preconcei­ to dos professores, à identificação de objetivos dessa disciplina para o fíi- turo profissional e à carga horária insuficiente para haver "formação cm dança” Como área de ensino supe­ rior. faz parte de currículos de­ satualizados. não há investimento cm pesquisa c as condições dadas tanto ao corpo docente quanto ao discente são precárias. (RAO-CIBEC) LOC: CIBEC T 796.4 M672d 665 Nazarcth. Gilson do Couto Funda­ mentos epistcmológicos da mu- scologia: uma proposta ao proble­ ma curricular Rio dc Janeiro FGV/IESAE. 1991 190f. Disser­ tação (mestrado em Educação) RES: A partir da análise dos cur­ rículos c seus conteúdos c da não- adequação destes ao exercício da pro­ fissão dc muscólogo. utiliza a antro­ pologia filosófica para solucionar a problemática epistcmológica e permi­ tir que a museologia desenvolva-se estruturadamente, passando a ter background para sustentar uma pro­ posta dc ensino universitário. (ALM-CIBEC) LOC: CIBEC T 378.141.4 N335f 666 Ozella. Sérgio O ensino dc Psicolo­ gia Social no Brasil um estudo sobre o pensar c o agir de seus professores São Paulo PUC-SP. 1991 19If. anexos. Dissertação (mestrado cm Educação) RES: Investigação sobre o ensino da Psicologia Social, com ênfase nas contradições da relação entre o pen­ sar e o agir do professor desta disci­ plina O resultado da análise das en­ trevistas caracteriza uma grande va­ riedade de programas dc Psicologia Social com predominância do mode­ lo tradicionalista. Com relação ao professor, evidencia-se uma marcante contradição entre sua postura teóri­ ca e sua ação concreta, na direção de uma atuação descomprometida com a transformação social (Do original-CIBEC) LOC CIBEC T 301 151:378 O99e 667 Silva, Maria Conccpción Pezo. Aná­ lise do ensino da disciplina Enfcr- 240 magem Psiquiátrica nos cursos de graduação em enfermagem da grande São Paulo. São Paulo: USP, 1991 129f. Dissertação (mestrado em Educação) RES: O ensino da disciplina En­ fermagem Psiquiátrica varia de uma escola para outra quanto à carga ho­ rária, ao desenvolvimento do progra­ ma c ao semestre cm que c ministra­ da Nos conteúdos teóricos é en­ fatizada a prevenção secundária e a parte prática é desenvolvida em am­ biente hospitalar, porém não há critérios formais para a seleção de campos de estágio. Os padrões pre­ conizados pela ANA — American Nursing Association — são com- templados parcialmcnte c as condi­ ções inerentes às próprias instituições influenciam o desenvolvimento do ensino da disciplina: insuficiência de doentes, variação na carga horária, dicotomia entre teoria e prática, falta de ênfase em saúde mental e ausên­ cia de participação dos alunos em pesquisas, entre outras. (RAO-CIBEC) LOC: CIBEC T 378.046.2:616-083 S586a 668 Tramontin, Raulino; Braga, Ronald. Melhoria dos cursos de gradua­ ção e análise de suas relações com os programas de pós-graduação LOGOS, Canoas (RS), v.3, n.2 (2. sem. 1991) p.95-105 RES: O ensino de graduação ca­ rece de professores qualificados, pas­ sando para os alunos a idéia de ser um ministrador de aulas. Nas insti­ tuições particulares, com grande nú­ mero de alunos, aparece o professor “biscateiro instrutor”. Inclui, ainda, os currículos mínimos e plenos, re­ velando a falta de projeto definido para cada realidade circundante. O perfil dos egressos não casa com o perfil da demanda. Nos cursos de pós- graduação a finalidade é formar pro­ fessores e produzir pesquisadores para a ciência e tecnologia. A superposição de funções e papéis co­ brados da pós-graduação toma neces­ sária a revisão em vários pontos. (VIL-CIBEC) 669 14.07 —CONTEÚDO CUR­ RICULAR — PÓS-GRADU- AÇÂO Botler, Alice Miriam Happ. Especi­ alização: êxito social ou qualifi­ cação profissional? Recife: UFPE, 1991. 123f. Dissertação (mes­ trado em Educação) RES: Estudo de caso sobre uma faculdade isolada do interior de Pernambuco, que focaliza a expan­ são da pós-graduação brasileira em nível de especialização (lato sensií), dentro do contexto de um sistema educacional caracterizado pelo setor público que lidera a expansão quali­ 241 tativa e o privado, a expansão quan­ titativa. A análise dos depoimentos dos entrevistados mostra que esta expansão depende de fatores insti­ tucionais e de fatores pré-sociais, onde o êxito social predomina sobre a qualificação profissional. (GLM-C1BEC) LOC: C1BEC T 3 78.046.4(813.4) B748e 670 15.01 _ métodos e técni­ cas — MÉTODOS DE EN­ SINO-APRENDIZAGEM Amador, Maria Virtuosa Pereira. Educação em Enfermagem: uma análise etnográfica da colabora­ ção serviços/escolas nos estágios clínicos. São Paulo: USP, 1991 338f. anexos. Tese (doutorado em Enfermagem) RES: Investiga a realidade portu­ guesa em relação à colaboração dos serviços com as escolas de enferma­ gem na orientação das alunas em es­ tágio nos hospitais, segundo a visão dos sujeitos nele envolvidos: docen­ tes, enfermeiras de campo e alunos. Utiliza o método de pesquisa etno­ gráfico, identificando na análise dos dados domínios culturais. Conclui pela necessidade de as escolas e os servi­ ços aprimorarem formas que tomem esta colaboração mais efetiva, além da ampliação deste estudo a todas as escolas de enfermagem de Portugal. (ERB-CIBEC) LOC: CIBEC T 616-083:378.193 A482e 671 Carvalho, Nelson Luiz Cardoso. Etnomatemática: o conhecimento matemático que se constrói na re­ sistência cultural. Campinas: UNICAMP, 1991. 92f. Disserta­ ção (mestrado em Educação) RES: Resgate do conhecimento matemático que é elaborado por um grupo étnico específico, os índios Rikbaktsa, que vivem às margens do Rio Jurucna (MT) Tendo como ob­ jetivo construir junto com o grupo uma proposta educacional que tenha como pressupostos os fatores socio- culturais subjacentes à elaboração, ao ensino e à aprendizagem da Matemá­ tica. utilizando como metodologia a Antropologia Cultural (Do original-CIBEC) LOC: CIBEC T 371 3:51 C331c 672 Cicilhni. Graça Aparecida. A evolu­ ção enquanto um componente metodológico para o ensino de Biologia no 2° grau: análise da concepção de evolução em livros didáticos. Campinas: UNICAMP, 1991. 230f Dissertação (mes­ trado em Educação) RES: Identifica as relações implí­ citas ou explícitas que têm sido estabelecidas entre a Biologia como 242 produtora do conhecimento biológi­ co e a Biologia como disciplina do ensino nas escolas públicas de 2o grau. Verifica de que maneira os li­ vros didáticos utilizados tratam a Teoria da Evolução enquanto um princípio norteador dos conteúdos biológicos e, conseqüentemente, como um componente metodológico deste ensino (Do original-CIBEC) LOC: CIBEC T 373.5:574/578 C388e 673 Dupas, Giselle. Estudo da adequação do ensino da assistência à criança à prática profissional do enfermei­ ro Ribeirão Preto: USP, 1991. 119f. Dissertação (mestrado em Enfermagem) RES: Considerando a mudança da estrutura curricular do curso de En­ fermagem c Obstetrícia da Universi­ dade Federal de São Carlos (SP), e o elevado número de profissionais que prestam assistência de enfermagem à criança, estuda a adequação do ensi­ no de graduação à prática profissio­ nal vivenciada. Comparando as ava­ liações que os egressos do currículo antigo e do atual fazem sobre as mo­ dificações ocorridas nas disciplinas que abordam a assistência à criança, conclui que, apesar das alterações dos conteúdos, os demais elementos do processo ensino-aprendizagem per­ sistem. Além disso, ressalta que o ensino deve ter como objetivo não só preparar para o mercado de trabalho, mas principalmcnte a formação de um profissional com visão crítica para que venha a ser um agente de trans­ formação. (ERB-C1BEC) LOC: CIBEC T 378.141.4 D929e 674 Justi, Rosária da Silva. Sobre espa­ ços vazios e partículas: movimen­ to de idéias sobre a descon- tinuidade da matéria em um pro­ cesso contínuo de ensino-aprendi­ zagem de Química no 2o grau. Campinas: UNICAMP, 1991. 94f. Dissertação (mestrado em Educação) RES: O objetivo é acompanhar o movimento das idéias de 40 alunos do Io ano do 2° grau, em um proces­ so regular de ensino-aprendizagem de Química, acerca da constituição da matéria. Utiliza material instrucional e metodologia alternativos, onde cada aluno é considerado responsável pela construção de seu conhecimento. Analisa manifestações escritas dos alunos e as situações de interação, em sala de aula, aluno-aluno c aluno-pro- fessor, a partir dos aspectos básicos do modelo descontínuo e, posterior­ mente, de pressupostos constru- tivistas para os processos de ensino e aprendizagem. As análises apontam modificações nas idéias dos alunos que refletem a idiossincrasia do pro­ 243 cesso de construção do saber de cada indivíduo. (Do original-CIBEC) LOC: CIBEC T 54:373.5 J96s 675 Kimura, Miako. Ensino c aprendiza­ gem do exame físico: análise do processo pelo exame das pupilas. São Paulo: USP, 1991 138p.Tese (doutorado cm Enfermagem) RES: Tendo em vista o caráter eminentemente tcórico-prático do processo de ensino-aprcndizagem cm Enfermagem, analisa a aprendizagem de estudantes deste curso na realiza­ ção de exame físico que dependa, fiin- damcntalmentc. da sua habilidade perceptiva Opta pelo exame das pu­ pilas, quanto aos aspectos do diâme­ tro pupilar(DP) c do reflexo fo- tomotor (RFM). Verifica a aprendi­ zagem em duas etapas: aula ex- positiva. demonstração e prática en­ tre estudantes no laboratório de en­ fermagem; e prática no campo cli­ nico, em pacientes. Conclui que a aprendizagem ocorreu, apesar de di­ ficuldades relatadas no campo clini­ co relacionadas às suas próprias con­ dições, às do paciente c do aspecto do julgamento subjetivo. (Do original-CIBEC) LOC: CIBEC T 371 26 K49e 676 Maluf, Sheila Dias. Jogos dramáti­ cos e criatividade no ensino téc­ nico profissionalizante. São Pau­ lo: USP. 1991. 222f. Dissertação (mestrado em Artes) RES: Pesquisa de campo obje­ tivando comprovar se os jogos dra­ máticos, aliados e engajados ao ensi­ no, são recomendáveis A proposta é aplicada numa disciplina técnica de um curso profissionalizante, onde os alunos dramatizaram corporalmcnte situações de componentes elétricos. Conclui que o método atuou de for­ ma positiva na aprendizagem c que houve mudança de comportamento do alunado que se beneficiará cm outros contextos da vida, como o profissio­ nal. o familiar e o social. (ERB-CIBEC) LOC: CIBEC T 371.3 M236j 677 Perez, Geraldo Pressupostos e refle­ xões teóricas e metodológicas da pesquisa participativa no ensino de Geometria para as camadas po­ pulares Campinas: UNICAMP, 1991. 2v Tese (doutorado cm Educação) RES: Estudo sobre a situação do ensino de Geometria no 10 e 2o graus, nas escolas estaduais de São Paulo. Os dados, interpretados a partir do retrato do cotidiano, foram obtidos através de questionários ou entrevis­ tas, seguindo as orientações indicadas na metodologia tipo participante para facilitar a tarefa do professor dentro e fora da sala de aula. Contribui para 244 melhorar o cnsino-aprendizagem de Matemática e, cm particular, da Ge­ ometria ai inserida. (RAO-CIBEC) LOC: CIBEC T 513:373.3/ 5 P438p 678 Pinto, Leonel Correia; Sá, Maria Ivoni Pereira de. O desenvolvi­ mento da linha de pesquisa da compreensão existencial na Facul­ dade de Educação da Universida­ de Federal do Ceará. EDUC. EM DEB., Fortaleza (CE), v. 14, n.21/ 22 (jan./dez. 1991) p.73-94 RES: A partir da tese Agrada- bilidade e Homeostase Psíquica defen­ dida por Leonel Correia Pinto, surge o Grupo dc Realismo Educacional Inte­ grado (GREI) com o fim de encontrar maneiras efetivas de ajuda para os pro­ blemas "reais” manifestados pelos es­ tudantes. O uso da metodologia oriunda desses estudos evidenciou as deficiências dos métodos tradicionais de ensino e acrescentou ao processo de ensinar c aprender as três dimensões: conhcccr, sentir c agir. O estudo des­ creve as aplicações da metodologia da compreensão (CSA) e o modelo ten- são-satisfação-investimento-nível de utilidade (TSIN) da aprendizagem com suas aplicações nas pesquisas. (LNMC-CIBEC) 679 Sholz, Maria Regina. Ensino da dis­ ciplina Administração da Assis­ tência de Enfermagem: proposta para curso de graduação. Ribeirão Preto: USP, 1991. 211f. Disserta­ ção (mestrado em Enfermagem) RES: Acreditando que, com a uti­ lização do método tradicional de en­ sino — Pedagogia de Transmissão — da disciplina de Administração da Assistência de Enfermagem, os alu­ nos têm apresentado dificuldades para a tomada de decisão, enquanto ações profissionais, levantam infor­ mações que possam caracterizar o atual estágio da disciplina nas esco­ las do Paraná, discutindo alguns mé­ todos de ensino utilizados pelos do­ centes. Através da avaliação feita pelos egressos, propõe a utilização de Método de Resolução de Problemas que levaria docentes e discentes a tor­ narem-se mais críticos e livres para analisar a realidade da saúde da co­ munidade onde atuam. (Do originai-CIBEC) LOC: CIBEC T 378.046.2:616-083 S368e 680 Zamboni, Emesta. Que história é essa? — uma proposta analítica dos livros paradidáticos de His­ tória. Campinas: UNICAMP, 1991. 212f. Dissertação (mes­ trado em Educação) RES: O;estudo se concentra nos livros paradidáticos de História, edi­ tados em São Paulo e destinados ao público escolar de Io grau. Seleciona 245 três coleções propostas como inova­ doras quanto aos títulos, aos objeti­ vos e à forma de apresentar o con­ teúdo. Analisa, também, os diferen­ tes tipos de narrativas: a ficcional e a história em quadrinhos, além de do­ cumentos como suporte da narrativa. (ERB-C1BEC) LOC: CIBECT 371.671.1 Z24q 681 15.02 — MÉTODOS E TÉCNI­ CAS — MÉTODOS DE ES­ TUDO E TRABALHO Veiga, lima Passos Alencastro. Na sala de aula: o estudo dirigido. In: Veiga, lima Passos Alencastro (Org.) Técnicas de ensino. Cam­ pinas: Papirus, 1991 p.67-88 RES: Em nove livros de Didática publicados a partir de 1960, a técni­ ca do ensino dirigido aparece como um recurso neutro, auto-suficicnte e desvinculado dos pressupostos que fundamentam os métodos de ensino. Está classificada entre as técnicas de fixação e de integração da aprendi­ zagem, subfàse da realização do ensi­ no. Está entre os métodos e técnicas mais difundidos pelo movimento da Escola Nova. Na década de 60, sofre as influências da Pedagogia Tecnicista, preocupada com as modificações comportamentais c com a aquisição das habilidades de estudar. Para a Pedago­ gia Crítica, na década de 80, o estu­ do dirigido pode ser uma técnica boa ou não dependendo da intencio- nalidade com que for utilizada. (RAO-CIBEC) 682 15.03 — MÉTODOS E TÉCNI­ CAS — TÉCNICAS DE EN­ SINO-APRENDIZAGEM Araújo, José Carlos Souza. Para uma análise das representações sobre as técnicas de ensino. In: Veiga, lima Passos Alencastro (Org.) Técnicas de ensino. Campinas: Papirus. 1991 p 11-34 RES: O movimento de super- valorização da técnica, surgido no Brasil na década de 60, era parte do processo de modernização. Os des­ dobramentos da abordagem tecno- crática resultaram no tecnicismo pe­ dagógico. político, econômico, ban­ cário agrícola, ctc. Na década de 70, a prática pedagógica fundamentava- se na utilização dc recursos tecno­ lógicos como: retroprojetores, orga­ nogramas e módulos instrucionais. Na década dc 80, o aparecimento da abordagem histórico-crítica enfatizou os contéudos c acirrou a crítica ao tecnicismo. A partir da metade da década aparece uma revalorização da dimensão técnica e metodológica, constatada na produção literária so­ bre como ensinar. As técnicas subor- dinam-sc aos fins a que elas servem, e estão destinadas ao professor e ao aluno e não estes a elas. 246 (RAO-CIBEC) 683 Azambuja, Josclina Queiroz de; Sou­ za, Maria Lctícia Rocha de. O estudo de texto como técnica de ensino. In: Veiga, lima Passos Alencastro (Org.) Técnicas de ensino. Campinas: Papirus, 1991 p.49-65 RES: A experiência com alunos da 83 série do 1° grau que mostraram interesse pelo tema “cigano” exem­ plifica o roteiro para o estudo de tex­ to O primeiro contato com o texto deve ser individual, de acordo com o ritmo do aluno c com o objetivo de buscar o significado global. O seu estudo requer várias leituras, de modo parcelado, com um propósito. Pode- se trabalhar cm nível verbal, ressal­ tando o valor das palavras e em nível não-vcrbal, relacionando as informa­ ções obtidas na fase de preparação para a leitura, quando os alunos rea­ lizam observações, discussões e pes­ quisas bibliográficas sobre o tema. (RAO-CIBEC) 684 Castanho, Maria Eugênia L. M. Da discussão e do debate nasce a re­ beldia. In: Veiga, lima Passos Alencastro (Org.) Técnicas de ensino. Campinas: Papirus, 1991 p.89-101 RES: O papel da discussão no ensino submete determinado assunto a um esmiuçamento tal que sejam analisadas todas as implicações ali contidas. Cabe em qualquer área do conhecimento e comporta níveis mai­ ores e menores de complexidade. Enriquece o trabalho intelectual, per­ mitindo que a análise abarque vários pontos dc vista para a realização da discussão ou do debate, uma biblio­ grafia mínima deve ser indicada e lida por todos. Exercita os alunos para a liderança e para a independência in­ telectual. (VIL-C1BEC) 685 Failacc, Marise Hoff. Proposta de uma técnica alternativa para o ensino da História Antiga. Cl. E LET., Porto Alegre (RS), n.ll (jan./jun. 1991) p.35-39 RES: Desenvolve técnicas de tra­ balho para equipar o futuro profes­ sor de História Antiga com um míni­ mo de conhecimentos prévios sobre elcmcntos-chave na compreensão do processo histórico. Sugere organizar atividades dc tal modo coordenadas que possibilitem um estudo eficiente. (MRMS-CIBEC) 686 Lopes, Antonia Osima. Aula expositiva: superando o tradicio­ nal. In: Veiga, lima Passos Alencastro (Org.) Técnicas de ensino. Campinas: Papirus, 1991 p.35-48 247 RES: A aula cxpositiva. embora considerada uma técnica predominan­ te na Pedagogia Tradicional, sempre esteve presente na prática docente, principalmente a serviço do ensino verbalista, autoritário c inibidor da participação do aluno. Durante o pe­ ríodo da Pedagogia Nova, quando novas técnicas de ensino foram as­ similadas pelos professores, ela per­ deu o lugar de atividade principal na sala de aula. A Pedagogia Teemeista deu-lhe uma nova conotação, pois o professor deveria desenvolver habi­ lidades técnicas baseadas na eficiên­ cia c na produtividade. Para a Peda­ gogia Crítica, a aula expositi va é uma técnica que pode transformar-se cm uma dimensão dialógica se for usada para estimular o pensamento crítico do aluno através da ptoblematização. (RAO-CIBEC) 687 Santos, Beatriz Regina Lara dos; Schncider, Juliana Boettchcr; Souza, Simonc Santos de; Krilow, Ingrid. Efeitos da simulação computadorizada no ensino da atividade de visita domiciliar. Por­ to Alegre: UFRS. 1991. 89f. RES: Os resultados desta pesqui­ sa experimental mostraram que a uti­ lização de simulações computa­ dorizadas, como metodologia no en­ sino de enfermagem, não proporcio­ na aos estudantes domínio cognitivo, desempenho c atitudes superiores quando comparados com a instru­ ção tradicional. Reconhece a neces­ sidade de futuras pesquisas sobre o assunto. (GLM-CIBEC) LOC: C1BEC Rp 371.694 S237c 688 Veiga. Ilma Passos Alencastro. Nos laboratórios c oficinas escolares: a demonstração didática In: Veiga, lima Passos Alencastro (Org.) Técnicas de ensino. Cam­ pinas: Papirus, 1991 p. 13 1-146 RES: A demonstração baseia-se cm três pressupostos teóricos: o pro­ fessor trabalha junto com o aluno, teoria e prática unem-se no processo de construção do conhecimento c a ação educativa deve ser questionada quanto aos objetivos a que serve. São atividades preliminares à utilização desta técnica: definição de objetivos, organização do processo a ser de­ monstrado. planejamento das ativida­ des dos alunos e disposição dos ma­ teriais a serem utilizados. Compre­ ende dois momentos: a demonstração realizada pelo professor e a execu­ ção da tarefa, operação ou atividade nova pelo aluno. A avaliação acon­ tece em todos os momentos da de­ monstração (RAO-CIBEC) 689 Veiga, Ilma Passos Alencastro. O seminário como técnica de ensino 248 socializado. In: Veiga, lima Pas­ sos Alcncastro (Org.) Técnicas de ensino. Campinas: Papirus, 1991 p 103-113 RES: O seminário c uma técnica de ensino socializado, no qual os alu­ nos se reúnem cm grupo com o obje­ tivo de estudar um ou mais temas, sob a direção do professor. O seu empre­ go exige três etapas: preparação, com encargos tanto para o professor como para os alunos; apresentação do tema por meio das técnicas de exposição oral, do debate e da discussão; e apre­ ciação final por parte dos responsá­ veis pelo seminário, participantes e professor. O trabalho escrito ou sín­ tese deve ser revisto para incorporar as contribuições dos debates. (RAO-CIBEC) 690 15.04 — MÉTODOS E TÉCNI­ CAS —TECNOLOGIA EDU­ CACIONAL Axt, Margarete. História mensagei­ ra... computador mediador. LET. DE HOJE, Porto Alegre (RS), v.84, n.l (jun. 1991) p. 115-128 RES: Ao explorar recursos de programação cm linguagem LOGO, verifica os seus efeitos sobre a com­ petência discursiva infantil. Um es­ tudo de caso, abrangendo 14 narrati­ vas de uma criança com uma histó­ ria pregressa de dificuldade, na área de linguagem, mostra que essas his­ tórias apresentam estrutura textual e discursiva. A criança foi estimulada a ativar a capacidade de perceber e a interpretar regras sociolingüísticas do contexto, produzindo uma mensagem singular que teve impacto sobre a si­ tuação de comunicação. (VIL-CIBEC) 691 Barrela, Fernanda M.F.; Gasparetto, Maria Elisabete R.F.; Govoni, Regina Cezarino et al. Aplicação da linguagem computacional LOGO para indivíduos portado­ res de visão subnormal. In: En­ contro Nacional o Computador na Educação Especial (1991: Rio de Janeiro) Anais... Rio de Janeiro: UFRJ, 1991. p.96-100 RES: Mostra que uma das difi­ culdades do portador de visão sub­ normal é expressar graficamente sua imagem mental, para que possa ser reconhecida por outrem. O LOGO tem sido uma importante ferramenta neste sentido, contribuindo desta for­ ma para a melhoria da auto-estima do sujeito e sua relação com o mundo. (MRSM-CIBEC) 692 Bustamante, Silvia Branco Vidal; Souza, Janine Cristina Coutinho de; Souza, Mara Carneiro de et al. Deficientes mentais: processos ou resultados?. In: Encontro Na­ cional o Computador na Educa- 249 ção Especial (1991: Rio de Janei­ ro) Anais... Rio de Janeiro: UFRJ, 1991. p.27-31 RES: Investiga as alterações de comportamento em indivíduos porta­ dores de deficiência mental modera­ da quando expostos a ambiente não- convencional de aprendizagem usan­ do como ferramenta o computador e a linguagem LOGO. (MRSM-CIBEC) 693 Chaves, Perípedes Franklin Maia. Universidade aberta do Nordeste: experiência matricial IV. In: Reu­ nião Plenária Setorial Nordeste [sobre] Integração das Universi­ dades do Nordeste para o Desen­ volvimento Regional (1990: Te- resina) Anais... Brasília: CRUB, 1991 p.36-37 RES: Projeto experimental de en­ sino superior a distância, via jomal e rádio, conveniado com doze univer­ sidades públicas nordestinas, a Uni­ versidade de Brasília, agências de pesquisa e difusão tecnológica tais como: EMBRAPA, CEBRAE e o DNOCS, dá prioridade a três áreas tecnológicas: agroindústria, agro­ pecuária e desenvolvimento social. (LNMCC-CIBEC) 694 Cidade, Heraldo Antonio Faria. Pers­ pectivas da informática na educa­ ção especial. In: Encontro Nacio­ nal o Computador na Educação Especial (1991: Rio de Janeiro) Anais... Rio de Janeiro: UFRJ, 1991. p.62-68 RES: Mostra que a aplicação da informática a deficientes mentais não tem merecido a devida atenção. Tor­ na-se necessário introduzir e oferecer muito mais oportunidades de labora­ tórios informatizados à disposição dos deficientes, universalizando a educa­ ção como prescreve a Constituição. (MRSM-CIBEC) 695 Cosenza, Elizabcth Faria Amaral A informática na educação da cri­ ança portadora de paralisia cere­ bral em Belo Horizonte-MG. In: Encontro Nacional o Computador na Educação Especial (1991: Rio de Janeiro) Anais.. Rio de Janei­ ro: UFRJ. 1991 p.21-26 RES: O Centro Piloto de In­ formática na Educação (CPIEd), UMFG. com apoio da Secretaria de Educação, desenvolveu, cm 1989, um conjunto de atividades de estudo, pes­ quisa e capacitação, que resultou na formação de um grupo multidisci- plinar na área de informática na Edu­ cação Especial, que se propunha a repensar e a contribuir na reformu­ lação do contexto da educação para portadores de deficiência motora incapacitante. (MRSM-CIBEC) 696 250 Cysneiros, Paulo Gileno. Perspecti­ vas da informática na educação especial. In: Encontro Nacional o Computador na Educação Espe­ cial (1991: Rio de Janeiro) Anais... Rio de Janeiro: UFRJ, 1991. p.69-75 RES: Apresenta possibilidades de utilização do computador pessoal na ampliação das capacidades intelectu­ ais do portador dc deficiência numa perspectiva dc maior conhecimento pelo aluno c sua maior integração na sociedade c no mundo do trabalho. (MRSM-CIBEC) 697 Encontro Nacional o Computador na Educação Especial (1991: Rio de Janeiro). Anais... Rio de Janeiro: UFRJ. 1991. 137f. RES: Encontro nacional onde es­ pecialistas em informática e educa­ ção apresentam as conquistas mais recentes na informática em educação especial, com espaço para comuni­ cações dc trabalhos nesta área. O Projeto EDESPI — Educação Espe­ cial e Informática — desenvolvido pela Faculdade de Educação da UFRJ, visa fundamentalmente à pes­ quisa na formação de recursos huma­ nos para o uso pedagógico e crítico de recursos da informática na educa­ ção especial e compreende atividades específicas dc formação diretamente vinculada a essa linha de pesquisa. (MRSM-CIBEC) LOC: CIBEC 376:694 E56e 698 Fagherazzi, Maria Cristina Biazus; Nevado, Rosane Aragón de. O espaço gráfico: uma nova abor­ dagem. In: Encontro Nacional o Computador na Educação Espe­ cial (1991: Rio de Janeiro) Anais... Rio de Janeiro: UFRJ, 1991. p.105-117 RES: Relata abordagens diver­ sificadas em busca de um melhor de­ senvolvimento nas áreas de cognição e expressão gráfico-plástica de cri­ anças e adolescentes com necessida­ des especiais em ambientes infor­ matizados. Salienta a existência de uma relação entre o desenvolvimen­ to cognitivo e o desenvolvimento do grafismo. (MRSM-CIBEC) 699 Felipe, Tanya A. O uso de infor­ mática com surdos a partir de uma proposta bilíngüe. In: Encontro Nacional o Computador na Edu­ cação Especial (1991: Rio de Ja­ neiro) Anais... Rio de Janeiro: UFRJ, 1991. p.82-91 RES: Mostra o trabalho com com­ putador, a partir de uma filosofia LOGO para surdos, confirmando a hipótese de que a introdução da informática como ferramenta na edu­ cação especial para surdos só irá fa­ cilitar seu aprendizado. 251 (MRSM-CIBEC) 700 Fcrramola. Renata. O computador na escola: uma discussão. Campinas: UNICAMP, 1991. 115f. Disser­ tação (mestrado em Educação) RES: Discussão sobre a utiliza­ ção de computadores cm escolas. objetivando detectar a visão de informática que aí se estabelece. No cotidiano escolar, os computadores atuam em processos administrativos e em sala de aula. Sua utilização cm escolas c de ordem mercadológica. com vista a atender às solicitações de sua clientela — rede particular — acontecendo, porém, de maneira cri­ tica e acriteriosa. (MRNP-CIBEC) LOC CIBECT 371.694 F371c 701 Gasman. Lydinca. Capacitação de recursos humanos em informática na educação especial: formação de professores de pessoas portadoras de deficiência mental em infor­ mática educativa: uma proposta. In: Encontro Nacional o Compu­ tador na Educação Especial (1991: Rio de Janeiro) Anais... Rio de Janeiro: UFRJ, 1991. p.32-40 RES: Possibilita aos docentes que trabalham com portadores de retar­ do mental oportunidades para refle­ tirem sobre sua prática cotidiana e sobre alternativas de integração dos recursos da informática no cotidia­ no. visando a uma ação consciente relativa ao uso do computador no processo cnsino-aprendizagcm. (MRSM-CIBEC) 702 Lima, Maria Cândida de Albu­ querque. Reflexões sobre políticas de informática educativa. In: En­ contro Nacional o Computador na Educação Especial (1991: Rio de Janeiro) Anais Rio de Janeiro: UFRJ. 1991. p.01-11 RES: Recomenda a utilização dos computadores e a sua tecnologia ri­ gorosamente a serviço da educação, voltados para a melhoria do proces­ so ensino-aprendizagem, contribuin­ do para a formação de alunos e pro­ fessores na leitura crítica e conscien­ te da informação. A expansão da informática educativa na rede esco­ lar. desde o Io grau, pressupõe a de­ mocratização do conhecimento e do saber produzido pela sociedade como direito de todo cidadão. (MRSM-CIBEC) 703 Machado, Elian de Castro. In­ formática no ensino de 2o grau: a experiência do Ceará. EDUC. EM DEB., Fortaleza (CE), v. 14, n.21/ 22 (jan./dez. 1991) p. 155-160 RES: A experiência do Ceará na utilização de computadores na edu­ 252 cação do ensino medio foi desenvol­ vida no Departamento de Computa­ ção da UFC, com apoio do MEC. No período de 1987 a 1989, os resulta­ dos atestam a viabilidade política, fi­ nanceira c pedagógica do programa, estimulando a Secretaria da Educa­ ção na implantação de um projeto semelhante no Instituto de Educação do Ceará. Os softwares utilizados são todos sistemas abertos, possibilitan­ do ao estudante o desenvolvimento de tarefas de natureza construtivista. (LNMC-CIBEC) 704 Martincs, Isaura; Carvalho, Miriam Lopes; Bruhn, Lucia Eli Bastos. O uso da informática na educa­ ção especial. In: Encontro Nacio­ nal o Computador na Educação Especial (1991: Rio de Janeiro) Anais... Rio de Janeiro: UFRJ, 1991. p.101-104 RES: Pesquisa com crianças com deficiência física onde o computador é uma ferramenta educacional ade­ quada ou adaptada para estas crian­ ças. (MRSM-CIBEC) 705 Mazzotti, Tarso Bonilha. Informática na educação escolar: a busca de uma nova didática magna. CAD. PESQ., São Paulo (SP), n.76 (fev. 1991) p.24-30 RES: O programa comeniano pressupõe que todos os homens te­ nham inteligência, bastando apenas o estímulo para ativá-la. A tecnologia educacional tem por fundamento a ordem exata das coisas, que busca o controle sobre o fazer humano. Para Pappert, o desenvolvimento cognitivo das crianças se dá em tomo de estru­ turas adquiridas na tenra idade. Uti­ liza o computador para auxiliar as crianças a construírem seus próprios modelos de pensamento. Propõe à família linguagens de programação de computadores LOGO, como meio para a efetiva ultrapassagem do es­ tágio cognitivo concreto para o lógi- co-formal, sustentando a matemáti­ ca como fundamento de uma nova sociedade. Utiliza a epistemologia genética como pano de fundo e não como suporte efetivo da teoria que institui. (VIL-CIBEC) 706 Michalaros, Jean A.; Calil, S.J. Um sistema de ajuda à comunicação para portadores de distúrbios neuromotores. In: Encontro Naci­ onal o Computador na Educação Especial (1991: Rio de Janeiro) Anais... Rio de Janeiro: UFRJ, 1991. p.118-125 RES: Reúne resultados iniciais de trabalho de pesquisa no qual busca integrar as características essenciais de um dispositivo de ajuda à comu­ nicação de uma população caracteri­ zada por grave comprometimento 253 motor, sem distanciar da realidade econômica e social do nosso país. (MRSM-CIBEC) 707 Michalaros, Jean A.; Exelrud, Jacques; Lucena, Samuel E. de. CICLOPE — um sistema computadorizado de ajuda à co­ municação para portadores de dis­ túrbios neuromotoras graves. In: Encontro Nacional o Computador na Educação Especial (1991: Rio de Janeiro) Anais... Rio de Janei­ ro: UFRJ, 1991. p. 126-129 RES: Mostra um sistema com­ putadorizado dc ajuda à comunica­ ção cspecialmente desenvolvido para portadores de deficiência neuro- motora severa. O equipamento con­ siste em um microcomputador pes­ soal IBM PC, uma chave óptica que permite ao usuáno comandar o com­ putador a partir de algum movimen­ to voluntário seu, e um programa para permitir ao usuário portador dc deficiência voltar a comunicar-se ou a incrementar sua fluência. (MRSM-CIBEC) 708 Moura, Maria Lúcia Seidl de. Apren­ dizagem de LOGO em um grupo de pessoas portadoras dc defici­ ências físicas. ARQ. BRAS. PSIC., Rio dc Janeiro (RJ), v.43, n.3/4 (jul./dez. 1991) p. 115-122 RES: Relato dc experiência dc ensino de LOGO a um grupo de sete sujeitos de idades entre 16 e 40 anos que apresentava graus variados dc comprometimento físico. Apesar das condições materiais não serem ideais, foi possível apresentar os principais comandos da parte gráfica da lingua­ gem, a noção dc “repita”, de proce­ dimentos parametrizados, dc variável e de recursão simples, dentro do “Am­ biente LOGO”. Desenvolveu-sc um instrumento dc avaliação e realizou- se um follow-up seis meses depois. Verifica que é possível desenvolver um trabalho com LOGO, em grupo, com pessoas portadoras de deficiên­ cias físicas, mesmo com pouca dis­ ponibilidade de equipamento c que os conhecimentos construídos c o inte­ resse pela linguagem se mantêm de­ pois de um período dc seis meses. (Do original-CIBEC) 709 Petry, Paulo Padilha; Fagundes, Léa da Cruz. O preparo dc professo­ res para trabalhar com o ambien­ te LOGO In: Encontro Nacional o Computador na Educação Es­ pecial (1991: Rio de Janeiro) Anais... Rio dc Janeiro UFRJ, 1991. p.41-50 RES: Apresenta a proposta do ambiente LOGO acrescentada ao método clínico piagetiano Propõe um novo papel para o professor, deno­ minado facilitador; este deverá conhe­ cer o máximo possível da linguagem 254 LOGO c da metodologia usada no ambiente LOGO, visto que deverá trabalhar com ambos. (MRSM-CIBEC) 710 Ribeiro, Antonio Mendes. Perspectivas da informática na educação espe­ cial. In: Encontro Nacional o Com­ putador na Educação Especial (1991: Riode Janeiro) Anais... Rio de Janeiro UFRJ. 1991 p.59-61 RES: Mostra que a educação es­ pecial pode se apropriar dos recentes c futuros avanços da informática, na medida que o computador é um ca­ nal auxiliar da pessoa portadora de deficiências na sua interação com o mundo. (MRSM-CIBEC) 711 Roitman. Riva; Campos, Gilda He­ lena Bcmardino de; Bastos, Ma­ ria Regina. Desenvolvimento de materiais apoiados no computa­ dor e educação especial In: En­ contro Nacional o Computador na Educação Especial (1991: Rio de Janeiro) Anais. Rio de Janeiro: UFRJ, 1991. p.51-58 RES: Relata pesquisas com pes­ soas portadoras de necessidades es­ peciais. revelando que a utilização do computador auxilia o desenvolvimen­ to cognitivo, a aprendizagem de con­ teúdos, o desenvolvimento dc auto- estima e favorece a formação de ha­ bilidades na área da competência social. (MRSM-CIBEC) 712 Santarosa, Lucila Maria Costi; Hony, Patrícia Albertina Caprio. Meto­ dologia LOGO: experiência inte­ rativa em microcomputadores com deficientes auditivos. ARQ. BRAS. PSIC. Rio de Janeiro (RJ), v.43, n. 1/2 (jan./jun. 1991) p.79-97 RES: Desenvolvimento de uma experiência com seis crianças surdas usando a metodologia LOGO em um ambiente de aprendizagem com­ putacional. Buscando avaliar mudan­ ças cognitivas c afetivas nos estudan­ tes quanto à sua independência, au­ tonomia e iniciativa na dimensão cognitiva, evidencia que estas crian­ ças apresentavam mais dificuldades no domínio da sintaxe e da semânti­ ca dos comandos LOGO, bem como uma instabilidade no processo de as­ similação dos mesmos. Por outro lado, os resultados sugerem que a metodologia LOGO, associada a ati­ vidades com softwares educacionais, favorece o desenvolvimento dire­ cional c da lateral idade dc crianças surdas não-alfabetizadas. bem como o desenvolvimento cognitivo re­ ferente a relações espaciais e lógico- matemáticas. (Do original-CIBEC) 713 255 Santos, Vera Bastos Pinto dos; Cha­ ves, Carlos Henrique Freitas; Froes, Jorge de Rodrigues de Mendonça. Utilização do compu­ tador como suporte do processo simbólico, na educação do defici­ ente auditivo. In: Encontro Naci­ onal o Computador na Educação Especial (1991: Rio de Janeiro) Anais... Rio de Janeiro: UFRJ, 1991. p.77-81 RES: Apresenta o computador como instrumento a serviço do desen­ volvimento da função simbólica e como instrumento integrador do de­ ficiente auditivo no cotidiano de uma sociedade informatizada. (MRSM-CIBEC) 714 Tavares, Sueli Elisa Scridelli; Olivei­ ra, Simonc de Miranda. A lingua­ gem computacional Logo c defi­ cientes auditivos: uma experiên­ cia em desenvolvimento na rede estadual de ensino. In: Encontro Nacional o Computador na Edu­ cação Especial (1991: Rio de Ja­ neiro) Anais... Rio de Janeiro: UFRJ, 1991. p.16-20 RES: Proposta de introdução do computador na Rede Estadual de Ensino de Pernambuco, para alunos deficientes auditivos, numa faixa etária entre 8 e 26 anos, utilizando num pri­ meiro momento a linguagem LOGO e, num segundo momento, o proces­ sador de texto e planilha eletrônica (MRSM-CIBEC) 715 Tavares, Sueli Elisa Scridelli; Olivei­ ra, Simonc de Miranda. Estudo comparativo sobre desempenhos entre crianças surdas utilizando a linguagem LOGO. In: Encontro Nacional o Computador na Edu­ cação Especial (1991: Rio de Ja­ neiro) Anais... Rio de Janeiro: UFRJ. 1991 p.91-95 RES: Estudo do desempenho de duas crianças surdas, uma oralizada e outra não, diante da utilização de uma linguagem computacional. (MRSM-CIBEC) 716 Valente, José Armando. Informática na educação especial no Brasil. In: Encontro Nacional o Computador na Educação Especial (1991: Rio de Janeiro) Anais. Rio de Janei­ ro: UFRJ, 1991 p.12-15 RES: No Brasil, o uso do compu­ tador na educação especial teve iní­ cio em 1984 com três projetos: o pro­ jeto do Laboratório de Estudos Cognitivos da UFRGS, sobre o uso de LOGO com crianças com proble­ mas de aprendizagem; o projeto de uso de computadores como comu­ nicadores, para crianças com defici­ ência física severa, da Escola Que­ ro-Quero, em São Paulo, e o projeto Uso da Informática na Educação Es­ pecial da Unicamp sobre o uso de 256 LOGO com crianças deficientes físi­ cas e com deficiência auditiva. Atu­ almente existem documentados pro­ jetos de uso de computador em cerca de 20 instituições, sendo que somen­ te uma usa abordagem instrucionista e as demais LOGO. (MRSM-CIBEC) 717 16.01 — AVALIAÇÃO — DA EDUCAÇÃO Favreto, Leonilda Paludo. Ânsia por melhorias. CONSCIÊNCIA, Pal­ mas (PR), v.5, n. 1 (jan./jun. 1991) p.87-94 RES: As causas do baixo nível dos alunos de 5- à 8" série são: carência de professores capacitados, falta de acompanhamento individual, periodo de adaptação, mudanças biológicas do aluno, trazendo desafios à escola c à criança adolescente. Atividades que despertem o interesse dos alunos e pro­ fessores são meios que a escola deve utilizar para cumprir o seu papel. (VIL-CIBEC) 718 Meirelles, Maria de Lourdes Al­ meida. Interação em sala de aula: aspectos da relação concepção x abordagem. TRAB. L1NG. APL., Campinas, n.18 (jul./dez.1991) p.77-100 RES: Compara a concepção do processo de ensino-aprendizagem apresentada verbalmente por profes­ sores recém-formados no Instituto de Estudos da Linguagem, da Unicamp, com a prática observada em 20 ho- ras-aula de cada professor e com as informações obtidas nas entrevistas com os seus alunos. O embasamento teórico dos professores orienta-os para uma pedagogia culturalmente sensível; entretanto, em sua busca pelas abordagens interativas, eles caem nas fórmulas tradicionais. Quando ensinam a “gramática pela gramática” estão conscientes da sua ineficiência, e agem dessa maneira para atender à cobrança por parte dos alunos e de seus pais e, também, por parte de professores com outras con­ cepções de ensino-aprendizagem da língua matema. (RAO-CIBEC) 719 Soliani, Sueli Duarte de Oliveira. A atuação dos cirurgiões-dentistas egressos da Faculdade de Odon­ tologia de Piracicaba da Univer­ sidade Estadual de Campinas, do ano de 1960 até 1985, no campo social, tendo em vista a declara­ ção de “Alma-ata” e a proposta de integração docente-assis- tencial. Piracicaba: UNIMEP, 1991. 169f. Dissertação (mes­ trado em Educação) RES: Através de questionários passados aos ex-alunos e aos docen­ tes da Faculdade de Odontologia de 257 Piracicaba do ano de 1960 até 1985, verificou que a atuação dos cirurgi- ões-dentistas egressos tem suas inten­ ções profissionais voltadas para a odontologia elitista, atuando pouco em programas de saúde coletiva Mais alternativas devem ser criadas no curso de graduação, para que se possa desenvolver uma melhor conscientização nos alunos em rela­ ção à prevenção de doenças bucais. (ALM-CIBEC) LOC: CIBEC T 378.096:616.314 (816.12) S686a 720 16.02 — AVALIAÇÃO — DO ENSINO-APRENDIZAGEM Albuquerque, Maria Ângela Teófilo. Estudo comparativo entre o anti­ go e o novo sistema de avaliação do rendimento escolar na Facul­ dade de Educação da Universida­ de Federal do Ceará. EDUC. EM DEB., Fortaleza (CE), v. 14, n.21/ 22 (jan /dez.1991) p.129-146 RES: Estudos realizados com alu­ nos a partir do quarto semestre do Curso de Pedagogia da Universidade Federal do Ceará no período entre o primeiro semestre de 1985 e o segun­ do de 1987. Visa descobrir as impli­ cações do novo sistema de avaliação, que sai da escala de conceito para a numérica, introduzindo a aprovação por média, sem obrigatoriedade do exame final. Conclui que o novo sis­ tema utilizado não determina se a avaliação do rendimento escolar está sendo feita de modo satisfatório. Cri­ ar condições que favoreçam a utili­ zação de instrumentos de medida mais confiáveis é a meta. (LNMC-CIBEC) 721 Brito, Márcia Regina F. de. Avalia­ ção: projeto ou processo? PRO­ POSIÇÕES, Campinas (SP), n.4 (mar 1991) p.60-64 RES: Tenta estabelecer o signifi­ cado da avaliação dos conteúdos das disciplinas partindo da diferenciação entre a avaliação, como um processo c a avaliação entendida como proje­ to Estabelece alguns aspectos que deveríam ser considerados pelos pro­ fessores que tentam implementar a idéia de avaliação como projeto. (Do original-CIBEC) 722 Davis, Cláudia; Esposito, Yara Lú­ cia. O papel e a função do erro na avaliação escolar. R. BRAS. EST. PEDAG., Brasília (DF), v.72, n. 171 (maio/ago. 1991) p. 196-206 RES: Avaliação do aproveitamen­ to escolar, na ótica piagetiana, deve distinguir o tipo de erro cometido pelas crianças, fomccendo-lhes con­ dições para superá-lo. Estas condi­ ções se referem aos métodos, técni­ cas e procedimentos de ensino, e de­ vem ser selecionadas, em função da 258 avaliação que se faz da natureza dos erros de aprendizagem. Os professo­ res devem fazer da avaliação algo mais produtivo, reduzindo o fracas­ so escolar. Isto só será possível reen- quadrando o papel do erro na escola, que deve ser encarado como resulta­ do de uma postura de experimenta­ ção, onde a criança levanta a hipóte­ se e planeja uma estratégia de ação. (VIL-CIBEC) 723 Dcprcsbiteris, Léa. Avaliação da aprendizagem: revendo conceitos e posições. In: Souza, Clarilza Prado de (Org.) Avaliação do ren­ dimento escolar. Campinas: Pa- pirus, 1991. p.51-79 RES Síntese dos conceitos medir e avaliar, funções da avaliação e dos padrões ou critérios de referência avaliativa. A estreita relação entre a metodologia de avaliação e a concep­ ção filosófica do educador toma-se mais explícita na análise dos diferen­ tes tipos de currículo (acadêmico, tecnológico, humanista, e de recons­ trução social) e na maneira como são estruturados quanto a finalidade, métodos, formas de organização e de avaliação. (RAO-C1BEC) 724 Depresbiteris, Léa. Instrumentos de avaliação: as questões constantes da prática docente. EST. AVAL. EM EDUC., São Paulo (SP), n.4 (jul./dez. 1991) p. 119-133 RES: Para avaliar o domínio cognitivo podem ser utilizados: os testes de aproveitamento escolar, téc­ nica de observação, interrogatório oral e discussão. Há também as téc­ nicas sociométricas, projetivas e re­ gistro anedótico. O procedimento de definir objetivos não deve limitar a aprendizagem, cabendo ao professor a responsabilidade de colocar face ao aluno situações desafiadoras e esti­ mulantes. (VIL-CIBEC) 725 Franco, Maria Laura P. Barbosa. Pressupostos epistemológicos da avaliação educacional. In: Souza, Clarilza Prado de (Org.) Avalia­ ção do rendimento escolar. Cam­ pinas: Papirus, 1991. p. 13-26 RES: O estudo da prática peda­ gógica do professor envolve as deci­ sões de como avaliar o aluno. O en­ tendimento da atividade humana é fundamental para a avaliação da aprendizagem, pois são atos impul­ sionados por motivos específicos e orientados por uma finalidade cons­ ciente. A sua compatibilização cons­ titui a condição do desenvolvimento integral. A ineficiência dos modelos “subjetivista” e “positivista” levou aos educadores a oportunidade de fazer pesquisas, desenvolver sua prá­ tica social e avaliar novos cenários. 259 A avaliação educacional, na vertente “objetivista” tem como unidade a análise do vínculo individuo-socicda- de, numa dimensão histórica. (V1L-C1BEC) 726 Freitas, Luis Carlos de. A dialética da eliminação no processo seleti­ vo. EDUC. & SOC , Campinas (SP), v.12, n.39 (ago. 1991) p.265-285 R.ES: As diferenças entre os alu­ nos são reais e representam diferen­ tes níveis de aprendizagem. Quando tais diferenças são moduladas pela contradição fundamental capital/tra- balho. transformam-se cm contradi­ ção no desempenho da escola capita­ lista. O que deveria ser uma diferen­ ça não-esscncial. que permitiría uma ação pedagógica diversificada, é ele­ vado à categoria de contradição, uma vez que passa a ser uma "explicação cientifica" para a exclusão das cama­ das populares da escola Os meca­ nismos de eliminação/manutenção na hierarquia escolar revelam-se através de: manutenção propriamente dita das classes dominantes cm profissões nobres; manutenção provisória das classes populares cm profissões me­ nos nobres; exclusão pura e simples das camadas populares do interior da escola (evasão); eliminação propria­ mente dita (privação). (RAO - CIBEC) 727 Gama, Elizabeth Maria Pinheiro; Lucas, Liney Orlandina. As per­ cepções sobre a causalidade do fracasso escolar no discurso des­ contente do magistério R BRAS. EST. PEDAG.. Brasília (DF), v 72, n. 172 (set./dez. 1991) p.356- 384 RES: Pesquisa qualitativajunto a professores de seis municípios do Estado do Espírito Santo com o pro­ pósito de colher opiniões sobre as causas do fracasso escolar Revelan­ do seu modo de compreender c de explicar a realidade educacional, os professores apontaram que as condi­ ções econômicas e sociopsicológicas das crianças são fatores deter­ minantes do fracasso escolar (VIL-CIBEC) 728 Grotjahn. Rüdiger. O tcstc-C de lei­ tura: uma visão panorâmica. LET. DE HOJE. Porto Alegre (RS), v.26, n.4 (dez.1991) p.145-173 RES: Nas pesquisas do Tcstc-C são medidos os níveis da linguagem nos seguintes grupos: na língua ma­ terna de crianças cm inglês e cm ale­ mão; o conhecimento da língua es­ trangeira dos aprendizes; e conheci­ mento de uma segunda língua. Deve ser questionada a validade dos testes de leitura e compreensão baseados no teste-C. Em comparação com os tes­ tes padronizados, esse tem a vanta­ gem de ser relativamente fácil de de- 260 senvoiver. Apesar de certas limita­ ções, representa o enriquecimento no panorama de testes disponíveis. (VIL-CIBEC) 729 Hoffmann, Jussara Maria Lerch. Avaliação e construção do conhe­ cimento. EDUC. E REAL., Porto Alegre (RS), v. 16, n.2 (jul./dez. 1991) p.53-58 RES: A prática avaliativa dos pro­ fessores reproduz e revela suas vivências como estudante e como edu­ cador. Professores e alunos usam o termo “avaliação” atribuindo-lhe di­ ferentes significados relacionados aos elementos constituintes da prática avaliativa tradicional: prova, nota, conceitos, boletim, recuperação, re­ provação. A educação e a avaliação são vistas pelos professores como dois momentos distintos e não relaci­ onados, sendo a avaliação essencial à educação. Na perspectiva de cons­ trução do conhecimento, parte de duas premissas básicas: confiança na possibilidade dos cducandos constru­ írem suas próprias verdades e valori­ zação de suas manifestações e inte­ resses. (VIL-CIBEC) 730 Kertész, Izabella; Lorenzoni, Lucinda Maria. Avaliação de desempenho do professor de ensino superior: uma proposta para análise e re­ flexão. EDUCAÇÃO, Porto Ale­ gre (RS), v. 14, n.21 (jul./dez. 1991) p.79-94 RES: A universidade, para atin­ gir seus objetivos, passa pelo proces­ so de avaliação do desempenho dos professores. As sugestões de aspec­ tos que podem ser incluídos nos ins­ trumentos de avaliação de desempe­ nho docente são: participação, com­ portamento ético, comunicação, re­ lacionamento interpessoal, iniciativa, responsabilidade, equilíbrio emocio­ nal, criatividade, comportamento fun­ cional, planejamento de curso, ex­ pressão verbal, reciprocidade nas re­ lações professor-aluno, metodologia e sistema de avaliação. (VIL-CIBEC) 731 Leal, Maria Alejandra Iturrieta. Dis­ túrbios e dificuldades de aprendi­ zagem na aquisição da escrita: reflexões sobre seu diagnóstico na sala de aula. Campinas: UNICAMP, 1991. 85f. Disserta­ ção (mestrado em Educação) RES: Através de um estudo de caso, pretende-se esclarecer como vem sendo feita a avaliação das cri­ anças na primeira série, como e quan­ do os “erros” se transformam, para as professoras, em sintomas ou indí­ cios de algum problema de aprendi­ zagem. A pesquisa foi realizada em três primeiras séries de três escolas, situadas em bairros periféricos da 261 cidade de Vina dei Mar, no Chile. Os dados são analisados considerando- se a alfabetização como um proces­ so no qual a criança e o professor se relacionam c interagem por meio da linguagem. E neste jogo que a crian­ ça vai construindo a linguagem es­ crita. Esta perspectiva da aquisição da escrita leva a pensar que os “er­ ros” das crianças podem ser analisa­ dos como tentativas para entender a linguagem escrita e não necessaria­ mente como distúrbios de aprendiza­ gem levando-nos a pensar não em “problemas de aprendizagem”, mas em “problemas de ensino”, decorren­ tes de “problemas de formação de professores”. (Do original-CIBEC) LOC: CIBECT 372.415:371.26(83) L433d 732 Lehenbauer, Silvana. A avaliação dos docentes do ensino superior. LOGOS, Canoas (RS), v.3, n.2 (2. sem. 1991) p.59-61 RES: A avaliação do docente de ensino superior não pode ser feita iso­ ladamente, mas deve levar em consi­ deração os fatores relacionados à existência da própria universidade. (Do original-CIBEC) 733 Melo, Josemeire Medeiros Silveira de. Avaliação de um curso de arte- educação. EDUC. EM DEB., Fortaleza (CE), v. 14, n.21/22 (jan./dez. 1991) p.47-71 RES: A importância da arte-edu- cação é analisada quanto à formação do profcssoi^de primeira a quarta sé­ rie; na contribuição ao processo de ensino-aprendizagem; no conheci­ mento do eu-com-os-outros-no-mun- do. ou seja, arte como estratégia pe­ dagógica, forma artística e processo vital. Analisa o estudo teórico da edu­ cação c da inserção da arte no pro­ cesso educativo através do Projeto Pró-Docente Rural, realizado na ci­ dade de Caucaia (CE), como exten­ são, ensino e pesquisa da Universi­ dade Federai do Ceará. (LNMC-CIBEC) 734 Niskicr, Arnaldo. Avaliação dos cur­ sos de pós-graduação. LOGOS, Canoas (RS), v.3, n.2 (2. sem. 1991) p.69-71 RES: O Brasil possui um sistema de avaliação permanente apenas em relação aos cursos de pós-graduação stricto sensu. É ainda necessário cri­ ar, mantendo a mesma qualidade da­ quele, um sistema para a graduação e para o lato sensu adequado a suas peculiaridades (Do original-CIBEC) 735 Palumbo, Eliane Manguaba. Curso de formação de gerentes para a pequena e média indústria: uma 262 avaliação. Rio de Janeiro: UFRJ, 1991.4 5 f. Dissertação (mestrado cm Educação) RES: Avaliação do curso realiza­ do pelas federações das indústrias dos Estados de Alagoas, Rio Grande do Norte e Ceará, com patrocínio do Departamento dc Apoio à Media e Pequena Indústria da Confederação Nacional da Indústria. Faz uma ava­ liação dc resultados, medindo o novo programa c a eficácia do curso. Para tal foram entrevistados alunos nas três capitais. num total de 53 indiví­ duos. Os resultados demonstram que o curso atingiu os objetivos propos­ tos tanto pelo projeto quanto pelos alunos, comprovando sua eficácia. Como recomendação do estudo su­ gere não só a implantação sistemáti­ ca do projeto como também a sua extensão, como a implantação de um curso mais aprofúndado para os seus concluintes. (Do original-CIBEC) LOC: CIBECT 371.26 PI84c 736 Paro, Vitor Henrique; Oliveira, Carlos Alberto Pereira de; Leo- nardos, Ana Cristina. Avaliações acadêmicas da escola em tempo integral. In: Cadermatori, Lígia (Org.) O desafio da escola bási­ ca: qualidade eeqüidade. Brasília: 1PEA, 1991. p.47-95 RES: Os participantes da mesa- redonda debatem as duas experiênci­ as de escola de tempo integral em andamento: os Centros Integrados de Educação Pública (ClEPs), no Esta­ do do Rio de Janeiro c o Programa dc Formação Integral da Criança (PROFIC), no Estado de São Paulo. Entre a idealização de uma experiên­ cia inovadora e o resultado de sua implantação situa-se o esvaziamento das intenções presentes no discurso político, que deu forma ao programa e que acabou por determinar uma es­ cola insatisfatória, tanto para a clas­ se pobre quanto para a classe média. (RAO-CIBEC) 737 Pereira, Odílio Ferreira Alves. Ava­ liação do domínio cognitivo em Educação Física: o saber utilitá­ rio e o saber acessório. Niterói: UFF, 1991. 165f. Dissertação (mestrado em Educação) RES: Análise do mapeamento de 120 modelos dc provas teóricas de Educação Física aplicadas em turmas de quinta a oitava séries e de segun­ do grau, no Rio de Janeiro, onde 54,98% dos professores preferiram questões pertinentes ao conhecimen­ to de informações que não influiram na vida prática do aluno. Há uma dissociação entre o discurso e a prá­ tica pedagógica, fazendo com que o conteúdo cognitivo da Educação Fí­ sica afaste-se da promoção da saú­ de, do ponto de vista social, para transformar-se em atividade de cará­ 263 ter acessório preocupando-se com o supérfluo. (MRNP-CIBEC) LOC: C1BECT 796.4 P436a 738 Petry, Ely Carlos. Reflexões sobre a conferência “Avaliação dos docen­ tes do ensino superior”. LOGOS, Canoas (RS), v.3, n.2 (2. sem. 1991) p.62-65 RES: Partiu de três pontos fun­ damentais: 1) a universidade: estru­ tura organizacional, objetivos, recur­ sos humanos e materiais; 2) a avalia­ ção dos docentes no ingresso e na progressão da carreira acadêmica; 3) a avaliação como condicionamento da estrutura e evolução da universidade. (Do original-CIBEC) 739 Ribeiro, Ceres Maria Pinheiro. De estudante de medicina a médico no interior: formação e vida profis­ sional isolada em pequenas cida­ des de vinte e dois médicos egres­ sos da Universidade Federal de Minas Gerais de 1978 a 1985. Campinas: UN1CAMP, 1991. 286f. Dissertação (mestrado em Educação) RES: Verifica a possibilidade de estabelecer critérios sérios e objeti­ vos de análise e de propostas para o estudo de egressos do curso de Me­ dicina. Utiliza entrevistas abertas, com roteiros, analisadas com base em dados da proposta curricular pela qual os médicos se graduaram e na literatura existente. Propõe que seja institucionalizado e sistematizado o estudo de egressos, com metodologia diversificada, para melhor atender à realidade c às necessidades de saúde, bem como para o aprimoramento do ensino em geral e na área da saúde em particular. (ERB-CIBEC) LOC: CIBECT 378.046.2:61 R484d 740 Ribeiro, Darcy. Aspectos culturais do fracasso educacional brasileiro. In: Cadcnnatori, Lígia (Org.) O desafio da escola básica: qualida­ de e equidade. Brasília: IPEA, 1991. p.97-118 RES: A escola ensina ao povo a desenhar o nome, sem ensinar a ler e a escrever. Os Centros Integrados de Educação Pública (CIEPs) surgiram na Baixada Fluminense para que as crianças não fossem deixadas ao abandono. O tempo integral, as re­ feições, a capacitação dos recursos humanos, assistência médica e dentária aos alunos c à população da redondeza foram algumas das dificul­ dades para pôr um CIEP em funcio­ namento. (VIL -CIBEC) 741 Rico, Toscano. Avaliação dos docen­ tes do ensino superior. LOGOS, 264 Canoas (RS), v.3, n.2 (2. sem. 1991) p.48-51 RES: As três funções da univer­ sidade — pesquisa, ensino e exten­ são — pressupõem diálogo perma­ nente com a comunidade e compre­ ensão entre ambas. A avaliação do docente pode ser feita no decurso de uma carreira ou no seu topo. Será que a avaliação do docente é mesmo uma medida de seu valor real, de suas capacidades c qualidades, ou é so­ bretudo uma medida de sua confor­ midade às regras prevalecentes no sistema? (VIL-CIBEC) 742 Romeo, José. Avaliação contextual: docente e universidade. LOGOS, Canoas (RS), v.3, n.2 (2. sem. 1991) p.52-55 RES: A avaliação de docentes universitários deve ser discutida sob dois pontos: diferença entre medir, avaliar e julgar e conhecer as carac­ terísticas da universidade em que os docentes trabalham. (Do original-CIBEC) 743 Salles, Mercedes M. Q. Porto; Lüdke, Menga. Avaliação da aprendiza­ gem numa universidade pública. [Niterói]: UFF, 1991. 5 If. RES: Nos cursos de Nutrição da UFF, a prova é a forma mais usual de avaliação. Ela verifica se o pro­ fessor conseguiu transmitir a infor­ mação, promove o aluno e força-o a estudar. Não é considerada a forma ideal de avaliação, contudo é preferi­ da à apresentação de projetos, visi­ tas, relatórios, fichamentos, entrevis­ tas e outras. Os estágios não são con­ siderados uma boa forma de avalia­ ção porque muitas vezes há atrito entre os professores orientadores e os cozinheiros, ou entre este e os alunos. (RAO-CIBEC) LOC: CIBEC Rp 378.146 S168a 744 Serrano, Magali Rodrigues. O au- toconceito e a percepção de con­ trole e sua relação com o rendi­ mento acadêmico. Campinas: UNICAMP, 1991 94f. Disserta­ ção (mestrado em Educação) RES: Foram sujeitos desta pesqui­ sa 45 alunos da quarta série do pri­ meiro grau de três escolas estaduais da cidade de Campinas. Dos 15 alu­ nos de cada escola selecionaram-se cinco alunos com mau rendimento acadêmico, cinco com rendimento médio e outros cinco com rendimen­ to acadêmico muito bom. Utilizou-se como instrumento de medida do autoconceito o The Piers — Harris Children’s Self-Concept Scale, uma escala de 80 itens em que o sujeito deve responder sim ou não frente a cada item. Na avaliação desta escala usou-se um crivo de correção, e as respostas que denotam autoconceito 265 positivo recebem pontuação um e as de autoconceito negativo recebem zero. Para medir a atribuição causai de sucessos e fracassos acadêmicos foi usada a escala IAR (Intellectual Achievement Responsability). Como resultado concluiu-se que meninos e meninas não diferem entre si quando usado o teste IAR; verificou-se que as meninas apresentam em média um melhor rendimento acadêmico do que os meninos. Os comportamentos de falta de iniciativa na resolução de problemas acadêmicos precisam ser trabalhados na prática para que a aprendizagem dos alunos em sala de aula seja eficaz. (PTRM-CIBEC) LOC: CIBECT 371.26 S487a 745 Silva, Francisco Hermes Santos da. Escola pública de qualidade: pro­ fessor e aluno em busca de solu­ ção... In: Brasil. Secretaria Naci­ onal de Educação Básica. Depar­ tamento de educação pré-escolar e ensino fundamental Registros de experiências: premiados 1991 IV concurso. Brasília: Secretaria Nacional de Educação Básica, 1991. p.103-110 RES: Estudo de caso realizado numa escola pública de Macapá (AP) com a participação de 117 alunos de três turmas da sétima série e duas da oitava série, divididos em: grupo 1) alunos que apresentaram todos os exercícios; grupo 2) apresentaram mais da metade, porém menos de 100%; grupo 3) apresentaram menos da metade, inclusive nenhum. Apli­ caram-se testes individuais em nível de análise c interpretação dos proble­ mas ao final de cada unidade. A prá­ tica de atividades extra-classe, siste­ matizada a consciente, contribui para uma boa aprendizagem da Matemá­ tica, principalmente se os próprios alunos fazem a correção do dever de casa e debatem com os colegas para provar a validade dos seus argumen­ tos. As vantagens dessa prática são o baixo custo e não requerer tempo para efetivá-la. (RAO-CIBEC) 746 Silva, Lúlia Queiroz. Proposta de um sistema operacional de avaliação para o curso de Pedagogia do Ins­ tituto de Educação de Minas Ge­ rais. Rio de Janeiro: UFRJ, 1991. 231 f. Dissertação (mestrado em Educação) RES: Com base nas seguintes fon­ tes: legislação, literatura especializa­ da, relatório de experiências nacio­ nais e estrangeiras, documentos ofi­ ciais do CPIEMG e entrevistas com membros da comunidade do CPIEMG, construiu-se uma escola de avaliação de qualidade do ensino superior. Agrupou-se a seleção dos indicado­ res em: descritivos ou de baixa inferência e de desempenho ou de alta 266 inferência. Com eles construiu-se uma escola tipo Likert de quatro pon­ tos. A proposta de avaliação compre­ endeu quatro etapas: a) descrição da realidade, baseada na Escala de Ava­ liação (Informação); b) reflexão crí­ tica c sugestões da comunidade en­ volvida (Apreciação); c) tomada de decisão c planejamento operacional sistêmico (Decisão c Planejamento); e d) a concretização cm ações inte­ gradas e realísticas (Ação). Para que essa proposta ganhe um nível de efetividade, é necessária a manuten­ ção permanente de avaliadores que se dediquem a essa tarefa c que possam expandir o processo até atingir todos os segmentos institucionais. (PTRM-CIBEC) LOC: CIBEC T 373.521.6 S586p 747 Sousa, Clarilza Prado de. Avalia­ ção do rendimento escolar: se­ dimentação de significados. In: Souza, Clarilza Prado de (Org.) Avaliação do rendimento esco­ lar. Campinas: Papirus, 1991. p.143-151 RES: Reconduzir a avaliação às suas funções é um ato político por três motivos. Primeiro, porque a desvincula da decisão de aprovar e reprovar; ela deve diagnosticar qual a posição do aluno em determinado momento, em relação aos objetivos do curso e por que tem dificuldades em progredir. Em segundo lugar, por­ que fortalece alunos e professores a se constituírem como sujeitos morais e políticos. Finalmente, porque recu­ pera a sua destinação pedagógica ao permitir que o aluno perceba suas dificuldades e suas possibilidades. (RAO-CIBEC) 748 Sousa, Clarilza Prado de. Significa­ do da avaliação do rendimento escolar: uma pesquisa com espe­ cialistas da área. In: Souza, Clarilza Prado de (Org.) Avalia­ ção do rendimento escolar. Cam­ pinas: Papirus, 1991. p.109-140 RES: Pesquisa qualitativa com 13 sujeitos, especialistas, que desenvol­ veram uma reflexão sobre avaliação em pesquisas ou em seu trabalho do­ cente. A partir dos discursos naturais obtidos nas entrevistas, gravadas e transcritas, fizeram-se duas análises: uma ideográfica, para identificar e integrar as proposições dos especia­ listas, e, a outra, nomotética, para submeter as categorias identificadas ao princípio da convergência/diver- gência. O significado atribuído à ava­ liação depende de ela ser ou não uma proposta educacional, da ênfase atri­ buída à área cognitiva, dos valores implícitos no sistema educacional (controle disciplinar, discriminação do aluno) e depende da formação do professor como avaliador. (RAO-CIBEC) 749 267 Sousa, Sandra Zákia Lean de. Revi­ sando a teoria da avaliação da aprendizagem. In: Souza, Clarilza Prado de (Org.) Avaliação do ren­ dimento escolar. Campinas: Pa- pirus, 1991. p.27-49 RES: As tendências dominantes nos estudos sobre avaliação da apren- dizagem dos nove autores mais freqüentemente veiculados nos mei­ os educacionais brasileiros são orga­ nizadas num quadro descritivo-ana- lítico, a partir das seguintes facetas: definição, natureza, funções, proce­ dimentos, avaliadores e forma de co­ municação dos resultados obtidos através da avaliação. (RAO-CIBEC) 750 Sousa, Sandra Zákia Lean de. A prá­ tica avaliativa na escola de pri­ meiro grau. In: Souza, Clarilza Prado de (Org.) Avaliação do ren­ dimento escolar. Campinas: Pa- pirus, 1991. p.83-108 RES: Investigação realizada em duas escolas de primeiro grau, da rede pública estadual de ensino de São Paulo, teve como um dos objetivos caracterizar e analisar a vivência da avaliação da aprendizagem, a partir da representação de professores e alu­ nos. As informações foram coletadas por meio de entrevista e questioná­ rio. A prática avaliativa apóia-se na premiação e classificação, serve para controle e adaptação das condutas sociais dos alunos, manifesta-se por relações de poder e subordinação e oculta a dimensão social da sele­ tividade escolar. (VIL-CIBEC) 751 Soutinho, Antônio Castro Avaliação do docente: conhecimento e capa­ cidade de comunicação. LOGOS, Canoas (RS), v.3, n.2 (2.sem 1991) p.56-58 RES: A avaliação não pode ser conduzida separadamente da avalia­ ção da universidade. Além disso, é preciso ter cm conta que o professor, ao ser avaliado, deve sê-lo em duas instâncias diferentes: por terceiros e por seus próprios pares. São objetos da avaliação a capacidade científica do professor e seus dotes pedagógi­ cos. Sem estes, não seria professor, seria investidor (Do original-CIBEC) 752 16.03 — AVALIAÇÃO — DOS SISTEMAS DE ENSINO Bonitatibus, Suely Grant. Ensino médio: expansão e qualidade. In: ensino medio como educação bá­ sica. São Paulo, Brasília: Cortez: SENEB, 1991. p.118-135 RES: A complexidade do estudo decorre das transformações no mun­ do, das mudanças de caráter estrutu­ ral e funcional dos sistemas de ensi­ 268 no. Envolvem aspectos quantitativos e qualitativos da educação tcndo-se em conta o momento histórico, a pos­ tura ideológica dos planejadores do sistema e, portanto das relações so­ ciais estabelecidas no contexto sócio- político, que extrapola os limites da instituição educativa, a fim de referenciá-la ao mundo do trabalho e do poder político. (LNMC-CIBEC) 753 Cury, Carlos Roberto Jamil. Alguns apontamentos em tomo da expan­ são e qualidade do ensino médio no Brasil. In: Ensino médio como educação básica. São Paulo, Brasília: Cortez: SENEB, 1991. p.136-154 RES: Expõe um balanço históri- co-constitucional e um balanço his- tórico-estatístico da expansão das redes de ensino pública e privada no ensino médio. Analisa o “dever do Estado” versus “direito do cidadão”, ou seja, o dever do Estado além do “ensino fundamental obrigatório” é expresso também na extensão pro­ gressiva desta “obrigatoriedade” ao ensino médio e na sua oferta amplia­ da e qualificada, sendo que a tônica para a educação pública reside em receber recursos dos cofres públicos e na introdução do princípio da ges­ tão democrática. (LNMC-CIBEC) 754 Freitas, Elizabeth Cassimiro de. Pro­ dução científica em educação: concepções, parâmetros avalia- tivos e configuração no Brasil. TÓP. EDUC., Recife (PE), v.9, n.1/2 (1991) p.23-35 RES: Recorrendo às contribuições da literatura nacional, o artigo rese­ nha as concepções e suas implica­ ções, bem como os parâmetros avaliativos de produção científica em educação. (PTRM-CIBEC) 755 Gatti, Bemardete; Vianna, Heraldo Marelim; Davis, Cláudia. Proble­ mas e impasses da avaliação de projetos e sistemas educacionais: dois casos brasileiros. EST. AVAL. EM EDUC., São Paulo (SP), n.4 (jul./dez. 1991) p.7-26 RES: Relato de dois projetos de avaliação de grande porte, conduzi­ dos por pesquisadores da Fundação Carlos Chagas (SP), que visavam apreender os resultados da aprendi­ zagem escolar. São eles: Programa de Expansão e Melhoria do Ensino no Meio Rural do Nordeste Brasileiro — Edurural, e Rendimento de Alunos de Escolas de Io Grau da Rede Pública dos vários estados da Federação. Recursos gastos para garantir a qua­ lidade do ensino básico foram escas­ sos. A sucessão de administradores tem gerado descontinu idade de infor­ mação. A escola brasileira não cum­ 269 pre nem mesmo sua função primária quanto mais o desenvolvimento da cidadania. E preciso ação para que se ofereça uma educação básica efe­ tiva para a população. (VIL-C1BEC) 756 Waiselfísz, Julio Jacobo. O Sistema Nacional de Avaliação do ensino público de primeiro grau. EST. AVAL. EM EDUC., São Paulo (SP), n.4 (jul./dez. 1991) p.65-72 RES: Com a implementação do Sistema Nacional de Avaliação pre­ tende-se fomecer informações c indi­ cadores sobre a situação e resultados, relacionados a três eixos: univer­ salização, eficiência e qualidade de ensino; valorização do magistério; gestão do campo educacional, para que se estabeleçam parâmetros indicativos da evolução da situação educacional. (VIL-C1BEC) 757 17.01 — ESPORTE — EDUCA­ ÇÃO FÍSICA Andrade, Marcelo de Mello. Lazer esportivo: fundamento da ecolo­ gia humana urbana. São Paulo: USP, 1991. 49f. Dissertação (mestrado em Educação Física) RES: Com uma abordagem soci­ ológica sob a ótica da ecologia hu­ mana procura estabelecer uma cor­ relação dos valores ecológicos, dos humano-urbanos c do lazer esporti­ vo. Segundo os métodos e técnicas da pesquisa fcnomcnológico-hermc- nêutica do pensamento sistêmico, es­ tuda obras, palavras, gestos, ações, símbolos e discursos compreendidos ou desenvolvidos cm seus sentidos. Considera os valores históricos c so­ ciais relacionados com a educação física c os esportes para a formação c definição de um corpo de conheci­ mento dessas matérias, e que lazer é um corolário de um tempo de não tra­ balho Apresenta também conceitos de esporte, rendimento, lazer espor­ tivo e tempo, cm relação ao traba- Iho-lazer. (VIL-CIBEC) LOC: CIBEC T 379.8.04 A5531 758 Báfero, Francisco Augusto. Da Edu­ cação Física escolar para a Edu­ cação Física informal: o clube e a prática esportiva. Piracicaba: UNIMEP, 1991.90f. Dissertação (mestrado cm Educação) RES: Investigação do inter-rela- cionamento entre a Educação Física do primeiro grau e as atividades de lazer em clubes sociais em uma amos­ tra de 283 indivíduos de 40 a 50 anos de idade, submetidos a um questio­ nário informativo. A tendência evi­ denciada demonstrou que os espor­ tes coletivos são influenciados pelas atividades físicas formais desenvol­ 270 vidas no período escolar, ao passo que esportes individuais são menos influ­ enciados. Os fatores “amigo” e “fa­ mília” foram preponderantes na es­ colha dos clubes sociais aos quais os sujeitos pesquisados se vincularam. (VIL-CIBEC) LOC: CIBECT 796.4 B143d 759 Carvalho, Sérgio. Terá o Brasil, no terceiro milênio, Educação Física Adaptada?. CAD. EDUC. ESP., Santa Maria (RS), n.3 (1991) p.13-19 RES: E preciso rever nos currí­ culos o espaço destinado ao estudo da EFA, partindo da realidade vi- venciada. A orientação adequada para os pais dos portadores de necessida­ des especiais, a adaptação das insta­ lações e equipamentos necessários a suas atividades vitais e a prática da atividade física também são funda­ mentais. As soluções para a EFA de­ vem nascer de ações conjuntas da comunidade em geral, do Legislativo, do Executivo e, sobretudo, dos profis­ sionais de educação física. (Do original-CIBEC) 760 Hidd, Florignc da Silva. Método de ensino parcial e método de ensino das partes progressivas na apren­ dizagem do nado crawl. São Pau­ lo: USP, 1991. 130f. Dissertação (mestrado em Educação) RES: Estuda a eficiência e a in­ fluência do método de ensino parcial com o das partes progressivas e da idade na aprendizagem do nado crawl. Considera que a natação, como atividade pedagógica, requer dos profissionais um melhor conhe­ cimento sobre a metodologia de ensi­ no que favoreça um aprendizado mais eficiente, c que propicie um melhor aproveitamento dos benefícios que esta atividade oferece. Constrói um instrumento de avaliação para coleta de dados, aplicando-o através de amostra. Não encontra diferenças significantes em relação às faixas etárias, nem dos métodos de ensino. Ressalta algumas tendências e pro­ põe novos estudos para confirmação dos resultados. (ERB-CIBEC) LOC: CIBEC T 797.2 H632m 761 Salve, Mariângela Gagliardi Caro. Educação Física e a interdis- ciplinaridade: um estudo através dos conceitos de totalidade x es­ pecialidade. Piracicaba: UNIMEP, 1991. lOlf. Dissertação (mes­ trado em Educação) RES: Ao constatar que o termo interdisciplinaridade estava sendo usado sem o devido rigor e a neces­ sária radicalidade científica, identi­ fica a possibilidade de se pensar no ensino formal interdisciplinar nas áre­ as da ciência, da educação e da Edu­ 271 cação Física. Partindo da Antropo­ logia. as ciências humanas devem promover iniciativas intcrdisci- plinares, tendo como alvo a busca da totalidade e a unidade do conhecimen­ to humano. No setor educacional. aponta a urgência de esgotar a conceituação, a terminologia, as exi­ gências, os objetivos e os obstáculos que giram em torno da interdis- ciplinaridadc, desmistificando essa palavra. A área da Educação Física não produz um pensamento racional e nem consegue explicar com clareza o seu objetivo de estudo, invia­ bilizando um empreendimento inter- disciplinar. (V1L-CIBEC) LOC: CIBEC T 796.4 S183e 762 17.02 - ESPORTE - JOGOS ES­ PORTIVOS Andrics Júnior, Orival. Moldeamento corporal e repressão vital: visão crítica de um ex-atleta em nata­ ção. Piracicaba: UNIMEP. 1991. 72f. Dissertação (mestrado em Educação) RES: Os atletas de competição em natação passam, durante a fase de treinamento, por uma pressão cons­ tante, em que a frenética busca da melhoria na performance, com o in­ tenso trabalho de treinamento em na­ tação, faz com que eles se afastem cada vez mais da relação homem/ água como busca do prazer. Não des­ carta a validade da natação competi­ tiva, onde o atleta não passa de um "objeto'’ nas mãos dos manipu­ ladores, e não deixa de lado a nata­ ção utilitária que faz do indivíduo um "sujeito” na reconquista do prazer (VIL-CIBEC) LOC: CIBEC T 797.2 A573m 763 272 índice de autores AUTOR PESSOAL Abaurre, Maria Bemadete Marques, 343 Abbud, Maria Luiza Macedo, 511 Adorno, Sérgio, 281 Aguiar, Carmen Maria, 288 Aguiar, Márcia Angela, 64 Aibano, Eleonora, 344 Albuquerque, Maria Angela Teófilo, 721 Albuquerque, Maria Cícera dos Santos de, 588 Alencar Filho, Clodoaldo de, 660 Almeida, Maria Aparecida Fonseca de, 340 Almeida, Maria Zeneide de Carneiro Magalhães de, 194 Almeida, Terczinha Wiggers de, 549 Alvarenga, Dulce Rodrigues, 54 Alvarenga, Márcia Soares de, 65 Alverga, Naidc Ribeiro de, 66 Alves, Alda Judith, 1 Alves, Gilberto Luiz, 402 Alves, José Carlos Moreira, 403 Alves, Mario Luiz, 550 Amado, Wolmir, 404 Amado, Wolner, 589 Amador, Maria Virtuosa Pereira, 671 Amancio, Ana Maria, 469 Amaral, Lígia Assumpção, 282 Amaral, Maria Nazaré de Camargo Pacheco, 512 Amaral, Maria Teresa Marques, 513 Amaral, Sandra Moreira, 345 Amoriin, Maria Luisa, 40 Anachc, Alexandra Ayach, 544 Andrade, Marcelo de Mello, 758 Andries Junior, Orival, 763 Aquino, Olga Ribeiro de, 289 Arakama, Gertrudes Kayoko, 590 273 Arantes, Cláudio Oliveira, 161 Arapiraca, Mary de A., 364 Araújo, Aloisio Barbosa de, 67 Araújo, Dilton F., 393 Araújo, José Carlos Souza, 683 Araújo, Maria Inês de, 234 Araújo, Paulo Ferreira de, 394 Arena, Dagoberto Buim, 219,405 Assis, Eveline Silva de, 470 Avila, Ivany Souza, 346 Avila, Jorge de, 195 Axt, Margarete, 347,691 Ayres, Ana Cléa Brasga Moreira, 514 Azambuja, Joselina Queiroz de, 684 Azambuja, Leonardo Dirceu de, 634 Azevedo, Andréa A. de, 348 Bafero, Francisco Augusto, 759 Baggio, Marco Aurélio, 309 Bakos, Margarete M., 406 Baldino, Roberto Ribeiro, 424 Balzan, Newton César, 8 Barbon, Antônio Domingos, 515 Barbosa, Alzira Duarte, 590 Barbosa, Elisa de Oliveira, 68 Barbosa, Loiraci Lopes, 562 Barcelos, Eronita Silva, 235 Bariani, Isabel Cristina, 320 Barreiro, José Carlos, 661 Barreiro, Leda Breitenbach, 488 Barrela, Fernanda M.F., 692 Barreto, Angela Maria Rabelo Ferreira, 31 Barreto, José Anchieta Esmeraldo, 196 Bastos, João Augusto de Souza de Almeida, 662 Bastos, Maria Regina, 712 Batista, Antônio Augusto Gomes, 349 Batista, Jane Beatriz, 407 Beck, Nestor L. J., 516 Bento, Olga de Jesus, 114 274 Bemardes, Anna, 69, 102 Bcmardes, Nara Maria Guazelli, 260 Bernardo, Maristela Veloso Campos, 225 Beyer, Hugo Otto, 335 Bezerra, Aldenice A., 489 Bezerra, Eufrásio A., 489 Bezerra, Holicn Gonçalves, 517 Biccas, Maurilane de Souza, 13 Bizzo, Nélio Marco Vincenzo, 14 Blay, Eva Alterman, 471 Blick, Guilherme, 643 Boechat, Márcia Almeida, 172 Bohn, Mariasinha Beck, 619 Bollmann, Maria da Graça Nóbrega, 290 Bolognini, Carmen Zink, 563 Bonamigo, Euza Maria de Rezende, 325 Bonitatibus, Suely Grant, 236, 753 Bordas, Merion Campos, 582, 583 Bordin, Ronaldo, 220 Borges, Luciano Amorim, 151 Bortoni, Stella M., 564 Botler, Alice Miriam Happ, 670 Boufleuer, José Pedro, 425 Braga, Marco Antônio Barbosa, 472 Braga, Ronald, 178,490,669 Brandão, Heliana Maria Brina, 341 Brasileiro, Helena Márcia Rabello, 72 Brauna, Rita de Cássia de A., 653 Bretas, Genesco Ferreira, 408 Bright, Ruth, 385 Brito, Itamar Sousa, 240 Brito, Manoel Francisco, 177 Brito, Maria Regina F. de, 722 Brito, Vera Lúcia Ferreira Alves de, 73 Britto, Luiz Navarro de, 74, 75, 162 Bruhn, Lúcia Eli Bastos, 705 Brunet, Maria Lucy Schuch, 575 Brusilovsky, Silvia, 519 275 Bryant, Peter E., 373 Buarque, Cristovam, 197 Buchala, Marisa de Souza Costa Neves, 580 Bueno, Belmira A. Barros Oliveira, 15 Bustamante, Silvia Branco Vidal, 693 Bzuneck, José Aloyseo, 310, 565 Cabrera Montoya, Blas, 267 Calil, S.J., 707 Callai, Dolair Augusta, 576 Calmon, João, 409 Camargo, Ana Maria Faccioli de, 395 Camilloni, Alicia, 198 Campos, Gilda Helena Bemardino de, 712 Campos, Maria M. Malta, 16, 76 Campos, Nancy, 386 Camurça, Zélia Sá V., 77 Capdeville, Guy, 410 Capellesso, Maria Ottilia, 237 Carbonari Netto, Antônio, 178 Cardoso, Maria Helena Fernandes, 238 Cardoso-Martins, Claudia, 620 Cardozo Gomez, Margarita Maria, 78 Carmo, Apolônio Abadio do, 644 Carneiro, Waldeck, 254 Carregai, Lúcia Theresa Lessa, 552 Carrijo, Stela Maria de Paiva, 621 Carvalho, Anna Maria Pessoa de, 17 Carvalho, Marta Maria Chagas de, 18 Carvalho, Míriam Lopes, 705 Carvalho, Nelson Luiz Cardoso, 672 Carvalho, Sérgio, 760 Carvalho, Thadeu Antônio, 520 Carvalho, Vânia B.C.L. de, 521 Carvalho, Washington Luiz Pacheco de, 522 Castanho, Maria Eugenia L. M , 685 Castejon, Augustinho, 426 Castro, Aríete Pereira Moura de, 581 Castro, Carmem, 406 276 Castro, Cláudio de Moura, 41 Castro, Guillermo Williamson, 106 Castro, Nancy Campi de, 246 Catani, Denice Barbara, 19 Cavalcanti, Katia Brandão, 326 Cavalcanti, Marilda C., 274 Cavour, Regina Maria Annibal, 457 Centrulo, Ricardo, 427 Cerqueira, Carlos Alberto Pedreira, 79 Chassot, Attico Inácio, 523 Chaves, Carlos Henrique Freitas, 714 Chaves, Maria Salete, 524 Chaves, Peripedes Franklin Maia, 199, 553, 694 Chiareli, Lindamir C., 411 Cicillini, Graça Aparecida, 635, 673 Cidade, Heraldo Antônio Faria, 695 Civiletti, Maria Vittoria Pardal, 412 Clemente, Eivo, 473 Climaco, Arlene Carvalho de Assis, 413 Cocco, Maria Inês Monteiro, 396 Coelho, Aparecida Maria de Jesus, 145 Coelho, Eduardo José Pereira, 200 Conceição, Rosana R. da, 471 Corazza, Sandra Mara, 428 Coronel, Delfina, 49 Corrêa, Jane, 317 Corrêa, Leticia M. Sicuro, 350, 351 Corrêa, Lurdes Terezinha, 352 Corrêa, Rosa Lydia Teixeira, 192 Corrêa, Suzana Barros, 615 Corrêa, Vera Maria de Almeida, 525 Cosenza, Elizabeth Faria Amaral, 696 Costa, Ana Alice Alcântara, 616 Costa, Angela Vaz Dalla, 591 Costa, Eliane Moreira da, 592 Costa, Marisa C. Vorraber, 2, 429 Costa, Thais Helena, 251 Costa, Vera Luza Martins, 326 277 Costa, Vera Marilia G. da, 430 Couriel, Ilze Helena Chiabai, 80 Creidy, Carmem, 291 Cunha, Ana Maria Oliveira, 635 Cunha, Fátima, 81 Cunha, Luiz Antônio, 491 Cunha, Marcus Vinícius da, 82 Cunha, Maria Teresa Santos, 476 Cury, Carlos Roberto Jamil, 83, 754 Cysneiros, Paulo Gileno, 697 Daibem, Ana Maria Lombardi, 84 Dalla Zem, Maria Isabel Habckost, 372 Dantas, Leda Alves, 85, 86 Dante, Luiz Roberto, 636 Dascal, Marcelo, 87 Davis, Claudia, 723, 756 Davies, Nicholas, 484 Delezu, Vera Lúcia Cordeiro, 627 Deluiz, Neise, 305, 431 Dcmange, Nilson Joseph, 88 Demo, Pedro, 502 Depresbiteris, Léa, 724, 725 Dettoni, José, 432 Dias, Genebaldo Freire, 474 Diaz Alva, Blanca Beatriz, 202 Dick, Lauro, 353 Dietzch, Mary Julia M., 20 Diniz, Ester dc Carvalho, 663 Dobranszky, Enid Abreu, 258 Domingos, José, 566 Dourado, Eva Marialva Cozza, 623 Dourado, Luiz Femande, 179 Dowker, Ann, 373 Duarte, Rosália Maria, 292 Dugas, Lynda S., 593 Dupas, Giselle, 674 Elisio, Octavio, 89, 90 Emer, Ivo Oss, 293 278 Engers, Maria Emilia Amaral, 221 Erustes, Luciane, 590 Esposito, Yara Lúcia, 723 Estevcs, Vera Vergara, 53 Exelrud, Jacques, 708 Fagherazzi, Maria Cristina Biazus, 699 Fagundes, José, 294 Fagundes, Léa da Cruz, 710 Failace, Marize Hoff, 686 Falk, João Wcmer, 220 Faria Filho, Luciano Mendes de, 414 Faundez, Antônio, 91 Favaretto, Celso F., 433 Favero. Maria de Lourdcs de Albuquerque, 3, 415 Favreto, Leonilda Paludo, 718 Feigel, Zilda, 503 Felipe. Tanya A., 700 Fernandes, Maria Estrela Araújo, 526, 584 Fernandes, Vicentina Naves, 295 Fcrramola, Renata, 701 Ferrari, Alceu Ravanello, 42 Ferreira, Almiro de Sá, 506 Ferreira. Bcrta Weil, 577 Ferreira. Márcia Ondina Vieira, 92 Ferreira, Rosilda Arruda. 354 Ferreira, Terczinha Lombello, 434 Ferretti, Celso João, 180 Fevorini, Luciana Bittencour, 147 Figueira, Rosa Attie, 355 Figueiredo, Mary Neide Damico, 507 Figueiroa, Carlos Palia, 203 Finocchio, José Luiz, 283 Flor, Cristiane Marx, 147 Flores, Onici Claro, 622 Fonseca, Marilia, 252 Fonseca, Selva Guimarães, 645 Fontana, Roseli Aparecida Cacao, 327 Fontanella, Francisco Cock, 261 279 Fontes, Ana Maria Moraes, 311 Fraga, Manuel Dias da, 93 Franca, Celio Francisco, 163 Franca, Jussara Marilda. 275 Franceschi Neto, Márcia de, 475 Francisco, Geatani, 181 Franco, Maria A. Ciavatta (Coord.), 96 Franco, Maria Laura P. Barbosa, 4, 594, 726 Frangc, Lucimar Bello Pereira, 485 Freire, Cynthia de Roya, 623 Freire, Paulo, 94 Freitas, Elizabeth Cassimiro de, 5, 755 Freitas, Luis Carlos de, 727 Freitas, Rute Cândida. 624 Frigotto, Gaudencio, 95. 96 Frocs, Jorge de Rodrigues de Mendonça, 714 Fukui, Lia. 97 Gabbardo, Liana Maria Reguia, 567 Gabbiani, Beatriz, 568 Gagliardi, Erasmo, 59 Galvan, Alda Luiza, 299 Gama, Elizabeth Maria Pinheiro, 728 Gargantini, Marisa Bueno Mendes, 366 Gasman, Lydinea, 702 Gasparctto. Maria Elisabete R. F, 692 Gastaldo. Denise Maria, 582, 583 Gatti, Bemardete, 756 Geraldi, João Wanderley, 356 Gerken, Carlos Henrique de Souza, 284 Gervais, Michel, 204 Ghiraldelli Júnior, Paulo, 435 Ghiso, Alfredo, 436, 437 Giacomassa, Ana Dalla, 239 Gikovate, Flavio, 321 Gitai, Delza Leite Góes, 98 Gleuzezak, Agacir, 646 Goergen, Pedro L., 50 Gohn, Maria da Gloria M., 268 280 Goldenberg, Maurício, 182,492 Gomes, Cândido Alberto, 99, 253 Gomes, Carmenisia Jacobina Aires, 100 Gomes, Márcia Pires Ramos de Magalhães, 328 Gomes, Vera, 595 Gonçalves, Maria Elizabete Oliveira, 496 Gondim, Maria Augusta Drumont Ramos, 312 Gondra, José Gonçalves, 152 Goodman, Kenneth S., 357 Goulart, Íris Barbosa, 101 Govoni, Regina Cczarino et al., 692 Grando, Mirian Salete, 596 Grassin, Jean Marie, 541 Grillo, Marlene, 329, 438 Grotjahn. Rudiger, 729 Gueiros, Therezinha, 102 Guerrero Sanchez, José Guillermo de La Altagracia, 439 Guimarães, Ana Maria de Mattos, 358 Guimarães, Eloisa, 276 Guimarães, Maria Tereza Canesin, 262 Guimarães, Paulo, 103 Gusso, Divonzir Arthur, 104, 527 Hage, Jorge, 105 Haguette, André, 146, 226 Heerden, Maija Van, 387 Hemandorena, Carmen Lúcia Matzenauer, 359 Hidd, Florigne da Silva, 761 Hofímann, Jussara Maria Lerch, 730 Hony, Patrícia Albertina Caprio, 713 Hoyos-Andrade, Rafael Eugênio, 597 Huang, Harry, 360 Ibanez, Alfonso, 440 Ireland, Vera Esther Jandir da Costa, 554 Ishikawa, Akemi, 338 Iturrieta Leal, Alejandra, 106 Justi, Rosaria da Silva, 675 Kawasaki, Clarice Sumi, 493 Kellner, Sheilah Rubino de Oliveira, 494 281 Kertesz, Izabella, 731 Kimura, Miako, 676 Kishimoto, Tizuko Morchida, 22 Kitajima, Ana Tereza de Lurdes Whitaker, 565 Klaes, Rejane Raffo, 255 Koch, Zenir Maria (Coord.), 504 Kogure, Linda, 647 Kovaleski, Neiva Maria Pacheco, 313 Krahe, Elizabeth D., 558 Kramer, Sonia, 107, 334 Krawczyk, Nora, 108 Krilow, Ingrid, 688 Krug, Jorge Gilberto, 528 Kude, Vera Maria Moreira, 325, 330 Kuhlmann Junior, Moyses, 416 Kulesza, Wojciech Andrzej, 417 Kunsh, Margarida Maria Krohling, 205 Kunz, Elenor, 259 La Taille, Yves de, 147 Ladusans, Stanislavs, 654 Lago, Mara Coelho de Souza, 441 Lamprecht, Regina Ritter, 361 Lankenau, Terezinha de Jesus Gomes, 494 Lapa, Constância Nely Sivenson, 109 Laplane, Adriana Lia Friszman de, 442 Leal, Antônio da Costa, 625 Leal, Carlos Ivan Simonsen, 247 Leal, Elizabeth Juchem Machado, 476 Leal, Leiva de Figueiredo Viana, 598 Leal, Maria Alejandra Iturrieta, 732 Leal, Maria Cristina, 248 Leal, Maria de Lourdes Rodrigues, 648 Lecuyer, Jacques, 206 Lehenbauer, Silvana, 733 Leitão, Sérgio Proença, 207 Leite, Denise Balarine C., 183 Leite, Maria Tereza de Moura, 457 Leite, Siomara Borba, 264 282 Lengran, Paul, 555 Leonardos, Ana Cristina, 184,737 Leyton-Soto, Fernando, 556 Lima, Aldo José Rodrigues de, 110 Lima, Balina Bello, 494 Lima, Emilia Freitas de, 98, 208 Lima, Maria Cândida de Albuquerque, 703 Lima, Marilia dos Santos, 362 Lima, Tcrezinha Baze de, 626 Limoeiro, Rosana, 111 Linhares, Célia Frazão Soares, 494 Lobo, Yolanda Lima, 112 Locatelli, Iza, 569 Loffler, Pérola Maria Paganelli, 265 Lonergan, Terrence, 209 Lontra, Hilda Orquídea Hartmann, 655 Lopes, Antônia Osima, 687 Lopes, Elianc Marta Santos Teixeira, 477 Lopes, Iveuta A., 564 Lopcz Ospina, Gustavo, 56 Lorenzetto, Luiz Alberto, 443 Lorenzoni, Irene, 322 Lorenzoni, Lucinda Maria, 164, 731 Lucas, Liney Orlandina, 728 Lucena, Samuel E. de, 708 Ludke, Menga, 744 Ludwig, Antônio Carlos Will, 165 Luffi, Mansur, 599 Luma, Sérgio, 444 Luna, Claudia, 444 Luz, Ana Maria de C., 364 Macedo, Vera Lúcia Viana de, 6 Machado, Ângelo, 600 Machado, Elian de Castro, 704 Machado, Lucilia de Souza, 113 Machado, Maria Beatriz Pinheiro, 637 Mafra, Leila de Alvarenga, 43 Magagnin, Silvana Maria, 323 283 Magalhães. Ana Lucia F. (Coord), 96 Magalhães, Ana Maria Mullcr de, 380 Magnani, Maria do Rosário Mortatti. 529 Mahcr, Tereza Machado, 277 Maia, Marilda de Franca, 663 Maldaner, Otávio Aloisio, 574 Maluf, Sheila Dias, 677 Mamour, Ba, 388 Mantoan, Maria Tereza Egler, 545 Marques, Iara Maria dc Almeida. 114 Marques, Isabel Maria Meirelles de Azevedo, 664 Marques. Juracy Cunegatto, 153 Marques, Mario Osório, 115, 445, 446, 447 Marques, Sandra Maria Rabelo, 363 Marques. Waldemar, 495 Martines, Isaura, 705 Martini, Rosa Maria F., 183 Martins, Célia Soares, 269 Martins, Vanda Maria Bertin, 601 Masetto, Marcos Tarciso, 530 Massa, Jean-Michel, 541 Massera Garayalde, Ema Julia, 116 Matsushima, Kazue, 478 Mazzotti, Tarso Bonilha, 448, 706 Medeiros, Marilu Fontoura de, 285 Meirelles, Maria de Lourdes Almeida, 719 Mejia Jimenez, Marco Raul, 449, 450, 557 Melchior, José Carlos de Araújo, 249 Mello, Florentino de Siqueira (Coord ), 39 Mello, Maria Bemadete Silva, 570 Mello, Maria Cecília P, Figueiredo de, 278 Melo, Josemeire Medeiros Silveira de, 734 Melo, Lenilda do Nascimento, 663 Melo, Márcia Maria de Oliveira, 256 Melo, Maria Alice, 269 Melo, Orlinda Maria de Fátima Carrijo, 270 Mendes, Aquilas Nogueira, 117 Mendes, Clayde Regina, 331 284 Mendes, Gloria Maria Siqueira, 623 Mendonça, Ana Waleska P. C ., 531 Mendonça, Carlos Ovídio Lopes de, 605 Meurer, Cecília Terezinha, 345 Mcycr Júnior, Victor, 250 Mcyer, Dagmar Estermann, 582, 583 Meycr, Monica Angela de Azevedo, 479 Michalaros, Jcan A., 707, 708 Migucz, Inês Azar, 532 Miranda, Maria Luiza de Jesus, 665 Miranda. Marildes Marinho, 296 Mokrcjs, Elisabete, 23 Mollcr, Marli, 318,332 Mollis, Marcela, 508 Monteiro, Regina Clare, 7 Montcnegro, Antônio Torres, 602 Montcnegro, Ivoneidc Dutra, 66 Montcnegro, João Lopes de, 44 Moraes, Raquel de Almeida, 118 Moraes, Solange Silva, 486 Morais, Maria das Graças, 66 Morales Aldana, Leonel, 119 Moreira, Earle Diniz Macarthy, 533 Moreira, Igor, 451 Moreira, Laura Ceretta, 333 Moreira, Roberto, 154 Morei, Cristina Maria Toledo Massadar, 185 Moreno, Joseph J., 389 Moreno, Rosângela da Silva, 297 Morosini, Marilia Costa, 183 Moser, Alvino, 452 Mota, Katia M. S., 364 Motta, Maria Josepha Pisacco, 381 Motyczka, Neide Marise Andreatta, 129 Moura, Giscla Maria S. Souto de, 380 Moura, Maria Lucia Seidl de, 317, 365, 709 Mourino Mosquera, Juan Jose, 263, 453 Munoz, Tânia, 480 285 Mutti, Regina Maria Varini, 319, 603 Nadia, Elza, 418,481 Nameri, Mima, 638 Nascimento, Adir Casaro, 286 Nascimento, Beatrice Laura Camielli, 120 Nascimento, lima Vieira do, 269 Nazareth, Gilson do Coutto, 666 Nevado, Rosane Aragon de, 699 Neves, Apparecida Mamede, 454 Neves, Lúcia Maria Wanderley, 121 Neves, Marcos César Danhoni, 314 Nicacio, Tamira Galli Pereira, 186 Nicolau, Marieta Lúcia Machado, 534 Niskier, Arnaldo, 45, 735 Nogueira, Ana Lúcia Horta, 604 Nogueira, Sônia Martins de Almeida, 455 Novelli, Pedro Geraldo Aparecido, 257 Nunes, Clarice, 419 Nunes, Ellen Regina Mayhe, 9 Nunes, Lizete Castro Pereira, 142 Nunes, Silma do Carmo, 649 Nunes, Terezinha, 454 Odorizzi, Carmen Maria Andrade, 227 Oliveira, Adauto Emmerich, 398 Oliveira, Carlos Alberto Pereira, 122 Oliveira, Carlos Alberto Pereira de, 737 Oliveira, Fernando Antônio Leite de, 315 Oliveira, lida Esteia Amaral de (Coord.), 535 Oliveira, Janilson Dias de, 571 Oliveira, Maria Beatriz Villela de, 639 Oliveira, Maria das Graças Corrêa de, 123 Oliveira, Maria Helena Mourão Alves, 366 Oliveira, Maria Lúcia Cunha Lopes de, 399 Oliveira, Maria Rita Neto Sales, 456 Oliveira, Marta Kohl de, 24, 336 Oliveira, Milton Ramon Pires de, 187 Oliveira, Nara Vasconcellos de, 337 Oliveira, Regina Tereza Cestari de, 124 286 Oliveira, Renato José de, 656 Oliveira, Simone de Miranda, 715, 716 Oliveira, Zilma de Moraes Ramos de, 617 Oliven, Arabela Campos, 298 Omote, Sadão, 382 Osório, Antônio Carlos do Nascimento, 496 Osowski, Cecília Irene, 383 Ott, Margot B., 558 Ozella, Sérgio, 667 Pacheco, Tânia, 287 Paiva, Rodrigo Antônio de, 46 Paiva, Vanilda, 125 Paixão, Lca Pinheiro, 222 Paixão, Marilze Therezinha C., 627 Palumbo, Elianc Manguaba, 736 Parente, Lecticia Tarquinio de Souza, 659 Paro, Vítor Henrique, 155,737 Paul, Jean-Jacques, 497 Paula, Maria de Fátima Costa de, 166 Pavla, Vera de, 276 Pedroso, Leda Aparecida, 167 Peixoto, Jane Felipe de Souza, 271 Pelloso, Sandra Marisa, 400 Penin, Sônia Terezinha de Sousa, 25 Perazzo, Luiz Fernando, 509 Pereira, Claudia Silva, 367 Pereira, Lúcia Helena da Silva, 461 Pereira, Luís Landes da Silva, 342 Pereira, Maria Clara Infante, 457 Pereira, Odilio Ferreira Alves, 738 Pereira, Otaviano José, 272 Peres, José Augusto, 605 Perez, Geraldo, 678 Pcronard, Marianne, 368 Pcrroni, Maria Cecília, 369 Petry, Ely Carlos, 739 Petry, Paulo Padilha, 710 Pimentel, Marilia Araújo Lima, 168 287 Pinent, Carlos Eduardo da Cunha, 228 Pinto, Jaqueline Moll, 346 Pinto, Leonel Correia, 679 Pinto, Mário da Silva, 126 Pires, Francisca Cardoso da Silva, 420 Piva, Maria da Graça, 393 Plank, David N., 127 Poel. Comelis Joannes Van Der, 128 Poel, Maria Salete Van Der, 128 Poersch, José Marcelino, 370 Poffo, Maria Cipriani, 606 Poletto, Neila Madalena Andreatta, 129 Poli, Gilda, 628 Porto, Walter Costa, 156 Prado, Marysia Maria Rodrigues do, 307 Prais, Maria de Lourdes Melo, 193 Prestes, Maria Luci de Mesquita, 607 Pucci, Bruno (Coord.), 241 Quaglio, Paschoal, 578 Quine, Brenda, 130 Quintana, Alberto Manuel, 299 Ramos Neto, Katia Mana, 618 Ramos, Ana Paula Fadanelli, 371 Ramos, José Ademir, 573 Ramos, Lauro, 458 Ramos, Lilian M. P. de Carvalho, 131 Ramos, Maria Cecília Matoso, 536 Ramos, Nelcy das Neves, 231 Raposo, Maria da Conceição Brenha, 459 Rauber, Adriana, 372 Rebelatto, José Rubens, 401 Redes Filho, Humberto André, 579 Rego, Carlos Afonso, 43 Reigota, Marcos, 482 Reis, José Cláudio de Oliveira, 510 Reis, Samuel Aarão, 460 Ribas, João Baptista Cintra, 148 Ribeiro, Antônio Mendes, 711 288 Ribeiro, Cercs Maria Pinheiro, 740 Ribeiro, Darcy, 741 Ribeiro, Maria Luisa Santos, 498 Ribeiro, Sérgio Costa, 47 Ribeiro, Silvia Regina Silva, 608 Ribeiro, Victoria Maria Brant, 659 Ribeiro, Zoya Dias, 497 Richardson, Roberto Jarry, 132 Ricken, Ignàcio, 149 Rico, Toscano, 742 Ripley, Lionel, 537 Roazzi, Antônio, 373 Rocco. Maria Thereza Fraga, 26 Rocha, Lídia Santos Borges da, 650 Rodrigues, José Luiz, 546 Rodrigues, Lconice Carvalho, 461 Roitman, Riva, 712 Rojo, Roxanc Helena Rodrigues, 374 Romao, José Eustaquio, 102 Romeo, José, 743 Romeo, Raymundo Martins, 210 Rosa, Suely Pereira da Silva, 461 Rosas, Paulo, 421 Rosemberg, Fulvia, 279 Rossa, Leandro, 462 Rottava, Lúcia, 657 Russi, Doralice dos Santos, 496 Ruud, Even, 390, 391 Sá, Luiz Fernando Nunes, 316 Sá, Márcia Souto Maior Mourão, 324 Sá, Maria Ivoni Pereira de, 679 Saboya, Vilma Eliza Trindade, 422 Saliba, Gilceu Marques, 169 Salles, Leila Maria Ferreira, 300 Salles, Mercedes M. Q. Porto, 744 Salm, Cláudio Leopoldo, 134 Salve, Mariangela Gagliardi Caro, 762 Sanches Gamboa, Silvio Ancizar, 8, 51 289 Sandano, Wilson, 135 Sanfelice, José Luís, 136 Santana, Moisés de Melo, 273 Santarosa, Lucila Maria Costi, 713 Santiago, Anna Rosa, 486 Santos Filho, José Camilo, 8 Santos, Beatriz Regina Lara dos, 688 Santos, Edmilson Menezes, 242 Santos, Luciola Licinio de C. P., 538 Santos, Maria Aparecida Paiva Soares dos, 231 Santos, Micenio, 57 Santos, Theresa Beatriz Figueiredo, 229 Santos, Vera Bastos Pinto dos, 714 Santoyo, Julio Cesar, 539 Saraiva, Ana Maria Marinho, 651 Saraiva, João Filocre, 137 Sarmiento, Dina Chaves, 188 Sassaki, Romeu Kazumi, 138 Scarpa, Ester Mirian, 375 Scheibe, Leda, 216 Schilling, Flavia Ines, 301 Schneider, Juliana Boettcher, 688 Scholl, Lea, 276 Schwartzman, Jacques, 181 Semeraro, Giovanni, 302 Serrano, Magali Rodrigues, 745 Setogutti, Ruth Izumi, 308 Sguissardi, Valdemar (Coord.), 241 Shiroma, Eneida Oto, 243 Sholz, Maria Regina, 680 Siebert, Raquel Stela de Sá, 609 Silva Filho, Lauro de Barros, 559 Silva, Angela Carrancho da, 384 Silva, Etelvina Maria Valente dos Anjos, 223 Silva, Eugenia da Luz, 52 Silva, Ezequiel Theodoro, 641 Silva, Francisco Hermes Santos da, 746 Silva, Jailson de Souza E, 463 290 Silva, Jonatas Conceição da, 642 Silva, Jorge Ferreira da, 157 Silva, José Carlos Almeida da, 211 Silva, Leda Rocha da, 547 Silva, Ledja Austrilino, 139 Silva, Lulia Queiroz, 747 Silva, Maria Concepcion Pezo, 668 Silva, Maria José Barros da, 376 Silva, Marilena Correia da, 212 Silva, Otto Marques da, 339 Silva, Paulo Renan Gomes da, 540 Silveira, Elaine da, 393 Silveira, Eliana, 406 Silveira, Rene José Trentin, 587 Silveira, Rosa Maria Hessel, 377 Simmons, Collin, 541 Simões, Cleamaria, 266 Simões, Sônia Pires, 224 Smolka, Ana Luiza Bustamante, 572 Soares, Doyrimoraes, 464 Soares, Edla de Araújo Lira, 140 Soares, Magda Becker, 378 Soares, Walner Jacintho, 549 Soliani, Sueli Duarte de, 720 Sorrentino, Narus, 483 Sousa, Clarilza Prado de, 748, 749 Sousa, Janice T. Ponte de (Coord.), 217 Sousa, Sandra Zakia Lean de, 750, 751 Soutinho, Antônio Castro, 752 Souza, Denise Trento Rebello de, 27, 180 Souza, Djanira Brasilino de, 542 Souza, Georgina Gomes e, 58 Souza, Guaracira Gouvea de, 659 Souza, Janine Cristina Coutinho de, 693 Souza, João Francisco de, 141 Souza, Magda Vianna de, 189 Souza, Mara Carneiro de et al., 693 Souza, Maria Cecília Cortez Christiano de, 28 291 Souza, Maria Leticia Rocha de, 684 Souza, Neyde Lúcia de Freitas, 170 Souza, Paulo Nathanael Pereira de, 499 Souza, Rosa Fátima de, 303 Souza, Simone Santos de, 688 Souza, Solange Jobim, 334 Spalding, Jandira Maria Cecchet, 658 Spoelders, Marc, 379 Spolti, Neiva, 630 Sposito, Marilia Pontes, 29 Stefani, Adria, 9 Stelmachowicz, M. J., 190 Stobaus, Claus Dieter, 263 Suemy, Yukizaki, 465 Tavares, Sueli Elisa Scridelli, 715, 716 Tavares, Teresa Cristina Stavelc (Coord ), 244 Teixeira, Janine Porto, 623 Teixeira, Maria Cecília Sanchez. 304, 466 Therrien, Jacques, 543 Tiepolo, Elisiane Vitoria et al., 631 Tigre, Adriana, 560 Toledo, Eunicc Lopes de Souza, 610 Tramontin. Raulino, 490, 669 Trein, Eunice Schilling, 142, 305, 659 Trivinos, Augusto Silva, 10 Tura, Maria de Lourdes Rangel, 467 Ughctto, Cecília, 280 Uhlc, Agueda Bemadete, 505 Umau, Eloi Orlindo, 611 Vale, José Rosa Abreu, 171 Valente, Josc Armando, 717 Valle Filho, Moacyr Ribeiro do, 30 Valle, Victor, 215 Varizo, Zaira da Cunha Melo, 612 Vasconcellos, Eduardo Alcântara de, 150 Vasconcellos, Hcdy Silva Ramos de, 561 Veiga, lima Passos Alencastro, 682, 689, 690 Vclloso, Jacques, 144 292 Vianna, Claudia Pereira, 180 Vianna, Heraldo Marelim, 48, 756 Vilhena, Cynthia Pereira de Sousa, 423 Villela, Maria Fernanda, 191 Vincenzi, Lecticia Josephina Braga de, 306 Vlach, Vânia Rubia Farias, 613,652 Waiselfisz, Júlio Jacobo, 757 Weigel, Valéria Augusta, 573 Werlang, Sérgio Ribeiro da Costa, 247 Werle, Flavia Obino Corrêa, 232, 233, 500 Wiedemann, Íris, 614 Wittmann, Lauro Carlos, 158 Wundheiier, Maria Theresa Oliveira, 487 Xavier, Antônio Carlos da R., 160 Yde, Philip, 379 Zaluar, Alba, 468 Zamboni, Emesta, 681 Zan, Clacy, 633 Zanon, Lenir Basso, 574 Zapponi, Neuza, 501 Zibas, Dagmar M. L., 218, 230 AUTOR INSTITUCIONAL Associação dos Pesquisadores e Estudantes Brasileiros em Catalunha- Espanha, 12 Brasil. Ministério da Educação e do Desporto. Secretaria Nacional de Edu­ cação Básica, 518 Brasil. Ministério da Educação. Coordenação de Informações para o Plane­ jamento, 36 Brasil. Ministério da Educação. Coordenação de Informações para o Plane­ jamento, 32, 33, 34, 35, 37, 38, 174, 245 Brasil. Ministério da Educação, 173 Brasil. Secretaria Nacional de Educação Básica, 71, 518, 551 Brasil. Secretaria Nacional de Educação Superior, 175 Brasil. Secretaria Nacional de Educação Tecnológica, 70, 176 Comissão Coordenadora Regional de Pesquisa na Amazônia, 55 293 Conselho de Reitores das Universidades Brasileiras, 201 Fundação Getúlio Vargas. Departamento de Psicologia da Educação, 185 Fundação Getúlio Vargas. Instituto de Estudos Avançados em Educação, 287, 292, 293,302,311, 399,439,465,525,625, 666 Fundo das Nações Unidas para a Infância, 21 INEP, 11, 74, 75, 92, 96, 162, 217, 231, 241,244, 269, 476, 504, 506, 535, 617, 744 Pontifícia Universidade Católica de Campinas, 566 Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, 667 Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro, 264 Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro. Centro de Tecnologia e Ciências Humanas, 463 Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro. Departamento de Educa­ ção, 112, 169, 324, 419, 459, 472, 514, 569, 650 Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro. Departamento de Educa­ ção, 653 Rio de Janeiro (Estado). Secretaria de Estado de Educação, 133, 586 Universidade de Brasília. Faculdade de Educação, 100, 240, 475 Universidade de São Paulo, 205, 676 Universidade de São Paulo. Escola de Comunicações e Artes, 677 Universidade de São Paulo. Escola de Educação Física, 758 Universidade de São Paulo. Escola de Enfermagem dc Ribeirão Preto, 674 Universidade de São Paulo. Escola de Enfermagem, 668, 671, 680 Universidade de São Paulo. Faculdade de Educação, 761 Universidade Estadual de Campinas, 272 Universidade Estadual de Campinas. Faculdade de Educação, 441 Universidade Estadual de Campinas. Faculdade de Educação, 301 Universidade Estadual de Campinas. Faculdade dc Educação, 2, 118, 124, 167, 192, 194, 202, 242, 258, 270, 288, 289, 303, 307, 308, 314, 320, 331, 363, 396, 401, 402, 417, 432, 443, 493, 495, 505, 522, 529, 545, 580, 587, 604, 672, 673, 675, 678, 681, 701, 732, 740, 745 Universidade Federal da Paraíba, 213 Universidade Federal de Minas Gerais. Faculdade de Educação, 68, 73, 284, 296, 341,414 Universidade Federal de Pernambuco, 72, 256, 273, 670 Universidade Federal de Sergipe, 632 Universidade Federal do Espírito Santo, 398 Universidade Federal do Espírito Santo. Centro Pedagógico, 80 294 Universidade Federal do Mato Grosso do Sul. Centro de Ciências Humanas e Sociais, 550 Universidade Federal do Mato Grosso do Sul. Centro de Ciências Humanas e Sociais, 283, 286, 342, 422, 544, 626 Universidade Federal do Rio de Janeiro. Faculdade de Educação, 6, 53, 58, 59, 65, 79, 93, 111, 120, 121, 145, 152, 170, 207, 224, 297, 306, 384, 434, 469, 487, 503, 520, 524, 532, 559, 561, 579, 615, 624, 651, 736, 747 Universidade Federal do Rio Grande do Sul, 143 Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Pró-Reitoria de Planejamento. Departamento de Pesquisa Institucional, 214 Universidade Federal Fluminense, 509 Universidade Federal Fluminense. Centro de Estudos Sociais Aplicados, 172 Universidade Federal Fluminense. Faculdade de Educação, 52, 55, 166, 254, 484, 547, 570, 592, 608, 650, 738 Universidade Metodista de Piracicaba, 84, 223, 229, 257, 313, 394, 400, 511,515,546,588, 759, 762, 763 Universidade Metodista de Piracicaba. Coordenação de Pós-Graduação, 186 Universidade Metodista de Piracicaba. Programa de Mestrado em Educação, 135 EVENTOS Encontro Nacional O Computador na Educação Especial, 698 Simpósio Internacional Multidisciplinar de Musicoterapia, 392 Workshop Gestão do Setor Educacional, 159 295 ÍNDICE DE ASSUNTOS Ação comunitária, 186 Ação comunitária: creches, 616 Ação cultural, 79 Ação educativa: marginalidade, 292 Ação pedagógica, 235 Aceleração da escolaridade, 509 Acesso à escola, 741 Acesso ao ensino - abordagem sociológica - Paraná, 293 Acesso ao ensino - zona rural, 150 Acesso ao ensino: escola pública, 486 Administração da assistência de enfermagem: disciplina de ensino, 680 Administração da educação, 114,166 Administração da educação: Constituição Federal, 156 Administração da educação: Constituição Federal - 1988, 154 Administração da educação: ensino de primeiro grau, 84 Administração da educação: Lei de Diretrizes e Bases, 156 Administração da educação: participação dos pais, 155 Administração do ensino superior, 194, 195, 197, 198, 202, 203, 209, 499 Administração do ensino superior - Quebec (Canadá), 206 Administração do ensino superior: burocracia, 202 Administração do ensino superior: poder decisório, 207 Administração dos sistemas de ensino - 1960-1985: política da educação, 104 Administração escolar, 233 Administração escolar: burocracia, 238 Administração escolar: colegiado - Minas Gerais, 193 Administração escolar: ensino de primeiro grau - Campinas (SP), 192 Administração escolar: participação dos pais, 152 Administração participativa: escola pública - Campinas (SP), 192 Administração pública: Sistema Brasileiro de Ensino, 163 Adolescente - Rio de Janeiro: marginalização social, 278 Adolescente: avaliação psicopedagógica, 310 Adolescente: educação sexual, 588 Adolescente: influência da família, 321 Adolescente: insegurança: avaliação, 310 Adolescente: rendimento escolar: insegurança, 310 Afetividade: aluno trabalhador, 315 297 AIDS. 395 Ajustamento escolar, 25 Alemão: ensino de línguas, 563 Alfabetização, 24, 26, 71, 126, 134, 270, 354, 586, 619, 631 Alfabetização - abordagem histórica - Goiás, 270 Alfabetização - abordagem sociológica - Mato Grosso do Sul, 286 Alfabetização - Rio de Janeiro (RJ), 624 Alfabetização: avaliação, 501 Alfabetização: avaliação da aprendizagem - Chile, 732 Alfabetização: bibliografia analítica, 11 Alfabetização: classe operária - Goiás. 270 Alfabetização: didática, 629, 633 Alfabetização: elementos de pesquisa. 622 Alfabetização: ensino público - Sergipe, 632 Alfabetização: jogos educativos, 625 Alfabetização: jovem trabalhador - zona rural, 284 Alfabetização: método fônico, 620 Alfabetização: métodos de ensino, 623 Alfabetização: métodos de ensino - Paraná, 628 Alfabetização: motivação para a aprendizagem, 570 Alfabetização: papel da linguagem. 569 Alfabetização: papel do professor, 221 Alfabetização: pedagogia diretiva, 626 Alfabetização: pedagogia não diretiva, 626 Alfabetização: pesquisa etnográfica, 296 Alfabetização: processo de ensino-aprendizagem, 570 Alfabetização: silabação, 620 Alfabetização de adultos, 128, 548, 559 Alfabetização de adultos - abordagem sociológica - Ibirité (MG), 284 Alfabetização de adultos - América Latina, 556 Alfabetização de adultos - Jaboatão (PE) 560 Alienação cultural, 558 Alocação de recursos: clicntelismo: ensino de segundo grau, 248 Alocação de recursos: ensino de primeiro grau, 248 Aluno: capacidade crítica, 451 Aluno: pensamento crítico - abordagem filosófica, 451 Aluno de primeiro grau: dificuldades na leitura, 366 Aluno de primeiro grau: nível de leitura, 650 298 Aluno egresso - Fortaleza (CE): universidade, 497 Aluno egresso: Universidade Estadual de Campinas, 719 Aluno trabalhador, 230 Aluno trabalhador - Fortaleza (CE), 497 Aluno trabalhador - Santa Catarina, 504 Aluno trabalhador: afetividade, 315 Aluno trabalhador: avaliação da aprendizagem, 241 Aluno trabalhador: ensino de primeiro grau - São Carlos (SP), 241 Aluno trabalhador: perfil - Diadema (SP), 218 Aluno trabalhador: perfil - Florianópolis (SC), 216 Aluno trabalhador: tumo noturno, 315 Ambiente educacional, 466 Ambiente educacional: medo, 313 América Latina - abordagem filosófica, 257 Analfabetismo, 126 Analfabetismo - Guatemala, 119 Analfabetismo - Rio Grande do Sul, 42 Análise de erros: desenvolvimento da linguagem, 355 Anarquismo, 405 Ano letivo, 235 Antropagogia - abordagem filosófica, 559 Antropologia da educação, 425,441 Antropologia filosófica, 443, 666 Antropologia social: organização não-govemamental, 273 Aparelhos ideológicos do Estado, 342, 463 Aperfeiçoamento de professores, 514, 531, 576 Aprendizagem: formação de conceitos, 328 Aprendizagem cognitiva, 565 Aprendizagem lúdica, 307 Aprendizagem lúdica: escrita, 625 Aptidão artística, 258 Aptidão lingüística: repentista, 373 Aquisição de conhecimento, 235, 334, 574 Aquisição de conhecimento: matemática, 612 Área de estudo: ciências da saúde, 208 Arte: conceito, 258 Arte-educação, 432, 677 Arte-educação: ensino de primeiro grau, 485 299 Arte-educação: formação de professores, 734 Arte-educação: mito, 487 Arte-educação. símbolo, 487 Articulação ensino regular-educação especial, 32, 545, 615 Articulação entre graus de ensino, 63, 144, 494 Articulação entre graus de ensino - Rio Grande do Sul, 143 Articulação entre graus de ensino - Três Lagoas (MS), 626 Articulação saúde-educação, 396 Articulação saúde-educação - abordagem histórica - Rio dc Janeiro, 399 Assimilação crítica do saber, 451 Assimilação de conhecimento, 141 Assistência à infância, 21 Associação comunitária: educação popular, 65 Associação de educação, 186 Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (APAE) - Niterói (RJ): mo­ delo dc educação especial, 547 Associação dos Pesquisadores e Estudantes Brasileiros em Catalunha - Espanha, 12 Associação Movimento dc Educação Popular Integral Paulo Englert - Belo Horizonte (MG), 13 Associações comunitárias: creche, 13 Atitude do professor, 109 Atitude política - 1930-1980: intelectuais, 287 Atividade artística: atividades extra-classe, 498 Atividade de magistério, 26, 86, 225, 574 Atividade docente, 604 Atividades culturais, 22 Atividades de ensino-aprendizagem: leitura, 646 Atividades de ensino-aprendizagem: língua escrita, 646, 657 Atividades de ensino-aprendizagem: redação, 646, 648, 657 Atividades esportivas: educação física, 759 Atividades extra-classe: atividade artística, 498 Atividades lúdicas: desenvolvimento cognitivo, 699 Atividades lúdicas: educação pré-escolar, 330 Atividades recreativas: terapia ocupacional, 307 Atualização da universidade, 45 Atualização de professores, 91,512, 536 Atualização de professores - Espanha, 539 300 Aula expositiva, 687 Auto-avaliação: autor, 379 Auto-avaliação: formação de professores, 529 Autoconceito: portador de deficiência, 148 Autoconceito: rendimento escolar, 745 Autodidatismo, 465 Auto-educação, 425 Autonomia: criança, 20 Autonomia universitária, 92, 149, 197,210,212 Autonomia universitária: Conselho Federal de Educação, 168 Autor: auto-avaliação, 379 Autoridade do professor, 444 Autoritarismo, 107 Autoritarismo: classe intelectual, 60 Autoritarismo: produção cultural, 60 Autoritarismo: relação professor-aluno, 295 Autorização de curso: mestrado, 211 Avaliação - Rio de Janeiro (RJ): Centro de Ensino Supletivo, 503 Avaliação - Rio de Janeiro (RJ): ensino supletivo, 503 Avaliação - São Paulo (SP): curso de enfermagem, 668 Avaliação: alfabetização, 501 Avaliação: curso de formação de gerentes para a pequena e média indústria, 736 Avaliação: curso de formação de professores, 532 Avaliação: curso de graduação, 735 Avaliação: curso de pedagogia, 747 Avaliação, curso de pós-graduação, 735 Avaliação: década da pessoa deficiente, 138 Avaliação: educação básica, 25 Avaliação: ensino de primeiro grau, 757 Avaliação: ensino de segundo grau, Mato Grosso do Sul, 496 Avaliação: ensino militar, 170 Avaliação: ensino público, 757 Avaliação: estabelecimentos de ensino superior, 181 Avaliação: insegurança, 310 Avaliação: pós-graduação lato-sensu, 735 Avaliação da aprendizagem, 571 Avaliação da aprendizagem - abordagem filosófica, 724 Avaliação da aprendizagem - análise critica, 727 301 Avaliação da aprendizagem - Chile: alfabetização, 732 Avaliação da aprendizagem - Chile: escrita, 732 Avaliação da aprendizagem: aluno trabalhador, 241 Avaliação da aprendizagem: curso de nutrição, 744 Avaliação da aprendizagem: enfermagem, 676 Avaliação da aprendizagem: revisão de literatura, 750 Avaliação da educação, 753, 754 Avaliação da educação: ensino de quinta a oitava série, 718 Avaliação da educação: epistemologia, 726 Avaliação das condições de ensino - abordagem métodológica, 466 Avaliação de desempenho: professor alfabetizador, 221 Avaliação de desempenho: professor de ensino superior, 223, 731, 733, 739, 742,743,752 Avaliação do currículo - abordagem filosófica, 724 Avaliação do currículo: curso de enfermagem, 674 Avaliação do currículo: curso de museologia, 666 Avaliação do currículo: matemática, 651 Avaliação do curso: mestrado, 488, 494 Avaliação do curso: pós-graduação stncto-sensu, 735 Avaliação do desempenho docente, 520, 730 Avaliação do desempenho docente: ensino de segundo grau, 227 Avaliação do ensino, 160 Avaliação do ensino: Ministério da Aeronáutica, 170 Avaliação do ensino-aprendizagem, 756 Avaliação do produto extra-processu: Faculdade de Odontologia de Piracicaba, 720 Avaliação do produto extra-processu: curso de medicina, 740 Avaliação do produto extra-processu: Universidade Federal de Minas Ge­ rais, 740 Avaliação do professor, 667 Avaliação do rendimento escolar, 651, 722, 723, 725, 730, 748, 749 Avaliação do rendimento escolar - abordagem filosófica, 726 Avaliação do rendimento escolar: ensino de primeiro grau, 751 Avaliação do rendimento escolar: Faculdade de Educação, 721 Avaliação institucional: departamento universitário, 196 Avaliação psicopedagógica: adolescente, 310 Avaliação qualitativa: Centro Integrado de Educação Pública (CIEP), 81 Avaliação qualitativa: ciclo básico, 501 302 Avaliação qualitativa: escola de tempo integral, 737 Avaliação qualitativa: inovação educacional, 102 Avaliação qualitativa: política da educação, 102 Bachelard, Gaston, 465 Bakhtin, M., 327 Banco Mundial: programa de ajuda, 252 Barbosa, Rui, 422 Batista: educação protestante, 271 Bem-estar social: função do estado, 125 Bibliografia analítica: alfabetização, 11 Biblioteca escolar, 254 Biblioteca universitária: coleção, 255 Biblioteca universitária: política de desenvolvimento, 255 Biologia: disciplina de ensino, 30 Biologia: ensino de segundo grau, 673 Biologia: livros didáticos, 673 Bourdieu, Pierrc, 19 Brinquedos: desenvolvimento cognitivo, 325 Britto, Luiz Navarro de: produção técnico-científica, 74, 75, 162 Bruner, Jerome Seymour, 329, 567 Burocracia: administração do ensino superior, 202 Burocracia: administração escolar, 238 Burocracia: escola pública, 295 Calmon, João, 409 Campesinato: praxis pedagógica, 459 Campinas (SP): Primeira República: História da Educação Brasileira, 303 Campus avançado: Universidade Federal de Goiás - Catalão (GO), 194 Canais da comunicação: imprensa pedagógica, 19 Candomblé: musicoterapia, 389 Capacidade criadora, 636 Capacidade crítica: aluno, 451 Capacitação de professores, 85 Capacitação de recursos humanos: educação do deficiente, 698 Características da universidade, 200, 203, 210, 212, 215 Características da universidade: reitoria, 199 Características da universidade - Quebec (Canadá), 204 Características do educando: curso de psicologia, 320 Carreira do magistério, 45 303 Carreira do magistério: profissão feminina, 222 Carreira do magistério: Universidade Metodista de Piracicaba, 229 Carta escolar, 161 Cartilha Tomaz Carvalho, 126 Catolicismo: ideologia política, 302 Ceará, 171 Centralização da educação, 462 Centro Brasileiro de Pesquisas Educacionais, 82 Centro de atendimento pré-escolar, 616 Centro de ensino supletivo: avaliação - Rio de Janeiro (RJ), 503 Centro de estudos supletivos - Dourados (MS), 550 Centro Específico de Formação e Aperfeiçoamento para o Magistério (CEFAM), 515 Centro Integrado de Assistência à Criança: planejamento pedagógico, 173 Centro Integrado de Educação Pública (CIEP), 122, 737, 741 Centro Integrado de Educação Pública (CIEP): avaliação qualitativa. 81 Centro Integrado dc Educação Pública (CIEP) - Rio de Janeiro, 184 Centro Regional de Pesquisas Educacionais - São Paulo, 82 Centro Regional de Pós-graduação - região nordeste, 211 Chiarclli. Carlos (Ministro da Educação): discurso, 71 Ciclo básico: avaliação qualitativa, 501 Ciclo básico dc alfabetização - Paraná, 631 Ciclo básico de alfabetização: ensino integrado: Curitiba (PR), 627 Ciclo básico do primeiro grau - Grande São Paulo, 495 Ciclo básico do primeiro grau: melhoria do rendimento, 628 Ciclo básico do pnmciro grau: plano estadual dc educação - Minas Gerais, 68 Cidadania. 65,413 Cidadania - abordagem filosófica. 58 Cidadania - abordagem histórica, 58 Ciência da educação, 8 Ciência e tecnologia, 510, 594 Ciências: métodos dc ensino, 9, 265 Ciências: perfil profissional do docente, 314 Ciências: dificuldades na aprendizagem, 265 Ciências: disciplina de ensino, 17, 27, 30, 3 14 Ciências: ensino de primeira a quarta série, 586 Ciências: ensino dc primeiro grau, 265, 493, 635, 659 Ciências: ensino dc primeiro grau - análise qualitativa, 522 304 Ciências: ensino de segundo grau, 265, 580 Ciências: formação de professores, 514 Ciências: guia curricular, 493 Ciências: jogos, 22 Ciências: melhoria do ensino - Campinas (SP), 522 Ciências: métodos de ensino, 9, 265 Ciências biológicas: ensino de segundo grau, 14 Ciências da saúde: área de estudo, 208 Ciências físicas: ensino de segundo grau, 510 Círculos de controle de qualidade, 243 Classe de alfabetização: estatísticas, 33 Classe intelectual, autoritarismo, 60 Classe multisscriada, 237, 239 Classe operária - Goiás alfabetização, 270 Classe social: comunicação escrita, 341 Classe trabalhadora, 54 Classe trabalhadora - Campinas (SP) - primeira república: escolarização, 303 Classe trabalhadora: expressão escrita, 296 Clientelismo, 72 Clientelismo: ensino de primeiro grau: alocação de recursos, 248 Clientelismo: ensino de segundo grau: alocação de recursos, 248 Coleção: biblioteca universitária, 255 Colegiado - Minas Gerais: administração escolar, 193 Colégio agrícola: sistema estadual de ensino - Rio de Janeiro, 187 Colégio Agrícola Antonio Sarbo - Campos (RJ), 187 Colégio Coração de Jesus - Florianópolis (SC), 476 Colégio Pedro II: estatísticas - 1991: exame de admissão, 39 Cólera: ensino da prevenção, 397 Cólera: saúde pública, 397 Coleta de lixo: favela, 111 Coletânea de artigos de jornais: educação básica, 551 Coletânea de artigos de jornais, educação de adultos, 551 Coinenius, João Amos, 417,438 Competição esportiva: natação, 763 Comportamento sexual: contexto familiar, 309 Compreensão: leitura, 368, 729 Computador: meios de ensino, 706 Computador: tecnologia educacional, 53 305 Comunicação, 342 Comunicação escrita: classe social, 341 Comunicação na classe, 568 Comunicação na classe - abordagem sociolingüistica, 564 Comunicação na classe: educação pré-escolar, 569, 572 Comunicação na classe: ensino superior, 563 Comunidade de periferia urbana - Barra de Arocira (TO): escola, 288 Conceito: arte, 258 Conceito matemático - análise critica, 608 Concepção de homem: musicoterapia, 390 Condições de aprendizagem: deficiente mental, 545 Condições de transporte: escola rural, 150 Condições para o trabalho docente, 86 Conferência Mundial Sobre Educação Para Todos, 21 Conflito de classes: contexto cultural - 1930-1980, 287 Congresso Brasileiro de Comunicação c Estigma - Rio de Janeiro - 1991, 148 Congresso Nacional dos Estudantes (31), 294 Consciência de classe: movimentos sociais, 290 Conselho Estadual de Educação - Rio de Janeiro, 586 Conselho Federal de Educação: autonomia universitária, 168 Conservação da natureza, 600 Consistência cognitiva: estudante de pós-graduação, 328 Constituição - Minas Gerais, 83 Constituição Federal: administração da educação, 156 Constituição republicana de 1891, 83 Construtivismo , 101, 137, 334, 336, 623, 627, 633, 653, 675 Construtivismo: elaboração do conhecimento, 572 Construtivismo: iniciação à escrita, 629 Construtivismo: iniciação à leitura, 629 Construtivismo: leitura, 650 Contabilidade: habilitação de segundo grau, 496 Conteúdo curricular: ensino de primeira a quarta série, 586 Conteúdo curricular: evolucionismo, 673 Conteúdo da educação: educação científica, 417 Conteúdo dos livros escolares: educação moral e cívica, 58 Conteúdo dos livros escolares: ensino de primeiro grau: história, 681 Conteúdo dos livros escolares: história do Brasil, 484 Conteúdo dos livros escolares: OSPB, 58 306 Contexto cultural - 1930-1980: conflito de classes, 287 Contexto cultural - Barra de Aroeira (TO), 288 Contexto familiar: comportamento sexual, 309 Contexto social: tecnologia educacional, 285 Contos e lendas, 590 Controle social: Igreja Batista - Rio de Janeiro (RJ), 271 Cooperação internacional: política universitária, 209 Cooperação universidade-escola - Rio Grande do Sul, 143 Corpo docente: curso emergencial, 542 Corpo docente: Escola Técnica Federal do Rio Grande do Norte, 542 Corpo docente: política universitária, 229 Creche, 22, 185, 416 Creche - Brasil Império, 412 Creche: ação comunitária, 616 Creche: associações comunitárias, 13 Creche: enfermeiro, 393 Creche: modelo curricular, 617 Creche: recursos humanos, 616 Creche: relatório de atividades, 13 Credenciamento de curso: licenciatura, 194 Credenciamento de curso: pedagogia, 194 Criança: autonomia, 20 Criança: escrita, 621 Criança: leitura, 621 Criança: marginalização social - São Paulo (SP), 278 Criança: ortografia, 364 Criança: periferia urbana, 260 Criança: pesquisa psicológica, 260 Criança: raciocínio analítico, 331 Criança: terapia da fala, 371 Criança da primeira infância, 374 Criança da primeira infância: desenvolvimento da linguagem, 359, 374 Criança da primeira infância: pronúncia, 359 Criança em idade escolar: desenvolvimento da linguagem, 350, 351 Criança em idade escolar: leitura, 341 Criança em idade pré-escolar: desenvolvimento cognitivo, 330 Criança cm idade pré-escolar: desenvolvimento da linguagem, 343, 350, 361 Criança em idade pré-escolar: língua escrita, 343, 358 307 Criança em idade pré-escolar: pronúncia, 361 Criança excepcional: educação músical, 615 Criança excepcional: educação pré-escolar, 384 Criança excepcional: musicoterapia, 387, 392 Crianças gêmeas: desenvolvimento da linguagem, 369 Criatividade, 263 Crise da educação, 95, 127 Crise da educação - Uruguai, 116 Crise na educação: ensino de quinta a oitava série, 718 Critérios de avaliação: educação física, 738 Critica dos conteúdos: geografia, 463 Cultura e comunicação. 24, 26 Cultura e linguagem, 24, 26 Cultura física. 283 Cultura popular, 427 Curitiba (PR): ensino integrado, 627 Currículo: curso de coreologia, 664 Currículo: curso de educação física, 665 Currículo: curso superior de tecnologia, 662 Currículo: ensino técnico, 658 Currículo: Faculdade de Odontologia de Diamantina. 583 Currículo: matemática. 593 Currículo: universidade aberta, 198 Currículo experimental, 20 Currículo integrado, 441 Currículo integrado - abordagem histórica. 583 Currículo integrado: educação física. 762 Currículo integrado: odontologia. 583 Currículo por disciplina, 566 Curso de ciência da educação: pós-graduação. 491 Curso de ciências agrárias: graduação. 410 Curso de ciências biológicas e da saúde: Sistema Integrado de Ensino. 582 Curso de coreologia: currículo. 664 Curso de direito - abordagem histórica. 403 Curso de educação física: currículo, 665 Curso de enfermagem: avaliação - São Paulo (SP), 668 Curso de enfermagem: avaliação do currículo, 674 Curso de enfermagem: interação teoria-prática - Portugal, 671 308 Curso de enfermagem: métodos de ensino, 680 Curso de enfermagem: prática em situação real, 676 Curso de enfermagem: Universidade Federal de São Carlos, 674 Curso de especialização - abordagem crítica, 670 Curso de especialização: problemas psicossociais, 670 Curso de fisioterapia: graduação, 401 Curso de formação de gerentes para a pequena e média indústria: avaliação, 736 Curso de formação de professores, 29, 520, 526 Curso de formação de professores - França, 29 Curso de formação de professores: avaliação, 532 Curso de formação profissional, 414 Curso de graduação: avaliação, 669, 735 Curso de graduação: estatísticas - 1990, 36 Curso de graduação: estatísticas - 1992, 174 Curso de graduação: melhoria do ensino, 669 Curso de graduação: planejamento pedagógico, 208 Curso de graduação: Universidade Federal do Rio Grande do Sul, 214 Curso de história: desenvolvimento de currículo, 661 Curso de história: graduação, 661 Curso de licenciatura - Espanha, 29 Curso de licenciatura - França, 29 Curso de licenciatura: prática de ensino, 507 Curso de licenciatura: psicologia, 507 Curso de licenciatura: Universidade Federal do Rio Grande do Sul, 143 Curso de medicina: avaliação do produto extra-processu, 740 Curso de medicina: pessoal docente, 220 Curso de mestrado: Universidade de Brasília, 488 Curso de mestrado: Universidade Federal da Paraíba, 213 Curso de museologia, 666 Curso de museologia: avaliação do currículo, 666 Curso de nutrição: avaliação da aprendizagem, 744 Curso de nutrição: Universidade Federai Fluminense, 744 Curso de pedagogia - abordagem filosófica, 584 Curso de pedagogia - Rio de Janeiro (RJ), 224 Curso de pedagogia: avaliação, 747 Curso de pedagogia: Instituto de Educação de Minas Gerais, 747 Curso de pedagogia: proposta curricular, 109 Curso de pedagogia: qualidade do ensino, 747 309 Curso de pós-graduação - avaliação, 669 Curso de pós-graduação - Pernambuco (PE): expansão do ensino, 670 Curso de pós-graduação: avaliação, 735 Curso de pós-graduação: Universidade de São Paulo, 471 Curso de psicologia: características do educando, 320 Curso de psicologia: estágio supervisionado, 507 Curso de psicologia: perfil profissional do docente, 320 Curso de tecnologia - abordagem histórica, 662 Curso emergencial: corpo docente, 542 Curso normal - Sobradinho (DF): estágio supervisionado, 585 Curso normal - Sobradinho (DF): qualidade do ensino, 585 Curso por correspondência: ensino militar, 169 Curso superior de tecnologia: currículo, 662 Custo do ensino: ensino público, 181 Custos da educação, 67 Custos da educação: estatísticas: governo municipal, 245 Dança: disciplina de ensino, 664, 665 Dança: formação de professores, 664 Darwin, Charles Robert, 14 Darwinismo, 14 Debate - análise crítica, 685 Década da pessoa deficiente: avaliação, 138 Deficiência da audição, 382 Deficiência da fala, 382 Deficiência da visão, 382 Deficiências de aprendizagem, 335 Deficiente: ensino por computador, 717 Deficiente da audição, 20 Deficiente da audição - Pernambuco: ensino por computador, 715 Deficiente da audição: ensino por computador. 713, 714 Deficiente da audição, estudante no estrangeiro, 177 Deficiente da visão - Mato Grosso do Sul: serviços de educação especial, 544 Deficiente da visão: ensino por computador, 692 Deficiente físico: ensino por computador, 709 Deficiente físico: integração profissional, 339 Deficiente físico: orientação profissional, 338 Deficiente mental: condições de aprendizagem, 545 Deficiente mental: ensino por computador, 693, 695, 702 310 Deficiente mental: política de informática, 695 Deficiente mental: reabilitação psicomotora, 386 Deficiente mental educável: reintegração do deficiente, 693 Delinqüência juvenil, 281 Democratização da educação, 66,91, 107, 126, 141, 142,264 Democratização da educação - Manaus (AM), 489 Democratização da educação: rede pública - Goiânia (GO), 179 Demonstração - análise critica, 689 Dentistas: exercício profissional, 720 Departamento universitário, 199, 200 Departamento universitário: avaliação institucional, 196 Dependência administrativa: professor de segundo grau, 492 Desempenho da universidade, 209 Desempenho do aluno: método científico, 9 Desempenho do aluno: método dedutivo, 9 Desempenho do professor: didática, 224 Desempenho docente: fala, 348 Desempenho docente: turno noturno, 230 Desenho: ensino de segundo grau, 571 Desenho: ensino superior, 571 Desenvolvimento científico e tecnológico - 1964-1984, 124 Desenvolvimento cognitivo, 318, 327, 329, 332, 334, 565, 567 Desenvolvimento cognitivo: atividades lúdicas, 330, 699 Desenvolvimento cognitivo: brinquedos, 325 Desenvolvimento cognitivo: criança em idade pré-escolar, 330 Desenvolvimento cognitivo: linguagem infantil, 365 Desenvolvimento da capacidade crítica, 558 Desenvolvimento da criança, 318 Desenvolvimento da criança: jogos pedagógicos, 330 Desenvolvimento da educação - América Latina, 75 Desenvolvimento da educação: fatores sócio-educacionais, 74 Desenvolvimento da educação: sistema de gestão, 151 Desenvolvimento da leitura: ensino de quinta a oitava série, 684 Desenvolvimento da linguagem, 20, 344, 347, 365, 376 Desenvolvimento da linguagem: análise de erros, 355 Desenvolvimento da linguagem: criança da primeira infância, 359, 374 Desenvolvimento da linguagem: criança em idade escolar, 350, 351 Desenvolvimento da linguagem: criança em idade pré-escolar, 343, 350, 361 311 Desenvolvimento da linguagem: crianças gêmeas, 369 Desenvolvimento da linguagem: escola comunitária, 642 Desenvolvimento da linguagem: pronúncia, 375 Desenvolvimento de currículo, 581 Desenvolvimento de currículo: curso de história, 661 Desenvolvimento e educação de adultos, 552, 558 Desenvolvimento econômico: política da educação, 120 Desenvolvimento integral do homem, 432 Desenvolvimento intelectual, 331 Desenvolvimento moral: ensino de primeiro grau, 147 Desenvolvimento profissional: professor, 514 Desenvolvimento psicomotor, 615 Desigualdades sociais, 458 Determinação de valores, 261 Dever de casa: matemática: ensino de quinta a oitava serie, 746 Dia da Abolição - abordagem política, 57 Dia Nacional da Consciência Negra - abordagem política, 57 Diagnóstico educacional, 728 Didática, 22,417,456,634 Didática: alfabetização, 629, 633 Didática: desempenho do professor, 224 Didática: ensino de primeira a quarta série, 634 Didática: ensino de primeiro grau, 601 Didática: escola rural, 237 Didática: escrita, 619 Didática: esquema um, 542 Didática habilitação de segundo grau para o magistério, 52 Didática: leitura, 619 Didática: língua portuguesa, 601 Didática: livro - análise de conteúdo, 254 Didática: professor de ensino superior, 224 Didática especial: disciplina de ensino, 17 Diderot, Dcnis, 258 Dificuldades na aprendizagem, 335 Dificuldades na aprendizagem: ciências, 265 Dificuldades na leitura: aluno de primeiro grau, 366 Direito romano: disciplina de ensino - abordagem histórica, 403 Direitos da criança, 616 312 Diretor, 233 Diretor: eleição - Goiânia (GO), 179 Diretor: eleição - Paraná, 232 Diretor: eleição - Rio Grande do Sul, 232 Diretor: eleição - Santa Catarina, 232 Diretor: escola pública - Goiânia (GO), 179 Diretrizes políticas: educação para o trabalho, 240 Diretrizes políticas: ensino de primeiro grau, 84 Disciplina de ensino - abordagem histórica: direito romano, 403 Disciplina de ensino: administração da assistência de enfermagem, 680 Disciplina de ensino: biologia, 30 Disciplina de ensino ciências, 17, 27, 30, 314 Disciplina dc ensino: dança, 664, 665 Disciplina de ensino: didática especial, 17 Disciplina dc ensino: educação comparada, 50 Disciplina dc ensino: educação física, 609 Disciplina dc ensino: enfermagem psiquiátrica, 668 Disciplina dc ensino: física, 17, 30 Disciplina dc ensino: história, 423 Disciplina de ensino: história de educação, 27 Disciplina dc ensino: matemática, 27, 30, 165 Disciplina dc ensino: prática de ensino, 17 Disciplina de ensino: química, 30 Disciplina obrigatória - abordagem histórica: matemática, 612 Discriminação cultural: índios guaranis, 274 Discurso: Chiarelli, Carlos (ministro da Educação), 71 Discurso: Mello, Fernando Collor de (presidente da República), 71 Discurso: Portella, Eduardo (ministro da Educação), 92 Disseminação da informação: universidade, 205 Distribuição de renda: educação e sociedade, 458 Distribuição do horário escolar, 236 Distúrbios de aprendizagem, 335 Divulgação científica: matemática, 608 Dogmatismo, 452 Doutorado - Estados Unidos, 537 Doutorado - Inglaterra, 537 Dramatização: ensino técnico, 677 Duração do ano letivo, 235 313 Dussel, Enrique, 425 Economia da educação, 248 Educação alternativa, 557 Educação antitóxicos, 380 Educação artística: ensino de primeira a quarta série, 586 Educação artística: ensino de quinta a oitava série, 595, 643 Educação artística: ensino de segundo grau, 595 Educação autoritária, 166 Educação autoritária - Chile, 106 Educação básica, 20, 115, 264 Educação básica: avaliação, 25 Educação básica: coletânea de artigos de jornais, 551 Educação básica: programa - região centro-oeste, 114 Educação básica: recursos financeiros, 251 Educação básica: valorização, 494 Educação bilíngüc: índios, 277 Educação bilíngüe: índios guaranis, 274 Educação Brasileira, 252 Educação Brasileira - abordagem histórica, 3 Educação Brasileira - análise crítica, 259 Educação católica, 462, 477 Educação católica: índios, 573 Educação cientifica, 510 Educação científica: conteúdo da educação, 417 Educação como processo dialético, 425 Educação comparada, 524 Educação comparada - América Latina, 51 Educação comparada - Brasil-Cabo Verde: formação de professores, 52 Educação comparada - Estados Unidos-Inglatcrra, 298, 537 Educação comparada: disciplina de ensino, 50 Educação compensatória - Pernambuco, 618 Educação comunitária, 561 Educação continuada, 514 Educação da criança - Inglaterra, 16 Educação da criança - Rio Grande do Sul: órfãos, 406 Educação da mulher, 471,477 Educação da mulher - abordagem histórica, 423 Educação da mulher - abordagem histórica - Rio Grande do Sul, 406 314 Educação da mulher - França, 423 Educação da mulher - Primeira República, 481 Educação da mulher: ensino religioso, 476 Educação da mulher: internato, 481 Educação da terceira idade: universidade aberta, 553 Educação de adultos, 550 Educação de adultos - abordagem histórica, 559 Educação de adultos - América Latina, 556 Educação de adultos - Baixada Fluminense, 549 Educação de adultos - Colômbia, 557 Educação de adultos: coletânea de artigos de jornais, 551 Educação de adultos: movimentos sociais - João Pessoa, 554 Educação do deficiente: capacitação de recursos humanos, 698 Educação do trabalhador, 509 Educação dos deficientes mentais, 693 Educação e cultura, 18,329,411 Educação c desenvolvimento, 66 Educação c desenvolvimento - 1964-1984, 124 Educação c desenvolvimento econômico, 82 Educação e sociedade, 108, 305 Educação e sociedade: distribuição de renda, 458 Educação e tecnologia - 1964-1984, 124 Educação e trabalho, 240, 242, 243, 509 Educação ecológica , 470, 474, 478, 479, 480, 482, 483, 600 Educação ecológica: ensino de quinta a oitava série - abordagem interdisciplinar, 647 Educação ecológica: favela - Morro da Mangueira (Rio de Janeiro-RJ), 111 Educação ecológica: guia do professor, 605 Educação especial, 394, 545, 546, 711 Educação especial - Alemanha, 335 Educação especial - Mato Grosso do Sul, 544 Educação especial: ensino por computador, 697, 698, 699, 705, 712 Educação especial: estatísticas - 1988, 32 Educação especial, formação de especialistas, 700 Educação especial: formação de professores, 702 Educação especial: informática, 702 Educação especial: informatização do ensino, 698 Educação especial: política de informática, 711 315 Educação especial: software educativo, 698, 712 Educação extra-cscolar, 465 Educação física - abordagem histórica, 644 Educação física - abordagem interdisciplinar, 546, 762 Educação física: atividades esportivas, 759 Educação física: critérios de avaliação, 738 Educação física: currículo integrado, 762 Educação física: disciplina de ensino, 609 Educação física: ensino de primeira a quarta serie, 586 Educação física: ensino de primeiro grau, 259, 738, 759 Educação física: ensino de segundo grau, 259 Educação física: lazer, 758 Educação física: portador de deficiências, 760 Educação física: professor, 579 Educação física adaptada EFA, 760 Educação física terapêutica: portador de deficiências, 394, 546 Educação humanística, 263 Educação indígena, 573 Educação indígena: política da educação, 77 Educação internacional - América Latina, 50 Educação jesuítica, 411 Educação jesuítica - abordagem metodológica, 19 Educação libertadora, 425, 426, 430, 438, 464 Educação libertadora - Rio Grande do Sul, 429 Educação libertadora: fins da educação, 430 Educação libertadora: sistemas de ensino, 461 Educação marxista - abordagem histórica, 306 Educação matemática, 454, 612 Educação matemática - abordagem interdisciplinar, 424 Educação matemática: pesquisa, 10 Educação moral c cívica: conteúdo dos livros didáticos, 58 Educação musical: criança excepcional, 615 Educação no meio rural, 534 Educação para a vida cotidiana, 304 Educação para o lazer, 758 Educação para o lazer - Distrito Federal, 475 Educação para o trabalho, 69 Educação para o trabalho - abordagem histórica - Rio Grande do Sul, 406 316 Educação para o trabalho: diretrizes políticas, 240 Educação para o trabalho: menor carente, 414 Educação permanente, 446, 518, 534, 558 Educação permanente: função da educação, 467, 555 Educação permanente: movimentos sociais, 552 Educação popular, 78, 141, 142, 290, 426, 427, 431, 436, 437, 440, 447, 450,482,519 Educação popular - abordagem filosófica, 449 Educação popular - África, 91 Educação popular - América Latina, 91, 130 Educação popular - Bahia, 460 Educação popular - Colômbia, 557 Educação popular - contexto cultural, 440 Educação popular - Primeira República - Campinas (SP), 303 Educação popular - Rio de Janeiro, 561 Educação popular - Rio Grande do Sul, 429 Educação popular: associação comunitária, 65 Educação popular: marxismo, 448 Educação popular: movimentos sociais, 525 Educação popular: Projeto Baixada, 65 Educação pré-escolar, 279, 330 Educação pré-escolar - abordagem histórica - 1899-1922, 416 Educação pré-escolar - Pernambuco, 618 Educação pré-escolar - Rio de Janeiro: plano curricular, 133 Educação pré-escolar: atividades lúdicas, 330 Educação pré-escolar: comunicação na classe, 569, 572 Educação pré-escolar: criança excepcional, 384 Educação pré-escolar: estatísticas, 33 Educação pré-escolar: interação professor-aluno, 569, 572 Educação progressista - Minas Gerais, 434 Educação protestante: batista, 271 Educação protestante: pentecostais - João Pessoa (PB), 554 Educação rural, 290 Educação secundária, 17 Educação sexual: adolescente, 588 Educação sexual: programa de ensino - São Paulo, 588 Educação social - contexto cultural, 473 Educação socializadora, 468, 486 317 Educação tecnológica, 61, 176 Educação vocacional: Fundação Oswaldo Cruz 469 Educadores Brasileiros: Freire, Paulo, 421 Elaboração do conhecimento: construtivismo, 572 Elaboração do conhecimento: ideologia, 264 Eleição - Goiânia (GO): diretor, 179 Eleição - Paraná: diretor, 232 Eleição - Rio Grande do Sul: diretor, 232 Eleição - Santa Catarina: diretor, 232 Elementos de pesquisa: alfabetização, 622 Enfermagem: avaliação da aprendizagem, 676 Enfermagem: ensino por computador, 688 Enfermagem: estágio, 671 Enfermagem: metodologia científica, 266 Enfermagem psiquiátrica: disciplina de ensino, 668 Enfermeiro: creche, 393 Enfermeiro: exercício profissional - Maringá (PR), 400 Enfermeiro: formação profissional, 674 Enfermeiro: formação profissional - Paraná, 680 Enfermeiro: ideologia, 396 Ensino a distância, 694 Ensino a distância: Marinha do Brasil, 169 Ensino agrícola: política da educação - Rio de Janeiro, 187 Ensino básico: plano curricular, 25 Ensino da prevenção: cólera, 397 Ensino da prevenção: tóxicos, 380 Ensino de línguas, 89, 360, 378 Ensino de línguas: alemão, 563 Ensino de línguas: inglês, 362, 540 Ensino de línguas: linguística, 367, 597 Ensino de línguas: problemas metodológicos, 540 Ensino de línguas: Universidade do Amazonas, 540 Ensino de primeira a quarta série - abordagem interdisciplinar: geografia, 640 Ensino de primeira a quarta série: ciências, 586 Ensino de primeira a quarta série: conteúdo curricular, 586 Ensino de primeira a quarta série: didática, 634 Ensino de primeira a quarta série: educação artística, 586 Ensino de primeira a quarta série: educação física, 586 318 Ensino de primeira a quarta série: estudos sociais, 586, 634, 637 Ensino de primeira a quarta série: evasão escolar, 47 Ensino de primeira a quarta série: formação de professores, 114 Ensino de primeira a quarta série: língua portuguesa, 586, 642 Ensino de primeira a quarta série: matemática, 586 Ensino de primeira a quarta série: repetência, 47 Ensino de primeira a quinta série: jogos pedagógicos, 640 Ensino de primeira a quinta série: lógica matemática, 636 Ensino de primeira a quinta série: matemática moderna, 636 Ensino de primeiro grau - abordagem filosófica, 498 Ensino de primeiro grau - análise qualitativa: ciências, 522 Ensino de primeiro grau - Campinas (SP): administração escolar, 192 Ensino de primeiro grau - Espanha, 29 Ensino de primeiro grau - França, 29 Ensino de primeiro grau - Jóia (RS), 129 Ensino de primeiro grau - Manaus (AM), 489 Ensino de primeiro grau - Rio de Janeiro, 184 Ensino de primeiro grau - São Carlos (SP): aluno trabalhador, 241 Ensino de primeiro grau - São Paulo: geometria, 678 Ensino de primeiro grau: administração da educação, 84 Ensino de primeiro grau: alocação de recursos: clientelismo, 248 Ensino de primeiro grau: arte-educação, 485 Ensino de primeiro grau: avaliação, 757 Ensino de primeiro grau: avaliação do rendimento escolar, 751 Ensino de primeiro grau: ciências, 265, 493, 635, 659 Ensino de primeiro grau: conteúdo dos livros escolares, 681 Ensino de primeiro grau: desenvolvimento moral, 147 Ensino de primeiro grau: didática, 601 Ensino de primeiro grau: diretrizes políticas, 84 Ensino de primeiro grau: educação física, 259, 738, 759 Ensino de primeiro grau: ensino público, 20 Ensino de primeiro grau: estatísticas - 1988, 35 Ensino de primeiro grau: evasão escolar, 48 Ensino de primeiro grau: fracasso escolar, 48 Ensino de primeiro grau: hábito de leitura, 610 Ensino de primeiro grau: história, 602 Ensino de primeiro grau: língua portuguesa, 639 Ensino de primeiro grau: língua portuguesa - Niterói (RJ), 592 319 Ensino de primeiro grau: matemática, 638,659 Ensino de primeiro grau: matemática - Niterói (RJ), 592 Ensino de primeiro grau: municipalização do ensino, 84 Ensino dc primeiro grau: perfil da clientela escolar, 218 Ensino de primeiro grau: receitas, 253 Ensino de primeiro grau: regime disciplinar, 566 Ensino de primeiro grau: repetência, 48 Ensino dc primeiro grau: turno noturno, 241 Ensino dc quinta a oitava série - abordagem interdisciplinar: educação eco­ lógica, 647 Ensino de quinta a oitava série - Uberlândia (MG): história, 649 Ensino de quinta a oitava série: avaliação da educação, 718 Ensino de quinta a oitava série: crise na educação, 718 Ensino de quinta a oitava série: desenvolvimento da leitura, 684 Ensino de quinta a oitava série: educação artística, 595, 643 Ensino de quinta a oitava série: geografia, 652 Ensino de quinta a oitava série: história, 645 Ensino de quinta a oitava série: interação professor-aluno, 564, 719 Ensino dc quinta a oitava série: língua portuguesa, 643, 648, 719 Ensino dc quinta a oitava série: matemática, 651, 746 Ensino de quinta a oitava série: produção de textos pelo aluno, 684 Ensino de quinta a oitava série: rendimento escolar, 718 Ensino de quinta a oitava série: turno noturno, 595 Ensino de segundo grau, 63,90, 132, 144, 171 Ensino de segundo grau - abordagem filosófica, 498 Ensino dc segundo grau: avaliação - Mato Grosso do Sul, 496 Ensino de segundo grau - Ceará, 171, 704 Ensino de segundo grau - Espanha, 29 Ensino de segundo grau - França, 29 Ensino de segundo grau - Rio de Janeiro: física, 656 Ensino de segundo grau - Rio dc Janeiro: química, 656 Ensino de segundo grau - São Paulo: geometria, 678 Ensino de segundo grau: avaliação do desempenho docente, 227 Ensino de segundo grau: biologia, 673 Ensino de segundo grau: ciências, 265,580 Ensino de segundo grau: ciências biológicas, 14 Ensino de segundo grau: ciências físicas, 510 Ensino de segundo grau: clientelismo, 248 320 Ensino de segundo grau: desenho, 571 Ensino de segundo grau: educação artística, 595 Ensino de segundo grau: educação física, 259 Ensino de segundo grau: estatísticas, 37 Ensino de segundo grau: filosofia, 587,654 Ensino de segundo grau: física, 653 Ensino de segundo grau: formação de professores, 134, 580 Ensino de segundo grau: formação politécnica, 69, 89, 99, 103, 113, 136 Ensino de segundo grau: geografia, 658 Ensino de segundo grau: língua portuguesa, 596, 614, 657 Ensino de segundo grau: literatura, 655 Ensino de segundo grau: literatura brasileira, 110 Ensino de segundo grau: matrícula, 37 Ensino de segundo grau: perfil da clientela, 216 Ensino de segundo grau: pessoal docente, 37 Ensino de segundo grau: política da educação, 69, 89, 99, 113, 136, 462 Ensino de segundo grau: psicologia, 580 Ensino de segundo grau: química, 523,599,675 Ensino de segundo grau: tumo noturno, 230, 595 Ensino elementar - Espanha, 29 Ensino industrial: expansão do ensino, 96 Ensino industrial: melhoria do ensino, 96 Ensino industrial: política da educação, 96 Ensino integrado: Curitiba (PR): ciclo básico de alfabetização, 627 Ensino médio, 43, 753, 754 Ensino militar, 165 Ensino militar: avaliação, 170 Ensino militar: curso por correspondência, 169 Ensino por computador, 691,701,703,706,710 Ensino por computador - Belo Horizonte (MG): paralisia cerebral, 696 Ensino por computador - Ceará, 704 Ensino por computador: deficiente, 717 Ensino por computador: deficiente da audição, 713, 714 Ensino por computador: deficiente da audição - Pernambuco, 715 Ensino por computador: deficiente da visão, 692 Ensino por computador: deficiente físico, 709 Ensino por computador: deficiente mental, 693, 695, 702 Ensino por computador: educação especial, 697, 698, 699,705, 712 321 Ensino por computador: enfermagem, 688 Ensino por computador: língua portuguesa, 347 Ensino por computador: portador de deficiências múltiplas, 707, 708 Ensino por computador: surdo, 700,716 Ensino por multimeios, 30 Ensino primário - Brasil Império: reforma de ensino, 422 Ensino primário: técnicas docentes, 568 Ensino privado, 19, 73 Ensino privado - abordagem política, 127 Ensino profissional - abordagem histórica - Paraíba, 506 Ensino profissionalizante, 99,510 Ensino profissionalizante - rede pública - Mato Grosso do Sul, 496 Ensino profissionalizante: técnicas de ensino-aprendizagem, 677 Ensino público, 19, 27, 73 Ensino público - abordagem histórica - Goiás, 408 Ensino público - abordagem política, 127 Ensino público - Grande São Paulo: evasão escolar, 495 Ensino público - São Paulo (SP), 94 Ensino público - Sergipe: alfabetização, 632 Ensino público: avaliação, 757 Ensino público: custo do ensino, 181 Ensino público: ensino de primeiro grau, 20 Ensino público: inovação educacional, 53 Ensino religioso: educação da mulher, 476 Ensino religioso: Universidade Católica de Goiás, 589 Ensino superior, 27, 183, 195 Ensino superior - abordagem histórica, 499 Ensino superior - análise de tendências, 178 Ensino superior - Estados Unidos: instituições de educação especial, 177 Ensino superior - Estados Unidos: qualificação de pessoal docente, 537 Ensino superior - Fortaleza (CE), 497 Ensino superior - Inglaterra: qualificação de pessoal docente, 537 Ensino superior - Rio de Janeiro, 561 Ensino superior - Rio Grande do Sul, 189 Ensino superior: comunicação na classe, 563 Ensino superior: desenho, 571 Ensino superior: estatísticas - 1990, 36 Ensino superior: expansão do ensino, 490 322 Ensino superior: interação professor-aluno, 320 Ensino superior: marketing, 195 Ensino superior: métodos de avaliação, 744 Ensino superior: nível de qualificação, 46 Ensino superior: papel do professor, 228 Ensino superior: pessoal docente, 34 Ensino superior: qualidade do ensino, 149,502 Ensino superior: qualificação de pessoal docente, 512, 516, 517, 527,528, 530,533 Ensino superior: recursos financeiros, 250 Ensino supletivo, 550 Ensino supletivo - Santa Catarina, 504 Ensino supletivo: avaliação - Rio de Janeiro (RJ), 503 Ensino supletivo: estatísticas, 34 -— Ensino supletivo: estatísticas - 1989, 38 Ensino supletivo: matricula, 34 x Ensino técnico: currículo, 658 Ensino técnico: dramatização, 677 Ensino técnico: geografia, 658 Ensino tradicional, 566 Entidade assistêncial, 186 Entidade financiadora, 55, 252 Epistemologia, 594 Epistemologia: avaliação da educação, 726 Epistemologia da educação, 656 Equipe técnica de assessoria, pesquisa e ação social, 273 Erro, 723 Escola: comunidade de periferia urbana - Barra de Aroeira (TO), 288 Escola: imaginário social, 303 Escola: organização administrativa, 20 Escola: poder político, 463 Escola: regime disciplinar, 238 Escola católica, 324 Escola comunitária - abordagem histórica, 145 Escola comunitária - análise crítica, 145 Escola comunitária: desenvolvimento da linguagem, 642 Escola comunitária: movimento popular - São Luís (MA), 269 Escola de aprendizes artífices - João Pessoa (PB), 506 323 Escola de meninas: relação aluno-escola, 324 Escola de tempo integral, 27, 122, 184 Escola de tempo integral - Rio de Janeiro, 81, 741 Escola de tempo integral - São Paulo, 180 Escola de tempo integral: avaliação qualitativa, 737 Escola de tempo integral: planejamento pedagógico, 173 Escola democrática: relações de trabalho, 172 Escola especializada: estatísticas, 32 Escola Francisco de Assis - Ijuí (RS): serviço de orientação educacional, 322 Escola maternal, 20, 22 Escola normal - Piauí, 420 Escola Normal do Rio de Janeiro, 399 Escola primária, 20 Escola primária - Reino Unido - 1990-1993, 30 Escola pública, 54,66, 121, 191,486 Escola pública - Belo Horizonte (MG): racismo, 275 Escola pública - Campinas (SP): administração participativa, 192 Escola pública - Goiânia (GO), 179 Escola pública - Goiânia (GO): diretor, 179 Escola pública - Paraíba: indisciplina. 234 Escola pública - Paraíba: problemas disciplinares, 234 Escola pública - São Paulo (SP), 94 Escola pública - São Paulo: necessidade de segurança, 97 Escola pública: acesso ao ensino, 486 Escola pública: burocracia, 295 Escola pública: gestão democrática do ensino, 155 Escola pública: poder, 295 Escola pública: qualidade do ensino, 140 Escola pública: relações étnicas, 275 Escola rural. 239 Escola rural - Jóia (RS), 129 Escola rural - Paraná, 131 Escola rural: condições de transporte. 150 Escola rural: didática, 237 Escola secundária - Reino Unido - 1990-1993, 30 Escola sindical, 290 Escola Técnica Federal, 61,176 Escola Técnica Federal do Rio Grande do Norte: corpo docente, 542 324 Escolaridade obrigatória - Espanha, 29 Escolarização, 24, 327 Escolarização: classe trabalhadora - Campinas (SP) - Primeira República, 303 Escrita, 340 Escrita - abordagem histórica, 352 Escrita: aprendizagem lúdica, 625 Escrita: avaliação da aprendizagem - Chile, 732 Escrita: criança, 621 Escrita: didática, 619 Especialista cm educação: formação profissional, 581 Esporte, 468 Esporte comunitário - Rio de Janeiro, 468 Esporte comunitário: idade adulta, 759 Esquema um: didática, 542 Estabelecimentos de ensino de segundo grau: estatísticas, 37, 182 Estabelecimentos de ensino superior - Rio Grande do Sul, 189 Estabelecimentos de ensino superior: avaliação, 181 Estabelecimentos de ensino superior: estatísticas, 174, 175, 201 Estabelecimentos de ensino superior: estatísticas - 1992, 174 Estados: recursos financeiros, 253 Estágio: enfermagem, 671 Estágio: habilitação de segundo grau para o magistério, 535 Estágio: professor de primeiro grau, 535 Estágio supervisionado: curso de psicologia, 507 Estágio supervisionado: curso normal - Sobradinho (DF), 585 Estatísticas - 1977-1987: professor leigo, 31 Estatísticas - 1988: educação especial, 32 Estatísticas - 1988: ensino de primeiro grau, 35 Estatísticas - 1989: ensino supletivo, 38 Estatísticas - 1990: curso de graduação, 36 Estatísticas - 1990: ensino superior, 36 Estatísticas - 1991: Colégio Pedro II, 39 Estatísticas - 1992: curso de graduação, 174 Estatísticas - 1992: estabelecimentos de ensino superior, 174 Estatísticas: classe de alfabetização, 33 Estatísticas: educação pré-escolar, 33 Estatísticas: ensino de segundo grau, 37 Estatísticas: ensino supletivo, 34 325 Estatísticas: escola especializada, 32 Estatísticas: estabelecimentos de ensino de segundo grau, 37, 182 Estatísticas: estabelecimentos de ensino superior, 174, 175, 201 Estatísticas: governo municipal: custos da educação, 245 Estatuto do magistério, 45 Estereótipo: identificação de deficiência, 382 Estratégia de aprendizagem: resolução de problemas, 636 Estudante de pós-graduação: consistência cognitiva, 328 Estudante no estrangeiro: deficiente da audição, 177 Estudante no estrangeiro: guia do aluno - Catalunha (Espanha), 12 Estudante universitário - abordagem sociológica, 217 Estudo de caso, 256 Estudo de caso: qualificação, 4 Estudo de caso: quantificação, 4 Estudo dirigido - análise crítica, 682 Estudos sobre o ambiente. 474 Estudos sociais: ensino de primeira a quarta série, 586. 634, 637 Ética, 262 Ética profissional: professor, 445 Etnomatemática: índios rikbaktsa, 672 Evasão escolar, 281 Evasão escolar - análise estatística, 291 Evasão escolar: ensino de primeira a quarta série, 47 Evasão escolar: ensino de primeiro grau, 48 Evasão escolar: ensino público - Grande São Paulo, 495 Evasão escolar: Universidade do Rio Grande do Sul, 214 Evasão escolar: Universidade Federal da Paraíba, 663 Evolucionismo: conteúdo curricular, 673 Exame de admissão: Colégio Pedro II: estatísticas - 1991, 39 Execução do currículo: recursos humanos, 581 Exercício profissional - Maringá (PR): enfermeiro, 400 Exercício profissional: dentistas, 720 Expansão do ensino - Campinas (SP) - primeira república, 303 Expansão do ensino: curso de pós-graduação - Pernambuco (PE), 670 Expansão do ensino: ensino industrial, 96 Expansão do ensino: ensino superior, 490 Experiência de magistério, 223 Experiência de magistério: Freire, Paulo, 421 326 Expressão corporal, 643 Expressão escrita, 340 Expressão escrita: classe trabalhadora, 296 Extensão cultural: Universidade Federal de Sergipe, 660 Extensão universitária: Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro, 561 Extensão universitária: Universidade Federal do Mato Grosso do Sul, 626 Extensão universitária: Universidade Federal do Rio de Janeiro - 1985- 1990, 509 Extensão universitária: Universidade Nacional de Lujan, 519 Faculdade de Direito de São Paulo - Brasil Império, 403 Faculdade de Educação: avaliação do rendimento escolar, 721 Faculdade de Odontologia de Diamantina: currículo, 583 Faculdade de Odontologia de Piracicaba: avaliação do produto extra processu, 720 Faculdade Nacional de Filosofia, 3 Faculdade Nacional de Filosofia - 1939-1951: professor estrangeiro, 415 Fala: desempenho docente, 348 Família, 481 Família: formação de conceitos, 322 Família: valores do grupo, 322 Família e educação, 321 Fatores sócio educacionais: desenvolvimento da educação, 74 Favela - Morro da Mangueira (Rio de Janeiro-RJ): educação ecológica, 111 Favela: coleta de lixo, 111 Fenomenologia, 260,314,522 Filosofia: ensino de segundo grau, 587, 654 Filosofia: plano curricular, 587 Filosofia da educação, 433, 435, 438, 439, 465 Filosofia do conhecimento, 265 Financiamento da educação, 67, 132, 249, 252, 409 Financiamento da educação: Sistema Brasileiro de Ensino, 154 Financiamento do ensino superior, 250 Fins da educação, 430, 453 Fins da educação: educação libertadora, 430 Fiscalização financeira: obrigatoriedade orçamentária, 251 Fiscalização financeira: tribunal de contas, 251 Física: disciplina de ensino, 17, 30 Física: ensino de segundo grau, 510, 653 327 Física: ensino de segundo grau - Rio de Janeiro, 656 Física: formação de professores, 17 Física: método de ensino, 653 Fisioterapeuta: formação profissional, 401 Fonologia, 344 Formação de conceitos, 327, 654 Formação de conceitos: aprendizagem, 328 Formação de conceitos: família, 322 Formação de especialistas: educação especial, 700 Formação de líderes: praxis pedagógica, 459 Formação de nível médio, 61 Formação de nível superior: tecnólogo, 61 Formação de professores, 17, 19, 25, 27, 86, 109, 230, 418, 477, 521, 537, 538, 540, 559 Formação dc professores - análise crítica, 524 Formação de professores - Espanha, 29 Formação dc professores - França, 29 Formação de professores - Piauí, 420 Formação de professores: arte-educação, 734 Formação de professores: auto-avaliação, 529 Formação de professores: ciências, 514 Formação de professores: dança, 664 Formação de professores: educação c.omparada - Brasil-Cabo Verde, 52 Formação de professores: educação especial, 702 Formação de professores: ensino de primeira a quarta série, 114 Formação de professores: ensino de segundo grau. 134, 580 Formação de professores: física, 17 Formação de professores: língua portuguesa, 529 Formação de professores: modelo pedagógico, 515 Formação de tecnólogos, 61 Formação individual, 453 Formação politécnica: ensino de segundo grau, 69, 89, 99, 103, 113, 136 Formação política: professor, 525 Formação profissional - Campinas (SP): professor de primeiro grau, 522 Formação profissional - Paraná: enfermeiro, 680 Formação profissional - Rio Preto (SP): professor de educação pré-escolar, 515 Formação profissional - Rio Preto (SP): professor de primeiro grau, 515 Formação profissional: enfermeiro, 674 328 Formação profissional: especialista em educação, 581 Formação profissional: fisioterapeuta, 401 Formação profissional: médico, 740 Formação profissional: odontologia, 398 Formação profissional: professor de ensino superior, 512, 517, 528, 537 Formação profissional: professor de segundo grau, 134 Formação profissional básica, 61, 559 Formação profissional superior: abordagem histórica - Argentina, 508 Formação simbólica, 487 Formação técnica, 472 Formador de docentes, 72 Formador de professor: salário, 72 Foucault, Michcl. 166 Fracasso escolar, 23,299,728,741 Fracasso escolar: ensino de primeiro grau, 48 Freinet, Ccicstin, 548 Frcinet, Celcstin: método pedagógico, 191 Freire, Paulo, 94, 425, 438 Freire, Paulo: educadores brasileiros, 421 Freire, Paulo: experiência de magistério, 421 Freire, Paulo: método pedagógico, 429 Função da educação: educação permanente, 467, 555 Função da educação: relações de produção, 442 Função da escola, 442,610,727 Função da familia, 610 Função da universidade, 197, 200, 215 Função do estado: bem-estar social, 125 Função social: intelectuais, 267 Função social: política da pré-escola, 80 Função social: professor, 267 Funções da orientação educacional, 577 Fundação Educacional do Distrito Federal: modelo de ensino, 59 Fundação Educacional do Distrito Federal: plano de ensino, 59 Fundação Oswaldo Cruz: educação vocacional, 469 Fundação Oswaldo Cruz: pesquisa científica, 469 Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação: recursos financeiros, 253 Furter, Pierre, 465 Geografia - abordagem histórica, 613, 652 329 Geografia: critica dos conteúdos, 463 Geografia: ensino de primeira a quarta série - abordagem interdisciplinar, 640 Geografia: ensino de quinta a oitava série, 652 Geografia: ensino de segundo grau, 658 Geografia: ensino técnico, 658 Geografia, tendências educacionais, 658 Geometria: ensino de primeiro grau - São Paulo, 678 Geometria: ensino de segundo grau - São Paulo, 678 Gerente: qualificação profissional, 736 Gestão democrática do ensino, 103, 160, 273, 754 Gestão democrática do ensino - análise critica, 152 Gestão democrática do ensino - Goiânia (GO), 179 Gestão democrática do ensino: escola pública, 155 Gestão democrática do ensino: São Paulo, 249 Gestão do setor educacional - seminário, 104, 151, 153, 154, 156, 157, 158, 163 Gosto pela leitura: papel da linguagem. 363 Governo municipal: estatísticas, 245 Graduação: curso de ciências agrárias, 410 Graduação: curso de fisioterapia. 401 Graduação: curso de história, 661 Graduação: qualidade do ensino, 46 Gramática: produção de textos pelo aluno, 607 Gramsci. Antonio, 431 Gratuidade do ensino, 580 Grupo social, 268 Guia curricular: ciências, 493 Guia do aluno - Catalunha (Espanha): estudante no estrangeiro, 12 Guia do professor: educação ecológica, 605 Habilitação de professores leigos: Projeto Logos II - Pernambuco (PE), 72 Habilitação de segundo grau: contabilidade, 496 Habilitação de segundo grau para o magistério, 496 Habilitação de segundo grau para o magistério - Londrina (PR), 511 Habilitação de segundo grau para o magistério: didática, 52 Habilitação de segundo grau para o magistério: estágio, 535 Habilitação de segundo grau para o magistério: programa de saúde, 399 Habilitação para o magistério, 526 Hábito de leitura, 377, 591, 596, 601, 606, 611,614 Hábito de leitura: ensino de primeiro grau, 610 330 Hegel, George Wilhelm Friedrich, 257 Heidegger, Martin, 465 Hereditariedade, 312 Hermenêutica, 603 Hipoterapia, 386 História: conteúdo dos livros escolares: ensino de primeiro grau, 681 História: disciplina de ensino, 423 História: ensino de primeiro grau, 602 História: ensino de quinta a oitava série, 645 História: ensino de quinta a oitava série - Uberlândia (MG), 649 História: técnicas docentes, 686 História da ciência, 14 História da cultura, 18 História da educação, 18 História da educação - abordagem metodológica, 423 História da educação - América Latina, 51 História da educação - Argentina, 108 História da educação - Chile, 106 História da educação - Colômbia, 78 História da educação - Guatemala, 119 História da educação - Piauí, 420 História da educação - Uruguai, 116 História da educação: disciplina de ensmo, 27 História da Educação Brasileira, 2,64, 112, 118, 121, 185, 188,405,407, 409, 410, 412, 415, 416, 417, 418, 419, 472, 587 História da Educação Brasileira - 1964-1984, 124 História da Educação Brasileira - Bahia, 162 História da Educação Brasileira - Brasil Colônia, 402, 404 História da Educação Brasileira - Brasil Império, 422 História da Educação Brasileira - Goiânia (GO) - 1961-1973, 413 História da Educação Brasileira - Goiás (1987-1962), 408 História da Educação Brasileira - período colonial, 411 História da Educação Brasileira - período colonial - 1549-1759, 404 História da Educação Brasileira - Rio Grande do Sul, 406 História da Educação Brasileira - São Paulo - 1890-1930, 28 História da Educação Brasileira: Campinas (SP): Primeira República, 303 História da Educação Brasileira: Instituto João Pinheiro, 414 História do Brasil: conteúdo dos livros escolares, 484 331 História do Brasil: livro didático - análise de conteúdo. 484 Humanismo, 263 Humanização do trabalho, 283 Idade adulta: esporte comunitário, 759 Idealismo, 242 Identidade: professor, 445 Identificação de deficiência: estereótipo, 382 Identificação do ego, 316 Ideologia: elaboração do conhecimento. 264 Ideologia: enfermeiro, 396 Ideologia educacional, 73, 259 Ideologia política: catolicismo, 302 Igreja - abordagem histórica, 272 Igreja Batista - Rio de Janeiro (RJ): controle social, 271 Igreja Católica: valores morais, 272 Imaginação, 258 Imaginário social: escola, 303 Imaginário social: odontologia. 398 Imprensa pedagógica: canais da comunicação, 19 Indicadores educacionais: modelo estatístico, 44 índios: educação bilíngüe, 277 índios: educação católica, 573 índios: processo de ensino-aprendizagem, 5V3 índios: relações étnicas, 274, 277 índios guaranis: discriminação cultural, 274 índios rikbaktsa: etnomatemática, 672 índios guaranis: educação bilíngüe, 274 Indisciplina: escola pública - Paraíba. 234 Influência da família: adolescente, 321 Informática: educação especial, 702 Informática: treinamento de professores, 703, 710, 711, 714 Informática e educação, 53,118,701 Informatização do ensino, 45, 70, 703 Informatização do ensino: educação especial, 698 Infra-estrutura escolar, 161 Inglês: ensino de línguas, 362, 540 Iniciação à escrita, 25, 346, 570, 604 Iniciação à escrita: construtivismo, 629 332 Iniciação à leitura, 346, 364, 374, 570, 604, 632 Iniciação à leitura: construtivismo, 629 Inovação educacional: avaliação qualitativa, 102 Inovação educacional: ensino público, 53 Inovação pedagógica, 18 Insegurança: adolescente, 310 Insegurança: rendimento escolar, 310 Inspeção do ensino, 164 Instituição privada de ensino, 178 Instituições de educação especial: ensino superior - Estados Unidos, 177 Instituições de pesquisa, 5 Instituições educativas, 302 Instituto de Educação de Minas Gerais: curso de pedagogia, 747 Instituto de Educação do Rio de Janeiro, 399 Instituto de Estudos da Linguagem: aluno egresso, 719 Instituto João Pinheiro: História da Educação Brasileira, 414 Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (INEP), 5 Instituto Nacional de Estudos Pedagógicos (INEP), 82 Integração do excepcional, 384 Integração ensino-pesquisa-extensão, 500 Integração cscola-comunidade, 146 Integração escola-comunidade - bibliografia - América Latina. 49 Integração cscola-comunidade - bibliografia - Bolívia, 49 Integração escola-govemo-sociedade, 146 Integração graduação-pós-graduação, 134 Integração na comunidade: portador de deficiência mental, 547 Integração profissional: deficiente físico, 339 Integração social: portador de deficiências, 138, 282 Integração universidade-sociedade, 139, 198 Integração universidade-sociedade - Região Nordeste, 98 Intelectuais: atitude política - 1930-1980, 287 Intelectuais: função social, 267 Interação ego-meio, 312 Interação professor-aluno, 571 Interação professor-aluno: educação pré-escolar, 569, 572 Interação professor-aluno: ensino de quinta a oitava série, 564, 719 Interação professor-aluno: ensino superior, 320 Interação tcoria-prática - Portugal: curso de enfermagem, 671 333 Interação verbal, 563, 598 Interdisciplinaridade da educação, 457, 647 Internato: educação da mulher, 481 Interpretação: leitura, 368 Investimento em educação, 115, 246, 247 Jesuítas. Sistema Brasileiro de Ensino, 566 Jogos: ciências, 22 Jogos: lazer, 443 Jogos educativos: alfabetização, 625 Jogos pedagógicos, 325 Jogos pedagógicos: desenvolvimento da criança, 330 Jogos pedagógicos: ensino de primeira a quinta série, 640 Jovem trabalhador - zona rural, alfabetização, 284 Kant, Immanuel, 242, 465 Lazer - abordagem sociológica: trabalho, 283 Lazer: educação física, 758 Lazer: jogos, 443 Lazer educativo: meio ambiente humano, 758 LDB, 90 Legislação do ensino, 90 Lei de Diretrizes e Bases: administração da educação, 156 Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, 73, 90, 103, 105, 146, 183, 462 Leitura, 18, 349, 352, 353, 356, 357, 372, 377 Leitura - análise critica, 641 Leitura: atividades de ensino-aprendizagem, 646 Leitura: compreensão, 368, 729 Leitura: construtivismo, 650 Leitura: criança, 621 Leitura: criança em idade escolar, 341 Leitura: didática, 619 Leitura: interpretação, 368 Leitura: teste c, 729 Leitura para o público, 603 Licenciatura: credenciamento de curso, 194 Língua escrita, 20, 340, 346, 372 Língua escrita - quinta série do primeiro grau, 591 Língua escrita: atividades de ensino-aprendizagem, 646, 657 334 Língua escrita: criança em idade pré-escolar, 343, 358 Língua estrangeira, 360 Língua falada, 20 Língua materna, 360, 378 Língua materna: processo de ensino-aprendizagem, 354 Língua portuguesa: didática, 601 Língua portuguesa: ensino de primeira a quarta série, 586, 642 Língua portuguesa: ensino de primeiro grau, 639 Língua portuguesa: ensino de primeiro grau - Niterói (RJ), 592 Língua portuguesa: ensino de quinta a oitava série, 643, 648, 719 Língua portuguesa: ensino de segundo grau, 596, 614, 657 Língua portuguesa: ensino por computador, 347 Língua portuguesa: formação de professores, 529 Língua portuguesa: quinta série do primeiro grau, 646 Língua portuguesa: sétima série do primeiro grau, 596, 606 Linguagem, 349 Linguagem de programação: logo, 347, 691, 692, 700, 709, 710, 713, 714, 715,716,717 Linguagem dos surdos-mudos, 345 Linguagem infantil: desenvolvimento cognitivo, 365 Linguagem natural, 376 Linguística, 20, 353, 356, 357, 370 Lingüistica: ensino de línguas, 367, 597 Literatura: ensino de segundo grau, 655 Literatura brasileira - abordagem histórica, 110 Literatura brasileira - abordagem sociológica, 110 Literatura brasileira: ensino de segundo grau, 110 Literatura infanto-juvenil, 319,590 Livro - análise de conteúdo: didática, 254 Livro didático - análise de conteúdo: história do Brasil, 484 Livro didático: biologia, 673 Livro didático: política da educação, 100 Livro paradidático, 681 Lobato, Monteiro - análise comparativa: Piaget, Jean, 6 Lobato, Monteiro: ontologia, 6 Lógica matemática: ensino de primeira a quinta série, 636 Logo: linguagem de programação, 347,691,692,700,709,710,713,714, 715, 716,717 335 Ludoteca - França. 22 Marginalidade: Ação Educativa, 292 Marginalização social - Rio de Janeiro, 276 Marginalização social - São Paulo (SP): criança, 278 Marginalização social: adolescente - Rio de Janeiro, 278 Marginalização social - Rio de Janeiro, 276, 280 Marinha do Brasil: ensino a distância, 169 Marketing: ensino superior, 195 Marx, Karl, 242 Marxismo, 242 Marxismo: educação popular, 448 Matemática, 593 Matemática - abordagem histórica. 407 Matemática: aquisição de conhecimento, 612 Matemática: avaliação do currículo, 651 Matemática: currículo, 593 Matemática: disciplina de ensino. 27,30, 165 Matemática: disciplina obrigatória - abordagem histórica, 612 Matemática: divulgação cientifica, 608 Matemática: ensino de primeira a quarta série, 586 Matemática: ensino de primeiro grau, 638, 659 Matemática: ensino de primeiro grau - Niterói (RJ), 592 Matemática: ensino de quinta a oitava série: dever de casa, 65 1, 746 Matemática: métodos de ensino-aprendizagem. 672 Matemática: teste de rendimento, 310 Matemática moderna: ensino de primeira a quinta série, 636 Matrícula: ensino de segundo grau, 37 Matricula: ensino supletivo, 34 Mediação cognitiva, 565 Medicina preventiva, 393 Médico: formação profissional, 740 Medo: ambiente educacional, 313 Meio ambiente humano: lazer educativo, 758 Meio rural: melhoria do ensino, 534 Meios de comunicação - Mato Grosso do Sul: poder político, 342 Meios de comunicação de massa, 148 Meios de ensino: computador, 706 Melhoria da leitura: técnica Cloze, 366 336 Melhoria da qualidade do ensino, 45 Melhoria do ensino, 101,160 Melhoria do ensino - Campinas (SP): ciências, 522 Melhoria do ensino: curso de graduação, 669 Melhoria do ensino: ensino industrial, 96 Melhoria do ensino: meio rural, 518, 534 Melhoria do ensino: movimentos sociais, 76 Melhoria do ensino: rede pública - Grande São Paulo, 495 Melhoria do ensino: revisão de literatura, 76 Melhoria do rendimento: ciclo básico do primeiro grau, 628 Mello, Fernando Collor de (presidente da República): discurso, 71 Mendes, Durmcval Trigueiro, 305 Menina: socialização, 324 Meninos de rua, 297 Menor abandonado. 45 Menor carente: educação para o trabalho, 414 Mestrado: autorização de curso, 211 Mestrado: avaliação do curso, 488, 494 Mestrado: planejamento - 1990-1992, 213 Método científico, desempenho do aluno, 9 Método dedutivo: desempenho do aluno, 9 Método dialético, 428 Método fônico: alfabetização, 620 Método pedagógico, 566 Método pedagógico: Freinet, Celestin, 191 Método pedagógico: Freire, Paulo, 429 Metodologia científica: enfermagem, 266 Metodologia da pesquisa, 1, 7, 603 Métodos de alfabetização, 620, 630 Métodos de avaliação: ensino superior, 744 Métodos de educação de adultos, 548 Métodos de ensino - Paraná: alfabetização, 628 Métodos de ensino: alfabetização, 623 Métodos de ensino: ciências, 9, 265 Métodos de ensino: curso de enfermagem, 680 Métodos de ensino: física, 653 Métodos de ensino: natação, 761 Métodos de ensino: resolução de problemas, 680 337 Métodos de ensino-aprendizagem: matemática, 672 Métodos de estudo, 685 Ministério da Aeronáutica: avaliação do ensino, 170 Mito: artc-educação, 487 Modelo curricular: creche, 617 Modelo de educação especial: Associação de Pais c Amigos dos Excepcio­ nais (APAE) - Niterói (RJ), 547 Modelo de ensino: Fundação Educacional do Distrito Federal, 59 Modelo de homem, 425 Modelo estatístico: indicadores educacionais, 44 Modelo pedagógico: formação de professores, 515 Modernização administrativa: Sistema Brasileiro de Ensino, 157 Modernização do ensino, 45, 70, 134, 699, 703 Modernização do ensino - América Latina, 88 Montessori. Maria, 318,332 Motivação para a aprendizagem: alfabetização, 570 Motorista: qualificação profissional, 244 Motricidade, 333 Movimento dos Trabalhadores Scm-Terra, 523 Movimento estudantil, 294 Movimento popular - São Luís (MA): escola comunitária, 269 Movimentos sociais, 268, 557 Movimentos sociais - Bahia, 460 Movimentos sociais - João Pessoa: educação de adultos, 554 Movimentos sociais: consciência de classe, 290 Movimentos sociais: educação permanente, 552 Movimentos sociais: educação popular, 525 Movimentos sociais: melhoria do ensino, 76 Movimentos sociais: programa de alfabetização, 128 Mudança social, 28 Mudança social - Ilha de Santa Catarina, 441 Mudança social e educação, 285 Mudança social e educação - Paraná, 293 Mudanças: Sistema Brasileiro de Ensino, 566 Mulher: profissionalização, 481 Municipalização do ensino, 634 Municipalização do ensino - Minas Gerais, 83 Municipalização do ensino - Paraná, 131 338 Mumcipalização do ensino - Pernambuco, 123 Municipalizaçâo do ensino - São Paulo, 117 Municipalizaçâo do ensino - Sorocaba (SP), 135 Municipalizaçâo do ensino: ensino de primeiro grau, 84 Municípios: recursos financeiros, 253 Música - abordagem psicológica, 337 Música: relação professor-aluno, 337 Música e movimento, 615 Musicoterapia, 388,391 Musicoterapia: candomblé, 389 Musicoterapia: concepção de homem, 390 Musicoterapia: criança excepcional, 387, 392 Musicoterapia: terceira idade, 385, 392 Natação: competição esportiva, 763 Natação: métodos de ensino, 761 Natação: perfil de rendimento, 763 Necessidade de segurança: escola pública - São Paulo, 97 Ncoliberalismo, 449 Nível de cscolarização, 28 Nível de leitura, 370,641,729 Nível de leitura: aluno de primeiro grau, 650 Nível de qualificação: ensino superior, 46 Normalização do excepcional, 547 Núcleo de Orientação e Aconselhamento Psicopedagógico: Pontifícia Uni­ versidade Católica do Rio de Janeiro, 454 Objeto da filosofia, 452 Obrigatoriedade escolar, 63, 144, 147 Obrigatoriedade orçamentária: fiscalização financeira, 251 Odontologia: currículo integrado, 583 Odontologia: formação profissional, 398 Odontologia: imaginário social, 398 Odontologia: pesquisa exploratória, 398 Ontologia: Lobato, Monteiro, 6 Ontologia: Piaget, Jean, 6 Órfãos: educação da criança - Rio Grande do Sul, 406 Organização administrativa: escola, 20 Organização do ensino superior, 199, 200, 210, 212, 500 Organização do ensino superior - Quebec (Canadá), 204 339 Organização não-govemamental: antropologia social, 273 Organização não-govemamental: política da educação, 273 Organização não-govemamental: política social, 273 Organização não-govemamental: prática pedagógica, 273 Orientação educacional, 576, 577 Orientação escolar, 575 Orientação pedagógica, 579 Orientação profissional: deficiente físico, 338 Orientador educacional: perfil profissional, 231 Ortografia: criança, 364 OSPB: conteúdo dos livros escolares. 58 Papel da linguagem, 376 Papel da linguagem: alfabetização, 569 Papel da linguagem: gosto pela leitura. 363 Papel do professor, 107, 521. 538. 710. 728 Papel do professor: alfabetização. 221 Papel do professor: ensino superior. 228 Papel do professor: processo de ensino-aprendizagcm, 562 Papel social do indivíduo. 28 Paralisia cerebral: ensino por computador - Belo Horizonte (MG), 696 Participação do professor, 225 Participação dos pais: administração da educação. 155 Participação dos pais: administração escolar, 152 Paternidade responsável, 323 Pedagogia: credenciamento de curso. 194 Pedagogia diretiva: alfabetização. 626 Pedagogia não-dirctiva: alfabetização, 626 Pedagogia tradicional - abordagem metodológica, 256 Pensamento critico - abordagem filosófica: aluno, 451 Pensamento educacional brasileiro, 559 Pentecostais - João Pessoa: educação protestante, 554 Percepção, 333 Percepção do papel: professor alfabetizador, 624 Percepção do papel: supervisor escolar, 64 Perfil - Diadema (SP), aluno trabalhador, 218 Perfil - Florianópolis (SC): aluno trabalhador, 216 Perfil da clientela: ensino de segundo grau, 216 Perfil da clientela escolar: ensino de primeiro grau, 218 340 Perfil da clientela escolar: turno noturno, 216,218 Perfil da clientela escolar: Universidade Estadual de Maringá, 217 Perfil de interesses: pós-graduação, 471 Perfil de rendimento: natação, 763 Perfil profissional: orientador educacional, 231 Perfil profissional: professor leigo, 31 Perfil profissional do docente, 226, 227 Perfil profissional do docente: ciências, 314 Perfil profissional do docente: curso de psicologia, 320 Pergunta, 568 Periferia urbana: criança, 260 Pesquisa: educação matemática, 10 Pesquisa científica. Fundação Oswaldo Cruz, 469 Pesquisa educacional, 27 Pesquisa educacional - abordagem histórica, 5 Pesquisa educacional - abordagem metodológica, 1 Pesquisa educacional - Estados Unidos, 15 Pesquisa educacional - Inglaterra, 16 Pesquisa educacional - México, 15, 27 Pesquisa educacional: Universidade Estadual de Campinas, 8 Pesquisa educacional: Universidade Federal do Ceará, 679 Pesquisa etnográfica: alfabetização, 296 Pesquisa exploratória: odontologia, 398 Pesquisa histórica - França, 423 Pesquisa lingüística, 368, 379 Pesquisa participante - abordagem histórica, 2 Pesquisa psicológica: criança, 260 Pesquisa qualitativa, 1 Pesquisa tecnológica: programa, 55 Pessoal docente: curso de medicina, 220 Pessoal docente: ensino de segundo grau, 37 Pessoal docente: ensino superior, 34 Piaget, Jean, 23, 317, 318, 332, 334, 545, 723 Piaget, Jean: Lobato, Monteiro - análise comparativa, 6 Piaget, Jean: ontologia, 6 Planejamento - 1990-1992: mestrado, 213 Planejamento curricular, 581 Planejamento da educação - abordagem histórica, 158 341 Planejamento da educação - Bahia, 79 Planejamento da educação - Bahia - 1967-1969, 162 Planejamento da educação - São Paulo (SP) - 1989-1991, 94 Planejamento da educação: processo social, 158 Planejamento da educação: Sistema Brasileiro de Ensino, 153 Planejamento local: rede de ensino, 161 Planejamento pedagógico: Centro Integrado de Assistência à Criança, 173 Planejamento pedagógico: curso de graduação, 208 Planejamento pedagógico: escola de tempo integral, 173 Planejamento pedagógico: Universidade Federal de Alagoas (UFAL), 208 Plano curricular, 580 Plano curricular: educação pré-escolar - Rio de Janeiro, 133 Plano curricular: ensino básico, 25 Plano curricular: filosofia. 587 Plano de desenvolvimento, 55 Plano de ensino: Fundação Educacional do Distrito Federal, 59 Plano Estadual de Educação - Minas Gerais: ciclo básico do primeiro grau, 68 Plano Estadual de Educação - São Paulo - 1978-1984, 167 Plano Integral de Educação e Cultura, 79 Pluralismo educacional, 87 Poder: escola pública, 295 Poder decisório: administração do ensino superior, 207 Poder político: escola, 463 Poder político: meios de comunicação - Mato Grosso do Sul, 342 Poesia, 601 Politecnia, 472, 509 Política científica e tecnológica, 55 Política da educação, 54,59,62,73.92, 118, 121, 127, 128, 132, 146, 171, 236, 248, 270, 409, 441, 455 Política da educação - 1959-1964, 302 Política da educação - abordagem crítica, 142 Política da educação - abordagem sociológica, 125 Política da educação - Minas Gerais, 68, 434 Política da educação - Rio de Janeiro: ensino agrícola, 187 Política da educação - São Paulo - 1978-1984, 167 Política da educação: administração dos sistemas de ensino - 1960-1985, 104 Política da educação: avaliação qualitativa, 102 Política da educação: desenvolvimento econômico, 120 342 Política da educação: educação indígena, 77 Política da educação: ensino de segundo gsau, 69, 89, 99, 113, 136, 462 Política da educação: ensino industrial, 96 Política da educação: livro didático, 100 Política da educação: organização não-govemamental, 273 Política da educação: tecnocracia, 124 Política da prc-escola, 45 Política da pré-escola: função social, 80 Política da pré-escola: Secretaria de Educação - Rio de Janeiro, 133 Política de desenvolvimento, 112, 270 Política de desenvolvimento: biblioteca universitária, 255 Política de educação de adultos, 54, 460 Política de informática, 70, 118, 698, 703 Política de informática: deficiente mental, 695 Política de informática: educação especial, 711 Política de mão-de-obra: programa, 55 Política de pós-graduação, 55,112 Política de saúde, 45 Política do meio ambiente, 55 Política educacional, 63,144 Política internacional da educação, 67 Política internacional da educação: pós-graduação, 56 Política social, 54, 292 Política social: organização não-govemamental, 273 Política universitária, 92, 199,200 Política universitária - Quebec (Canadá), 204 Política universitária: cooperação internacional, 209 Política universitária: corpo docente, 229 Política universitária: universidade federal, 93 Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro: extensão universitária, 561 Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro: núcleo de orientação e aconselhamento psicopedagógico, 454 Portador de deficiência: auto-conceito, 148 Portador de deficiência mental: integração na comunidade, 547 Portador de deficiências: educação física, 760 Portador de deficiências: educação física terapêutica, 394, 546 Portador de deficiências: integração social, 138, 282 Portador de deficiências múltiplas: ensino por computador, 707, 708 343 Portclla, Eduardo (ministro da Educação): discurso, 92 Pós-graduação, 61 Pós-graduação - abordagem histórica, 112 Pós-graduação - América Latina e Caribe. 56 Pós-graduação: curso de ciência da educação, 491 Pós-graduação: perfil de interesses, 471 Pós-graduação: politica internacional da educação, 56 Pós-graduação lato-sensu: avaliação, 735 Pós-graduação stricto-sensu: avaliação do curso, 735 Prática de ensino, 302, 571 Prática de ensino: curso de licenciatura, 507 Prática de ensino; disciplina de ensino, 17 Prática em situação real: curso de enfermagem, 676 Prática pedagógica, organização não-govcrnamental. 273 Práticas educativas, 18,87 Práxis pedagógica, 107, 428, 433, 435, 456, 457, 467 Práxis pedagógica: campesinato, 459 Práxis pedagógica: formação de líderes, 459 Preparação para o trabalho: SENAI, 244 Preparo para a cidadania, 58, 142, 462 Primeira república: Campinas (SP), 303 Problema sociohistórico: tendências educacionais, 256 Problemas de aprendizagem, 335 Problemas de linguagem, 344 Problemas disciplinares: escola pública - Paraíba, 234 Problemas metodológicos: ensino de línguas, 540 Problemas psicossociais: curso de especialização, 670 Problemática da primeira série, 501 Problemática sócio-educacional, 45 Processo cognitivo, 24, 26, 332, 567 Processo da comunicação, 340 Processo de ensino-aprendizagem, 15, 27, 263, 73 1 Processo de ensino-aprendizagem: alfabetização, 570 Processo de ensino-aprendizagem: índios, 573 Processo de ensino-aprendizagem: língua materna, 354 Processo de ensino-aprendizagem: papel do professor, 562 Processo educativo: trabalhador rural - Vale do Rio Tijucas e Itajaí-Açu (SC), 290 344 Processo pedagógico, 235 Processo social: planejamento da educação, 158 Produção cultural: autoritarismo, 60 Produção de textos pelo aluno, 372, 377, 591, 596, 598, 606, 611,614 Produção de textos pelo aluno: ensino de quinta a oitava série, 684 Produção de textos pelo aluno: gramática, 607 Produção técnico-científica, 755 Produção tccnico-científica: Britto, Luiz Navarro de, 74, 75, 162 Professor - Colômbia, 78 Professordcsenvolvimento profissional, 514 Professor: educação física, 579 Professor ética profissional, 445 Professor: formação política, 525 Professor: função social, 267 Professor: identidade, 445 Professor alfabetizador, 219, 570 Professor alfabetizador - Clevelândia (PR), 630 Professor alfabetizador - Londrina (PR), 289 Professor alfabetizador: avaliação de desempenho, 221 Professor alfabetizador: percepção do papel, 624 Professor de educação pré-escolar: formação profissional - Rio Preto (SP), 515 Professor de ensino primário - Minas Gerais, 222 Professor de ensino superior, 54, 223, 228, 516, 527, 530, 533 Professor de ensino superior - Espanha, 539 Professor de ensino superior - Europa, 541 Professor de ensino superior: avaliação de desempenho, 223,731, 733,739, 742, 743,752 Professor de ensino superior: didática, 224 Professor de ensino superior: formação profissional, 512, 517, 528, 537 Professor de ensino superior: Universidade Metodista de Piracicaba, 229 Professor de primeiro grau, 54 Professor de primeiro grau: estágio, 535 Professor de primeiro grau: formação profissional - Campinas (SP), 522 Professor de primeiro grau: formação profissional - Rio Preto (SP), 515 Professor de segundo grau, 54 Professor de segundo grau: dependência administrativa, 492 Professor de segundo grau: formação profissional, 134 Professor estrangeiro: Faculdade Nacional de Filosofia - 1939-1951, 415 345 Professor leigo, 513, 534 Professor leigo: estatísticas - 1977-1987, 31 Professor leigo: perfil profissional, 31 Professor leigo: Região Nordeste, 543 Professor leigo: Região Norte, 518, 543 Profissão feminina: carreira do magistério, 222 Profissionalização: mulher, 481 Programa - Região Centro-Oeste: educação básica, 114 Programa: pesquisa tecnológica, 55 Programa: política de mão-de-obra, 55 Programa da expansão do ensino técnico industrial, 96 Programa de ajuda: Banco Mundial, 252 Programa de alfabetização, 139 Programa de alfabetização: movimentos sociais, 128 Programa de alfabetização: Secretaria da Educação - Sergipe, 632 Programa de educação do deficiente mental, 545 Programa de ensino - São Paulo: educação sexual, 588 Programa de ensino: Rotary Club de São Paulo, 505 Programa de ensino: saúde e educação, 399 Programa de Formação Integral da Criança (PROFIC) - São Paulo, 180, 737 Programa de melhoria do ensino técnico industrial, 96 Programa de saúde: habilitação de segundo grau para o magistério, 399 Programa de vocação científica, 469 Programa Monhangara, 114 Programa Nacional de Alfabetização e Cidadania - 1990-1995, 71 Programa Nacional de Informática Educativa, 70 Programa Nacional do Livro Didático - 1985, 100 Programa Tempo de Criança - Paraná, 628 Projeto Baixada: educação popular, 65 Projeto de aceleração da escolaridade para qualificação profissional, 509 Projeto de educação básica na Baixada Fluminense, 549 Projeto de Lei n° 1.258/88, 89 Projeto Escola Comunitária Pré-Modelo, 145 Projeto Logos II - Pernambuco: habilitação de professores leigos, 72 Projeto Pró-Docente Rural - Caucaia (CE), 734 Projeto Saber Ler - Jaboatão (PE), 560 Projeto Semear, 586 Pronúncia: criança da primeira infância, 359 Pronúncia: criança em idade pré-escolar, 361 346 Pronúncia: desenvolvimento da linguagem, 375 Proposta curricular: curso de pedagogia, 109 Proposta pedagógica, 576 Protestantismo, 262 Psicanálise, 23,311 Psicogenética, 22, 23, 723 Psicologia: curso de licenciatura, 507 Psicologia: ensino de segundo grau, 580 Psicologia cognitiva, 23, 327 Psicologia cognitiva: terceira idade, 326 Psicologia da adolescência, 319 Psicologia da educação, 17, 23, 30, 308, 321, 590, 745 Psicologia da idade adulta, 326 Psicologia da personalidade, 311, 443 Psicologia diferencial - abordagem histórica, 308 Psicologia do desenvolvimento, 24, 26, 334, 545, 567 Psicologia social, 320, 667 Psicomotricidade, 326 Psicopedagogia, 22 Psicoterapia do ritmo, 388 Qualidade de vida, 45 Qualidade do ensino, 41, 43, 101, 137, 160, 753, 754 Qualidade do ensino: curso de pedagogia, 747 Qualidade do ensino: curso normal - Sobradinho (DF), 585 Qualidade do ensino: ensino superior, 149, 502 Qualidade do ensino: escola pública, 140 Qualidade do ensino: graduação, 46 Qualidade do meio ambiente, 111 Qualificação: estudo de caso, 4 Qualificação dc pessoal docente: ensino superior, 512, 516, 517, 527, 528, 530,533 Qualificação de pessoal docente: ensino superior - Estados Unidos, 537 Qualificação de pessoal docente: ensino superior - Inglaterra, 537 Qualificação de professores leigos, 513, 518 Qualificação profissional, 61, 509 Qualificação profissional: gerente, 736 Qualificação profissional: motorista, 244 Qualificação professores - Espanha: universidade, 539 Quantificação: estudo de caso, 4 347 Química: disciplina de ensino, 30 Química: ensino de segundo grau, 523, 599, 675 Química: ensino de segundo grau - Rio de Janeiro, 656 Quinta série do primeiro grau: língua portuguesa, 646 Raciocínio analítico: criança, 331 Racismo: escola pública - Belo Horizonte (MG), 275 Radiodifusão educativa, 694 Reabilitação psicomotora: deficiente mental, 386 Realismo pedagógico, 438 Receitas: ensino de primeiro grau, 253 Recursos financeiros: educação básica, 251 Recursos financeiros: ensino superior, 250 Recursos financeiros: estados, 253 Recursos financeiros: Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação, 253 Recursos financeiros: municípios, 253 Recursos humanos: creche, 616 Recursos humanos: execução do currículo, 581 Redação - análise crítica, 607 Redação: atividades de ensino-aprendizagem, 646, 648, 657 Rede de ensino: planejamento local, 161 Rede pública - Goiânia (GO), 413 Rede pública - Goiânia (GO): democratização da educação, 179 Rede pública - Grande São Paulo: melhoria do ensino, 495 Rede pública - Grande São Paulo: repetência, 495 Reeducação motora: terceira idade, 326 Reforma de ensino: ensino primário - Brasil Império, 422 Reforma universitária - 1968, 120 Regência de classe, 570 Região Nordeste, 132 Região Nordeste: professor leigo, 543 Região Norte: professor leigo, 518, 543 Regime disciplinar: ensino de primeiro grau, 566 Regime disciplinar: escola, 238 Regime disciplinar: relação aluno-escola, 166 Regime disciplinar: resistência à mudança, 301 Reintegração do deficiente, 707, 708 Reintegração do deficiente: deficiente mental educável, 693 Reitoria: características da universidade, 199 Relação aluno-escola: escola de meninas, 324 348 Relação aluno-escola: regime disciplinar, 166 Relação escola-comunidade, 269, 486 Relação escola-comunidade - Ijuí (RS), 576 Relação escola-familia, 321,322 Relação cstados-municipios - Pernambuco, 123 Relação profcssor-aluno, 299, 430 Relação profcssor-aluno: autoritarismo, 295 Relação professor-aluno: música, 337 Relação professor-aluno: universidade, 228 Relação tcxto-leitor, 684 Relações de produção: função da educação, 442 Relações de trabalho, 109 Relações de trabalho: escola democrática, 172 Relações étnicas: escola pública, 275 Relações étnicas: índios, 274, 277 Relações pedagógicas, 442 Relatório: sistema de informações sobre IPES, 201 Relatório de atividades: creche, 13 Rendimento escolar: adolescente, 310 Rendimento escolar: autoconceito, 745 Rendimento escolar: ensino de quinta a oitava série, 718 Rendimento escolar Universidade Federal da Paraíba, 663 Repcntista: aptidão linguística, 373 Repetência: ensino de primeira a quarta série, 47 Repetência: ensino de primeiro grau, 48 Repetência: rede pública - Grande São Paulo, 495 Representação social, 300 Reprovação escolar, 299 Resistência à mudança: regime disciplinar, 301 Resolução de problemas: estratégia de aprendizagem, 636 Resolução de problemas: métodos de ensino, 680 Responsabilidade pela educação, 62 Retenção escolar: Universidade Federal da Paraíba, 663 Retomo em educação, 247 Revisão de literatura: avaliação da aprendizagem, 750 Revisão de literatura: melhoria do ensino, 76 Rosscau. Jean-Jacques, 431 Rotary Club de São Paulo: programa de ensino, 505 Salário: formador de professor, 72 349 Salesianos: Sistema Brasileiro de Ensino, 566 São Paulo: gestão democrática do ensino, 249 Saúde e educação, 400 Saúde e educação: programa de ensino, 399 Saúde pública, 396 Saúde pública: cólera, 397 Secretaria da Educação - Sergipe: programa de alfabetização, 632 Secretaria de Educação - Rio de Janeiro: política da prc-escola, 133 Segregação escolar, 291 Segregação racial, 279 Seletividade do ensino - abordagem marxista, 727 Semântica, 607 Seminário: sistema de gestão, 159 Seminário de Olinda (PE), 402 Seminário escolar - análise crítica, 690 SENAI, 1975-1980: formação profissional, 2 SENAI: preparação para o trabalho, 244 Serviço de orientação educacional: Escola Francisco de Assis - Ijuí (RS), 322 Serviços de educação especial: deficiente da visão - Mato Grosso do Sul, 544 Sétima série do primeiro grau: língua portuguesa, 596, 606 Silabação: alfabetização, 620 Símbolo: arte-educação, 487 Sindicalismo, 54 Sindicato, 302 Sindicato de professores, 54 Sintaxe, 607 Sistema Brasileiro de Ensino: administração pública, 163 Sistema Brasileiro de Ensino: financiamento da educação, 154 Sistema Brasileiro de Ensino: jesuítas, 566 Sistema Brasileiro de Ensino: modernização administrativa, 157 Sistema Brasileiro de Ensino: mudanças, 566 Sistema Brasileiro de Ensino: planejamento da educação, 153 Sistema Brasileiro de Ensino: salesianos, 566 Sistema Brasileiro de Ensino: sistema de gestão, 154, 156 Sistema de avaliação, 757 Sistema de comunicação: universidade, 205 Sistema de créditos, 206 Sistema de gestão: seminário, 159 Sistema de gestão: desenvolvimento da educação, 151 350 Sistema de gestão: Sistema Brasileiro de Ensino, 154, 156 Sistema de informações sobre IPES: relatório, 201 Sistema Estadual de Ensino - Rio de Janeiro: colégio agrícola, 187 Sistema Estadual de Ensino: Piauí, 240 Sistema Integrado de Ensino: curso de ciências biológicas e da saúde, 582 Sistema Nacional de Ensino - Alemanha, 524 Sistema Nacional de Ensino - Espanha, 29 Sistema Nacional de Ensino - Estados Unidos, 298, 524 Sistema Nacional de Ensino - França, 19, 29, 524 Sistema Nacional de Ensino - Inglaterra, 298, 524 Sistemas de educação, 417 Sistemas de ensino: educação libertadora, 461 Sistemas de ensino aberto, 566 Sistemas de ensino aberto - Estados Unidos, 566 Socialismo, 427, 448 Socialização, 28,281 Socialização: menina, 324 Socialização do conhecimento, 300 Socialização do indivíduo, 449 Sociedade capitalista: superdotado, 383 Sociedade e educação, 298 Sociologia da educação, 16, 25, 93, 301 Sociologia da educação - abordagem filosófica, 19 Sociologia da educação - Estados Unidos, 298 Sociologia da educação - Inglaterra, 298 Sociologia da educação - Paraná, 293 Sociologia do conhecimento, 265 Sociologia do professor, 289,513 Sofistica, 439 Software educativo: educação especial, 698, 712 Status sócio-econômico e escolaridade, 458 Subjetividade, 260 Subprojeto ensino integrado e ensino programado, 582 Sucupira, Newton, 112 Superdotado, 381 Superdotado: sociedade capitalista, 383 Supervisão escolar, 2, 531 Supervisão escolar - abordagem histórica, 575 Supervisão escolar - abordagem política - Pernambuco, 64 351 Supervisão escolar - São Paulo, 578 Supervisor escolar: percepção do papel, 64 Surdo: ensino por computador, 700, 716 Teatro escolar, 643 Técnica Cloze: melhoria da leitura, 366 Técnicas de ensino-aprendizagem, 28, 685, 687, 689 Técnicas de ensino-aprendizagem - abordagem histórica, 683 Técnicas de ensino-aprendizagem: ensino profissionalizante, 677 Técnicas docentes: ensino primário, 568 Técnicas docentes: história, 686 Tecnicismo pedagógico, 202 Tecnicismo pedagógico - análise crítica, 683 Tecnicismo pedagógico - Brasil-Cabo Verde, 52 Tccnocracia, 118 Tecnocracia: política da educação, 124 Tecnologia educacional: computador, 53 Tecnologia educacional: contexto social, 285 Tecnólogo: formação de nível superior, 61 Teixeira, Anísio, 112 Teixeira, Anísio - 1900-1935, 419 Tendências da política educacional, 95, 115, 130 Tendências educacionais, 40, 41, 62, 433 Tendências educacionais - América Latina, 51 Tendências educacionais: geografia, 658 Tendências educacionais: problema sociohistórico, 256 Teologia: Universidade Católica de Goiás, 589 Teologia da libertação, 464 Teoria da aprendizagem - França, 29 Teoria da educação. 559 Teoria da educação - abordagem histórica, 439 Terapia da fala: criança, 371 Terapia ocupacional; atividades recreativas, 307 Terceira idade: musicoterapia, 385, 392 Terceira idade: psicologia cognitiva, 326 Terceira idade: reeducação motora, 326 Teste c: leitura, 729 Teste de rendimento: matemática, 310 Testes psicológicos, 317 Testes psicológicos - abordagem crítica, 308 352 Texto programado, 368 Tóxicos: ensino da prevenção, 380 Trabalhador rural - Vale do Rio Tijucas e Itajaí-Açu (SC): processo educativo, 290 Trabalho - abordagem filosófica, 306 Trabalho: lazer - abordagem sociológica, 283 Trabalho do menor, 297 Transporte escolar - zona rural, 150 Treinamento de professores: informática, 703, 710, 711, 714 Treinamento em serviço, 514 Tribunal de contas: fiscalização financeira, 251 Turno noturno: aluno trabalhador, 315 Turno noturno: desempenho docente, 230 Turno noturno, ensino de primeiro grau, 241 Turno noturno: ensino de quinta a oitava série, 595 Turno noturno: ensino de segundo grau, 230, 595 Turno noturno: perfil da clientela escolar, 216, 218 União estudantil, 294 União nacional dos estudantes, 294 Universalização do ensino, 115, 140 Universidade, 183, 302, 471, 536 Universidade - abordagem histórica, 188 Universidade - Juiz de Fora (MG), 246 Universidade: aluno egresso - Fortaleza (CE), 497 Universidade: disseminação da informação, 205 Universidade: qualificação de professores - Espanha, 539 Universidade: relação professor-aluno, 228 Universidade: sistema de comunicação, 205 Universidade aberta - Região Nordeste, 694 Universidade aberta: currículo, 198 Universidade aberta: educação da terceira idade, 553 Universidade Católica de Goiás: ensino religioso, 589 Universidade Católica de Goiás: teologia, 589 Universidade de Brasília: curso de mestrado, 488 Universidade de Lavai - Quebec (Canadá), 204 Universidade de São Paulo: curso de pós-graduação, 471 Universidade do Amazonas: ensino de línguas, 540 Universidade do Rio Grande do Sul: evasão escolar, 214 Universidade Estadual de Campinas: aluno egresso, 719 353 Universidade Estadual de Campinas: pesquisa educacional, 8 Universidade Estadual de Maringá: perfil da clientela escolar, 217 Universidade Federal da Paraíba: curso de mestrado, 213 Universidade Federal da Paraíba: evasão escolar, 663 Universidade Federal da Paraíba: rendimento escolar, 663 Universidade Federal da Paraíba: retenção escolar, 663 Universidade Federal de Alagoas (UFAL): planejamento pedagógico, 208 Universidade Federal de Goiás - Catalão (GO): campus avançado, 194 Universidade Federal de Minas Gerais: avaliação do produto extra- processu, 740 Universidade Federal de São Carlos: curso de enfermagem, 674 Universidade Federal de Sergipe: extensão cultural, 660 Universidade Federal do Ceará, 584 Universidade Federal do Ceará: pesquisa educacional, 679 Universidade Federal do Mato Grosso do Sul: extensão universitária, 626 Universidade Federal do Rio de Janeiro - 1985-1990: extensão universi­ tária, 509 Universidade Federal do Rio Grande do Sul: curso de graduação, 214 Universidade Federal do Rio Grande do Sul: curso de licenciatura, 143 Universidade Federal Fluminense: curso de nutrição, 744 Universidade Luterana do Brasil, 190 Universidade Metodista de Piracicaba: carreira do magistério, 229 Universidade Metodista de Piracicaba: professor de ensino superior, 229 Universidade Nacional de Lujan: extensão universitária, 519 Universidade Tecnológica Nacional - Argentina, 508 Unversidad Obrera Nacional - Argentina, 508 Uso de tóxicos, 380 Valores do grupo: família, 322 Valores educacionais, 455 Valores morais: igreja católica, 272 Valores sociais, 261 Valorização: educação básica, 494 Valorização da educação, 45 Vida escolar, 15,16,27 Vida social, 593 Violência na escola - Rio de Janeiro, 276 Visão subnormal, 692 Vocação do professor, 226 Vygotsky, Lev Semenovich, 307, 327, 334, 336 354 MACRODESCRITORES 01.01 - Pesquisa Educacional - Generalidades 01.02 - Pesquisa Educacional - Informação e Documentação 01.03 - Pesquisa Educacional - Informações Estatísticas 01.04 - Pesquisa Educacional - Variáveis Educacionais 01.05 - Pesquisa Educacional - Educação Comparada 01 06 - Pesquisa Educacional - Inovação Educacional 02.01 - Política e Educação - Política 02 02 - Política e Educação - Política da Educação 02.03 - Política e Educação - Direito Educacional 03.01 - Administração da Educação - Generalidades 03.02 - Administração da Educação - Sistemas de Ensino 03.03 - Administração da Educação - Instituições de Ensino 04.01 - Administração das Instituições de Ensino - Ensino de Primeiro e Segundo Graus 04.02 - Administração das Instituições de Ensino - Ensino Superior 04.03 - Administração das Instituições de Ensino - Educando 04.04 - Administração das Instituições de Ensino - Professor 04.05 - Administração das Instituições de Ensino - Magistério 04.06 - Administração das Instituições de Ensino - Pessoal Técnico-Admi- nistrativo 04.07 - Administração das Instituições de Ensmo - Regimento Escolar 05.02 - Economia e Educação - Trabalho 05.03 - Economia e Educação - Economia da Educação 05.04 - Economia e Educação - Recursos Financeiros 05.05 - Economia e Educação - Infra-Estrutura Escolar 06.01 - Filosofia e Cultura - Cultura e Civilização 06.02 - Filosofia e Cultura - Filosofia: Processo e Método 06.03 - Filosofia e Cultura - Objeto da Filosofia 06.04 - Filosofia e Cultura - Filosofia do Conhecimento 07.01 - Sociologia e Educação - Sociologia 355 07.02 - Sociologia e Educação - Estrutura Social 07.03 - Sociologia e Educação - Processo Social 07.04 - Sociologia e Educação - Sociologia da Educação 08.01 - Psicologia e Educação - Psicologia 08.02 - Psicologia e Educação - Psicologia do Comportamento 08.03 - Psicologia e Educação - Psicologia da Personalidade 08.04 - Psicologia e Educação - Psicologia do Desenvolvimento 08.05 - Psicologia e Educação - Psicologia Social 08.06 - Psicologia e Educação - Psicologia Cognitiva 08.07 - Psicologia e Educação - Psicologia da Aprendizagem 08.08 - Psicologia e Educação - Psicologia do Trabalho 09.01 - Comunicação e Educação - Comunicação 09.02 - Comunicação e Educação - Linguagem 10.01 - Saúde e Educação - Biologia Educacional 10.02 - Saúde e Educação - Excepcionalidade e Excepcional 10.03 - Saúde e Educação - Psicologia Clínica 10.04 - Saúde e Educação - Medicina e Educação 11.01 - Educação - História 11.02 - Educação - Filosofia 11.03 - Educação - Conteúdo 11.04 - Educação - Processo 12.01 - Ensino - Graus de Ensino 12.02 - Ensino - Modalidades de Ensino 12.03 - Ensino - Formação Profissional 12.04 - Ensino - Formação de Professores 12.05 - Ensino - Educação Especial 12.06 - Ensino - Educação de Adultos 12.07 - Ensino - Processo de Ensino-Aprendizagem 12.08 - Ensino - Orientação e Supervisão 13.01 - Currículo - Generalidades 13.02 - Currículo - Plano Curricular 13.03 - Currículo - Execução do Currículo 356 14.01 - Conteúdo Curricular - Educação Pré-Escolar 14.02 - Conteúdo Curricular - Alfabetização 14.03 - Conteúdo Curricular - Ensino de Primeira a Quarta Série 14.04 - Conteúdo Curricular - Ensino de Quinta a Oitava Série 14.05 - Conteúdo Curricular - Ensino de Segundo Grau 14.06 - Conteúdo Curricular - Graduação 14.07 - Conteúdo Curricular - Pós-Graduação 15.01 - Métodos e Técnicas - Métodos de Ensino-Aprendizagem 15.02 - Métodos e Técnicas - Métodos de Estudo e Trabalho 15.03 - Métodos e Técnicas - Técnicas de Ensino-Aprendizagem 15.04 - Métodos e Técnicas - Tecnologia Educacional 16.01 - Avaliação - da Educação 16.02 - Avaliação - do Ensino-Aprendizagem 16.03 - Avaliação - dos Sistemas de Ensino 17.01 - Esporte - Educação Física 17.02 - Esporte - Jogos Esportivos 357 Impressáo e Acatamento IIIEAL GHbflca A Edlt«r« p-xiat» í Cej>j8.r.«’J33 ar/«»0«:r»e-e JUJIJM» JUN” Nrlna GO *• P-üíAV:x,j*.MC4j.Kn?;.P»3.tbbrt*u CÍPC82O-CO0 fcí» 621-J3J» com foioiiTos torneados HMRAl